Categoria: Atuação Republicanos

  • Zona Oeste recebe 17ª edição do programa Cuidar da Cidade

    Rio de Janeiro (RJ) – O prefeito Marcelo Crivella (PRB) acompanhou nesta quarta-feira (26), mais uma edição – a 17ª – do Cuidar da Cidade. Desta vez, as ações do governo municipal aconteceram na Cidade de Deus, na Zona Oeste. O programa de zeladoria, iniciado em janeiro, já solucionou mais de 15 mil demandas enviadas à Central 1746 ou constatadas pelos técnicos da Prefeitura em diversos bairros. A estimativa agora é solucionar 30 chamados feitos pela população e concentrar as ações no entorno da da Avenida Edgar Werneck. No interior da comunidade, redes de esgotos foram desobstruídas, árvores foram podadas e iluminação pública restabelecida em várias ruas. Crivella falou da importância do programa para as comunidades.

    “Essas ações que chamamos de Cuidar da Cidade, seu bairro mais bonito, são motivadas pelas ligações do 1746. Quanto mais ligações, mais prioridade tem o pedido. Aqui na Cidade de Deus nós tínhamos uma grande urgência, que é dragagem do Rio (Grande) que passa no meio da comunidade. E a hora de dragar é agora, que não tem chuva. Quando chegar outubro, novembro dezembro, a tragédia já está consumada. Então as máquinas já estão trabalhando. Mas não é isso, não. Estamos arrumando a pracinha, trocando as lâmpadas que estão queimadas, fazendo poda de árvores, os calceteiros estão cuidando das calçadas, tem tapa-buraco, estamos fazendo a drenagem da nossa rede de bueiros que estão entupidos. E vamos começar ainda hoje uma grande reforma no posto de saúde, o Hamílton Land, que é muito usado pela comunidade e que precisa de reforma do portão ao telhado. Também vamos dar mais atenção ao saneamento básico – garantiu Crivella, que percorreu ruas com moradores até a localidade conhecida como Karatê.

    Além dos serviços de poda de árvore, tapa-buracos, desobstrução de galerias de águas pluviais, retirada de entulhos e melhorias na sinalização viária, houve vacinação antirrábica para cães e gatos e campanha de coleta seletiva de resíduos.

    De acordo com o líder comunitário Francisco José dos Santos, na localidade do Karatê vivem 15 mil, dos cerca de 80 mil habitantes da Cidade de Deus.

    “A visita do Crivella nos trás esperança de melhoria de qualidade de vida para nossa região, que tem um dos piores IDHs do Rio e aguarda ansiosamente pelas ações do poder público. Pela primeira vez um prefeito anda a pé por aqui, checando os pedidos de melhorias, feitos em abaixo-assinado com cerca de 7 mil assinaturas”, afirmou Francisco.

    Entre as reivindicações que serão atendidas pela Prefeitura estão a construção de um centro esportivo e cultural no Karatê; a limpeza e dragagem do Rio Grande; reformas em escolas e posto de saúde, e retorno da linha de ônibus 803, que liga o bairro a Madureira, na Zona Norte.

    Moradores há 58 anos na Cidade de Deus, o aposentado João da Silva, de 80 anos, e a esposa, Inez de Souza, de 75, exaltaram as ações da prefeitura. “Ruas mais limpas e com mais linhas de ônibus, já nos ajudam muito. Enfim estão olhando por nós”, resumiu João.

    A estudante Rafaela Cristina da Silva, de 32 anos, aproveitou para levar Lua, uma cadela vira-lata que ela pegou abandonada na comunidade, para tomar vacina contra a raiva. “Ela estava cheia de ferimentos, que hoje estão curados. Só faltava mesmo a vacina contra a raiva”, comentou.

    Segundo a médica veterinária Eucy Galamba, da equipe de Vigilância Sanitária do Município, foram disponibilizadas mil vacinas anti-rábicas. Em menos de uma hora, 17 cães já tinham sido vacinados.

    “A vacinação, que é gratuita, é importante, para continuarmos mantendo o Rio longe da raiva animal, cujo último caso se deu em 1995. Só a vacina protege contra surtos”, advertiu Eucy, ressaltando que atualmente pelo menos 100 cães são vacinados diariamente na cidade, por equipe volante e em dois postos, um em São Cristóvão e outro em Santa Cruz.

    Paulo César dos Santos, diretor da Rio Luz, disse que somente nas primeiras horas foram trocadas 30 lâmpadas. “Também estamos substituindo luminárias danificadas, que deixam luzes acesas de dia, e regularizando ligações de energia”, destacou Paulo César.

    Vários bairros atendidos e milhares de problemas resolvidos

    O Cuidar da Cidade estabelece um calendário de ações que mobiliza diversos órgãos municipais. Atuam servidores da Secretaria Municipal de Conservação (Seconserva), Comlurb, Rioluz, Fundação Parques e Jardins e CET-Rio, Guarda Municipal e secretarias de Saúde e Educação.

    Criado pelo prefeito Marcelo Crivella e desenvolvido pela Secretaria Municipal da Casa Civil, em conjunto com o Centro de Operações Rio (COR) e a Central 1746, o programa já passou pelos seguintes locais:

    Zona Norte

    – Tijuca/Praça Afonso Pena;
    – Tijuca/Praça Saens Peña;
    – Ilha do Governador;
    – Rocha Miranda;
    – Méier;
    – Vigário Geral;
    – Pavuna.

    Zona Oeste

    – Padre Miguel;
    – Santa Cruz;
    – Campo Grande;
    – Inhoaíba;
    – Campo Grande / Conjunto da Marinha;
    – Vila Valqueire;
    – Pechincha.

    Zona Sul

    – Leblon.

    Texto: Ascom – Prefeitura do Rio de Janeiro

  • Crivella abre semana “Rio sem Drogas”

    Rio de Janeiro (RJ) – O prefeito Marcelo Crivella (PRB) abriu na quarta-feira (26), no Palácio da Cidade, em Botafogo, o seminário que deu início à 2ª Semana Rio Sem Drogas. O evento, organizado pela Coordenadoria de Políticas Antidrogas da Prefeitura, reúne especialistas no assunto e promove capacitação para profissionais de instituições e comunidades terapêuticas que trabalham na recuperação e na reinserção social de usuários de álcool e drogas.

    “A vitória contra as drogas é possível. E o trabalho das comunidades terapêuticas é fundamental. A melhor mensagem que a Prefeitura pode dar à cidade é a de que estamos de portas abertas, com vencedores, àqueles que também queiram vencer a luta contra as drogas”, discursou Crivella.

    A data de abertura do seminário é também a que se celebra o Dia Internacional de Combate às Drogas, instituído pelo Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC). No cenário municipal, o enfoque é dado, principalmente, a três aspectos: prevenção, atenção e reinserção.

    “Nós abraçamos na cidade a ideia das comunidades terapêuticas. Construímos um código de atividade e fizemos uma portaria para regulamentar o licenciamento sanitário. Hoje, com alegria, vemos que há 23 comunidades terapêuticas com licenciamento sanitário no Rio, e funcionando para ajudar pessoas na luta contra as drogas”, destacou a subsecretária municipal de Vigilância Sanitária, Márcia Rolim.

    As ações para chamar a atenção da sociedade para a luta antidrogas incluem ainda uma caminhada na Orla de Copacabana, no próximo domingo, dia 30, das 10h às 13h (do Posto 5 ao 3), e um evento de encerramento no domingo seguinte, dia 6 de julho, das 9h às 13h, no Parque de Madureira.

    “A droga é uma doença que não tem cura, e sozinho ninguém consegue sair. Esse apoio da Prefeitura às instituições representa muito para a gente. Meu filho hoje está em tratamento, e tomara que ele consiga se resgatar”, disse o sambista, cantor e compositor Tico do Gato, emocionado ao relatar o drama pessoal que vive com o filho, dependente de drogas.

    A música tema da caminhada em Copacabana, cujo objetivo é mobilizar mais e mais pessoas a participar da prevenção às drogas e da promoção da saúde, foi composta por um ex-usuário, o cantor Cidinho Mendes, há 14 anos livre dos entorpecentes. Em ‘Filhos da Terra’, ele faz a convocação: “Vem, entre comigo nessa guerra para salvar os filhos desta terra”.

    “Uma das maiores preocupações nossas este ano tem sido apoiar ações de atenção e acolhimento de usuários de drogas que ficam na Avenida Brasil. Quando começamos a atuar ali, havia mais de 200 pessoas nessa situação, e hoje isso caiu a só 10%, em torno de 20 a 25. Temos uma equipe comprometida em ajudar essas pessoas e estamos obtendo resultados favoráveis”, disse o coordenador de políticas antidrogas da Prefeitura do Rio, Douglas Manassés.

    Texto: Ascom – Prefeitura do Rio de Janeiro
    Foto: Marcelo Piu

  • Campanha de Prevenção ao Suicídio e Automutilação é lançada em GO

    Goiânia (GO) – O deputado estadual Jeferson Rodrigues (PRB-GO) lançou na quarta-feira (19), a Campanha de Prevenção ao Suicídio e Automutilação da Criança e do Adolescente, na Assembleia Legislativa de Goiás. O evento ocorreu às 9h com a presença da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

    “Vamos trazer parcerias, campanhas de prevenção e treinamento. Inclusive com atendimento por telefone”, enfatizou a ministra.

    Jeferson Rodrigues deu as boas-vindas a ministra e destacou que, independentemente de crédulo religioso ou de condição social, a família deve ser defendida por todos e que os valores ensinados pelos pais enobrecem e prepara para as adversidades da vida. “Mas quando isso não acontece, aquele indivíduo passará a ser uma pessoa desequilibrada e despreparada emocionalmente para os embates que ela terá na sua existência”, disse o republicano.

    O parlamentar reforçou seu posicionamento contra a Ideologia de gênero, a luta contra a violência contra a mulher, idosos, crianças, adolescentes e jovens, e contra o feminicídio.

    Além da ministra Damares Alves, participaram do lançamento o deputado federal João Campos (PRB-GO); o deputado estadual Rafael Gouveia; além de representantes do Governado de Goiás, do Tribunal de Justiça de Goiás; dos Direitos Humanos; da Prefeitura de Goiânia; e do Ministério Público.

    Texto e foto: Ascom – deputado estadual Jeferson Rodrigues
    Edição: Agência PRB Nacional

  • Projeto social recebe cessão de uso de terreno municipal no Rio de Janeiro

    Rio de Janeiro (RJ) – O prefeito Marcelo Crivella (PRB) fez nesta segunda-feira (24), a entrega da cessão de uso de um terreno municipal para ampliação de um projeto social que existe há 26 anos e beneficia centenas de crianças em Santa Cruz. A Associação de Mulheres do Parque Florestal, localidade do bairro da Zona Oeste, oferece gratuitamente aulas de reforço escolar a 200 crianças e adolescentes entre 6 e 15 anos. Com a cessão do terreno, de quase 7 mil metros quadrados, pela Prefeitura, pelo período de 20 anos, prorrogáveis por mais 20, a estimativa é de que o atendimento seja estendido a até mil estudantes, a grande maioria da rede municipal de ensino.

    Crivella lembrou que hoje foi dado o primeiro passo para a construção de um antigo sonho da comunidade. “Agora é levar o projeto para o Urbanismo (Secretaria Municipal) para verificar se está tudo dentro dos padrões. Os arquitetos da Prefeitura também vão contribuir para fazer um projeto bonito. Uma vez que o projeto estiver pronto, vamos dar início às obras. Vai ficar tudo bem bacana para nossas crianças de Santa Cruz. Esse terreno era um patrimônio da Prefeitura, mas agora será um patrimônio dessas crianças, de todos nós. Quando essa obra ficar pronta, que exista dentro dessa escola o sentimento de paz, de amor”, disse Crivella.

    O projeto foi criado há 26 anos pela professora Elizete da Rocha da Silva, aposentada da rede estadual de Educação e presidente da Associação de Mulheres do Parque Florestal. Os alunos recebem aulas principalmente de Matemática e Português, mas também é oferecido reforço em outras disciplinas, dependendo da necessidade. Há crianças, inclusive, que são alfabetizadas no programa, que funciona no contra-turno. Ou seja, quem estuda à tarde na escola regular, tem reforço escolar de manhã e vice-versa.

    “Uma hora de aula de reforço custa cerca de R$ 100. As famílias não podem pagar. Nós oferecemos esse serviço gratuitamente. Cada criança tem duas horas de aula de reforço. Hoje temos nove turmas, e mantemos quatro salas num local em que pagamos aluguel, graças à ajuda de parceiros na iniciativa privada”, contou Elizete. Segundo ela, a nova sede terá dois andares e será concluída até o final do mandato de Crivella. O projeto funcionará também em parceria com a siderúrgica Ternium Brasil, que já apoia as ações da unidade há oito anos. O prédio prevê aproveitamento de energia solar e água de chuva reciclada em seu funcionamento.

    A fila de espera do programa atualmente é de 300 crianças e adolescentes. A cessão do terreno vai permitir a construção de mais salas de aula, quadra poliesportiva, piscina, e a ampliação do serviço. Com o apoio da Ternium Brasil, parceira da iniciativa social cuja sede fica também em Santa Cruz, a Associação de Mulheres do Parque Florestal espera atender cinco vezes mais alunos do que atualmente. As novas instalações, num espaço maior, deverão estar prontas em seis meses, segundo Elizete. Tudo será construído com dinheiro privado, a partir de doações.

    Mais que um reforço escolar

    Para Rosane Antero dos Reis, de 49 anos, mãe de Vitor Hugo, de 11, e Maria Vitória, de 14, ambos integrantes do projeto, o reforço escolar vai além do ensino fora dos colégios. “Aqui eles aprendem até a se comportar melhor em casa”, acrescenta Rosane.

    Para Priscila Ribeiro, 32 anos, mãe de Ana Lúcia, de 12, e Jamile, de 5 meses, a construção de uma sede própria lhe traz esperança. “Além da Ana Lúcia, sei que Jamile e outras crianças da região também serão beneficiadas no futuro”, disse.

    Texto: Ascom – Prefeitura do Rio de Janeiro
    Foto: Marcos de Paula

  • PRB/Republicanos: em defesa da indústria forte e tecnológica

    Olá, republicanos de todo Brasil:

    É possível combinar os ideais do liberalismo econômico com uma política industrial? Os mais radicais dirão que não, que o Estado deve intervir o mínimo possível e que deve apenas criar um ambiente favorável aos negócios, com um sistema tributário simplificado, inflação e taxas de juros baixas e menos regulações, isso sem falar no câmbio. Eles estariam corretos se o país em questão fosse outro, não o Brasil.

    Somos um caso ímpar no mundo e justamente por isso nós, do PRB/Republicanos, entendemos que é preciso haver uma ‘transição’ para uma economia aberta. Vou explicar de maneira objetiva e resumida.

    Como é possível pressupor que a indústria têxtil brasileira, por exemplo, dispute em condições de igualdade o mercado com empresas estrangeiras tendo que superar todo o emaranhado burocrático interno, o chamado “Custo Brasil”? Não vai conseguir. Não nos termos de hoje.

    Para os radicais, se a indústria vai sobreviver ou não pouco importa. A verdade é que estes ‘xiitas’ do liberalismo querem mesmo é que a indústria nacional morra. Acreditamos que não é por aí. Fica a impressão de que o desmantelamento da produção doméstica parece mais a concretização de uma narrativa do que uma solução efetiva para os problemas reais.

    Todos os países, de um jeito ou de outro, contam com políticas de incentivo para a indústria. Não custa lembrar que, em 2009, o então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, injetou US$ 60 bilhões na GM e na Chrysler para salvar as duas maiores montadoras do país. O governo conseguiu recuperar boa parte do dinheiro e foram salvos mais de 1,5 milhão de empregos, segundo o próprio Obama. Não agiu do modo ideal, mas fez o que era possível.

    De forma mais abrangente, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou em 2017 um estudo que revelou o aumento do interesse dos países desenvolvidos em novas políticas voltadas à indústria de transformação. Dentre os fatores que os levaram a reconsiderar os méritos dessa estratégia destacam-se:

    – A crise financeira e econômica de 2008-09, que explicitou desequilíbrios estruturais e tornou necessária a busca de novas fontes de crescimento;

    – A perda da capacidade de produção manufatureira e a concorrência crescente de países emergentes;

    – As perspectivas de uma nova revolução industrial baseada em ciência e tecnologia – a famosa Indústria 4.0.

    Essa nova perspectiva de política industrial se caracterizaria pelas seguintes diretrizes:

    – Foco na melhoria das condições estruturais: leis de concorrência, segurança jurídica, abertura comercial e disponibilidade de trabalhadores qualificados;

    – Apoio aos vínculos entre os atores (empresas, universidades, indivíduos, intermediários);

    – Apoio tecnológico upstream: o suporte governamental se concentra mais no estágio à montante e para tecnologias genéricas;

    – Apoio ao empreendedorismo e às startups: novas empresas são essenciais para o desenvolvimento de inovações em vários campos tecnológicos e auxiliam a manter a imprescindível pressão concorrencial sobre as empresas estabelecidas;

    – Atração de multinacionais estrangeiras e fortalecimento do papel das empresas domésticas nas cadeias globais de valor.

    Alguns exemplos pelo mundo:

    Na França, o governo lançou, em setembro de 2013, o programa “Nova França Industrial” (NFI) composto de 34 planos de reconquista industrial, com objetivo de apoiar a modernização de todas as empresas para utilização de tecnologias digitais. Em 2015, os 34 planos do NFI foram agrupados em dez Soluções Industriais com enfoque em mercados com alto potencial de crescimento: novos recursos (biomateriais e recicláveis), cidade sustentável, mobilidade ecológica, transporte de amanhã, medicina do futuro, economia de dados, objetos inteligentes, segurança digital, alimentos inteligentes e indústria do futuro. Para a maioria das soluções foram fixadas metas quantificadas.

    Nos Estados Unidos, o orçamento de 2016 previa US$ 2,4 bilhões para o financiamento de atividades de P&D na indústria de transformação avançada em suporte ao esforço nacional visando reunir indústria, universidades e governo federal para investir em tecnologias emergentes. Além de criar empregos industriais de alta qualidade, esses investimentos irão expandir as atividades de P&D em processos de produção inovadores, materiais industriais avançados e robótica. Igualmente, irão apoiar esforços em curso de promoção do empreendedorismo e da transição entre as descobertas e comercialização.

    A Alemanha, governada pela premiê Angela Merkel, de centro-direita, anunciou em fevereiro que vai intensificar esforços para proteger setores importantes de aquisições e da concorrência de estrangeiros. O objetivo, disse o governo, é “ajudar as empresas alemãs a manter e reforçar sua liderança em uma dezena de áreas – do setor automobilístico ao de máquinas-ferramentas e produtos químicos”. A estratégia industrial – a primeira adotada por um governo alemão pós-guerra – representa “uma reviravolta num país que, ao menos no discurso, há muito insiste que os mercados deveriam ser livres, e a empresas devem tomar suas próprias decisões”.

    Nós, republicanos, queremos sim um Estado menor, mais enxuto, menos paternalista, cujas empresas dependam cada vez menos do governo e cada vez mais de si próprias. Mas o Brasil, bem, ainda é o Brasil. Como eu escrevi na semana passada, somos a nona economia do mundo, mas ocupamos as últimas posições em rankings internacionais de competitividade. Leia novamente aqui.

    Precisamos avançar em todas as reformas ao passo que a indústria não pode ser abandonada. Em nosso novo programa partidário nos propomos trabalhar para que as reformas estruturantes permitam a construção de um setor produtivo nacional forte e inovador, com apoio a quem produz riqueza, aspirando a ampliação da presença dos produtos nacionais no mundo.

    Por isso o PRB/Republicanos defende:

    – O incentivo às novas tecnologias e à Indústria 4.0 na produção e integração de cadeias de bens e serviços;

    – O fortalecimento e a digitalização da produção agrícola nacional, com aumento da qualidade dos alimentos e agregação de valor ao produto;

    – A revisão e modernização de marcos regulatórios anacrônicos contrários ao desenvolvimento industrial, como as Normas Regulamentadoras;

    – As micro e pequenas empresas, que representam a maior fatia do mercado empreendedor e empregam a maior parte dos trabalhadores;

    – O apoio ao desenvolvimento de plataformas de produtos e comércio eletrônico.

    Fui ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços por dois anos. Estou convicto de que este é o melhor caminho para o desenvolvimento do setor produtivo do Brasil. Rejeitamos qualquer tentativa de desmoralizar e desmobilizar a indústria nacional por qualquer motivo que seja, especialmente ideológico. Por isso afirmo que é possível sim combinar o liberalismo consciente com uma política industrial moderna, atenta ao que tem sido realizado pelos países mais desenvolvidos.

    Espero que cada republicano em todo Brasil incorpore essa visão.

    Boa semana a todos.

    Marcos Pereira
    Presidente Nacional do PRB/Republicanos
    Vice-Presidente da Câmara dos Deputados

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  • ProUni deve divulgar hoje resultado de primeira chamada

    O resultado da primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) será divulgado hoje (18), na página do programa. Para assegurar a bolsa de estudos, os estudantes que foram selecionados devem, a partir desta terça-feira, ir às instituições de ensino e comprovar as informações fornecidas na hora da inscrição.

    No site do ProUni está disponível a lista da documentação necessária.

    Cabe aos estudantes verificar, nas instituições de ensino para as quais foram selecionados, os horários e o local de comparecimento para a aferição das informações. O prazo para que isso seja feito vai até o dia 25 de junho.

    Aqueles que não foram selecionados têm ainda outras chances. No dia 2 de julho seja divulgada a lista dos aprovados em segunda chamada. Os candidatos podem, ainda, participar da lista de espera nos dias 15 e 16 de julho.

    Ao todo, serão ofertadas para o segundo semestre deste ano 169.226 bolsas de estudos em instituições particulares de ensino superior, sendo 68.087 bolsas integrais, de 100% do valor da mensalidade e 101.139 parciais, que cobrem 50% do valor da mensalidade.

    As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. As bolsas parciais contemplam os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos.

    Quem pode participar

    Podem participar do ProUni candidatos que não tenham diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018.

    Além disso, os estudantes precisam ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsista integral.

    É preciso ter obtido ainda nota mínima de 450 pontos na média aritmética das notas obtidas nas provas do Enem.

    O cálculo é feito a partir da soma das notas das cinco provas, dividida por cinco. Outra exigência é a de que o aluno não tenha tirado zero na redação.

    Também podem se inscrever no programa estudantes com deficiência e professores da rede pública.

    Fonte: Agência Brasília

  • Vans e ambulância vão reforçar a saúde de Amélia Rodrigues

    Amélia Rodrigues (BA) – O deputado federal Márcio Marinho (PRB-BA) entregou, nesta segunda-feira (17), duas vans e uma ambulância zero km para a Prefeitura de Amélia Rodrigues. Os veículos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar destinada pelo republicano e vão reforçar as ações de saúde no município.

    As duas vans têm capacidade para 16 pessoas e serão utilizadas no transporte de pacientes dos atendimentos eletivos. Já a ambulância ficará à disposição para emergências da saúde.

    Em agradecimento, o prefeito Paulo Falcão (PRB) homenageou Marinho com uma placa. “Essa placa é um reconhecimento do nosso município a um deputado que realmente tem trabalhado por nós. Além dos equipamentos que hoje estamos recebendo, ele já destinou a verba para um ginásio de esportes, calçamento e pavimentação de diversas ruas. Só temos a agradecer por todo o investimento”, ressaltou.

    Márcio Marinho ressaltou a importância da parceria em prol dos municípios. “Nos últimos anos, já encaminhei mais de R$ 4 milhões à cidade de Amélia Rodrigues. Esses veículos somarão ao trabalho que já está sendo realizado, trazendo mais agilidade e eficiência no atendimento prestado pela Secretaria Municipal de Saúde. Quando investimos na saúde, estamos cuidando das pessoas”, destacou.

    O parlamentar aproveitou o momento para anunciar o encaminhamento de mais R$ 1,5 milhão para a atenção básica de saúde.

    Texto: Ascom – deputado federal Márcio Marinho
    Fotos: Dila Cruz

  • PRB/Republicanos: menos Estado, mais liberdade para empreender

    Olá, republicanos de todo o Brasil:

    O Brasil é a nona maior economia do mundo, já foi a sexta, porém ocupa as piores posições em todos os ranking que avaliam índices de competitividade, ambiente de negócios favorável e desenvolvimento. Apesar da realidade ainda ser dura, algumas medidas tomadas nos últimos dois anos provaram que se fizermos a lição de casa, isto é, reformas e revisões administrativas, é possível avançar.

    No relatório Doing Business (Fazendo Negócios), do Banco Mundial, divulgado no final de 2018, conseguimos subir 16 posições no ranking de ambiente de negócios, de 125º para 109º. Os dados revelaram que o Brasil foi o país da América Latina que apresentou avanços em um maior número de áreas avaliadas.

    Não posso deixar de mencionar que três das principais áreas responsáveis por colocar o país numa posição melhor foram executadas durante a minha gestão e a gestão do ex-ministro Marcos Jorge, nosso colega republicano, no então Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

    O Banco Mundial atestou que a introdução do Certificado de Origem Digital e do Portal Único de Comércio Exterior ajudou a reduzir pela metade o tempo necessário para importação e exportação. Isso significa maior eficiência e menor prejuízo. Outra melhora significativa foi a redução de tempo para se abrir uma empresa, com o novo sistema online. Com isso, o procedimento caiu de 82 para 20 dias.

    Outras áreas com melhora substantiva foram a facilitação do crédito e fornecimento de energia. Apesar deste resultado significativo, o país ainda patina em diversos setores, como pagamentos de impostos (está entre os 10 piores), obtenção de alvarás de construção e foi orientado a melhorar o Índice de Eficiência dos Direitos Legais.

    No ranking Anuário de Competitividade Mundial (World Competitiveness Yearbook), realizado pela escola suíça IMD, nosso país ficou na 59ª posição entre 63 avaliados. O estudo também apontou deficiências na competitividade, como a baixa eficiência do governo (que engloba subfatores como finanças públicas, política fiscal, estrutura institucional, legislação de negócios e estrutura social).

    No levantamento, o Brasil ficou em último lugar (63º) em taxa de juros (média de 32,2% ao ano em 2018 enquanto a média de todos os países pesquisados é de 3,89%). Outros desempenhos ruins foram compliance dos contratos públicos (62º), burocracia (62º), balanço das contas governamentais (62º), corrupção (58º) e transparência (51%).

    Esse ambiente tóxico prolongado pode deteriorar ainda mais nossa capacidade produtiva que já sofre para enfrentar concorrentes internacionais em condições muito melhores que as nossas. Mais do que possível, é necessário realizar as reformas (previdenciária, tributária e administrativa), reduzir ao máximo a burocracia, cortar despesas e tirar o Estado de cima dos ombros de quem quer gerar riqueza.

    Nós, do PRB/Republicanos, entendemos que a liberdade para empreender e a independência econômica, aliadas ao progresso tecnológico, são os melhores caminhos para a prosperidade da nação.

    Por isso defendemos a livre iniciativa, a reforma fiscal (tributária) e redução de impostos, a simplificação tributária, a redução do déficit e o equilíbrio das contas, o corte substancial de gastos públicos, a desburocratização sistemática e a meritocracia nas relações de trabalho.

    Em destaque, também somos amplamente favoráveis ao fortalecimento do empreendedorismo de base tecnológica a partir dos ecossistemas de startups e scaleups, cientes de que o mundo digital e inovador já é uma realidade. É preciso encarar as mudanças em curso e entender que economia digital, inteligência artificial, blockchain, indústria 4.0 e demais plataformas escaláveis não são coisas de filmes futuristas.

    Vamos elaborar e defender propostas que caminhem nesse sentido. De Norte a Sul do Brasil, mesmo nas assembleias e câmaras municipais, onde tiver um republicano tem que haver um agente defensor destas iniciativas. Outros modelos falharam. É hora de fazer o que tem que ser feito.

    Boa semana.

    Marcos Pereira
    Presidente Nacional do PRB/Republicanos
    Vice-Presidente da Câmara dos Deputados

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  • PRB/Republicanos: menos impostos, mais investimentos

    Olá, republicanos de todo o Brasil:

    O escritor Mário Quintana afirmou: “Democracia é oportunizar a todos o mesmo ponto de partida. Quanto ao ponto de chegada, depende de cada um.”

    O grande desafio do Brasil é justamente criar condições de igualdade produtiva para que todos possam, por si mesmos, alcançar o sucesso econômico, acadêmico e pessoal. As leis, a burocracia, o excesso de impostos e a ineficiência do Estado são os maiores entraves para a construção desse ambiente essencial para a competição.

    Há um círculo vicioso que precisa ser rompido: com um Estado pesado demais, empresários evitam investir, que por consequência não geram empregos, fazendo com que as pessoas fiquem dependentes do Estado, que precisa de mais dinheiro para sustentar essa estrutura. De onde o Estado tira esse dinheiro? Impostos. Não tem outro jeito. A conta é simples assim.

    Governo nenhum gera emprego. Mas governos podem atrapalhar ou ajudar nesse processo produtivo.

    Vamos a um comparativo externo. Sob a presidência de Donald Trump, os Estados Unidos vivem hoje um momento de pleno emprego, produtividade crescente e estabilidade. O número de desempregados está abaixo dos 4%. Já a Venezuela, de Nicolás Maduro, mergulhada na crise, vive o oposto: desemprego, recessão e inflação descontrolada.

    Trump defende reinvestimentos industriais, fortalecimento da produção nacional e atração de novos investimentos, alcançados a partir da redução de impostos que promoveu por lá. Maduro aposta na estatização, no controle absoluto dos meios de produção, da mídia, e na eterna luta “contra o imperialismo”.

    O inimigo não está lá fora. Está aqui dentro. Esse é o nosso caso. O maior inimigo do Brasil é o próprio Brasil. Enquanto não enxugarmos a máquina pública, desestatizar e cortar impostos, serão poucos os valentes com coragem de investir no País. A insegurança jurídica e a instabilidade política também são elementos desencorajadores que pesam na decisão.

    Em nosso novo programa partidário, nós do PRB/Republicanos defendemos um Estado menor, desburocratizado, com menos impostos, eficiente naquilo que lhe compete, produtivo e tecnológico. A autonomia financeira das pessoas é o que garante a estabilidade, a segurança e o progresso de um país. Esse é o único caminho para um futuro melhor.

    Por isso nós apresentamos, apoiamos e estimulamos iniciativas que busquem aperfeiçoar nosso sistema. Isso vale para todas as esferas de governo.

    Boa semana.

    Marcos Pereira
    Presidente Nacional do PRB
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  • Rota 2030: Marcos Pereira expõe vantagens de modernizar mercado automotivo em Simpósio na Câmara

    Brasília (DF) – O deputado federal Marcos Pereira (PRB-SP) foi um dos palestrantes no Simpósio Caminhos Sustentáveis: o RenovaBio no Rota 2030, que aconteceu na manhã desta quinta-feira (30) na Câmara dos Deputados. Na oportunidade, foi reinstalada a Frente Parlamentar pela Valorização do Setor Sucroenergético, que tem como presidente o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania/SP).

    Marcos Pereira foi convidado para falar sobre sua experiência como ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, na construção do programa Rota 2030. O parlamentar destacou o trabalho feito a várias mãos com a ajuda do governo federal, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças).

    Rota 2030: Marcos Pereira expõe vantagens de modernizar mercado automotivo em Simpósio na Câmara

    “Conseguimos concluir esse trabalho ainda em setembro de 2017, ano em que o programa automotivo Inovar-Auto iria expirar e precisávamos trazer uma nova política industrial para o Brasil. Sabemos da relevância da indústria automotiva para o nosso país, que emprega quase 1,6 milhão de pessoas e gera a arrecadação de mais de 40 bilhões de reais para os cofres públicos anualmente. Focamos em agregar tecnologias avançadas que fazem parte da indústria 4.0, a chamada quarta revolução industrial, que já está presente na indústria automotiva”, explicou.

    De acordo com Marcos Pereira, o Brasil possui 26 montadoras instaladas em 10 estados e só em São Paulo há 27 unidades industriais do setor, que representam a maioria da indústria automotiva do Brasil. “O Rota focou em algumas premissas básicas, como a eficiência energética, e esse tema está de acordo com a pauta desta Frente que reinstalamos hoje. Num futuro próximo teremos carros híbridos que utilizam biocombustíveis. Pela primeira vez o Brasil tem um programa automotivo que olha para o futuro e para as próximas gerações. Biocombustível e eficiência energética são temas que devem ser tratados como políticas de Estado e não de Governo”, ressaltou o republicano.

    Pereira lembrou que esse programa também induz a um comportamento inovador do brasileiro, principalmente em relação aos biocombustíveis. “Em termos de vantagem econômica e ecológica, o etanol brasileiro está muito à frente. Ele é referência mundial de tecnologia e inovação e ocupa apenas 2% na área agrícola do Brasil nas plantações de cana de açúcar. Sabemos que o álcool produzido nos EUA, na China e na Europa, é diferente porque ele compete diretamente com produtos alimentícios, o que não é o caso do Brasil”, argumentou.

    Por fim, o deputado Marcos Pereira informou que além da modernização automotiva, o programa prevê uma redução de custos com acidentes e redução das mortes no trânsito. Segundo ele, espera-se entre 2022 e 2027 uma redução de 48 bilhões de reais em razão de uma maior segurança veicular que esse programa pretende ampliar.

    Participaram do painel “Rota 2030” o presidente da Consultoria DATAGRO e integrante do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), Plínio Mário Nastari, o representante da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Henry Joseph Júnior, e o Executivo do Ministério da Economia, Igor Calvet.

    Texto: Mônica Donato / Ascom – Liderança do PRB 
    Fotos: Douglas Gomes