Política, empreendedorismo e jovens: se misturam?

Por muito tempo a relação entre mercado e política foi muito mal interpretada ao redor do mundo e também no Brasil. Para alguns, essa junção, além de bastante improvável, já foi entendida como desastrosa ou que acabaria estimulando casos de corrupção e de favorecimentos. No entanto, entendemos que essa mistura é altamente positiva e pode contribuir muito para o processo de formação de políticas públicas que beneficiam o setor, e assim, favorecendo o próprio crescimento do país.

Se regressarmos ao nascedouro da democracia, lá na Grécia antiga, veremos que de lá para os dias atuais, a função da Ágora, o espaço onde as decisões políticas eram tomadas, não mudou muito, apenas se expandiu. De fato, seria impossível reunir cidadãos em uma praça pública para tomarem decisões como acontecia antes. Todavia, o que presenciamos foi a ampliação desse ambiente para a internet. E em momentos em que precisamos preservar o isolamento social, esse espaço só se intensificou. Vale recordar que política é algo que se faz com o outro. E a prova disso são as inúmeras lives e webinários que hoje preenchem a nossa agenda. Portanto, sem sobram de dúvidas, o espaço de influência na tomada de decisão está cada vez mais amplo e virtual.

Foi pensando nisso que a Fundação Republicana Brasileira – FRB, cuja proposta é promover o necessário debate sobre temas que afetam o desenvolvimento da sociedade, apostou na realização do evento virtual Empreendedorismo e Políticas Públicas no último dia 16. De fato, não apenas cremos, mas também fomentamos atitudes empreendedoras por meio da política. Em resumo, deve-se saber que empreendedorismo e política não são atividades opostas, pelo contrário, elas se complementam.

É importante destacar que a perspectiva liberal de mercado que orienta o Republicanos e também a FRB, passa pela defesa da livre iniciativa e da propriedade privada. Apoiamos a inovação tecnológica, a criação de produtos e serviços que facilitam a vida das pessoas e principalmente, a construção de condições para uma economia cada vez menos dependente do Estado em assuntos não essenciais. E para atingirmos esse patamar, um empenho inicial é urgente. Tal esforço surge por meio do suporte e apoio às atitudes da Associação dos Jovens Empresários do Distrito Federal – AJE/DF, que carrega em sua missão o objetivo de facilitar o sonho de empreendedor dos jovens cidadãos.

Acreditamos na necessidade de auxiliar não apenas o empreendedor, mas principalmente, o juvenil que trabalha em busca de tornar o seu sonho realidade. Particularmente, não compactuo com as ideias daqueles que afirmam que o investimento na juventude significa apostar em um futuro promissor. Na minha visão, jovens não são apenas um potencial para um momento posterior, eles são também o presente do empreendedorismo e da política. E é na juventude que dispomos de maior energia e garra para vencer os obstáculos que a vida nos impõe.

Diferentemente do que mostram as estatísticas do público jovem, muitas vezes pessimistas, existem pessoas que estão fazendo a diferença, colaborando para um cenário político e econômico cada vez mais promissor. Em razão disso, é gratificante observar os dados do perfil do jovem empreendedor, divulgado em 2018 pela CONAJE (Confederação Nacional do Jovens Empresários), que entrevistou 5.792 pessoas. O estudo aponta que jovens proprietários de microempresas são a maioria do país, faturam até 360 mil por ano e empregam até nove funcionários. Melhor ainda é saber que a maioria desses jovens não estão ligados a empresas familiares, ou seja, negócios iniciados pelos pais. Pelo contrário, tratam-se de atitudes inovadoras de pessoas que verdadeiramente pensam fora da caixinha.

Ainda com base na pesquisa da CONAJE, os resultados revelam que os principais desafios quem impedem a expansão e continuidade do empreendedor juvenil são: vencer a burocracia e alta carga tributária. E são desafios como esses que cada vez mais tornam possível o estabelecimento da parceria entre a FRB e a AJE-DF. Acreditamos que a política é o único meio pacífico de resolver problemas, por isso, encaramos essa oportunidade como uma possibilidade de melhoramento das políticas públicas que impactam o setor.

Estamos certos de que política, empreendedorismo e jovens são elementos que resultam em uma boa e necessária combinação.

Renato Junqueira

Presidente da Fundação Republicana Brasileira (FRB)

Carteiradas e falta de cidadania

Olá, republicanos de todo Brasil!

Viralizou nas redes sociais e acabou virando notícia o vídeo de um desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo que rasgou uma multa e chamou um guarda civil de “analfabeto” ao ser abordado por não estar usando máscara ao caminhar pela orla de Santos.

Eduardo Almeida Prado Rocha de Siqueira, de 63 anos, argumentou que o decreto municipal que obriga o uso da máscara não tem força de lei. No vídeo ele ameaça jogar a multa “na cara” do guarda. Siqueira então pega o celular e supostamente liga para o secretário de Segurança Pública de Santos para reclamar da abordagem.

Entre tantos outros absurdos e impropérios proferidos pelo desembargador, não poderia faltar a frase clássica de quem se acha superior a ponto de não querer cumprir regras a que estão submetidos todos os demais: “Você sabe ler? Então leia bem com quem o senhor está se metendo”, disse. A famosa ‘carteirada’.

Em outro caso ocorrido no Rio, clientes de um estabelecimento que não seguia as regras de higiene e distanciamento social intimidaram um fiscal da Vigilância Sanitária que fazia a abordagem.

Em vídeo que também viralizou nas redes sociais o fiscal é ofendido por uma mulher depois dele ter se dirigido ao seu marido como “cidadão”.

Vou reproduzir o diálogo abaixo:

Homem: Não vai falar com seu chefe, não?
Mulher dele: A gente paga você, filho. O seu salário sai do meu bolso.
Homem: Cadê sua trena? Quero saber como você mediu sem trena.
Fiscal: Tá, cidadão.
Mulher dele: Cidadão, não. Engenheiro Civil, formado. Melhor do que você.

Nas duas circunstâncias, entre tantas outras que acontecem todos os dias no Brasil, as pessoas que foram alvos da fiscalização entendem, por alguma razão, que são superiores àqueles que estão praticando a abordagem. Um entende que por ser desembargador não deve cumprir um decreto municipal nem respeitar o trabalho da Guarda Civil; a outra supõe que o marido formado em Engenharia é superior ao fiscal da Vigilância Sanitária, e que o fato do fiscal ser funcionário publico, pago com dinheiro de impostos, não tem o ‘direito’ de perturbá-los.

A falta de cidadania e de respeito às regras é algo que fica ainda mais evidente em momentos de conflito e de tensão. Muitas pessoas acreditam que por ocuparem algum tipo de cargo ou função relevante, ter uma formação superior ou dinheiro as fazem melhores que as demais.

Todos sem exceção devem cumprir as leis e as regras de convívio social não apenas durante a crise da pandemia. São muitos os casos de falta de educação e cidadania no Brasil. Aparentemente nem mesmo a exposição nas redes sociais e na imprensa parece sensibilizar as pessoas para mudarem este tipo de comportamento. Leva uma vida inteira para construir uma reputação, mas basta um vídeo de poucos segundos para acabar com a vida de alguém.

Pensem nisso. Republicanos, vamos juntos promover a cidadania.

Boa semana.

Marcos Pereira
Presidente Nacional do Republicanos
Vice-Presidente da Câmara dos Deputados

Ministério da Saúde investe em ampliação de horário de postos nos municípios

O Ministério da Saúde disponibilizou R$1,7 bilhão para o programa Saúde na Hora, o qual se destina à ampliação do horário de atendimento dos postos de saúde dos municípios brasileiros.

As unidades poderão abrir no horário do almoço, após o expediente e aos sábados para atender pessoas que apresentam sintomas leves do coronavírus, como febre e tosse.

Para ter o recurso, a prefeitura deverá se cadastrar e indicar a unidade que adotará a extensão do horário de funcionamento pelo seguinte endereço eletrônico: http://aps.saude.gov.br/ape/saudehora

 

Central de Atendimento aos Municípios – CAM

Eleições municipais em 2020: adiamento ou unificação?

Diante do cenário de crise da pandemia do novo coronavírus que levou o Brasil a se preparar para uma situação de guerra, a luta pela redução dos impactos da Covid-19 fez com que os diferentes níveis do governo tomassem atitudes emergenciais. Dentre elas, citam-se as medidas de quarentena, criação de hospitais de campanha, salários emergenciais e linhas de crédito para empresários. Em meio a tantas mudanças e incertezas, a grande questão que nos ocorre é: como ficará a dinâmica das eleições municipais de 2020? Tal pergunta deverá ser respondida pelas instituições brasileiras nos próximos dias. E foi pensando nisso que a Fundação Republicana Brasileira – FRB, como organização auxiliadora do processo democrático, buscou por meio deste artigo apresentar uma análise das possíveis consequências do adiamento ou unificação das eleições municipais.

As vicissitudes apresentadas diante dessas duas possibilidades são diversas e implicam em questões jurídicas no que tange à constitucionalidade e ao posicionamento diferenciado por grupos de interesses no Congresso Nacional, sendo assim, vale analisar os pontos positivos e negativos de cada eventualidade destacada.

Em meio a este cenário, é possível verificar uma parcela reduzida de políticos propondo a prorrogação dos mandatos dos atuais prefeitos até 2022, mediante à unificação das eleições. Além disso, almejam-se que os R$ 2 bilhões do fundo eleitoral sejam direcionados ao combate ao novo coronavírus. No entanto, recentemente a Câmara dos Deputados – CD inadmitiu emendas que visavam tal objetivo durante a votação do “orçamento de guerra”.

É sabido também que caso a pandemia se estenda até julho ou agosto, as eleições podem ser adiadas, pois é nesse período que acontecem as convenções partidárias, etapa importantíssima do processo eleitoral, embora, muitas vezes, alheia aos cidadãos. Desse modo, para que ocorra a prorrogação do mandato dos prefeitos até 2022, sendo realizada uma eleição unificada ou mesmo a postergação das eleições municipais de 2020, é necessário que o Congresso aprove uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) alterando as datas das eleições. E isso não é uma atividade fácil, já que uma PEC pode ser proposta por no mínimo um terço (1/3) do Senado ou da Câmara, pelo presidente da República ou por metade de todas as Assembleias Legislativas dos Estados. Além disso, para sua apreciação exige-se a aprovação de três quintos (3/5) da casa emissora e revisora em dois turnos de votações em cada instância.

Tendo em vista tais possibilidades, vale argumentar que as eleições municipais têm sua importância no que diz respeito às discussões locais, as quais não devem ocupar os mesmos espaços das discussões políticas de âmbito nacional, sendo assim, a não realização das eleições municipais poderia entre outras coisas favorecer um distanciamento ainda maior da sociedade brasileira das discussões políticas, principalmente dos problemas regionais. Além disso, aqueles que são contrários à unificação defendem que a adoção dessa medida pode confundir a cabeça do eleitor, pois as pessoas deverão ter que digitar mais dois números na urna eletrônica.

Por outro lado, analisando o aspecto democrático, uma reforma constitucional dessa natureza em meio à crise provocada pela Covid-19 inviabilizaria o debate democrático. Assim, os opositores à unificação das eleições afirmam que tomar tal atitude seria uma forma de imposição da classe política sem que houvesse uma abertura para a opinião pública.

A respeito desse assunto, o então ministro do STF, Luís Roberto Barroso, o qual assumirá a presidência do TSE em maio, argumenta é prematuro a ideia de cancelar a eleição municipal, mas admite a possibilidade de adiamento de outubro para no máximo dezembro. Contudo, na visão de Barroso a unificação das eleições municipais é desastrosa para a democracia, haja visto que a prática das eleições é um elemento vital ao processo democrático. Assim, o ministro afirma que a definição deste caso ficará a cargo do Congresso Nacional, a quem compete aprovar a emenda constitucional.

Por todo o exposto, não há dúvidas de que a modificação das regras eleitorais é uma atividade bastante árdua. Alguns dirão que contrariar o que a Constituição regulamenta a respeito da periodicidade das eleições, mesmo diante da pandemia que vivemos, é negar os princípios democráticos e republicanos. Aliás, o poder emana do povo por meio do voto direto, e isso violaria seu respectivo direito de eleger seus representantes pelo prazo previamente delimitado pela Carta Magna.

Em suma, o melhor caminho a seguir é conhecer os trajetos e os cenários de possibilidades frente a evolução da pandemia no Brasil e a grave crise de saúde pública que estamos atravessando. A opção mais acertada deve ser aquela que conseguir conciliar da melhor forma possível o respeito às instituições, sem deixar de considerar a gravidade do problema que hoje atinge o mundo inteiro. Portanto, seja pela unificação ou adiamento, o rumo das eleições municipais deve contar com a participação do cidadão.

Afinal, juntos seremos mais fortes!

 

Referencial Bibliográfico

ISTOÉ. Edição Nº 2620 27/03. 2020. Disponível em: https://istoe.com.br/pleito-ameacado/ e https://istoe.com.br/a-ideia-de-prorrogacao-de-mandatos-e-aterradora/

Revista Consulto Jurídico, 25 de março de 2020. Emenda Constitucional. É inconstitucional adiar as eleições e discussão é inoportuna, dizem advogados. Disponível em: https://www.conjur.com.br/2020-mar-25/inconstitucional-adiar-eleicoes-discussao-inoportuna

Revista Consulto Jurídico, 27 de março de 2020. Opinião. Unificar eleições municipais e gerais por causa da Covid-19 prejudicaria a democracia. Disponível em: https://www.conjur.com.br/2020-mar-27/leonardo-moraes-unificar-eleicoes-prejudicaria-democracia

 

Material produzido pelo Núcleo de Estudos e Pesquisa (NEP) da Fundação Republicana Brasileira.

Qual a relação entre a pandemia do novo coronavírus e a política?

Dias turbulentos têm assolado a população mundial, após a declaração da Organização Mundial Saúde (OMS), que informou a existência de uma pandemia do Covid-19. A informação relatada pelo presidente da instituição, Tedros Adhanom, na última quarta-feira (11/03), demostrou a recorrência de 118 mil casos em 114 países, sendo que até aquele momento 4.291 pessoas já teriam falecido em função da doença.

Diante desse quadro preocupante, mas que não requer pânico, o conceito de pandemia parece ter sido empregado de forma correta e necessária. Esse termo que na sua forma mais simplória, diz respeito a situações em que uma doença infeciosa ameaça a vida de muitas pessoas de forma simultânea em todo mundo. E isso representa muito bem a situação em que vivemos.

Em meio a esses tristes acontecimentos, muitas são as informações desencontradas que surgem na tentativa de explicar o cenário atual. O problema é que diante de tantas postagens, matérias e vídeos, há também um volume gigantesco de fake news. A título de exemplo, cita-se o caso da morte de mais de 40 pessoas no Irã devido à ingestão de álcool puro utilizado para limpeza, por acreditarem que o consumo desse produto poderia combater o covid-19.

Certo é, que o problema do novo coronavírus não é mais uma questão restrita à China e à Itália, que se tornou o grande epicentro na Europa. Devemos encarar essa pandemia como uma adversidade global ao qual todos precisam cooperar. Mas, afinal qual seria a relação da pandemia do Covid-19 com a política?

Existem inúmeras formas de se definir a política. O professor Philippe C. Schimitter[1], em seu artigo “Reflexões sobre o conceito de política”, elencou ao menos quatro formas de compreensão do fenômeno político.  Na visão do autor, a política pode ser definida como a arte de governar o Estado, focando principalmente na questão institucional. A segunda maneira de delinear o conceito de política, diz respeito aos recursos utilizados pelos atores da própria política, podendo ser: o poder, a influência ou a autoridade.  Ainda nessa perspectiva, Schimitter relata que o conceito de política também poderia estar relacionado à ação dos tomadores de decisão que compõem esse campo. Por fim, a quarta e última definição apresentada pelo autor é a que mais nos auxiliará na análise da influência da política na pandemia do coronavirus. Tal forma de descrever a política a qualifica como o único meio pacífico de resolver conflitos de forma não violenta. Todos os demais meios utilizados para se resolver problemas desaguam na utilização de recursos violentos. Dessa forma, a política é algo que se faz com outro, mediante acordos, parcerias e trocas. A política inspira um acordo mútuo entre as partes, ambos precisam de ceder um pouco para se atingir um objetivo maior.

Ao atribuir ao fenômeno político à função de resolver problemas de forma pacífica, estamos delegando aos nossos representantes a maior parte da responsabilidade na construção de soluções para questões que à primeira vista pareciam intransponíveis. Deve-se chamar a atenção que o papel dos detentores de cargos eletivos, sejam eles o presidente da República, os deputados, prefeitos e vereadores, é colaborar para a resolução de um impasse sempre pensando na coletividade. Ações como essas foram tomadas ao longo da história de outras pandemias que o mundo viveu, por exemplo na Gripe Espanhola (1918-1919) que atingiu até 100 milhões de mortos. Mais recentemente, a Gripe Suína (2009-2010) ceifou a vida de aproximadamente 17 mil pessoas.

Em momentos de surto como esse é natural que o desespero tome conta da população. E é nessas situações que o poder de resolução pacífica de problemas torna-se ainda mais necessário. Uma das grandes preocupações de todos os países envolvidos é conseguir conter a proliferação do vírus, já que isso poderia gerar um colapso no sistema de saúde. Além disso, cabe aos governantes passar tranquilidade às pessoas para que o pânico não dê lugar a uma crise de desabastecimento de alimentos.

Embora os representantes de Estado fiquem incumbidos de pensar na coletividade, gerando a paz social, isso não elimina a nossa responsabilidade como mantenedores da condição de cidadania. Em outras palavras, mesmo sendo a cidadania uma condição ligada à nacionalidade territorial, que em alguns casos pode ser adquirida, tal condição deve ser constantemente ativada por meio de ações que diante de uma pandemia requer a preservação da vida individual e de outrem. Portanto, por mais que o governador tome atitudes preventivas como cancelamento de aulas, eventos e aglomerações, cabe ao cidadão pensar em si próprio e no próximo por meio de comportamentos simples como: lavar as mãos periodicamente, usar álcool gel e a etiqueta respiratória, que nada mais é que o hábito saudável de proteção na hora de espirrar.

Em suma, não há lugar para o desespero. Devemos cumprir com as determinações das nossas autoridades políticas e cooperamos como cidadãos ativos nas medidas que dependem de nós. Certamente se todos colaborarem por meio da atividade política conforme apresentado, sairemos muito fortalecidos dessa pandemia. Inspirado nas orientações do nosso presidente nacional Marcos Pereira, que em sua palavra desta semana presta recomendações sobre o novo coronavirus, “certamente estaremos mais unidos e mais solidários a partir de agora.”

 

Núcleo de Estudos e Pesquisas da FRB

 

 

Referências

SCHIMITTER, Philippe C. Reflexões sobre o conceito de “política”.

Word Heath Organization – WHO. Disponível em:< www.who.int/ >

BBC News – Disponível em:< www.bbc.com/portuguese/geral-51363153>.

Portal Republicanos 10 – Palavra do presidente Marcos Pereira. Disponível em: < republicanos10.org.br/noticias/palavra-do-presidente/recomendacoes-sobre-o-novo-coronavirus/>.

[1] Professor emérito do Departamento de Política e Ciência Sociais da European Universty Institute.

Dia Internacional da Juventude: a celebração da emancipação

Mais um 12 de agosto chegou! Esta data foi escolhida há 20 anos atrás durante a Assembleia das Nações Unidas e é celebrada em diferentes cantos do mundo. Hoje, sabendo da relevância histórica desta data, propomos uma comemoração em tom de emancipação. E para isso, entendemos a emancipação como um pensamento a ser libertado. Sabemos que a juventude nada mais é do que uma transição para a fase adulta. E é nesse período que a maioria de nós acumulamos a maior carga de energia, força e informação. Diferentemente do que se costuma ouvir por aí, arriscaria dizer que a juventude é o momento em que estamos mais preparados para enfrentar a vida. E é por isso que nessa data propomos a celebração da emancipação de algumas ideias negativas a respeito do que é ser jovem.
A primeira ideia que precisamos combater é aquela que diz que o jovem é o futuro da Nação. Pelo contrário, a juventude é o presente e também será o futuro da Nação. Pensamentos como esses privam a juventude daquilo que é tão precioso nessa época de vida que é a vontade de agir, propondo que eles só serão capazes de tomar
boas atitudes e contribuir com a sociedade quando deixarem de ser jovens. Afirmações
como essas reforçam a ideia de uma juventude totalmente apática que está vivendo o presente, aguardando que alguém tome atitudes em seu nome. E assim, só se despertarão para vida quando tornarem-se adultos por completo.
Como segunda ideia errada na qual a sociedade precisa se emancipar está aquela que compreende a juventude como sinônimo de inexperiência. Quem nunca ouviu dizer que o motivo da alta taxa de desemprego entre os jovens tem a ver com a
baixa experiência no mercado de trabalho? De fato isso pode ter sido uma realidade no nosso passado recente. Todavia, a estrutura e a divisão social do trabalho foi transformada na tão falada pós-modernidade. Isso significa dizer que estar preparado para o mercado de trabalho hoje não implica necessariamente em ter a carteira de trabalho coberta por longas passagens em diversas empresas. Atualmente, o que conta muito é o domínio dos recursos tecnológicos disponíveis e isso os jovens cada vez mais possuem experiência de sobra. Qual adulto nunca teve problemas com seu smarthphone e procurou o auxílio de um jovem a respeito de algum aplicativo a ser instalado? E falando em mercado de trabalho, a caneta e o bloco de notas perderam definitivamente lugar para os tablets, softwares e até mesmo os drones. Aparelhos que por incrível que pareça são quase brinquedos nas mãos dos mais novos.
Outra visão a ser liberta é aquela que representa o jovem como expressão da revolta com tudo que está posto. Para muitos, a juventude significa baderna, falta de ordem. De maneira alguma queremos construir uma juventude silenciada pela mordaça. Vivemos num ambiente democrático, no qual a oposição de ideias é algo essencial. No entanto, acreditamos em uma juventude ordeira que sabe mesclar aquilo que tem de melhor, criando propostas de soluções inovadoras para a comunidade. Por isso, acreditamos que a ferramenta para colocar esse plano de ação em prática é o empreendedorismo. Inclusive, em pesquisa recente realizada pelo IBOPE em parceria com a operadora Vivo, que entrevistou 400 jovens de diferentes regiões do país, foi concluído que empreendedorismo é o propósito de vida de 60% deles.
Portanto, a palavra-chave para os jovens é a emancipação, pois precisamos acabar com os argumentos de que os jovens não vão adiante em função dos maus investimentos em educação, cultura e lazer. De fato, nossa Constituição assegura todos esses direitos e muito mais. E sem dúvida todos eles são necessários. Todavia, com a nossa curtíssima experiência democrática e com apenas 30 anos de Constituição, já vimos o cobertor ficar bastante curto quando colocamos o Estado como o principal gestor de todas as políticas para essa juventude.
Em razão disso que insistimos na emancipação dos jovens, não só no Brasil, mas aos jovens do mundo inteiro. É momento de propor algo novo, trabalhar com os recursos disponíveis e inovar com os potenciais que estão às nossas mãos.
No Dia Internacional da Juventude, celebre a emancipação!

Renato Junqueira – presidente da Fundação Republicana Brasileira

Novos projetos

Este ano, além de conquistas e realizações, também será de grandes desafios. Projetos que saíram do papel, como a Faculdade Republicana, nos forçaram a saltar degraus mais altos, que incluem a mudança da sede da FRB para um espaço mais amplo e aconchegante, que comporte mais alunos…

A renovação que não ficou só nas urnas

A mudança política que observamos nas eleições de 2018 parece não ter ficado restrita ao deputados e senadores eleitos. Ela também atingiu os espaços de poder e influência na escolha da composição das mesas diretoras, tanto do Senado como na Câmara. A vitória de Davi Alcolumbre (DEM/RJ) para a presidência do Senado representou uma injeção de sangue novo na “velha política” de Renan Calheiros (MDB/AL), que presidiu a Casa por quatro vezes. A sigla que tinha tradição forte à frente do Senado desde a redemocratização
deu lugar ao inovador.

Em seu discurso de posse, Alcolumbre (DEM/RJ) demonstrou um tom conciliatório, desvinculando-se do revanchismo e da perseguição a aqueles que pensam de forma diferente. Prometeu acabar com o “segredismo” no Senado, eliminando o conforto do voto secreto. Sua aposta para a condução da Casa será por meio da transparência e o compromisso com a República. Em suas palavras, enfatizou: “precisamos reunificar o Senado da República em torno do que lhe deve ser mais caro: a República e o interesse público” (portal do Senado).

Na Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, também do DEM/RJ, foi reeleito ao terceiro mandato consecutivo com votação bastante expressiva e no primeiro turno, obtendo 334 votos. Maia é, sem sombra dúvidas, uma das grandes lideranças da Câmara e com certeza contribuirá para que o Brasil atinja os seus desafios.

Juntamente com o deputado Rodrigo Maia, foram eleitos os cargos que comporão a mesa diretora da Câmara até 2021. O deputado federal e presidente nacional do PRB, Marcos Pereira – PRB/SP, foi eleito para o cargo de primeiro vice-presidente da Casa com 398 votos. Isso representa 90 votos a mais do que o necessário para se aprovar uma emenda constitucional. Alguns dos seus objetivos para esse cargo são: cooperar para a formação de uma Câmara forte, produtiva e respeitada. Conhecendo o deputado Marcos Pereira, acredito que os seus anos de experiência não só à frente do PRB, mas como advogado, professor de Direito, e ex-ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, além de seus 10 anos na vice-presidência da TV Record, contribuirá e muito para alcançar os objetivos
propostos.

Na qualidade de cientista político e tutor on-line da FRB, eu cumprimento todos os eleitos
para as mesas diretoras tanto na Câmara como no Senado, torcendo por mandatos bem-sucedidos. Espero que o nosso país retome o crescimento com a direção da nova equipe eleita. Inclusive, a FRB não só acredita nessa renovação política, mas também participou ativamente desse processo que tanto impactou as eleições de 2018, levando a conscientização política aos estados por meio dos seus diferentes cursos e palestras. Assim, esperamos que as reformas tão necessárias ao Estado sejam agora discutidas e
aprovadas, resguardando sempre o respeito à coisa pública e à família.

Nós da FRB desejamos um ótimo ano de trabalho produtivo a todos!

Fábio Vidal – cientista político e tutor do Curso de Política On-line

Foto: José Cruz /Agência Brasil

2018: o ano da renovação

O tão esperado 2018 está indo embora a passos largos. Fomos embalados pela ansiedade de ver a seleção brasileira jogar na Copa do Mundo na Rússia e após isso, as eleições tornaram-se o evento mais importante para os rumos da Nação. Novas regras eleitorais foram incorporadas ao sistema político. Menos tempo de campanha para os candidatos apresentarem suas propostas e a extinção do financiamento privado de campanha testaram a capacidade de driblar as adversidades daqueles que lutavam para alcançar o
poder. Hoje, após os resultados do primeiro e do segundo turno, é possível avaliar que perfis bem diferentes do quadro político tradicional chamaram mais a atenção do povo. A maioria dos eleitores brasileiros relevou que a palavra que resumiu a vitória tanto no Congresso como no Palácio do Planalto chama-se renovação.
O Senado Federal, que tinha como característica principal parlamentares experientes, também conhecido como a casa sênior do Congresso Nacional, surpreendeu muitos especialistas com a maior taxa de renovação histórica de 87%, assim, 46 dos 54 senadores eleitos são novatos, segundo o portal do Senado. Sabe-se ainda, que de cada quatro senadores que tentaram a reeleição em 2018, três não conseguiram. A eleição nessa casa expressou um ponto de reflexão aos detentores de mandatos. Em outras palavras, os eleitores manifestaram nas urnas que estão verdadeiramente cansados das propostas daqueles que estavam ali até o momento. E portanto, resolveram deixar o usual de lado e optaram por um projeto renovado.
Na Câmara dos Deputados a mudança não foi muito diferente, segundo os dados da Secretaria Geral da Mesa – SGM, o índice de renovação foi de 47,37%. É a maior renovação desde a Assembleia Constituinte, em 1986. Das 513 cadeiras disponíveis, 234 serão ocupadas por deputados de primeiro mandato. Caberá ao novo governo a tarefa de negociar com 30 partidos diferentes, dos quais se observa que as antigas e maiores agremiações só perderam sua influência. Por outro lado, partidos nanicos e menores ganharam espaço.

Fazendo uma análise geral dos resultados das eleições de 2018, é possível relatar que o eleitor brasileiro saiu deste processo um pouco mais crítico em relação o engajamento político das nossas lideranças do que no passado. A corrupção, os escândalos e a falta de comprometimento com a população parecem aspectos inegociáveis ao eleitor e o instrumento utilizado pelo cidadão para reivindicar uma política mais transparente foi o voto. De forma mais clara, é como se eleitor optasse por sangue novo na expectativa de que o político eleito entregue resultado efetivos, caso contrário não terá o mesmo apoio na próxima disputa. Inclusive, a FRB e outras instituições democráticas têm trabalhado intensamente para relembrar ao cidadão a importância do voto e conscientizá-lo que saber escolher o seu candidato pode influenciar e muito nos rumos do país.

Devemos ser realistas a ponto de compreender que a renovação é benéfica, mas também traz consigo grandes desafios, um deles é saber que caberá ao Congresso pouco experiente apreciar temas relevantes à população brasileira em 2019, como a Reforma da Previdência. Portanto, a renovação por si só não adianta. O cidadão deve se apoderar dessa arma preciosa que é o voto popular, mas ao mesmo tempo deve fiscalizar e acompanhar seus representantes. Que a nossa consciência política transcenda às urnas e que lutemos pela renovação do cidadão.

Renato Junqueira – presidente da Fundação Republicana Brasileira

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Subseção São Paulo

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DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

LEIA COM ATENÇÃO:

Para efetivação da sua matrícula no Curso de Idiomas do ano de 2020, segue a documentação necessária:

  • RG – Original
  • CPF – Original
  • Foto 3×4 – Atualizada
  • Comprovante de Residência – Original (máximo 90 dias de emissão)
    • O comprovante de residência deve estar em seu nome, ou faça uma declaração, informando o seu endereço residencial e registrá-la em cartório.
  • Comprovante de renda – Original

IMPORTANTE:

Somente é válido como comprovante de renda o seu Contracheque ou Declaração de Serviço Autônomo que deve ser registrada em cartório.

Ausência de Renda: Você deverá escrever uma Declaração informando que não possui renda e também registrá-la no cartório.

Adriana Costa Bezerra
Diretora Administrativa da Subseção de São Paulo
“Paulistana”
GERAL
Adriana Costa Bezerra é paulistana e nasceu no dia 7 de abril. Graduada em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Nove de Julho (Uninove), tem experiência também em outros setores, como administração e finanças.
FORMAÇÃO
Jornalismo – Universidade Nove de Julho
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
  • Adriana tem ampla experiência na área administrativa e também com atendimento ao público. Já trabalhou em várias empresas nacionais;
  • Assessora Parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro;
  • Tesoureira no Partido Republicano Brasileiro (PRB) de São Paulo;
  • Experiência em projetos sociais voltados para a juventude;
  • Coordenadora de Redação na Rede Mulher de Televisão;
  • Atualmente é Diretora Administrativa da Subseção da Fundação Republicana Brasileira (FRB) em São Paulo.

Eduardo Verrone
Coordenador

Eduardo Verrone nasceu na cidade de São Paulo, é casado há mais de 35 anos com Cristina Verrone e tem uma filha, a Jackeline.

Profissional da área de comunicação social, atuou com TV, rádio e jornal atendendo demandas de diferentes países como Brasil, Panamá, Honduras, Colômbia e Uruguai. Participou de palestras de desenvolvimento pessoal na Argentina e Estados Unidos.

Formando em Ciências Políticas pela Uninter, ingressou na política em 2016 como coordenador de mídias e assessorando a presidência estadual do Partido Republicano Brasileiro em São Paulo.

Como coordenador da subseção da FRB, posto que assumiu desde 2019, está intensificando os trabalhos e ampliando o número de realizações de cursos e palestras em todo o Estado. O objetivo é colaborar com a formação educacional de paulistas e paulistanos por meio dos conceitos da boa política, cidadania e gestão pública.

 

Mariluce Rodrigues Siman de Oliveira
Instrutora
Paulista
Itapevi (São Paulo)
GERAL
Mariluce Rodrigues é natural da cidade de Itapevi, São Paulo (SP). Nasceu no dia 12 de maio. Graduada em Letras (Português/Inglês), com certificados avançado e de proficiência de Língua Inglesa da Universidade de Cambridge. Especialista em Tradução e Versão e em Fonética e Pronúncia Inglesa. Iniciou a carreira bilíngue como secretária de empresa multinacional. Leciona Língua Inglesa desde 1998. Com o objetivo de aprimorar o idioma morou três anos em Londres. Após concluir seus estudos viajou por diversos países da Europa e conheceu diferentes sotaques e culturas. Pós-graduanda no ensino de Inglês como segunda língua com certificado internacional.
FORMAÇÃO
  • Graduação – Em Letras (Português e Inglês) – UNIFIEO de Osasco/SP
  • Pós-Graduação – No Ensino de Inglês como Segunda Língua com certificado internacional (Bridge IDELTTM )
Especialização:
  • Especialização em Tradução e versão – PUC/SP e em Fonética e Pronúncia Inglesa – City Lit Londres
  • CAE – Certificado Avançado de Língua Inglesa da Universidade de Cambridge
  • CPE – Certificado de Proficiência de Língua Inglesa da Universidade de Cambridge

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

  • Mariluce tem ampla experiência em rotinas administrativas de empresas e escolas.
  •  

    Exerceu a função de docente em escolas públicas, privadas (SKILL, CNA, Memphis Inglês, Top Idiomas e Berlitz) e empresas. Ela também atua em Coordenação Pedagógica.

Rusembergue Barbosa de Almeida
Presidente
Brasileiro, 57 anos
Natural de Graça Aranha (MA)
presidencia@fundacaorepublicana.org.br
GERAL

Nascido em Graça Aranha (MA), no dia 29 de novembro de 1963, Rusembergue possui formação em Direito pela PUC Goiás e é pós-graduado em Direito Administrativo pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Casado com Ana Maria Ribeiro de Almeida, o maranhense é um dos fundadores do Republicanos e primeiro presidente do Diretório Municipal do Partido Republicano Brasileiro (até então PRB) de Goiânia (GO), vereador e vice-presidente da Câmara Municipal da capital goiana. Também atuou como secretário e chefe da Ouvidoria da Câmara Legislativa do Distrito Federal, além de desempenhar a função de secretário da Comissão de Assuntos Sociais da CLDF. Atualmente ocupa a presidência da Fundação Republicana Brasileira - FRB.

FORMAÇÃO
  • Graduado em Direito pela PUC Goiás
  • Pós-Graduado em Direito Administrativo pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP)
João Paulo Teixeira
Diretor Administrativo
Brasileiro, 33 anos
Natural do Coromandel (MG)
GERAL

João Paulo Teixeira é natural de Coromandel (MG) e nasceu no dia 4 de novembro de 1985. É graduado em Ciências Contábeis pelo Centro Universitário Unieuro, de Brasília (DF). O contabilista é conhecido por sua responsabilidade e credibilidade.

FORMAÇÃO

  • Ciências Contábeis – Centro Universitário Unieuro

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

  • Assessor Parlamentar
  • Assistente Financeiro
  • Auxiliar Administrativo
  • Representante de Vendas
  • Diretor Administrativo
Rabiu Rufayi
Instrutor
GERAL

Rabiu Rufayi é natural da República do Gana, país popularmente conhecido apenas como Gana, situado na África Ocidental. Nasceu no dia 5 de julho de 1985. Além dos idiomas Ga, do seu país de origem, e inglês, também fala hausa e mais dezenas de dialetos.

FORMAÇÃO

  • Tecnologia e Informática - Escola Indiana NIIT Technologies,
  • Artes Visuais - Escola Master Servis
  • Hardware, Tecnologia de Sistemas e Rede de Computadores - Presbiteriana.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

Rabiu iniciou sua carreira como professor de Língua Inglesa, ministrando aulas de multimídia em informática. Foi professor na escola de idiomas Uptime, na disciplina de Comunicação em Inglês. Há três anos estabeleceu residência fixa no Brasil. Atualmente é instrutor de inglês na Fundação Republicana Brasileira (FRB).

Mário Enrique Rodriguéz Fernandéz
Instrutor
GERAL
Mário Enrique Rodriguéz é natural da cidade de La Habana (Cuba) e nasceu no dia 21 de junho de 1975. Cursou Licenciatura em Língua e Literatura Espanhola na Universidade de La Habana (Cuba) e Música, na Escuela Alejandro Garcia Caturlas.

FORMAÇÃO

  • Licenciatura em Língua e Literatura Espanhola – Universidade de La Habana (Cuba)
  • Graduação em Música – Escuela Alejandro Garcia Caturlas

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

  • Enrique iniciou a carreira como professor de Língua Espanhola no pré-universitário de Ciências Exatas Vladimir Ilich Lenin, em sua cidade natal. Foi professor de Literatura Hispano-americana na Escola Nacional de Artes (ENA) e no Instituto Amadeo Roldan. Também foi professor de História da Música e Apreciação Musical na escola na qual formou-se.
  • Há cinco anos estabeleceu residência fixa no Brasil. Atualmente é professor de espanhol particular e na Fundação Republicana Brasileira (FRB).

Evandro Garla
Secretário-geral do Republicanos
GERAL

Evandro Garla é natural de São Paulo (SP) e nasceu no dia 9 de maio de 1978. Gestor Público pela Universidade Católica de Brasília, exerceu o cargo de Chefe de Gabinete do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), já tendo desempenhado as mesmas funções na Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco e na Câmara dos Deputados.

Ocupou o cargo de Secretário Nacional de Esporte, Lazer e Inclusão Social (SNELIS) e de Gerente de Projetos da Secretaria Executiva, ambos no Ministério do Esporte.

Eleito como Deputado Distrital na 6ª Legislatura (2011-2014), foi votado para o cargo de Ouvidor da Câmara Legislativa do Distrito Federal, ofício que cumpriu durante todo o seu mandato.

Buscando o aprimoramento no exercício de suas funções públicas e embasamento na promoção de mudanças, está cursando MBA em Gestão de Pessoas, na Universidade Católica de Brasília.

FORMAÇÃO

Gestão Pública – Universidade Católica de Brasília

MBA em Gestão Pública – Universidade Católica de Brasília

Joaquim Mauro
Tesoureiro Nacional do Republicanos

GERAL

O paulistano Joaquim Mauro Silva possui graduação em Ciências Contábeis pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP e especialização em Gestão Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Atuou durante 11 anos em empresas nacionais e multinacionais e também foi sócio de um escritório de contabilidade.

Mauro Silva atua como dirigente partidário há mais de 10 anos. Trabalhou como assessor parlamentar e técnico nas Câmaras Municipais de São Paulo, Rio de Janeiro e na Legislativa do Distrito Federal, secretário adjunto de Esporte e foi presidente da Fundação Republicana Brasileira (FRB), na qual, atualmente, é diretor financeiro. Também é tesoureiro nacional do Republicanos.

 

FORMAÇÃO

Graduação em Ciências Contábeis - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP

Roberta Guerra

GERAL

Roberta é casada há mais de 15 anos e tem um casal de filhos. Viveu por nove anos nos Estados Unidos, onde teve a oportunidade de ter uma formação teste (PET) pela Cambridge University e fez um Curso Introdutório de Professores, pela Cambridge University – ELC Idiomas. Fez intercâmbio cultural em West Chester, Ohio, USA.  Roberta é fluente em inglês e espanhol.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

Câmara Legislativa do Distrito Federal - Assessora Parlamentar

British and American English School – Curso de inglês - Professora de inglês para adultos e adolescentes.

Opportunity Fomento Comercial Ltda. - Empresa de fomento comercial.

Bankers Insurance Group-USA – Empresa Internacional que atua no ramo de seguros, nas áreas jurídica, civil, patrimonial, intempéries da natureza e vida.

Customer Service Representative II - Departamento de Sinistros – Louisiana State; Florida State;

Tânia Maria Teixeira

GERAL

Tania Maria Teixeira, 56 anos, servidora pública federal do FNDE, aposentada, graduada em pedagogia com habilitação em orientação educacional. Cursando pós graduação em Assessoria Parlamentar na Faculdade Republicana.

Assessora Parlamentar há 20 anos, sendo 12 lotada no Gabinete do Deputado Federal Márcio Marinho – Republicanos-BA, onde atuou na área internacional.

Desde 2017, hoje está como Secretária do Movimento Feminino do Republicanos do DF.

 

FORMAÇÃO

Pedagogia com habilitação em orientação educacional – Uniceub

Pós-graduação Assessoria Parlamentar – Faculdade Republicana