Diante dos discursos inflamados e dos ataques mútuos entre as lideranças da esquerda e da direita brasileira, que não devem arrefecer a partir de agora, nós, do Republicanos, temos mais do que nunca a missão de contemporizar e trabalhar pelo avanço do Brasil.
A nós não interessa esse ambiente polarizado que estimula os brasileiros a se manterem numa constante conflagração. Essa semana que passou vimos dois jornalistas, um de esquerda outro de direita, se agredirem verbal e fisicamente ao vivo em um programa de rádio. Um horror. Isso tem que parar.
Sabe-se que cada um dos lados está preocupado somente em falar com seus eleitores, o que é ruim em se tratando de Brasil. A narrativa política toma o lugar de uma postura de Estado que deveria ser prioridade neste momento de travessia de crise econômica.
Também não ajuda o comportamento dos brasileiros, sobretudo nas redes sociais, com ataques raivosos e distribuição de ‘fake news’ contra o “outro lado”. Nesta disputa entre elefantes, quem perde é a grama, no caso o próprio povo.
Do mesmo modo, cabe ao Parlamento não perder o foco das reformas estruturantes e manter a atenção na pauta econômica. Deputados e senadores responsáveis devem rejeitar esse clima de ‘fla X flu’ e deixar as disputas para o período eleitoral.
É momento de trabalharmos juntos pelo País. Eu acredito que todos, da esquerda à direita, têm qualidades para contribuir. Por isso, eu recomendo especialmente aos republicanos que mantenham em mente o compromisso público de trabalhar pelo que realmente importa ao povo.
Essa guerra ideológica não enche o bolso nem a barriga de ninguém. O que garante o futuro da nação é o trabalho, a geração de renda, uma educação forte e uma saúde que funcione. O resto é retórica vazia.
Brasil acima de tudo, de verdade.
Boa semana a todos.
Marcos Pereira Presidente Nacional do Republicanos Vice-Presidente da Câmara dos Deputados
Florianópolis (SC) – A Fundação Republicana Brasileira, FRB, promoveu no último sábado (26) o Curso de Marketing Político em Santa Catarina. O evento reuniu cerca de 200 pessoas no Hotel Majestic, localizado no centro da capital do estado.
Pré-candidatos ao pleito municipal do Republicanos de todo o estado ouviram atentos a palestra do presidente da Fundação Republicana Brasileira (FRB) Renato Junqueira. O conteúdo abordou a mudança de posicionamento do partido e apresentou o trabalho da FRB e da Faculdade Republicana.
“Tem duas coisas que levam nosso dinheiro para o ralo: a corrupção e a falta de gestão. A primeira está sendo corrigida pelos órgãos responsáveis. Já a gestão depende de ensino. Queremos trabalhar com cursos que formem gestores para atuar na vida pública”, explica Junqueira, que também é secretário nacional dos Jovens Republicanos.
O advogado Paulo Fernando Vasconcelos, mestre em Filosofia e especialista em Direito Eleitoral, ministrou a segunda parte do curso e tratou de marketing político, reputação e oportunidade e, ainda, como um bom filósofo, deixou algumas perguntas para a plateia refletir.
“O que acontece com você, que você não suporta mais? Lá em 1995, eu não suportava mais ficar assistindo. Eu decidi que queria participar. Se os jogadores são ruins e eu me julgo melhor, eu tenho que entrar em campo. Não dá pra ficar só na torcida”, ressalta Vasconcelos, que participou do processo inicial da sigla, quando ainda era Partido Municipalista Renovador.
Para o presidente estadual da sigla em Santa Catarina, deputado Sérgio Motta, é importante trazer convidados para troca de informações e experiência. “Estamos a menos de um ano das eleições municipais. Não podemos perder tempo. O partido cresceu e ano que vem não será diferente. Cada encontro é uma oportunidade para avançarmos mais um pouco nesse processo eleitoral”, declara Motta.
Brasília (DF) – Em virtude da realização do II Seminário de Formação Política realizada pelo movimento Mulheres Republicanas durante os dias 7, 8 e 9 de novembro, Renato Junqueira representou a Fundação Republicana Brasileira (FRB) e exibiu o trabalho da entidade na abertura do evento, assim como palestrou a respeito das novas diretrizes do Republicanos e abordou os cursos oferecidos pela Faculdade Republicana. O diretor da instituição de ensino superior, Leonardo Barreto, também marcou presença no seminário e foi um dos conferentes da sexta-feira (8), levantando a temática de Ciência Política.
Para Junqueira, “estamos vivendo uma nova era tecnológica que permite que as pessoas se mantenham bem informadas e o papel da FRB é levar adiante conhecimento e cidadania a todos. Hoje vocês estão proporcionando um grande incentivo à candidatura feminina nas eleições e a importância das mulheres na política é imensurável”, garantiu o republicano.
A FRB mantém parceria com o movimento Mulheres Republicanas e foi pioneira na disseminação de empoderamento ao lançar o Curso de Lideranças Femininas, disponível presencialmente e on-line.
Por Ellen Fernandes – Ascom FRB Fotos: Carlos Gonzaga – Ascom FRB
Profissões ligadas aos cuidados com os idosos são as profissões do futuro, diz vice-presidente do Conselho Nacional da Pessoa Idosa (CNDPI), Bahij Amin Auh Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil
Neste domingo (1º), comemora-se o Dia Internacional do Idoso. A data foi instituída em 1990 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para homenagear os mais velhos e também chamar a atenção para as questões que os envolvem. No Brasil, o desafio é duplo. O país, que era considerado jovem, vive o aumento da expectativa de vida, que está mudando esse quadro. Até 2060, a população com 80 anos ou mais deve somar 19 milhões de pessoas, diz o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Até lá, o país tem o desafio de promover a valorização das pessoas mais velhas e garantir políticas para que elas envelheçam com qualidade.
Vice-presidente do Conselho Nacional da Pessoa Idosa (CNDPI), Bahij Amin Auh afirma que a mudança começa com educação. “O Brasil conquistou a vitória de aumentar a longevidade da sua população. Hoje, vive-se mais – a média de expectativa de vida da população brasileira é de mais de 75 anos. Agora, é preciso um amplo programa educacional, para que toda a população tenha noções básicas sobre o processo de envelhecimento, para que valorize e respeite a pessoa idosa”.
Hoje, já há previsão legal, inclusive no Estatuto do Idoso, de 2003, para que os sistemas escolares trabalhem conteúdos sobre esse tema, mas, segundo Auh, isso não tem sido feito. Representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ele diz ainda que a promoção dessa valorização passa pela garantia de mais informações para os idosos acerca dos seus próprios direitos.
Outro desafio do país é aumentar a oferta de políticas públicas que garantam que a população idosa envelheça de forma ativa. “Não adianta um corpo vivo. É preciso que a mente e as relações das pessoas idosas estejam em atividade”, afirma. Uma das questões mais relevantes para ele é a política de acolhimento. Diante de mudanças nas configurações sociais, muitos idosos passaram a ficar sem companhia em casa e sem receber os cuidados necessários, conversar ou contar com o apoio da família para desenvolver atividades.
Políticas de acolhimento
De acordo com dados do Sistema Único de Assistência Social (Suas), há, no Brasil, 1.669 instituições de acolhimento de idosos. Muitas pessoas conhecem apenas as instituições de longa permanência, conhecidas popularmente como asilos. Não obstante, existem outros modelos em funcionamento no país, como os centros de convivência, onde idosos que têm autonomia praticam atividades recreativas e aprendem novos ofícios, e os chamados centros-dia, que em geral recebem pessoas que precisam receber algum tipo de atendimento terapêutico.
Tais opções ainda são restritas e estão concentradas em grandes centros urbanos, mas podem ser saídas para a situação vivenciada por muitos idosos que não têm companhia e também para os membros de famílias que precisam ou desejam trabalhar fora de casa, mas têm responsabilidades com os mais velhos.
Atualmente, cerca de 60 mil pessoas usam os diferentes serviços de acolhimento existentes, informa a coordenadora-geral de Serviços de Acolhimento do Ministério do Desenvolvimento Social, Nilzarete de Lima. Apesar de o número ser expressivo, Nilzarete diz que ainda há desconhecimento sobre os serviços e também preconceitos. “É muito presente a ideia de que as pessoas acolhidas nessas instituições são aquelas que não têm mais família e que, por isso, o atendimento dado não é adequado e não respeita a individualidade delas”.
Nilzarete reconhece, contudo, que problemas existem, e diz que tem buscado superá-los. Um problema central é a diversidade de padrões adotados nas instituições, o que está relacionado ao fato de 70% a 80% delas serem ligadas a instituições filantrópicas ou outros tipos de organizações da sociedade civil, explica Nilzarete. O governo federal participa dessa política por meio do cofinanciamento das ações e do estabelecimento de regras de funcionamento.
Nos últimos anos, o governo atua para reordenar a prestação dos serviços. Superando a antiga concepção assistencialista rumo à afirmação da assistência social como direito, diz Nilzarete, “a gente vem trabalhando com uma política de inclusão dos idosos à comunidade e de reordenamento dessas unidades, para que seja adotada uma nova visão, como política de Estado, de direito e de proteção social”. Em vez de um lugar onde os idosos são abandonados ou de um hospital permanente, ela propõe que as instituições sejam a casas dessas pessoas e ofereçam atendimento humanizado.
Para promover essa visão, ela ressalta que o Ministério do Desenvolvimento Social participa de uma câmara técnica que, junto com outras pastas, conselhos de direitos e organizações da sociedade civil, objetiva estudar a rede existente e propor esse reordenamento. Financiamento, estrutura dos locais e características dos serviços ofertados são algumas das questões analisadas. “Queremos que as famílias tenham a segurança de que vão deixar alguém no serviço de atendimento, mesmo o temporário, e de que esse parente vai ser cuidado”, afirma.
Formação profissional
Outro desafio para que os idosos recebam atendimento de qualidade é a qualificação profissional de quem trabalha com essa população. “As profissões ligadas aos cuidados com os idosos são as profissões do futuro. O envelhecimento da população vai gerar o aumento das oportunidades de trabalho para pessoas que cuidem dos idosos”, alerta Bahij Amin Auh.
Tal percepção, contudo, ainda não foi absorvida a contento pelas instituições de ensino. Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de São Paulo, Carlos André Uehara avalia que muitos profissionais em atuação não receberam formação com um olhar gerontológico. Exemplo disso é a abordagem que infantiliza o idoso, que ele considera inadequada.
Além disso, Uehara explica que o modelo de atenção à saúde atual é baseado na busca da cura de doenças agudas, enquanto cresce o número de idosos que convivem com doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e doenças respiratórias. Nestes casos, o que resolve “não é uma consulta de 2 minutos, que passa remédio e marca retorno – é preciso mais acompanhamento”.
Recentemente passamos por um processo de afirmação ideológica. A alteração da sigla PRB para Republicanos não se trata de uma mudança meramente estilística com objetivos de angariar novos seguidores, como muitos partidos têm feito. De outra forma, é bem provável que tal atitude demande uma grande reorganização interna da agremiação e talvez até possamos perder o apoio de alguns que se aproximaram no passado e hoje discordam em alguma medida da nossa postura. Entretanto, sabemos que para crescer forte e saudável, às vezes é necessário cortar em sua própria estrutura, por mais difícil que isso seja. Inclusive, essa situação lembra muito comportamento de uma árvore que, sendo podada na estação correta, faz-se necessário que os ganhos destoantes sejam retirados a fim de que o tronco cresça robusto, vigoroso e gere bons frutos.
Diferentemente do que se possa imaginar, o nosso compromisso ideológico com o republicanismo não se alterou. Aliás, nada do que o partido está afirmando hoje pode ser considerado distante daquilo que já criamos anteriormente. A grande diferença é que estávamos emersos num contexto generalista e, por isso, deixamos de dar ênfase em alguns pontos. Portanto, o PRB continua defendendo a racionalidade e o compromisso com aquilo que é público. Afinal de contas, as virtudes cívicas que inspiram o amor e o respeito pelos bens públicos é um ideal que jamais abandonaríamos. Assim, utilizaremos esse compromisso com o republicanismo para afirmar categoricamente a necessidade de uma economia liberal e o conservadorismo nos costumes.
A Fundação Republicana Brasileira – FRB está aqui justamente para esclarecer esses dois termos. É nosso dever como instituição político-partidária auxiliar o partido na fixação do seu posicionamento político-ideológico. Sendo assim, ser liberal na economia é em linhas gerais, acreditar que as decisões econômicas devem concentrar-se no indivíduo e não no governo. Isso nos faz pensar que o Estado deveria estar mais preocupado em garantir coisas essenciais para o dia a dia do cidadão, como a segurança pública, por exemplo. E dessa forma, por meio de um ambiente seguro e estável as pessoas terão condições trabalhar dignamente e lutar pelo seu pão de cada dia. Portanto, somos contrários ao pensamento de que o Estado deveria gerir grandes negócios, adquirindo grandes empresas com pouca eficiência e que acumulam casos comprovados de corrupção.
Por outro lado, o conservadorismo preza pela manutenção da ordem política, sem mudanças drásticas. Daí, observa-se a oposição aos movimentos revolucionários e progressistas. Ao dizer que somos conservadores nos costumes estamos afirmando que defendemos a família tradicional composta por homem e mulher. Além disso, cremos na liberdade e na ordem para que os cidadãos possam livremente professar a sua fé sem quaisquer prejuízos à sua imagem. O conservadorismo também passa pela defesa da propriedade privada que, para essa corrente é algo inviolável. Em resumo são esses os princípios norteadores do partido, que também vão orientar nossos políticos desde a tomada de decisão nos municípios até no Congresso Nacional. E pra quem ficou na dúvida, a FRB esclarece: o PRB é o único partido no Brasil que continua sendo dez. Ou seja, nossa legenda permanece a mesma de sempre. Somos 10 na defesa do gasto público eficiente e racional. Somos 10 no comprometimento e respeito com a família tradicional. Resumindo: somos 10 em acreditar num Brasil melhor!
Renato Junqueira – presidente da Fundação Republicana Brasileira
O Partido Republicano Brasileiro – PRB, por meio do nosso presidente Marcos Pereira, abriu um novo canal de diálogo para que os militantes pudessem expor sua avaliação sobre o partido hoje e suas contribuições pensando nos rumos futuros da legenda. Nesse mesmo sentimento, a Fundação Republicana Brasileira – FRB, como braço estendido do partido, tem trabalhado incansavelmente para fortalecer ainda mais a interlocução entre a executiva nacional e os diferentes setores da militância. Foi pensando nisso que iniciamos 2019 com propostas inovadoras. Neste ano, direcionaremos esforços em promover cursos em formato de debates em vários municípios ainda não visitados.
Por meio do curso de política presencial e itinerante, a FRB já visitou todos os estados brasileiros levando capacitação a mais de 28 mil pessoas. Todavia, nosso intuito agora é estreitar ainda mais o contato com as municipalidades. Só nesse primeiro trimestre a FRB já realizou cursos em três diferentes municípios do estado de São Paulo, a saber: Mauá, Ribeirão Preto e Ribeirão Pires. Além disso, também estivemos em Aracajú – SE. O melhor é que nossa agenda não para por aí, até junho estão previstos cursos em ao menos quatro cidades da Bahia, Tocantins além do Ceará e do Paraná.
Acredito que todos nós entendemos e carregamos a identidade do nosso país, a mesma coisa acontece com os estados. Cada um com a sua cultura, diferentes sotaques e apreço pelas comidas típicas, mas lá no fundo temos consciência que tanto o país quanto os estados e municípios são convenções sociais nos quais foi estipulado um território para que as relações sociais e econômicas acontecessem. No entanto, tratando-se da municipalidade, essa realidade é um pouco diferente. Nos municípios as interações entre pessoas são maiores e mais intensas. São nos municípios que os alimentos são produzidos, as fábricas são instaladas e é lá também que os serviços são negociados. Sabendo que política é aquilo que se faz com o outro, até arriscaria dizer que a municipalidade é o local onde política acontece por excelência. E é por isso que a FRB aposta na contribuição dos municípios para ajudar o partido a pensar o seu futuro e se projeta para uma relação forte e direta com os cidadãos.
Além disso, deve-se lembrar que o compromisso com a municipalidade é algo que já nasceu junto com o PRB. Quem conhece um pouco da nossa história sabe que o nome da sigla já foi Partido Municipalista Renovador – PMR. Para aqueles que pensavam que com a alteração do nome para Partido Republicano Brasileiro-PRB seu empenho com as municipalidades se modificaria, enganaram-se redondamente. Pelo contrário, com a mudança trouxemos as virtudes cívicas e zelo pela coisa pública do republicanismo para os diferentes municípios brasileiros. Assim, a FRB se apresenta como uma grande facilitadora desse canal de diálogo em cada cidade que visitamos realizando cursos e capacitações.
Por fim, deixo um convite especial aos prefeitos, vereadores e lideranças municipais que queiram receber um curso aí no seu município, para fazê-lo é só entrar em contato conosco por meio do portal da FRB ou enviar mensagem para o nosso e-mail institucional. Será um imenso prazer atendê-los!
Renato Junqueira – presidente da Fundação Republicana Brasileira