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  • Um ano de gestão, novos horizontes: Renata Sene e a força de uma liderança que inspira

    Um ano de gestão, novos horizontes: Renata Sene e a força de uma liderança que inspira

    À frente da Fundação Republicana Brasileira, presidente fortalece agendas históricas, amplia conexões e projeta a instituição no cenário internacional

     

    Brasília/DF – Tudo começa com um propósito. E foi com esse espírito que, na manhã do dia 25 de fevereiro de 2025, teve início um novo capítulo na história da Fundação Republicana Brasileira (FRB). Naquele momento, o que havia sido planejado e aguardado por muitos tornava-se realidade: Renata Sene assumia oficialmente a presidência da instituição.

    Era a chegada da sétima presidente da Fundação e apenas a segunda mulher a ocupar o cargo, marcando a continuidade de um ciclo pautado por inovação, transformação e fortalecimento institucional. Mais do que uma mudança de gestão, iniciava-se uma nova fase, com impacto não apenas para os colaboradores, mas para todos os cidadãos alcançados pelas ações da FRB.

    Desde o primeiro dia, Renata trouxe consigo uma visão clara: era preciso ampliar o alcance da Fundação, fortalecer suas entregas e mostrar, ainda mais, o propósito e a relevância do trabalho desenvolvido. Com esse direcionamento, a equipe abraçou o desafio. Mudanças foram implementadas, processos foram atualizados e, sobretudo, consolidou-se uma nova mentalidade institucional, que permitiu transformar planejamento em resultados concretos.

    Ao longo deste primeiro ano, a FRB alcançou feitos históricos. Espaços antes considerados distantes tornaram-se realidade. Com habilidade de articulação, visão estratégica, empatia e o apoio de uma equipe comprometida, a presidente conduziu a Fundação a novos patamares, ampliando sua presença e relevância nos cenários nacional e internacional.

    A liderança de Renata Sene é marcada pela valorização das pessoas e pela construção coletiva. Sua forma de conduzir inspira confiança, incentiva o desenvolvimento e fortalece o espírito de equipe. Com simplicidade, proximidade e firmeza de propósito, consolidou uma cultura baseada na verdade, no respeito e no compromisso com resultados que impactam positivamente a sociedade.

    Esse primeiro ano também reforça o caráter singular da FRB: a primeira e única fundação partidária da América Latina que mantém uma faculdade reconhecida oficialmente pelo sistema educacional brasileiro. Como presidente da instituição mantenedora, Renata tem fortalecido o compromisso com a formação cidadã e a qualificação de lideranças.

    Expansão nacional e protagonismo internacional

    Com poucos meses de gestão, a Fundação já operava em ritmo intenso. Entre maio e novembro, percorreu o país com o programa FRB Mobiliza – Comunicação e Liderança, realizado em formato presencial e on-line, promovendo capacitação e fortalecendo lideranças em diversas regiões.

    Em junho, a FRB passou a integrar importantes espaços internacionais. Renata Sene participou como palestrante da 24ª Conferência Anual do Observatório Internacional da Democracia Participativa, em Córdoba, na Argentina, abordando o tema “Governança Metropolitana e Cooperação

    Federativa”. Em seguida, representou a instituição no Pan American Freedom Forum, em Orlando, um dos mais relevantes encontros sobre democracia e desenvolvimento nas Américas.

    O reconhecimento internacional se consolidou com o convite para representar o Brasil no 8º Fórum de Governos Locais e Regionais, realizado na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. A participação marcou um feito inédito: a FRB tornou-se a única fundação partidária brasileira presente nessa agenda global, dedicada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs).

    Inovação, qualificação e fortalecimento institucional

    A gestão também foi marcada por iniciativas estruturantes, como:

    • Implantação do programa de Onboarding para colaboradores do Complexo Republicanos;
    • Participação no Encontro Nacional do Mulheres Republicanas;
    • Realização de debates e rodas de conversa sobre políticas públicas e gestão;
    • Atuação na Marcha dos Prefeitos, com atendimento direto a gestores municipais na sede da FRB, em Brasília;
    • Relançamento do CAM como Centro de Inovação Municipal (CIM);
    • Participação ativa no Congresso Nacional do Jovens Republicanos;
    • Lançamento dos Cursos Livres da FRB, com certificação da Faculdade Republicana.

    A Fundação também ampliou sua presença institucional em eventos relevantes, como o Simpósio Internacional sobre Inteligência Artificial e Democracia, fortalecendo o debate sobre inovação e futuro das políticas públicas.

    Outro marco foi a celebração de convênio internacional com o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, ampliando as oportunidades de intercâmbio acadêmico e institucional.

    Ainda em 2025, durante a COP 30, no Pará, Renata apresentou o Caderno de Boas Práticas em Políticas Públicas, uma publicação inédita voltada ao fortalecimento da gestão municipal e à preparação das cidades para os desafios climáticos.

    O reconhecimento desse trabalho veio por meio de homenagens, moções e manifestações institucionais, refletindo o impacto positivo da gestão.

    Para completar esse ciclo com projeção internacional, a presidente participou do United Freedom Forum 2026, em Roma, levando ao mundo a experiência da FRB e fortalecendo conexões que ampliam oportunidades de cooperação.

    Uma trajetória que explica o presente e projeta o futuro

    Assistente social por vocação e gestora por escolha, Renata Sene construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com as pessoas e pela transformação social. Natural de Francisco Morato (SP), foi eleita prefeita por dois mandatos, alcançando 86,9% dos votos em sua reeleição, um reconhecimento expressivo de sua gestão.

    Sua atuação é reconhecida pelo foco na inclusão social, sustentabilidade e desenvolvimento regional, características que hoje também orientam sua liderança na Fundação.

    Durante a elaboração desta retrospectiva, colegas e parceiros destacaram características que definem sua essência: responsabilidade, simplicidade, sensibilidade e paixão pelo que faz. Uma liderança que transforma desafios em oportunidades e inspira aqueles que caminham ao seu lado.

    Um ano que marca o início de um legado

    Ao completar seu primeiro ano à frente da Fundação Republicana Brasileira, Renata Sene consolida uma gestão marcada por expansão, inovação e impacto real. Sua atuação fortalece o compromisso com a formação cidadã, a qualificação de lideranças e o desenvolvimento de uma política mais preparada para os desafios contemporâneos.

    Mais do que resultados institucionais, este primeiro ano revela a construção de um legado: o de uma liderança que acredita nas pessoas, valoriza o conhecimento e trabalha, todos os dias, para transformar o presente e preparar o futuro.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Fotos: Carlos Gonzaga – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB

  • FRB acompanha Audiências Públicas do TSE 2026 e reforça compromisso com a democracia

    FRB acompanha Audiências Públicas do TSE 2026 e reforça compromisso com a democracia

    NEP acompanha debates sobre as resoluções das eleições de 2026 e destaca a importância de regras mais claras, seguras e alinhadas aos desafios do ambiente digital

    Brasília/DF – A Fundação Republicana Brasileira (FRB), por meio de seu Núcleo de Estudos e Pesquisa (NEP), participou dos três dias de Audiências Públicas promovidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), realizadas de 3 a 5 de fevereiro, para discutir as resoluções que irão nortear as eleições de 2026.

    As audiências são etapas fundamentais no processo de construção e atualização das normas eleitorais. Nesse espaço, representantes da sociedade civil, partidos políticos, especialistas e instituições apresentaram sugestões e contribuições às minutas das resoluções que tratam de temas como propaganda eleitoral, prestação de contas, uso de tecnologias, enfrentamento à desinformação e regras para o ambiente digital.

    Representando a FRB, o cientista político Pedro Mendes esteve presente nos três dias de debates técnicos. Segundo ele, a participação da Fundação reforça o papel institucional da entidade na defesa da democracia e na qualificação do debate público.

    “A participação da Fundação Republicana Brasileira em eventos como esse reforça seu compromisso com o fortalecimento da democracia e da participação cidadã. As audiências públicas do TSE são espaços fundamentais de escuta e construção coletiva das regras eleitorais, e estar presente significa contribuir para normas mais transparentes, legítimas e conectadas com a realidade do país. Além disso, a FRB ajuda a aproximar esse debate técnico da sociedade, estimulando o engajamento cívico informado.”

    De acordo com as informações apresentadas pelo próprio TSE, as audiências têm como objetivo garantir maior segurança jurídica, atualizar procedimentos e ampliar a transparência do processo.

    Pedro Mendes destacou que o debate não aponta necessariamente para um endurecimento das regras, mas para maior clareza e precisão das normas:

    “Os três dias de audiências indicam que o TSE está atento às transformações do processo eleitoral, especialmente no ambiente digital. Não se trata necessariamente de regras mais rígidas, mas de regras mais claras, atualizadas e precisas. O foco é reduzir incertezas e dar mais previsibilidade ao processo eleitoral.”

    A presença do NEP nas audiências reafirma a missão da FRB de acompanhar, estudar e contribuir tecnicamente com os principais debates institucionais do país. Mais do que observar, a Fundação busca atuar de forma assertiva, fortalecendo a democracia e incentivando a participação cidadã qualificada.

    Em um cenário eleitoral cada vez mais complexo e digital, iniciativas como essa demonstram que o diálogo entre instituições e sociedade é essencial para a realização de eleições transparentes, seguras e alinhadas às demandas do país.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Fotos: Carlos Gonzaga – Ascom FRB

  • FRB contribui para o fortalecimento da gestão municipal em evento do RenovaBR sobre eleições 2026

    FRB contribui para o fortalecimento da gestão municipal em evento do RenovaBR sobre eleições 2026

    Encontro capacitou lideranças municipais de diversas regiões do país para os desafios do próximo ciclo eleitoral

    São Paulo/SP – Em ano eleitoral, são muitos os questionamentos enfrentados por aqueles que pretendem participar do pleito. Para evitar equívocos que possam comprometer uma campanha e garantir uma atuação responsável, é fundamental manter-se atualizado. Com esse propósito, o RenovaBR, em parceria com a Escola de Governo da Organização dos Estados Americanos (OEA), realizou o evento “Gestão Municipal e Eleições 2026: Equilíbrio Político-Institucional em Mandatos Locais”, nos dias 6 e 7 de fevereiro, na cidade de São Paulo.

    O encontro teve como objetivo capacitar as lideranças municipais para os desafios da gestão pública, considerando a proximidade do ciclo eleitoral 2026. O treinamento reuniu representantes do Poder Legislativo e do Executivo de diversas regiões do país e marcou a etapa presencial final do programa, que teve início em 2025, em formato virtual.

    A Fundação Republicana Brasileira (FRB) participou de um dos painéis do evento, representada pela coordenadora da Subseção no Pará, Renata Hage. Durante sua participação, abordou temas relacionados à democracia e ao fortalecimento institucional, destacando a missão da Fundação como braço educacional e formador:

    “A Fundação atua na formação política, na produção de conhecimento e na qualificação de quadros, sempre pautada nos valores republicanos. Embora seja uma fundação partidária, seu alcance formativo é suprapartidário, voltado ao preparo técnico, ético e democrático de agentes políticos e cidadãos”, enfatizou.

    Renata Hage também ressaltou que o fortalecimento das instituições e a sustentação dos mandatos locais exige reflexão técnica, prática institucional e uma escuta ativa da população.

    “Fortalecer mandatos e instituições passa, necessariamente, pela capacitação de pessoas que saibam ler seus territórios, praticar a escuta ativa e compreender as reais demandas da população. Esse processo reduz a distância entre o cidadão e as instituições, contribui para a consolidação de políticas públicas de médio e longo prazo e atua diretamente no combate à desinformação e à radicalização”, afirmou.

    O cientista político da FRB, Pedro Mendes, destacou que a participação da Fundação em debates sobre gestão pública municipal e eleições reafirma seu compromisso com a qualificação do debate público e o fortalecimento da democracia no âmbito local.

    “A participação da Fundação Republicana Brasileira em um evento desse porte é extremamente relevante, pois evidencia sua disposição em dialogar com diferentes organizações e perspectivas, nos âmbitos nacional e internacional, ampliando a troca de experiências e a incorporação de boas práticas que fortalecem a atuação de gestores públicos e lideranças políticas no Brasil”, afirmou.

    A formação buscou fortalecer as capacidades técnicas e políticas de prefeitos, vereadores, secretários e outras lideranças locais, promovendo reflexões sobre como conciliar a condução da administração pública com as pressões e dinâmicas do cenário político-eleitoral. Ao longo da programação, foram discutidos temas como governança municipal, articulação institucional, planejamento de políticas públicas e tomada de decisão em ambientes de alta complexidade.

    Mais uma vez, a FRB reafirma seu compromisso com o fortalecimento da gestão pública, conforme já demonstra em iniciativas como o Centro de Inovação Municipal (CIM), que atua junto aos municípios promovendo o aprimoramento de gestão e a conexão com soluções que funcionam. O objetivo é gerar impacto real na vida das pessoas, por meio do fortalecimento dos mandatos locais, do equilíbrio político-institucional e da qualificação da gestão pública no ciclo eleitoral.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Fotos: RenovaBR

  • Do local ao global: FRB leva a experiência brasileira ao United Freedom Forum 2026

    Do local ao global: FRB leva a experiência brasileira ao United Freedom Forum 2026

    Em Roma, Fundação Republicana Brasileira reafirma seu compromisso com a democracia, a formação política e o fortalecimento das cidades

    Roma/IT – Nos dias 6 e 7 de fevereiro, Roma foi palco de um dos mais relevantes encontros internacionais sobre democracia, liberdade e cooperação entre nações: o United Freedom Forum 2026  (UFF). Representantes do Brasil e da Europa se reuniram para debater caminhos para democracias mais sólidas, políticas públicas mais eficientes e uma atuação institucional conectada com as reais necessidades da sociedade.

    A Fundação Republicana Brasileira (FRB) participou ativamente dos dois dias de programação, levando ao debate internacional sua experiência em formação política, qualificação de gestores, produção de conhecimento e fortalecimento institucional, pilares que orientam a atuação da Fundação em todo o país.

    Para a presidente da FRB, Renata Sene, a participação no fórum reforça uma convicção central da Fundação: política pública precisa considerar a realidade de cada território.

    “Participamos de um fórum onde se discute democracia, liberdade, cooperação internacional e o futuro das cidades. Trago sempre minha experiência em Francisco Morato, em São Paulo, para lembrar que política pública não pode ser genérica. Não é qualquer projeto que serve para qualquer território”, destacou.

    Renata participou de um painel onde discutia a importância da participação da mulher na política e ressaltou que essa representatividade precisa ir além da resistência e avançar para a ocupação qualificada de posições estratégicas.

    “Garantir a participação das mulheres na política é essencial. Não apenas resistindo, mas ocupando espaços e decidindo. Governar é construir pontes e fazer com que elas cheguem até quem mais precisa.”

    Durante o evento, a FRB apresentou suas estratégias de atuação junto a parlamentares, gestores e lideranças, além de dialogar com pares internacionais sobre temas como governança e experiências do Parlamento Europeu.

    “A Fundação se posicionou, foi consistente e apresentou estratégias. É motivo de orgulho. Estar atenta às mesas globais é fundamental para que nossos municípios sejam mais atuantes e eficientes na política pública. Do local para o global: esse é o compromisso da Fundação Republicana Brasileira”, afirmou a presidente.

    A Faculdade Republicana também teve participação de destaque no UFF 2026. Para o diretor-geral da instituição, Valdir Pucci, o evento reforçou o papel do conhecimento como instrumento essencial para a sustentação democrática.

    “Discutimos como fazer com que as democracias continuem sólidas em todo o mundo. Foi um debate riquíssimo, no qual a Faculdade demonstrou que conhecimento é poder: poder para sustentar a democracia e fortalecer a participação.”

    Segundo Pucci, a presença internacional amplia o alcance da Faculdade Republicana e fortalece sua missão acadêmica.

    “Essa participação permite internacionalizar a Faculdade e levar o conhecimento produzido no mundo para os alunos no Brasil, conectando teoria, prática e realidade institucional.”

    No segundo dia do fórum, o Painel de Boas Práticas na Gestão Pública contou com a participação do professor Fábio Vidal, coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas (NEP) da FRB. O debate trouxe reflexões sobre diferentes modelos de gestão e a importância da troca de experiências entre países.

    “Foi uma experiência enriquecedora. A realidade de Roma é muito diferente da do Brasil, e essa troca de ideias contribui diretamente para nossa atuação no Centro de Inovação Municipal (CIM) e para o fortalecimento das políticas públicas em nível local”, explicou.

    Para Vidal, o diálogo internacional amplia horizontes e qualifica a atuação da Fundação nos municípios brasileiros.

    O líder do Conselho Curador da FRB e secretário nacional do Jovens Republicanos, Wallacy Rocha, destacou no evento o papel estratégico das fundações partidárias no processo democrático e que o investimento em formação é essencial para qualificar o debate público.

    “A democracia não se resume às eleições. Os partidos políticos são pontes entre a sociedade e as instituições, e as fundações partidárias são a base desse processo, atuando na formação, na educação política e na pesquisa.”

    “Sem formação, o debate empobrece, o processo se radicaliza e, onde deveria haver construção, surge apenas disputa de poder. A atuação das fundações é fundamental para fortalecer a democracia.”

    Ao longo dos dois dias, o United Freedom Forum 2026 promoveu diálogos sobre comunicação política, juventude, liderança feminina, economia e cooperação internacional, reunindo diferentes perspectivas e experiências, como: Eva Dohalova, presidente da União Internacional dos Jovens Democratas (IYDU), e de Maicol Pizzicotti Busilacchi, da The Foundation for European Conservatism e secretário internacional da Gioventù Nazionale (Fratelli d’Italia), Alberto Di Benedetto – Redes Sociais Gerente Fratelli d’Italia, Nora Junco García, parlamentar do Parlamento Europeu pela Espanha, deputados federais do Republicanos: Gilberto Abramo/MG, Maria Rosa/SP, Márcio Marinho/BA.

    Para a Fundação Republicana Brasileira, a participação no encontro reafirma seu propósito: formar cidadãos, qualificar lideranças e fortalecer instituições, levando o conhecimento produzido globalmente para a realidade local.

    Mais do que presença internacional, a FRB segue conectando ideias, construindo pontes e transformando o debate político em ações concretas que impactam a vida das pessoas, no Brasil e além das fronteiras.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB

    Fotos: Equipe do evento

  • Aprender para transformar: FRB inicia Cursos de Línguas 2026

    Aprender para transformar: FRB inicia Cursos de Línguas 2026

    Alunos de diversas regiões do Brasil iniciam aulas on-line de Inglês, Espanhol e Libras

    Brasília/DF – A Fundação Republicana Brasileira (FRB) deu início, nos dias 2 e 3 de fevereiro, às aulas das turmas dos Cursos de Línguas do primeiro semestre de 2026. As atividades inaugurais foram realizadas de forma on-line e ao vivo, reunindo alunos de diversas regiões do Brasil.

    Durante o encontro inicial, os estudantes receberam orientações sobre o funcionamento dos cursos e conheceram a equipe que os acompanhará ao longo do semestre, composta por instrutores, equipe administrativa e assistentes virtuais. A programação também incluiu a apresentação institucional da FRB, conduzida pela presidente Renata Sene, que deu as boas-vindas às novas turmas.

    Que alegria dar as boas-vindas a vocês, alunos das primeiras turmas dos Cursos de Línguas da Fundação Republicana Brasileira em 2026. Hoje, começa uma jornada que vai muito além de aprender um novo idioma. É sobre abrir portas, ampliar horizontes e investir no próprio futuro. Somos a única fundação partidária da América Latina a manter uma faculdade. Investimos em educação em todos os aspectos porque acreditamos que pessoas bem formadas ocupam espaços de decisão e transformam suas cidades, suas histórias e o nosso país”, destacou.

    O diretor-geral da Faculdade Republicana, Valdir Pucci, também participou do encontro, apresentando a Instituição de Ensino Superior (IES) e os benefícios oferecidos àqueles que desejam ingressar em um curso de graduação ou pós-graduação.

    A coordenadora da Subseção FRB/PA, Renata Hage, reforçou a importância do autoinvestimento na educação, ressaltando que uma base educacional sólida é determinante para o desenvolvimento pessoal e profissional.

    O compromisso da FRB com a ampliação de horizontes e a construção de novas trajetórias foi enfatizado pela coordenadora dos Cursos de Línguas, Roberta Maia.

    A Fundação oferece esses cursos gratuitos e on-line para que você invista em si mesmo e na sua vida profissional. Os cursos foram criados para promover a inclusão na sociedade. E, para quem não conseguiu se inscrever neste semestre, novas turmas serão abertas em julho”, explicou.

    Os cursos de Inglês, Espanhol e Libras, embora se expressem por diferentes linguagens, compartilham um propósito comum: promover inclusão, conhecimento e novas oportunidades.

    Ao investir em capacitações acessíveis e de qualidade, a FRB reafirma sua crença na educação como ferramenta de transformação pessoal, profissional e social, fortalecendo a cidadania ativa e participativa.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB

    Fotos: Carlos Gonzaga – Ascom FRB

  • O futuro da mobilidade urbana

    O futuro da mobilidade urbana

    Novas estratégias globais e iniciativas brasileiras apontam caminhos para enfrentar congestionamentos, reduzir emissões e tornar as cidades mais habitáveis 

    Nas últimas décadas, o crescimento acelerado das grandes cidades tem submetido a mobilidade urbana a uma forte pressão. Congestionamentos frequentes, poluição e desigualdades no acesso ao transporte figuram entre os principais desafios, exigindo soluções inovadoras e integradas. Em resposta, especialistas de diferentes países vêm apontando um novo paradigma: a mobilidade baseada em dados, no compartilhamento, na eletrificação e em redes de transporte inteligentes. 

    Conceitos como o de “cidades de 15 minutos”, popularizado por Anne Hidalgo, prefeita de Paris, e inspirado pelo cientista franco-colombiano Carlos Moreno, em 2016, ganham destaque ao priorizar o acesso a serviços, trabalho e cultura em deslocamentos curtos, a pé ou de bicicleta. Esse modelo reforça o uso do transporte coletivo, das ciclovias e das zonas de baixa emissão, como discutido no Global Mobility Call 2024, evento que reuniu mais de 450 líderes internacionais em Madri, em novembro de 2024. Inovações digitais, como a inteligência artificial e o uso de big data, permitem ajustar semáforos adaptativos, prever fluxos de usuários e ampliar a segurança no trânsito. A micromobilidade, com bicicletas e patinetes compartilhados, contribui para a redução de emissões e para a recuperação de espaços urbanos antes dominados por automóveis. Tecnologias como veículos autônomos e ônibus elétricos também apontam para um futuro mais limpo e eficiente. 

    Inovações  

    No Brasil, cidades como Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro vêm adotando soluções urbanas inspiradas nesses modelos. A expansão dos sistemas de bicicletas compartilhadas, como o Bike Rio, que conta com cerca de 2.600 bicicletas distribuídas em 260 estações, amplia as alternativas de mobilidade sustentável. Em São Paulo, voltam a ser discutidos projetos de bondes modernos (VLT) no centro da cidade, com a previsão de duas linhas circulares para 2024 — embora, até o momento, as obras ainda não tenham sido iniciadas. A proposta de desenvolvimento urbano orientado ao transporte coletivo (Transit-Oriented Development) também ganha força, ao integrar moradia, comércio e serviços próximos a estações, estimulando deslocamentos a pé ou por transporte público. 

    Ainda em São Paulo, maior centro urbano da América Latina, o Rodoanel Mário Covas, conjunto de rodovias que circunda a Região Metropolitana e tem como objetivo desviar o transporte de carga das áreas centrais, contribui para a redução do tráfego pesado no interior da capital, ampliando o contorno viário e favorecendo maior fluidez urbana. No Rio de Janeiro, a Cúpula de Prefeitos do G20 trouxe visibilidade ao tema da mobilidade inteligente, consolidando compromissos com o uso de tecnologias urbanas e modelos de governança integrada. Eventos desse tipo têm sido realizados em grandes cidades, promovendo diálogos regionais sobre soluções viárias e modais alternativos. Além disso, iniciativas como semáforos inteligentes, o uso de tags automáticas em pedágios e a priorização do transporte coletivo já vêm sendo testadas nas duas capitais. 

    Perspectivas 

    O futuro exige um sistema de mobilidade urbana orientado pela sustentabilidade, pela inclusão e pela tecnologia. Dados indicam que políticas que integram transporte coletivo, micromobilidade, planejamento urbano e participação cidadã resultam em cidades menos poluídas, mais seguras e com melhor qualidade de vida. 

    Para avançar nesse cenário, é fundamental incorporar capacidades digitais aos sistemas de transporte, ampliar a infraestrutura para ciclistas e pedestres, incentivar o uso de veículos elétricos e autônomos e articular o planejamento urbano às políticas de mobilidade. No Brasil, entretanto, os desafios são ainda maiores. A adaptação dessas soluções às realidades metropolitanas enfrenta obstáculos significativos, sobretudo de ordem financeira, historicamente o principal entrave à realização de grandes obras de mobilidade. Ainda assim, diante do futuro que se aproxima, esses investimentos tornam-se cada vez mais necessários.  

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP 

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB 

    Crédito da imagem: Getty Images 

  • A convocação saiu: FRB anuncia alunos selecionados para os Cursos de Línguas

    A convocação saiu: FRB anuncia alunos selecionados para os Cursos de Línguas

    O ano de 2026 já começou em alto nível na FRB. Assim como acontece nas grandes competições a lista de convocados já foi definida: estão oficialmente selecionados os alunos que irão entrar em campo para mais um semestre dos Cursos de Línguas da instituição. Nossa equipe já está pronta para receber todos os alunos que fazem parte dessa jornada de conhecimento e sucesso.

    A Secretaria de Cursos já enviou um comunicado para os alunos selecionados, por e-mail e WhatsApp. Então, caso você ainda não tenha checado sua caixa de e-mail, dê uma verificada, pois tem prazo para enviar a documentação.

    As aulas inaugurais acontecerão nos seguintes dias:
    Dia 2 de fevereiro: turmas de segunda e quarta-feira;
    Dia 3 de fevereiro: turmas de terça e quinta-feira.

    Lembrando que esses convocados são para os cursos de Inglês e Libras, pois o Curso de Espanhol continua com vagas disponíveis, e as inscrições seguem até o dia 29 de janeiro. Portanto, não perca a oportunidade de começar 2026 investindo em conhecimento e desenvolvimento pessoal.

    Link de inscrição para o Curso de Espanhol: https://fundacaorepublicana.org.br/curso-idiomas-novo/ 

    Lista dos alunos contemplados: LISTA DE CONTEMPLADOS – Cursos de Línguas 1.2026 

     

  • Mas, afinal, o que é SUSTENTABILIDADE?

    Mas, afinal, o que é SUSTENTABILIDADE?

    Entenda a origem do termo sustentabilidade, sua evolução e como ele se relaciona com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, além das vantagens e desafios enfrentados, especialmente nos países desenvolvidos

    O termo é muito falado. Seja pela imprensa, na internet, em palestras ou reportagens, a palavra “Sustentabilidade” é sempre vista e citada quando a pauta envolve meio ambiente e o futuro da humanidade. Mas você realmente sabe, conhece o termo e o que ele significa?  

    Sustentabilidade é a capacidade de suprir as necessidades da geração atual sem comprometer a habilidade das futuras gerações de atenderem às suas próprias necessidades. Esse conceito busca equilibrar o desenvolvimento econômico, a conservação ambiental e a equidade social. O termo ganhou destaque internacional com o Relatório “Nosso Futuro Comum”, publicado em 1987 pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU, liderada por Gro Harlem Brundtland. Esse documento enfatizou a importância de integrar crescimento econômico, justiça social e preservação ambiental, abrangendo três dimensões interdependentes: ambiental, econômica e social. Essa abordagem integrada tem o objetivo direto de promover o uso consciente dos recursos naturais, o crescimento econômico equilibrado e a justiça social entre as sociedades mundiais. 

    ODS da ONU – A Organização das Nações Unidas (ONU) adotou o conceito de sustentabilidade como um eixo central de suas ações globais por reconhecer que os desafios contemporâneos – como pobreza, mudanças climáticas, desigualdade social, escassez de recursos naturais e degradação ambiental – estão interligados e exigem soluções integradas. Essa compreensão levou à criação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em 2015, substituindo os antigos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), e estruturando uma agenda de ações concretas para alcançar um desenvolvimento equilibrado até 2030. 

    Os ODS materializam o conceito de sustentabilidade ao reconhecer que não é possível separar o crescimento econômico da justiça social e da conservação ambiental. Eles operam como uma agenda global, com metas concretas que traduzem os princípios do desenvolvimento sustentável em ações práticas. Abaixo, veja alguns exemplos de integração entre o conceito de sustentabilidade e os ODS: 

    – ODS 6: sobre água potável e saneamento, busca garantir acesso universal e sustentável, algo vital tanto para a saúde humana quanto para a preservação dos ecossistemas; 

    – ODS 11: incentiva cidades sustentáveis, com foco em mobilidade urbana, habitação, poluição e inclusão; 

    – ODS 12: promove produção e consumo responsáveis, incentivando a redução de resíduos, o uso eficiente dos recursos e cadeias produtivas sustentáveis; 

    – ODS 13: trata da ação climática, propondo estratégias para mitigar os impactos das mudanças climáticas e promover a resiliência dos países; 

    Vantagens – Adotar práticas sustentáveis traz diversos benefícios, como a redução de custos operacionais, a melhoria da imagem institucional, o acesso a novos mercados e a conformidade com regulamentações ambientais. Além disso, contribui para a conservação dos recursos naturais e o bem-estar das comunidades. Mas apesar dos avanços, a implementação da sustentabilidade enfrenta obstáculos significativos. Nos países desenvolvidos, o alto consumo de recursos naturais e a resistência a mudanças nos padrões de produção e consumo dificultam a adoção de práticas sustentáveis. Além disso, compromissos financeiros assumidos por essas nações para apoiar a sustentabilidade global nem sempre são cumpridos integralmente.  

    A sustentabilidade é essencial para garantir um futuro equilibrado e justo para todos. Embora existam desafios, especialmente nos países desenvolvidos, a colaboração internacional e o compromisso com os ODS são fundamentais para superar essas barreiras e promover um desenvolvimento verdadeiramente sustentável. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP 

    Crédito da Imagem: Internet 

  • ODS 10: Por que reduzir desigualdades se tornou uma meta global até 2030

    ODS 10: Por que reduzir desigualdades se tornou uma meta global até 2030

    Entenda as razões que levaram a ONU a tratar sobre o assunto, além dos dados que embasaram essa decisão. Saiba também como países enfrentam o desafio (incluindo o Brasile as metas traçadas até 2030 para construir um mundo mais justo

    Em 2015, ao adotar os ODS, a ONU incluiu pela primeira vez a redução das desigualdades como uma meta central. O ODS 10 surgiu como resposta a um cenário em que, apesar da redução da pobreza extrema, a desigualdade social seguia crescendo. Crescimento econômico, sozinho, não garantia inclusão. Era preciso combater ativamente as diferenças de renda, oportunidades e acesso a direitos, como forma de promover sociedades mais justas, estáveis e pacíficas. 

    Relatórios recentes evidenciam a profundidade das disparidades. Os 10% mais ricos concentram 75% da riqueza global. Desde os anos 1990, as fortunas bilionárias crescem 8% ao ano. Apenas 60 mil pessoas ultrarricas detêm mais riqueza que a metade mais pobre do planeta. A pandemia de Covid-19 agravou esse cenário: entre 2020 e 2022, 63% da nova riqueza mundial ficou nas mãos do 1% mais rico. É a coexistência inédita de riqueza e pobreza extremas em alta. 

    A desigualdade tem raízes históricas. Na América Latina, a concentração de renda sempre esteve associada à instabilidade social. Barreiras raciais e estruturais, como o apartheid na África do Sul ou a segregação nos EUA, deixam marcas profundas. Mulheres, negros, migrantes e refugiados enfrentam ainda mais obstáculos: acesso precário à saúde, educação e mercado de trabalho. A desigualdade não se resume à renda, mas inclui também a ausência de voz, representatividade e oportunidades. 

    Frente a esse diagnóstico, países vêm testando estratégias para inclusão. Nações escandinavas como Suécia e Dinamarca, combinam impostos progressivos com serviços públicos universais. Já em países em desenvolvimento, programas de transferência de renda e inclusão produtiva mostraram eficácia. Na América Latina, políticas como o Bolsa Família, no Brasil, e o Prospera, no México, contribuíram para a redução dos índices de pobreza nos anos 2000. O Banco Mundial reconheceu essas experiências como modelos replicáveis. Outras estratégias incluem educação universal e saúde pública de qualidade, que aumentam a mobilidade social, como ocorreu na Coreia do Sul e Irlanda. Cresce também o debate sobre taxação de grandes fortunas e heranças, para frear a concentração extrema de renda. No plano internacional, iniciativas como o perdão de dívidas e acordos comerciais mais equilibrados buscam reduzir desigualdades entre países. 

    Mas no Brasil, a desigualdade estrutural persiste. Os 10% mais ricos concentram quase 60% da renda. Negros e pardos representam 71% dos pobres. Mulheres negras enfrentam desvantagens salariais ainda maiores. A tributação brasileira, concentrada no consumo, penaliza os mais pobres. Entre 2003 e 2014, o país teve alguns avanços: mais de 36 milhões saíram da pobreza, impulsionados por programas sociais e valorização do salário-mínimo. Políticas de cotas também ampliaram o acesso ao ensino superior. Entre 2023 e 2024, segundo o IBGE, 8,6 milhões de brasileiros saíram da pobreza. A taxa caiu de 27,3% para 23,1% e a extrema pobreza, de 4,4% para 3,5%. Desta forma, o índice internacional de pobreza recuou para 0,504, o menor desde 2012. A retomada do Bolsa Família e de benefícios sociais foi decisiva. Sem esses programas, a extrema pobreza seria quase três vezes maior. Sustentar esse avanço, no entanto, depende de  investimentos estruturais em educação e saúde. 

    A Agenda 2030 da ONU estabelece metas como aumentar a renda dos 40% mais pobres acima da média nacional, eliminar leis discriminatórias, ampliar a voz dos países em desenvolvimento e reduzir o custo de remessas internacionais. A meta também prevê migração segura e assistência técnica aos países mais pobres. 

    Com menos de cinco anos até 2030, apenas 16% das metas estão no caminho certo. A ONU e organizações como a Oxfam defendem ações mais ousadas: tributar grandes fortunas, investir massivamente em educação e saúde e promover justiça fiscal. Reduzir a desigualdade é um imperativo ético, mas também econômico e social. Sociedades mais igualitárias são mais resilientes, prósperas e coesas. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP 

    Crédito da imagem: Freepik 

     

  • FRB lança plano Preparação 2026 para fortalecer campanhas e formar novas lideranças políticas

    FRB lança plano Preparação 2026 para fortalecer campanhas e formar novas lideranças políticas

    Programa oferece capacitações eleitorais gratuitas em todo o país, com foco em ética, inovação e eficiência nas eleições de 2026

     

    Brasília/DF – A Fundação Republicana Brasileira (FRB) abriu oficialmente sua agenda de capacitações eleitorais para 2026 com o lançamento do plano Preparação FRB 2026, uma iniciativa estratégica voltada ao desenvolvimento de pré-candidatos, equipes de campanha e lideranças políticas em todo o Brasil. O programa reafirma o compromisso da instituição com a formação cidadã, a qualificação política e o fortalecimento da democracia brasileira.

    Com um portfólio abrangente de treinamentos gratuitos, a FRB selecionou os temas mais relevantes do atual cenário eleitoral, integrando conteúdo técnico, prática de campanha e inovação. As capacitações serão conduzidas por especialistas de reconhecimento nacional e poderão ser realizadas em qualquer estado brasileiro.

    O modelo do Preparação FRB 2026 permite que cada estado escolha, no mínimo, três temas entre dez opções disponíveis, assegurando que os treinamentos sejam adequados às necessidades locais. As atividades ocorrerão de forma presencial, exclusivamente nas capitais que formalizarem o pedido, com público mínimo de 200 participantes por evento.

    Entre os temas ofertados estão coordenação de campanha; comunicação estratégica e marketing digital eleitoral; prestação de contas; propaganda eleitoral; gestão de crises; inteligência artificial e proteção de dados, além de pautas contemporâneas como diversidade, juventude e comunicação não violenta em campanhas.

    O projeto está alinhado à trajetória da Fundação Republicana Brasileira, que, desde 2007, atua em todo o território nacional promovendo educação política, formação cidadã e qualificação de gestores e lideranças públicas. Reconhecida como o braço intelectual do Partido Republicano, a FRB se destaca pelo desenvolvimento de cursos, eventos e publicações voltados ao fortalecimento do pensamento crítico, da ética pública e do compromisso social.

    A Fundação também mantém um projeto pioneiro na América Latina, sendo a única fundação político-partidária com uma instituição de ensino superior credenciada pelo MEC: a Faculdade Republicana, que oferece cursos de graduação e pós-graduação nas áreas de Ciência Política, Direito e Gestão Pública.

    Ao lançar o Preparação FRB 2026, a instituição reforça sua missão de transformar conhecimento em cidadania, contribuindo para campanhas mais eficientes, responsáveis e alinhadas aos valores democráticos e republicanos. O programa prevê, ainda, a emissão de certificação para os participantes, chancelada pela Faculdade Republicana, agregando valor à formação política.

    Os estados interessados em receber as capacitações devem encaminhar solicitação oficial para o e-mail [email protected]. Com o Preparação 2026, a FRB se consolida como protagonista na formação de novas lideranças e na qualificação do processo eleitoral brasileiro, apostando na educação como caminho para uma política mais ética, técnica e conectada com os desafios do presente e do futuro.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB