Com a aproximação do período de maior incidência de incêndios no país, o governo federal intensificou as estratégias de contenção dos potenciais danos ambientais, em um movimento político que antecede a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém/PA
O cenário de 2024, quando 30,8 milhões de hectares foram atingidos por queimadas, o maior índice desde 2019, serve de alerta e amplia a pressão sobre o governo.
Como anfitrião da COP30, o Brasil estará no centro das atenções internacionais e precisa evitar, a todo custo, a repetição da crise em 2025.
Para isso, a estratégia do governo tem sido agir preventivamente durante a estação seca, de modo a apresentar resultados concretos no evento global. Nesse contexto, destaca-se a Resolução nº 3, publicada pelo Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo (Comif).
O texto define normas obrigatórias para proprietários rurais, impondo medidas de prevenção e combate a incêndios florestais em suas terras, com exigências proporcionais ao porte de cada propriedade.