Autor: Mazé

  • Empregos verdes crescem no Brasil e apontam caminhos para um futuro sustentável

    Empregos verdes crescem no Brasil e apontam caminhos para um futuro sustentável

    Setores como energia limpa, economia circular e agricultura regenerativa puxam uma revolução silenciosa no mercado de trabalho e desafiam o país a investir em formação e inclusão social

    No mundo todo, cresce o número de chamados “empregos verdes”, atividades profissionais que contribuem para a preservação ou restauração do meio ambiente, enfrentando as mudanças climáticas e promovendo o uso sustentável dos recursos naturais. No Brasil, essa realidade já está em curso: mais de 3 milhões de empregos formais estão direta ou indiretamente vinculados à economia verde, o que corresponde a cerca de 6,6% dos vínculos com carteira assinada no país. 

    De acordo com estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), até 2030, os empregos verdes poderão gerar 24 milhões de novas vagas no mundo, sendo mais de 7 milhões na América Latina, com o Brasil em posição de destaque. Esse avanço ocorre em um cenário de transição energética e econômica global, que exige soluções capazes de conciliar crescimento econômico, justiça social e sustentabilidade ambiental. 

    O que são empregos verdes? 

    Segundo a OIT, são ocupações que contribuem para a redução do impacto ambiental das atividades econômicas, seja por meio da mitigação de emissões de gases do efeito estufa, do uso eficiente de energia e matérias-primas ou da proteção à biodiversidade. Esses empregos podem estar tanto em setores tradicionais, como agricultura, construção civil e transporte, quanto em áreas em expansão, como energia renovável, reciclagem, reflorestamento e mobilidade elétrica. 

    A energia limpa é um dos principais impulsionadores dessa transformação. O Brasil, cuja matriz energética é majoritariamente renovável, tem se destacado na geração de empregos em usinas solares, eólicas e de biomassa. Outros setores que vêm expandindo significativamente a demanda por profissionais são a economia circular, com foco em reciclagem, manutenção e reaproveitamento de resíduos, e a agricultura de baixo carbono, que alia produtividade à recuperação de solos e florestas. 

    Panorama nacional 

    Um relatório recente do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) indica que o Brasil já concentra cerca de 10% dos empregos verdes do mundo, com destaque para áreas como saneamento básico, reflorestamento, infraestrutura urbana sustentável e transporte público eficiente. No entanto, o país ainda enfrenta desafios significativos. Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) revela que, embora essas ocupações apresentem maior qualificação e melhores salários, ainda há reprodução de desigualdades de gênero e raça: homens brancos predominam em cargos técnicos e de liderança, enquanto homens negros não possuem o mesmo destaque. Também há desequilíbrios regionais. Enquanto Sul e Sudeste concentram empregos ligados à manufatura verde e à inovação tecnológica, Norte e Centro-Oeste se destacam nas áreas de energia renovável e preservação florestal. Já o Nordeste tem se destacado em iniciativas de gestão de resíduos e saneamento básico, especialmente em cidades de médio porte. 

    Formação e políticas públicas 

    Para ampliar a presença do Brasil no mercado global de empregos verdes, especialistas apontam medidas que envolvem tanto o setor público quanto a iniciativa privada. Entre as ações prioritárias estão: investimentos em infraestrutura verde, como transporte elétrico e eficiência energética; incentivos fiscais a empresas com práticas ESG (ambientais, sociais e de governança); expansão de programas de qualificação profissional voltados a jovens e trabalhadores em transição de carreira; e apoio à inovação em pequenas e médias empresas com foco em soluções ambientais escaláveis. Um exemplo de política nesse sentido é o Programa Nacional de Crescimento Verde, lançado pelo governo federal, que prevê até R$ 400 bilhões em financiamentos nos próximos anos. No entanto, a execução efetiva e o foco regionalizado ainda são pontos que exigem atenção. 

    Mais do que uma tendência setorial, os empregos verdes representam uma nova lógica de desenvolvimento. Conectam sustentabilidade à justiça social, ciência à empregabilidade e responsabilidade ambiental à inovação. Para um país como o Brasil, com vasta biodiversidade, abundância de recursos naturais e profundas desigualdades, investir nessa agenda é mais do que uma urgência ambiental: é uma oportunidade estratégica de inclusão e progresso. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP 

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB 

    Crédito da Imagem: Internet 

  • Entenda mais sobre o BRICS

    Entenda mais sobre o BRICS

    Grupo reúne potências emergentes com agenda econômica, diplomática e energética, além de ampliar sua influência global com eventos como a Cúpula da Juventude, realizada no Brasil 

    O BRICS teve origem no início dos anos 2000, quando o economista Jim O’Neill, do Goldman Sachs, cunhou o termo BRIC (Brasil, Rússia, Índia, China) para designar quatro das principais economias emergentes no mundo, àquela época. Antes disso, blocos como RIC (Rússia, Índia, China) e IBSA (Índia, Brasil, África do Sul) já apontavam para uma coalizão de potências do Sul Global. 

    O primeiro encontro diplomático aconteceu em 2006, durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), consolidando-se com a primeira cúpula oficial em 2009, em Ecaterimburgo, na Rússia. Naquele momento, a crise financeira global impulsionou o grupo a exigir uma maior participação nos fóruns multilaterais e a repensar o domínio do dólar em escala global, uma vez que a desvalorização da moeda norte-americana atingia diretamente algumas dessas economias emergentes. 

    Motivações 

    O grupo nasceu da busca por voz e autonomia internacional, especialmente diante das grandes potências ocidentais. Seus objetivos-chave incluem buscar maior representação em instituições globais (ONU, Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial), coordenar políticas econômicas, comerciais e financeiras, incluindo propostas para uma moeda de reserva alternativa e criar mecanismos próprios de cooperação, como o Banco dos BRICS (New Development Bank) e o CRA (Contingent Reserve Arrangement ou Acordo de Reservas Contingentes), que mantém um fundo comum de US$100 bilhões. 

    Inserido no contexto de um mundo cada vez mais multipolar, o BRICS busca contrabalançar o sistema liderado pelos EUA e Europa. Especialmente após sanções impostas à Rússia, o grupo serviu como uma “ilha de apoio diplomático” para membros isolados pelo Ocidente. Em 2021, apoiou o Brasil diante das críticas internacionais e, em 2014, evitou o isolamento da Rússia após a anexação da Crimeia. 

    Principais ações de destaque do grupo de países: 

    • Criação de instituições financeiras próprias (Banco dos BRICS e CRA); 
    • Projetos conjuntos como sistemas de pagamentos alternativos (PIX, por exemplo), bolsa de cereais, câmbio com moedas locais e divisa digital; 
    • Articulações em fóruns ambientais, de saúde, de segurança alimentar e energética; 
    • Mobilização de apoio político embasado em princípios de multilateralismo, combatendo sanções unilaterais de grandes economias; 

    Ajuda mútua e juventude  

    O grupo facilita a cooperação Sul–Sul, com trocas acadêmicas, investimentos em infraestrutura, acordos energéticos e diplomáticos. No corrente ano, o Brasil usou o BRICS para equilibrar sua relação com os EUA e China, além de promover cooperação em segurança alimentar, clima e desenvolvimento sustentável. Instrumentos como o CRA oferecem rede de segurança financeira em crises de liquidez. 

    Recentemente, entre os dias 9 e 10 de junho de 2025, Brasília sediou a 11ª Cúpula da Juventude do BRICS+ e a 7ª Cúpula de Energia da Juventude do BRICS. Participaram 11 países do BRICS+, incluindo novos membros como Indonésia, Irã e Arábia Saudita. O foco do encontro foi debater sete eixos temáticos, sendo eles educação, saúde, meio ambiente, juventudes e mercado de trabalho. Já na sessão de energia, os jovens representantes dos países debateram sobre transição energética justa, financiamento para energia limpa, acesso à eletricidade e inovação tecnológica, preparando o relatório “Panorama Energético da Juventude BRICS2025”, que será lançado na COP30, em Belém-PA. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP 

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB 

    Crédito da Imagem: Gov.br 

  • Missões Humanitárias em ação: impacto real e formas de apoiar

    Missões Humanitárias em ação: impacto real e formas de apoiar

    Descubra como surgem as principais missões humanitárias, qual é seu impacto social e de que maneiras a sociedade pode colaborar para que essas ações continuem transformando vidas

    As missões humanitárias surgem em resposta a eventos de grande impacto como guerras, desastres naturais e crises migratórias e têm como objetivo principal prestar assistência emergencial a populações vulneráveis. Orientadas por princípios como neutralidade, imparcialidade e independência, essas operações são coordenadas por organismos internacionais (Organização das Nações Unidas – ONU; Cruz Vermelha), por países (forças armadas), organizações não governamentais (Médicos Sem Fronteiras – MSF; Fundo das Nações Unidas para a Infância – UNICEF; CARE) e até empresas privadas especializadas. 

    Essas operações partem da detecção de crises que ultrapassam a capacidade de resposta local. Organizações como MSF surgiram em 1971 e atuam hoje em cerca de 70 países, levando socorro imediato e especializado em saúde, saneamento e epidemias. Já a Cruz Vermelha e o Crescente Vermelho atuam com base em Convenções de Genebra, coordenando assistência médica, proteção de civis, restabelecimento de conexões familiares e provisão de serviços básicos.  

    Atualmente, os principais cenários de atuação incluem: 

    • Sudão do Sul: operações de airdrop da empresa privada Fogbow estão entregando centenas de toneladas de alimentos a cerca de 30 mil pessoas em regiões assoladas pelo conflito armado; 
    • Gaza: ataques a escritórios da ONG Médicos do Mundo têm dificultado as operações médicas, que continuam prioritárias para atender feridos e populações em sofrimento;  
    • Balcãs, Oriente Médio e África: a ONU, via Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente (UNRWA) e agências como UNICEF, coordena logística, água, abrigo, educação e assistência a milhões de pessoas deslocadas; 
    • Turquia e Síria: forças nacionais e internacionais da Espanha e EUA mobilizaram equipes de resgate, hospitais de campanha e suprimentos após os terremotos em 2023; 
    • Haiti: uma missão multinacional de segurança apoia esforços humanitários em meio ao colapso da ordem pública. 

    Os exemplos acima demonstram que missões humanitárias exercem um impacto social imediato nos contextos em que atuam. Elas salvam vidas ao fornecer alimentos, abrigo, água potável, medicamentos e atendimento médico a populações em situação de emergência. Além disso, fortalecem a resiliência comunitária por meio da capacitação local, da restauração de serviços essenciais e da ampliação do acesso à educação. Essas ações também se voltam à proteção de grupos mais vulneráveis, como crianças, mulheres e idosos, assegurando acolhimento, segurança e oportunidades de desenvolvimento. Em muitos casos, promovem o empoderamento das próprias comunidades afetadas, como exemplificado no Sudão, onde moradores locais, mesmo sem apoio direto de grandes organizações, conseguiram criar mais de 600 centros emergenciais para atender as vítimas da crise. 

    Existem diversas formas pelas quais a sociedade civil pode apoiar as missões humanitárias em curso ao redor do mundo. As doações financeiras continuam sendo fundamentais, especialmente por meio de agências reconhecidas como OCHA, UNRWA, UNICEF e Médicos Sem Fronteiras, que garantem a destinação segura e eficaz dos recursos. O voluntariado também é uma via importante de contribuição, com oportunidades que vão desde o trabalho direto em campo até funções administrativas, logísticas, comunicacionais e digitais. Além disso, o engajamento em ações de advocacy (divulgação de causas, pressões em governos e mobilização em redes sociais) sensibiliza e ajuda a ampliar a visibilidade das crises humanitárias, pressionando entidades governamentais a adotarem posturas mais solidárias e responsáveis.  

    Dessa forma, essas missões provam como a ação coordenada e a solidariedade de indivíduos, governos e instituições fazem a diferença real na vida de milhões. Seja por meio de doações, voluntariado ou mobilização social, qualquer pessoa pode ajudar a manter acesa essa rede global de proteção e dignidade. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom FRB Subseção/SP  

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB   

    Imagem: Freepik

  • FRB realiza a segunda edição do projeto FRB Mobiliza: Comunicação e Liderança em São Paulo e Brasília

    FRB realiza a segunda edição do projeto FRB Mobiliza: Comunicação e Liderança em São Paulo e Brasília

    Encontros reuniram lideranças e equipes de comunicação para debater estratégias e fortalecer o protagonismo político e social

    A Fundação Republicana Brasileira (FRB) promoveu, nos dias 20 e 27 de junho, a 2ª edição do projeto FRB Mobiliza: Comunicação e Liderança, com encontros presenciais realizados em São Paulo e Brasília. A iniciativa reúne lideranças políticas e suas equipes com o objetivo de aprimorar a atuação pública por meio da comunicação estratégica e reafirma o compromisso da FRB com a educação política de qualidade como instrumento de transformação social.

    Em São Paulo, a presidente da FRB, Renata Sene, abriu a programação destacando a importância de preparar cidadãos conscientes, qualificados e comprometidos com a construção de uma sociedade mais justa.

    “O Brasil inteiro está vendo o que a FRB está fazendo: capacitando as lideranças que vão transformar a política. É formação de verdade, com conteúdo, estratégia e missão pública. Para fortalecer os republicanos e a democracia, a gente começa com quem faz a política acontecer lá na ponta, com preparo, propósito e conexão com o Brasil real”, afirmou.

    Na sequência, o estrategista político Alessandro Pascoall destacou o impacto direto do treinamento na trajetória pessoal e profissional dos participantes. Em seguida, o coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas (NEP) da FRB, Fábio Vidal, ministrou a palestra “Olhar 26 – Identificando Cenários e Tendências”, enfatizando a importância de compreender os contextos — do macro ao micro — para interpretar os movimentos dos atores políticos e sociais. Encerrando o dia, Guto Ferreira apresentou a palestra “Tá na hora de mudar a comunicação, mas por quê?”, propondo reflexões sobre os desafios e a urgência de uma comunicação mais eficiente e conectada à sociedade atual.

    Em Brasília, o evento também foi marcado por conteúdos transformadores e momentos emocionantes, com a participação de Gilmar Arruda, Fábio Vidal e Guto Ferreira. As apresentações reforçaram o propósito do projeto: capacitar lideranças por meio de diálogos potentes, troca de experiências e atualização das práticas comunicacionais.

    Um destaque especial foi a atuação da equipe de voluntários, que contribuiu nos bastidores dos dois encontros. Desde cedo até o fim das atividades, dedicaram-se com empenho e atenção aos detalhes, da recepção à organização das salas, do suporte aos palestrantes ao cuidado com cada participante. Esse trabalho essencial foi determinante para o sucesso do FRB Mobiliza: Comunicação e Liderança.

    A FRB segue firme em seu propósito de levar educação política a todo o Brasil, fomentar a participação cidadã e fortalecer o protagonismo social.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Fotos: Carlos Gonzaga – Ascom FRB e Comunicação FRB/SP

  • FRB celebra encerramento dos Cursos de Idiomas

    FRB celebra encerramento dos Cursos de Idiomas

    Alunos de inglês e espanhol apresentam projeto final e comemoram mais uma conquista

    Brasília/DF – O último mês de aula dos cursos de inglês e espanhol da Fundação Republicana Brasileira (FRB) foi marcado por momentos especiais. Os estudantes participaram da apresentação do Projeto Cultural, de uma Aula de Imersão em Política e, por fim, da cerimônia de encerramento dos cursos. Atividades que ficarão na memória como símbolos de superação, aprendizado e conquistas pessoais.

    O Projeto Cultural consiste na divisão das turmas em grupos, que escolhem um país cuja língua oficial corresponde ao idioma estudado. Em seguida, os alunos realizaram apresentações sobre aspectos culturais marcantes dessas nações. A coordenadora dos Cursos de Línguas da FRB, Roberta Maia, comentou sobre o encerramento e o progresso dos estudantes:

    “Encerramos os cursos de inglês e espanhol da Fundação Republicana Brasileira com uma noite muito emocionante. A cerimônia de formatura foi marcada por histórias de superação e desafios vencidos, inclusive de alunos que enfrentavam bloqueios para aprender um novo idioma. Hoje, muitos perceberam que são, sim, capazes de aprender. Tivemos momentos de troca entre instrutores e alunos. Então, gostaria de agradecer à Fundação pelo apoio e pela oportunidade oferecida a todos.”

    Já a Aula de Imersão em Política proporciona uma reflexão sobre o papel do cidadão na sociedade e a importância da ética na política. É uma experiência enriquecedora, que permitiu aos alunos aprofundar seus conhecimentos e compreender como podem contribuir para a transformação da realidade em que vivem.

    O ponto alto das atividades é a cerimônia de encerramento, quando os alunos aprovados recebem seus certificados. A ocasião celebra não apenas o conhecimento adquirido, mas também a superação de mais uma etapa importante. É nesse momento que a emoção toma conta dos presentes, como descreveu a aluna Priscila Fernanda, do curso de inglês:

    “Agradecemos a Deus por nos trazer até aqui. Ao teacher Rabiu, que foi nosso guia nesta jornada e, com sua paciência, experiência e incentivo, tornou o aprendizado mais divertido e eficaz. Agradecemos também a todos da Fundação Republicana Brasileira, que tornaram este processo possível, bem como aos familiares e amigos que nos apoiaram. Aprender inglês é se conectar com o mundo e abrir portas para novas oportunidades. Este encerramento não é um fim, mas um novo começo.”

    A presidente da FRB, Renata Sene, também participou do evento e fez questão de parabenizar cada estudante pela dedicação e conquista:

    “É gratificante ver o carinho que os alunos têm pela Fundação, pelos instrutores, por você, Roberta, e por toda a estratégia pedagógica pensada para este curso. Tudo isso só é possível porque vocês estão aqui.

    Cada história que compõe esse projeto é linda! Este foi um curso de envolvimento, de amizades e de construção de fato, de uma comunidade. Vocês são talentosos e dedicados. Em nome da Fundação Republicana Brasileira, eu quero agradecer a presença de vocês. Agradecer por vocês estarem aqui até o dia da formatura. Isso é grandioso para todos nós.

    Parabéns a esse time de pessoas que representa os nossos professores, mas também quem está por trás da tela, os nossos secretários, o nosso time, que trabalha muito para que tudo isso aconteça. Que Deus abençoe muito a vida de vocês, porque o sucesso de vocês é o sucesso do nosso país e da nossa Fundação.”

    A Fundação Republicana Brasileira acredita a educação transforma realidades. Por isso, oferece gratuitamente cursos, capacitações e treinamentos à comunidade, com o compromisso de formar cidadãos ativos, preparados para contribuir com o desenvolvimento do Brasil. Queremos deixar de ser apenas o “país do futuro” e nos tornar o país do presente, com mais dignidade e oportunidades em todas as regiões. Afinal, quando os cidadãos compreendem seus direitos e deveres, tornam-se agentes de mudança, e é assim que evoluímos como nação.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Fotografia: Carlos Gonzaga – Ascom FRB

  • A Educação Política nas escolas

    A Educação Política nas escolas

    Desafios e oportunidades para uma cidadania ativa 

    A Educação Política nas escolas brasileiras ainda é um tema pouco explorado, porém, de extrema importância para a formação de cidadãos críticos e conscientes. Inserir disciplinas focadas na educação política no currículo escolar pode ser uma ferramenta imprescindível para preparar as novas gerações para uma cidadania ativa, contribuindo diretamente para o fortalecimento da democracia no país. No entanto, essa proposta encontra uma série de desafios, tanto estruturais quanto culturais. 

    Atualmente, o ensino de temas políticos, quando abordado, acontece de maneira fragmentada, diluído em disciplinas como História ou Sociologia. No entanto, especialistas apontam para a necessidade de uma abordagem mais sistemática e específica. Uma educação política sólida deve ir além da simples apresentação de conceitos sobre o funcionamento das instituições públicas, abrangendo também reflexões sobre direitos e deveres, ética, participação cidadã e a importância das políticas públicas na vida cotidiana dos brasileiros. 

    Oportunidades para uma formação cidadã 

    A inclusão de disciplinas de educação política no currículo escolar representa uma oportunidade única para moldar o futuro da participação política no Brasil. Uma formação focada no entendimento do sistema democrático e na importância do voto consciente tem o potencial de transformar a sociedade a longo prazo, combatendo a apatia e o descrédito nas instituições que têm crescido nos últimos anos. 

    Países com uma tradição democrática sólida, como Finlândia e Suécia, há tempos investem na educação política desde as primeiras etapas da vida escolar, preparando os estudantes para serem participantes ativos da sociedade. Esses exemplos internacionais mostram como a educação política é capaz de fomentar uma cultura de maior participação popular nos processos políticos e, consequentemente, um governo mais transparente e representativo. 

    No Brasil, essa inclusão também pode servir como uma ferramenta eficaz contra a desinformação. Com o aumento da circulação de fake news, especialmente em períodos eleitorais, jovens bem-informados e capazes de fazer uma leitura crítica das informações que recebem se tornam agentes fundamentais na preservação da verdade e na construção de um debate público saudável. 

    Desafios à implementação 

    Por outro lado, os obstáculos para implementar uma educação política efetiva nas escolas brasileiras são significativos. O primeiro desafio é a resistência cultural. No Brasil, a política ainda é um tema considerado tabu por muitos, que defendem que a escola deve se abster de abordá-lo para evitar partidarismos. Esse receio, contudo, frequentemente impede discussões construtivas e contribui para a formação de uma sociedade desinformada e suscetível a manipulações.   

    Outro entrave está na própria estrutura educacional do país. Professores, em sua maioria, não foram preparados para lecionar disciplinas voltadas para a educação política. Sendo assim, seria necessário investir em capacitação docente e na produção de materiais didáticos que abordassem a política de maneira apartidária e formativa, o que requer planejamento e recursos. 

    Além disso, há o desafio de conciliar essa nova demanda com o currículo já existente, que muitas vezes é sobrecarregado e não oferece a flexibilidade necessária para incluir novas disciplinas. É preciso um esforço conjunto do poder público, de especialistas em educação e da sociedade civil para encontrar formas de adequar o conteúdo sem prejudicar outras áreas do conhecimento. 

    Educação política e o futuro da democracia 

    Apesar dos desafios, os benefícios da educação política nas escolas são amplamente reconhecidos. Ela não apenas prepara os jovens para exercer o voto de forma consciente, mas também os capacita a compreender e participar ativamente de outros aspectos da vida democrática, como o acompanhamento das ações de seus representantes, a participação em conselhos e audiências públicas e a proposição de políticas.  

    Investir em educação política é investir no futuro da democracia. Ao formar cidadãos críticos, engajados e informados, o Brasil pode trilhar um caminho de maior participação social e fortalecimento das instituições democráticas. Por isso, é urgente que a sociedade e os governantes discutam seriamente a inclusão dessa disciplina nos currículos escolares, enfrentando os desafios com a mesma seriedade com que se abraçam as oportunidades. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom FRB Subseção/SP  

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB   

    Imagem: Getty Images 

  • São Paulo recebe a 1ª edição do FRB Mobiliza: Comunicação e Liderança

    São Paulo recebe a 1ª edição do FRB Mobiliza: Comunicação e Liderança

    Encontro teve por objetivo preparar a base do Republicanos para as eleições 2026

     

    No dia 30 de maio, às 9h, o hotel Estanplaza Internacional, em São Paulo, foi palco da primeira edição do FRB Mobiliza: Comunicação e Liderança, evento promovido pela Fundação Republicana Brasileira (FRB). Voltado para parlamentares, assessores e coordenadores de campanha, o encontro teve como objetivo aprimorar habilidades e conhecimentos profissionais, fortalecendo a base partidária para o pleito eleitoral de 2026.

    Ao longo do dia, os participantes tiveram acesso a conteúdos de qualidade, apresentados por especialistas atuantes no mercado, além de realizarem networking e atualizarem seus conhecimentos.

    A abertura oficial do evento contou com uma mensagem enviada pelo deputado federal e presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, que não pôde comparecer por compromissos políticos. Em seguida, o cientista político Fábio Vidal apresentou a Fundação em nome da presidente Renata Sene, ausente devido à agenda de trabalho.

    A primeira palestra foi ministrada pelo estrategista político e criador do canal Pensa Brasil, Alessandro Paschoall, com o tema “Comunicação pra quê?”. Paschoall iniciou sua apresentação provocando o público com a pergunta: “Quem aqui, logo ao acordar, já pega o celular para verificar mensagens ou falar com alguém?”. Em seguida, afirmou que esse comportamento revela a necessidade atual de interação constante e de se fazer presente. Ele destacou como a comunicação evoluiu ao longo dos anos e se tornou indispensável em nossas vidas. Durante a palestra, chegou a parafrasear o ex-presidente Tancredo Neves: “Não são os homens, mas as ideias que brigam”.

    Na sequência, a especialista Fernanda Camargos trouxe insights valiosos sobre “O Comportamento do Voto Evangélico”. Com base em pesquisas e experiência de campo, ela ressaltou a importância de respeitar as crenças e características desse público para construir um relacionamento eficaz, duradouro e com propósito.

    “Participar do FRB Mobiliza – Comunicação e Liderança foi sensacional! Uma experiência extremamente enriquecedora. Os temas abordados foram muito relevantes e com certeza vou trazer para as minhas estratégias, no meu dia a dia. Agradeço à Fundação pela oportunidade e pela iniciativa de investir na capacitação e preparo de cidadãos, algo de extrema importância”, declarou Wellington Shigueo Samy, assessor do vereador Osvaldo Silva, de Mogi das Cruzes/SP.

    A deputada federal Maria Rosas, presente no evento, destacou a importância da comunicação no exercício do mandato:

    “A comunicação eficaz é essencial para gerar resultados, fortalecer a liderança e criar conexões verdadeiras com o público. Por meio dela, mostramos à população que entendemos suas necessidades. Sem divulgação, o trabalho perde visibilidade e valor. A iniciativa da Fundação é louvável, pois valoriza tanto os parlamentares quanto os assessores, que são protagonistas nos bastidores”.

    Após a pausa para o almoço, o evento foi retomado com a palestra “Os desafios e os dilemas da comunicação política”, conduzida por Gilmar Arruda. O especialista alertou sobre os riscos da desinformação e destacou os benefícios de uma comunicação consciente. Gilmar ressaltou que não adianta ter a informação e não saber compartilhá-la, quem não se comunica de forma clara e eficaz acaba ficando para trás diante de um público cada vez mais ávido por conteúdo. Nesse contexto, cabe ressaltar que, atualmente, há no Brasil o dobro de dispositivos digitais em relação ao número de habitantes, o que evidencia a importância do compromisso com os conteúdos distribuídos por quem atua nas mídias.

    O deputado estadual e líder do Republicanos na Alesp, Altair Moraes, também comentou:

    “Participar do FRB Mobiliza foi uma honra e uma grande oportunidade de aprendizado. Com espírito de eterno aprendiz, tratei a comunicação como ferramenta essencial para ouvir, dialogar e me conectar com diferentes públicos. Saio motivado a aplicar e compartilhar o que aprendi, certo de que é assim que transformamos realidades. Parabéns à Fundação Republicana por promover esse espaço de formação e valorização da boa política”.

    A comunicação eficaz é, sem dúvida, o caminho para entender as necessidades do cidadão e oferecer soluções. Por isso, parlamentares, tanto os de primeiro mandato quanto os mais experientes, acompanhados de suas equipes de comunicação, lotaram o auditório do Estanplaza. Todos com o mesmo propósito: desenvolver uma comunicação mais eficaz para servir com excelência.

    Essa é a FRB inovando com treinamentos e capacitações que contribuem para o preparo dos parlamentares e, consequentemente, para a melhoria do serviço prestado à população.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB

    Fotos: Equipe FRB SP

  • REELEIÇÃO: práticas globais, legislação brasileira e debates contemporâneos

    REELEIÇÃO: práticas globais, legislação brasileira e debates contemporâneos

    A possibilidade de reeleição para cargos executivos varia ao redor do mundo e impacta diretamente a dinâmica política. No Brasil, o modelo adotado desde 1997 para presidentes, governadores e prefeitos ainda é alvo de críticas e propostas de mudança 

    A reeleição para cargos políticos é um tema que suscita debates acalorados em diversas democracias. Enquanto alguns países permitem múltiplas reconduções ao poder, outros impõem restrições rigorosas para evitar a perpetuação de líderes no comando. No cenário internacional, as regras sobre reeleição variam significativamente.  

    Na Argentina, por exemplo, é permitida a reeleição presidencial para um segundo mandato consecutivo de quatro anos e somente após um intervalo é que o ex-presidente pode concorrer novamente. Já na Rússia, Vladimir Putin, após múltiplos mandatos como presidente e primeiro-ministro, sancionou em 2021 uma reforma que potencialmente lhe permite permanecer no poder até 2036. 

    Na Alemanha, não há limite formal para o número de mandatos do chanceler. Angela Merkel, por exemplo, ocupou o cargo por 16 anos consecutivos. Algo parecido ocorre na Venezuela. Em 2009, uma emenda constitucional aboliu limites para reeleições, permitindo que Hugo Chávez e, posteriormente, Nicolás Maduro, continuassem no poder por períodos prolongados.  

    Dessa forma, a recondução de líderes do executivo para os mesmos cargos varia de país para país, não havendo uma regra. O que se nota é que em cada um dos casos, a reeleição reflete a cultura política de cada nação. 

     

    O Caso Brasileiro 

    No Brasil, a reeleição para cargos executivos foi introduzida pela Emenda Constitucional nº 16, de 1997, permitindo que presidentes, governadores e prefeitos se candidatem a um segundo mandato consecutivo. Antes dessa mudança, a Constituição de 1988 não previa a possibilidade de reeleição consecutiva para esses cargos. Entretanto, atualmente, a legislação brasileira estabelece que: 

    • Presidente da República: pode ser reeleito para um único período subsequente;  
    • Governadores e Prefeitos: também têm direito a uma reeleição consecutiva; 
    • Vereadores e Deputados: têm direito a reeleições irrestritas, desde que o candidato seja ficha limpa. 

    Sendo assim, para os cargos do Executivo, após dois mandatos consecutivos, é necessário um intervalo de pelo menos um período para que o político possa concorrer novamente ao mesmo cargo. 

     

    Críticas e Alternativas 

    Contudo, o modelo de reeleição brasileiro enfrenta diversas críticas desde sua implantação. Há preocupações de que ocupantes do cargo utilizem recursos governamentais para favorecer suas campanhas de reeleição. Considera-se também que a visibilidade e o acesso a recursos daqueles que detém o mandato podem criar um ambiente desigual em relação aos desafiantes.  

    Como alternativas, algumas propostas incluem a extensão da duração do mandato para cinco anos, sem direito à reeleição, buscando equilibrar a necessidade de continuidade administrativa com a prevenção da perpetuação no poder.  

    Outra ideia é a implementação de ‘quarentena’ para candidaturas, ou seja, períodos de inelegibilidade temporária para certos cargos, visando evitar o uso indevido da posição atual em campanhas futuras.  

    Recentemente, o Senado brasileiro tem discutido propostas de reforma política que incluem o fim da reeleição para cargos do Executivo e a extensão dos mandatos. Essas mudanças tentam aprimorar o sistema político, promovendo maior equilíbrio e transparência nos processos eleitorais.  

    Logo, a reeleição permanece um tema central nas discussões sobre a qualidade da democracia e a eficácia governamental. Equilibrar a continuidade administrativa com a necessidade de renovação política é um desafio constante para legisladores e eleitores em todo o mundo. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom FRB Subseção/SP  

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB   

    Imagem: José Cruz / Ag. Brasil 

  • Renata Sene é homenageada na Câmara Legislativa do DF durante a 6ª Semana Legislativa pela Mulher

    Renata Sene é homenageada na Câmara Legislativa do DF durante a 6ª Semana Legislativa pela Mulher

    Presidente da FRB recebeu moção de louvor por sua atuação em prol do protagonismo feminino e da formação cidadã

    A presidente da Fundação Republicana Brasileira (FRB), Renata Sene, foi uma das mulheres homenageadas na cerimônia de encerramento da 6ª Semana Legislativa pela Mulher, realizada no dia 29 de maio de 2025, no auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

    A iniciativa, promovida pela Escola do Legislativo (Elegis), reconhece mulheres que têm prestado relevantes serviços à sociedade brasiliense, valorizando o protagonismo feminino e sua atuação em espaços de poder e transformação.

    A indicação de Renata partiu do deputado distrital Martins Machado (Republicanos), que destacou o trabalho da presidente à frente da FRB. Ao receber a moção de louvor, Renata agradeceu a honraria e reforçou o papel da mulher na construção de uma sociedade mais justa e plural:

    “A mulher desempenha um papel fundamental na sociedade e precisa ser reconhecida. E essa 6ª Semana Legislativa pela Mulher na CLDF vem para reforçar o valor da participação feminina. Como presidente da Fundação Republicana Brasileira, instituição que incentiva a inserção feminina nos espaços de decisões e que também oferece cursos específicos para as mulheres, é uma honra poder estar aqui para esse reconhecimento e esperando que mais mulheres sejam impactadas”, declarou.

    Além de Renata Sene, outras duas mulheres indicadas pelo deputado também foram homenageadas: Cleusa Aparecida Cardoso Gomes, líder comunitária no Varjão, e Zoe Silva Gonzaga, fundadora da Prefeitura Comunitária da Vila Planalto. Ambas foram reconhecidas por suas trajetórias de dedicação às comunidades locais.

    Saiba mais

    A Semana Legislativa pela Mulher é uma ação instituída pela Lei nº 6.106/2018 e tem como objetivo promover a equidade de gênero, valorizar a participação feminina no Parlamento e na sociedade, além de conscientizar sobre a importância do papel da mulher na atualidade.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Fotos: Carlos Gonzaga – Ascom FRB

  • Centro de Apoio aos Municípios oferece atendimento exclusivo durante a XXVI Marcha dos Prefeitos a Brasília

    Centro de Apoio aos Municípios oferece atendimento exclusivo durante a XXVI Marcha dos Prefeitos a Brasília

    Com suporte, conhecimento e estrutura, CAM oferece o melhor aos gestores municipais e fortalece a boa gestão pública

    De 19 a 22 de maio de 2025, o Centro de Apoio aos Municípios (CAM), da Fundação Republicana Brasileira (FRB), esteve presente na XXVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, promovida pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). O evento, realizado no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), reuniu milhares de prefeitos, vereadores, secretários e demais gestores municipais de todo o país.

    Com o projeto CAM em Ação – Atendimento Exclusivo para Prefeitos Republicanos, os gestores municipais ligados ao Republicanos tiveram à disposição um serviço diferenciado de consultoria e acolhimento. Por meio de uma van personalizada, os prefeitos foram conduzidos do CICB até a sede da FRB, onde receberam atendimento especializado e conheceram a estrutura do Complexo Republicano, que abriga a Fundação Republicana, a Faculdade Republicana e o diretório nacional do Republicanos.

    Durante a visita, os gestores puderam contar com orientação técnica sobre temas fundamentais da administração pública, como: demandas do FNDE, transferências governamentais, orçamento, além de orientações sobre diferentes programas ministeriais.

    A iniciativa foi elogiada pelos participantes. O vereador de Hortolândia/SP, Paulão, destacou a importância do atendimento prestado:

    “Fui abordado pela equipe ali no local da Marcha, e foi muito prazeroso poder conversar um pouco com elas. Elas me levaram até o Gabriel, que me apresentou à Fundação do partido e à nossa sede partidária. Lá, recebi informações extremamente importantes sobre o meu município, que vão me ajudar no processo de fiscalização.

    Ao mesmo tempo, descobri que a própria Fundação tem uma estrutura à disposição de prefeitos e vereadores, para auxiliar, orientar e ajudar gratuitamente. Isso me deixou muito feliz, pois percebi que faço parte de um partido que investe numa estrutura como essa para beneficiar seus filiados e, de forma geral, as cidades.

    Fiquei ainda mais feliz ao saber que esse apoio não é restrito apenas aos Republicanos, mas está disponível para todos que procuram a Fundação. Então, parabéns, Republicanos, por todo esse trabalho. Nós temos um partido de verdade, comprometido com um projeto político sério para o Brasil.”

    Para o coordenador do CAM, Fábio Vidal, o trabalho realizado durante a Marcha reforça o compromisso da Fundação com a qualificação e o fortalecimento da gestão pública municipal.

    “A Marcha dos Prefeitos chegou ao fim, mas os serviços do CAM, o Centro de Apoio aos Municípios, continuam. Nossos consultores seguem à disposição dos líderes municipais. Não deixe de contar com a nossa equipe. Estamos aqui para ajudar você”, afirmou.

    Os gestores interessados em agendar atendimento com o CAM podem entrar em contato pelo telefone: (61) 99506-3125.

    Mais do que fortalecer a gestão pública, o CAM promove conexão, suporte técnico e compromisso com o desenvolvimento dos municípios.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Fotos: Carlos Gonzaga – Ascom FRB