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  • Brasil se prepara para sediar a COP 30

    Brasil se prepara para sediar a COP 30

    Em novembro, Belém-PA será palco da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. O evento reunirá líderes mundiais para discutir soluções climáticas e reforçar o papel da Amazônia na agenda ambiental global 

    A 30ª Conferência sobre Mudanças Climáticas (COP 30) é a próxima edição da reunião anual organizada pelas Nações Unidas. O evento que reúne representantes de quase 200 países tem como principal objetivo avaliar e promover ações para combater as mudanças climáticas em escala global mundo afora.

    Em 2025, pela primeira vez, o Brasil sediará a conferência, que ocorrerá em Belém, capital do Pará, no coração da Amazônia. Com as constantes mudanças no cenário geopolítico mundial, a expectativa para o evento cresce a cada dia. 

    A primeira COP ocorreu em 1995, em Berlim, na Alemanha, marcando o início de um esforço coordenado entre países para enfrentar o aquecimento global. Desde então, as conferências anuais têm servido como plataforma para negociações e estabelecimento de metas ambientais. Marcos significativos foram estabelecidos durante os eventos, como o Protocolo de Kyoto em 1997, que estabeleceu metas de redução de emissões para países desenvolvidos, e o Acordo de Paris em 2015, que uniu nações em torno do compromisso de limitar o aumento da temperatura global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. 

    Ao longo das décadas, os avanços trazidos pelas COPs têm sido cruciais para diversas ações. Alguns desses avanços representaram marcos na defesa das causas ambientais, por exemplo o estabelecimento de metas globais internacionais para a definição de objetivos claros de redução nas emissões de poluentes e a abertura de linhas de financiamento climático para a criação de mecanismos de apoio para que países em desenvolvimento possam implementar ações sustentáveis na preservação ambiental. 

    O Brasil tem sido um protagonista nas negociações climáticas desde a ECO-92, no Rio de Janeiro, que resultou na criação da UNFCCC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança no Clima). Como detentor de grande parte da Floresta Amazônica, o país ocupa posição central nas discussões sobre preservação ambiental e desenvolvimento sustentável. A escolha de Belém como sede da COP 30 neste ano destaca a importância da Amazônia no combate às mudanças climáticas e, ao mesmo tempo, oferece ao Brasil a oportunidade de demonstrar seus esforços em áreas como as energias renováveis, os biocombustíveis e a agricultura de baixo carbono. 

    Principais temas da COP 30 – Espera-se que o evento no Brasil aborde questões cruciais, como a redução de emissões de gases de efeito estufa (revisão e fortalecimento dos compromissos nacionais para limitar o aquecimento global) e a adaptação dos países às mudanças climáticas, algo que envolve o desenvolvimento de estratégias para mitigar os impactos climáticos já em curso. Há também a expectativa de que os países discutam outros temas importantes, como o financiamento climático (a discussão sobre o apoio de países ricos a países em desenvolvimento para que possam implementar ações climáticas efetivas); a transição energética (promoção de tecnologias limpas e renováveis como alternativas aos combustíveis fósseis); a preservação da biodiversidade (com foco na proteção de ecossistemas vitais, como a própria Amazônia, e na promoção do uso sustentável dos recursos naturais) e pautas sobre o papel do turismo na promoção da sustentabilidade ambiental. 

    Para o Brasil, sediar a COP 30 representa uma oportunidade única de o país reafirmar seu compromisso com a agenda climática global, além de destacar a relevância da Amazônia.  

    O evento em Belém permitirá ainda que as autoridades brasileiras demonstrem iniciativas em torno das energias renováveis e de práticas sustentáveis e promete ser um marco nas discussões climáticas, reforçando a importância da cooperação internacional e do engajamento ativo de todas as nações na construção de um futuro sustentável. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP 

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB  

    Imagem: Internet  

  • O que são POLÍTICAS PÚBLICAS?

    O que são POLÍTICAS PÚBLICAS?

    Entenda o significado do termo e suas aplicações nas esferas de governo 

    As políticas públicas são conjuntos de ações e decisões tomadas pelo governo com o objetivo de atender às necessidades da população e resolver problemas sociais. Elas são planejadas e implementadas em diversas áreas, como saúde, educação, segurança, habitação, entre outras, e podem ser elaboradas em todas as esferas de governo: federal, estadual e municipal. Sua importância reside no fato de que essas políticas moldam o funcionamento de serviços essenciais e o bem-estar da sociedade como um todo. 

    Como são elaboradas? 

    A elaboração das políticas públicas segue um processo que envolve várias etapas, começando com a identificação de um problema ou demanda social. Essa necessidade pode ser percebida por órgãos governamentais, parlamentares, especialistas, organizações da sociedade civil ou pela própria população. Após essa identificação, os governos formulam propostas de ação para resolver o problema. 

    Em geral, a elaboração passa por três fases principais: 

    1. Formulação – Nesta fase, especialistas, políticos e órgãos públicos analisam o problema e propõem alternativas. O governo realiza estudos de viabilidade, debates e consulta pública, e em alguns casos, fórmula leis ou regulamentos.
    2. Implementação – A implementação envolve colocar em prática as ações previstas na política pública. Isso inclui a alocação de recursos, contratação de equipes e criação de mecanismos de fiscalização para garantir que as medidas sejam executadas corretamente.
    3. Avaliação – Após a implementação, as políticas públicas são avaliadas para medir seus resultados e impacto. O governo, pesquisadores e a sociedade civil monitoram os resultados e, se necessário, ajustam as medidas para torná-las mais eficientes.

    Quem elabora as políticas públicas? 

    As políticas públicas são elaboradas por diferentes atores, dependendo da esfera de governo e do tipo de política. No âmbito federal, os ministérios, como o da Saúde, Educação ou Economia, têm papel central na formulação dessas políticas, que podem ser propostas pelo presidente, ministros ou deputados federais. Além disso, instituições como o Congresso Nacional e o Tribunal de Contas da União (TCU) exercem papel de fiscalização e controle. 

    Nos Estados, os governadores e secretários de estado são responsáveis pela formulação de políticas públicas estaduais. Assembleias Legislativas estaduais também têm o poder de propor leis que se tornem políticas públicas. 

    Já no nível municipal, prefeitos, vereadores e secretários municipais são os principais responsáveis pela elaboração e execução das políticas que impactam diretamente a vida das pessoas nas cidades. É no âmbito municipal que a maior parte dos serviços públicos essenciais, como saúde primária, educação infantil e saneamento básico, é gerida. 

    Exemplos de políticas públicas: 

    1. Bolsa Família/Auxílio Brasil

    Criado pelo Governo Federal, o Bolsa Família (agora substituído pelo Auxílio Brasil) é uma das mais conhecidas políticas públicas de transferência de renda no Brasil. Seu objetivo principal é combater a pobreza e reduzir as desigualdades, proporcionando uma renda mínima para famílias em situação de vulnerabilidade. 

    1. SUS (Sistema Único de Saúde)

    O SUS é outro exemplo de uma política pública implementada a nível federal, estadual e municipal. Ele garante acesso universal e gratuito à saúde para todos os cidadãos brasileiros, independentemente de sua renda. O SUS é responsável pela vacinação, atendimento em hospitais públicos e distribuição de medicamentos. 

    1. Políticas de habitação popular

    Programas como o Minha Casa, Minha Vida (agora Casa Verde e Amarela) são políticas públicas criadas para reduzir o déficit habitacional no Brasil, permitindo que famílias de baixa renda tenham acesso à casa própria com subsídios governamentais. 

    1. Plano Estadual de Educação

    Nos estados, políticas públicas como os Planos Estaduais de Educação buscam melhorar a qualidade do ensino, estabelecendo metas de melhoria para escolas estaduais, como a redução da evasão escolar e a ampliação do acesso à educação integral. 

    1. Políticas municipais de mobilidade urbana

    A criação de ciclovias, faixas exclusivas para ônibus e a modernização dos transportes públicos são exemplos de políticas públicas implementadas pelos governos municipais para melhorar a mobilidade e reduzir o trânsito nas grandes cidades. 

     

    Benefícios das políticas públicas 

    As políticas públicas, quando bem elaboradas e executadas, trazem benefícios profundos e duradouros para a sociedade. Elas podem melhorar a qualidade de vida, garantir o acesso a serviços essenciais e combater desigualdades sociais. Um dos grandes méritos das políticas públicas é que elas permitem que o governo atue de forma coordenada para atender demandas coletivas, que não poderiam ser resolvidas por ações individuais. 

    Por exemplo, políticas de saneamento básico reduzem a incidência de doenças e melhoram a saúde pública, enquanto políticas de educação preparam melhor as futuras gerações, ampliando oportunidades e promovendo desenvolvimento econômico. No nível municipal, políticas de urbanização e infraestrutura transformam a realidade local, facilitando o acesso a serviços e melhorando a qualidade de vida. 

     

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP 

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB  

    Imagem: Internet 

  • Movimento Mulheres Republicanas oferece capacitação para mulheres do Brasil

    Movimento Mulheres Republicanas oferece capacitação para mulheres do Brasil

    Encontros anuais capacitam filiadas e as preparam para atuar na política

     

    Brasília/DF – Com o lema “Republicanas no Poder: Liderando o Presente, Construindo o Futuro!”, o 2º Encontro Nacional Mulheres Republicanas tem como objetivo capacitar e aprimorar as habilidades de prefeitas, vereadoras, secretárias e presidentes estaduais do partido em todo o Brasil. O evento acontecerá nos dias 21 e 22 de março de 2025, no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília/DF.

    A senadora Damares Alves (DF), atual secretária do Movimento, ressaltou a importância da capacitação, destacando que será uma oportunidade para troca de experiências, ampliação de networking e aprendizado de novas estratégias para fortalecer a atuação política: “Não é um encontro, é um treinamento, porque nós acreditamos que as mulheres republicanas vão fazer a diferença neste mandato”.

    O Movimento Mulheres Republicanas acredita que lideranças femininas não surgem por acaso, mas são construídas e fortalecidas ao longo do tempo. Cada mulher tem uma história que demonstra sua capacidade e resiliência, e é com essa visão que o movimento investe na preparação de suas filiadas para que elas estejam aptas a desempenhar suas funções com excelência e alcançar resultados positivos.

    Durante os dois dias de evento, as participantes terão acesso a oficinas temáticas voltadas para prefeitas e vereadoras, abordando temas, como elaboração de projetos de lei, requerimento de informações e capacitação sobre políticas públicas.

    “Nós vamos sair de lá, vereadoras, com modelos de projetos de lei, de requerimentos. Nós vamos sair de lá, prefeitas, com propostas de políticas públicas para os seus municípios”, declarou a secretária.

    A presidente da Fundação Republicana Brasileira (FRB), Renata Sene, já confirmou presença no evento. Com uma trajetória de sucesso na política, ela reforça a importância de as mulheres se prepararem para ocupar posições estratégicas e tomarem decisões que gerem impactos reais na sociedade.

    As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo link abaixo.

     

    Serviço:

    2º Encontro Nacional Mulheres Republicanas

    – Treinamentos personalizados;

    – Oficinas práticas sobre gestão pública, elaboração de projetos, caminho dos recursos, comunicação de mandato, dentre outras;

    – Palestras inspiradoras com especialistas renomados.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB

    Ilustração: Ascom Mulheres Republicanas

  • O que é o G20 e por que ele é importante para a geopolítica mundial?

    O que é o G20 e por que ele é importante para a geopolítica mundial?

    Criado em 1999, o grupo reúne as maiores economias do mundo para enfrentar desafios globais, como crises financeiras, mudanças climáticas e desigualdade econômica 

    O G20 (ou “Grupo dos 20”) é um fórum internacional formado pelas 19 maiores economias do mundo, mais a União Europeia. Foi criado em 1999 após as crises financeiras da década de 1990, com o objetivo de promover a cooperação econômica global. Atualmente, o G20 responde por cerca de 85% do Produto Interno Bruto (PIB) global, 75% do comércio internacional e dois terços da população mundial, consolidando-se como uma das plataformas mais importantes para debates sobre a economia e a política global.   

    Origens 

    A criação do G20 foi uma resposta à crise financeira asiática de 1997/1998, que revelou a necessidade de incluir economias emergentes nas discussões econômicas globais. O grupo foi concebido em uma reunião de ministros das finanças e presidentes de bancos centrais das maiores economias, realizada em Berlim, na Alemanha, em dezembro de 1999. Inicialmente, o fórum se limitava a debates econômicos, mas, após a crise financeira global de 2008, sua importância aumentou e as reuniões passaram a contar com chefes de Estado e de governo.   

    Estrutura e participantes 

    Os membros do G20 incluem países, como EUA, China, Alemanha, Índia, Brasil, Rússia e África do Sul, representando um equilíbrio entre economias desenvolvidas e emergentes. A presidência do grupo é rotativa e muda a cada ano. Em 2023, a Índia liderou o grupo, destacando temas como o desenvolvimento sustentável e a transição energética. Para 2024, o Brasil assumiu a presidência, com a expectativa de trazer à tona questões relacionadas à desigualdade global e ao desenvolvimento na América Latina.   

    Contribuições para a política internacional 

    O G20 tem desempenhado papel fundamental na formulação de políticas que impactam a geopolítica global. Entre suas principais realizações estão:   

    1. Resposta à crise de 2008:
      O grupo desempenhou um papel crucial na coordenação de políticas para mitigar os impactos da crise financeira global. Durante a Cúpula de Londres, em 2009, os líderes concordaram em injetar US$ 1,1 trilhão na economia global para estimular a recuperação.   
    1. Combate às mudanças climáticas:
      Desde a Cúpula de Paris em 2015, o G20 tem sido um espaço para reforçar o compromisso com o Acordo de Paris. Em 2021, durante a presidência da Itália, os líderes reafirmaram a meta de limitar o aumento da temperatura global a 1,5°C.   
    1. Promoção da saúde global:
      A pandemia de Covid-19 destacou a relevância do G20 como espaço de articulação global. Em 2020, sob a presidência da Arábia Saudita, o grupo comprometeu-se a financiar o acesso equitativo a vacinas e fortalecer os sistemas de saúde.  

     

    Apesar de sua relevância, o G20 enfrenta desafios significativos, como a crescente polarização geopolítica entre Estados Unidos e China, a guerra na Ucrânia e tensões sobre mudanças climáticas. Ainda assim, continua sendo um fórum essencial para promover o diálogo e a cooperação, especialmente em um mundo marcado por crises globais.   

    Por que o G20 importa? 

    A importância do G20 vai além da economia. Ele é um espaço em que questões geopolíticas, como segurança energética, justiça social e inclusão digital, ganham visibilidade. A presença de economias emergentes no grupo permite que vozes historicamente marginalizadas contribuam para as decisões globais.  Com o Brasil na presidência em 2024, espera-se que temas como desigualdade e desenvolvimento sustentável ganhem ainda mais destaque. Nesse contexto, o G20 reafirma seu papel como um fórum indispensável para enfrentar os desafios de um mundo cada vez mais interconectado e interdependente. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP 

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB 

    Crédito da imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil 

  • Educação para todos

    Educação para todos

    Iniciativas inovadoras utilizam tecnologia para democratizar o ensino, alcançando populações vulneráveis e contribuindo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU 

     

    Garantir educação de qualidade para todos é um desafio global. No Brasil e no mundo, milhões de crianças e jovens ainda enfrentam barreiras para acessar o ensino, seja pela falta de infraestrutura, seja pela desigualdade socioeconômica. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) n.º 4 da ONU busca mudar essa realidade. Nele, estão inseridos as bases e os objetivos de se promover uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade. Na reportagem a seguir, mostramos que, neste cenário, as tecnologias sociais têm desempenhado um papel essencial na redução dessas desigualdades, criando soluções acessíveis e adaptáveis para populações de baixa renda.   

    Casos reais 

    Em muitas regiões do Brasil, o acesso à internet ainda é um privilégio. Para contornar esse desafio, projetos como o Khan Academy Lite e o Kolibri oferecem conteúdo educacional gratuito que pode ser acessado off-line. Outra iniciativa inovadora é o Projeto Aprender Conectado, do Ministério da Educação, que pretende levar internet e tablets para escolas rurais em comunidades isoladas. Com a ajuda de videoaulas e atividades interativas, os alunos têm a oportunidade de aprender e interagir com professores de todo o país. 

    Outro exemplo inspirador é o aplicativo Matific, que oferece jogos e exercícios para ensinar matemática de forma divertida e acessível. O aplicativo já é utilizado em diversas escolas públicas e tem ajudado a melhorar o desempenho dos alunos na disciplina. Na mesma seara de tecnologia social aplicada à educação, estão as iniciativas de ensino de Inteligência Artificial, como no estado do Piauí, que desde setembro de 2024, incluiu conteúdos de ensino de IA em sua educação básica, fato reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Atualmente, mais de 120 mil estudantes da rede pública piauiense estão cursando uma disciplina obrigatória sobre o conteúdo, integrante do currículo do 9º ano do Ensino Fundamental e das três séries do Ensino Médio. 

    Desafios e perspectivas 

    Embora as tecnologias sociais estejam proporcionando avanços significativos na educação, ainda há vários desafios a serem superados. A falta de investimentos em infraestrutura e capacitação docente impede que muitas dessas soluções sejam implementadas em larga escala. Além disso, a ausência de políticas públicas consistentes pode comprometer a continuidade de projetos bem-sucedidos.   

    Por outro lado, iniciativas como a expansão da conectividade em áreas remotas e o fortalecimento de parcerias entre setor público e privado indicam um caminho promissor. Assim, para que o ODS n.º 4 seja alcançado até 2030, é fundamental que essas soluções tecnológicas continuem sendo desenvolvidas e ampliadas, garantindo que nenhum estudante seja deixado para trás.   

    As tecnologias sociais estão transformando a educação, reduzindo desigualdades e proporcionando oportunidades de aprendizagem para populações marginalizadas. Iniciativas como plataformas off-line, estudo de IA’s, podcasts educativos e aplicativos interativos mostram que é possível construir um ensino mais inclusivo e acessível. No entanto, para que essa revolução educacional continue, é essencial que os governos invistam em infraestrutura, capacitação docente e políticas públicas que garantam efetivamente a sustentabilidade dessas soluções. A educação de qualidade para todos é um desafio, mas também uma oportunidade de construir um futuro mais justo e igualitário. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB 

    Imagem: Image Generator  

     

    Fontes:  

    Projeto vai levar internet para mais de 10 mil escolas 

    https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/agosto/projeto-vai-levar-internet-para-mais-de-10-mil-escolas 

    Piauí é destaque internacional com projeto de ensino de Inteligência Artificial nas Escolas Públicas Estaduais 

    https://www.consed.org.br/noticia/piaui-e-destaque-internacional-com-projeto-de-ensino-de-inteligencia-artificial-nas-escolas-publicas-estaduais 

     

  • O que faz uma FUNDAÇÃO?

    O que faz uma FUNDAÇÃO?

    Com uma história que remonta à Idade Média, as fundações sem fins lucrativos desempenham um papel essencial no desenvolvimento social, cultural e econômico de diversos países, inclusive no Brasil

     

    As Fundações sem fins lucrativos são entidades jurídicas criadas para a realização de atividades de interesse público sem objetivo de distribuição de lucros entre seus instituidores ou administradores. Diferentemente de associações – que têm como base a união de pessoas – as fundações são constituídas a partir da destinação de um patrimônio para a consecução de um objetivo social específico, podendo atuar em diversas áreas, como educação, saúde, cultura, assistência social e meio ambiente. Daí sua importância estratégica para atuar em setores na sociedade, até mesmo na ausência de estruturas governamentais oficiais. 

    A ideia sobre a existência das Fundações remonta à Idade Média, quando instituições religiosas criavam organizações filantrópicas para a prestação de serviços aos mais necessitados. Já na Idade Moderna, a estruturação das Fundações como entidades legalmente reconhecidas ganhou força no final do século XIX e início do século XX, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. 

    Um exemplo clássico a ser citado é a Fundação Rockefeller, criada em 1913 por John D. Rockefeller para financiar iniciativas em educação, ciência e saúde. No Brasil, o modelo de Fundações ganhou corpo a partir da década de 1930, com a criação de instituições como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que se tornaram referências em saúde e gestão pública, respectivamente. 

    Como funciona – Para ser reconhecida como uma Fundação sem fins lucrativos, a entidade precisa cumprir alguns requisitos legais estabelecidos no Código Civil, além de ser registrada em um cartório extrajudicial. Além disso, deve possuir um estatuto que determine suas finalidades e formas de funcionamento. O patrimônio inicial deve ser suficiente para garantir a continuidade de suas atividades, sendo gerenciado de forma transparente e voltado para sua missão social. 

    A gestão das Fundações costuma ser exercida por um conselho curador e um conselho administrativo, garantindo que os recursos sejam aplicados de maneira eficiente e dentro dos objetivos estabelecidos. Muitas Fundações recebem doações, parcerias públicas e privadas ou utilizam rendimentos de seu próprio patrimônio para financiar suas atividades. 

    No âmbito de suas atividades, podem atuar em diversos setores essenciais para a sociedade. Algumas das principais áreas são: 

    – Educação: Muitas fundações administram escolas, universidades ou programas de bolsa de estudo para populações carentes; 

    – Saúde: Hospitais filantrópicos, institutos de pesquisa e programas de prevenção são frequentemente gerenciados por fundações; 

    – Assistência social: Projetos voltados para populações vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas em situação de rua, são mantidos por fundações beneficentes; 

    – Cultura e preservação histórica: Muitas fundações promovem a conservação do patrimônio cultural e histórico, preservando locais, parques, prédios tombados, etc.; 

    – Meio ambiente: Atuação na proteção ambiental, no combate ao desmatamento e no incentivo à sustentabilidade também é expressiva. 

    Importância – As Fundações sem fins lucrativos desempenham um papel extremamente importante em toda a sociedade, complementando a atuação do Estado e da iniciativa privada na oferta de serviços essenciais. Elas possibilitam avanços na educação, saúde, cultura e bem-estar social, proporcionando soluções para problemas que nem sempre podem ser atendidos pelo setor público. Além disso, essas instituições impulsionam o voluntariado, promovendo o engajamento social e fortalecendo a democracia ao criar espaços de participação cidadã. Em entrevista à revista Forbes em 2016, Jorge Paulo Lemann, um dos homens mais ricos do Brasil falou sobre a mudança de pensamento que o levou a criar a Fundação Lemann, uma das principais do país. “Até pouco tempo antes de existir a Fundação Lemann, eu acreditava que, cumprindo bem minha vocação de empresário, estaria devolvendo ao país as oportunidades que ele me proporcionou. Mas cheguei à conclusão de que poderia tentar fazer algo além da esfera empresarial. A Fundação Lemann é o veículo que está tentando fazer mais, devolver mais para a sociedade. E, ainda que sua atuação seja uma gota no mar de todas as necessidades existentes, espero que seja uma gota efetiva. Para isso, buscamos ir além das melhorias pontuais ou incrementais”, afirma o empresário. Outras Fundações que atuam fortemente do Brasil são a Itaú Social, a Fundação Bradesco e a Fundação Republicana Brasileira (FRB), fundamental na promoção de programas educacionais e sociais em todo o país. 

    Com uma história de impacto social significativo ao longo dos séculos, as Fundações seguem desempenhando um papel necessário para o desenvolvimento humano. Por meio do financiamento de pesquisas, do apoio à educação ou da assistência a comunidades vulneráveis, essas organizações continuam a ser pilares fundamentais para uma sociedade menos desigual e acima de tudo, mais solidária. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP 

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB 

    Imagem: Freepik

  • Quem é a nova presidente da FRB? – Conjuntura Republicana Ed. Especial

    Quem é a nova presidente da FRB? – Conjuntura Republicana Ed. Especial

    Renata Sene assume, em 25 de fevereiro de 2025, a presidência da Fundação Republicana Brasileira (FRB), entidade partidária mantida pelo Republicanos. Ela é a segunda mulher a ocupar o cargo, sucedendo a Rusembergue Barbosa (2021-2025).

    Ellen Fernandes – Ascom FRB

    Com uma trajetória política destacada, Renata Sene foi prefeita de Francisco Morato (SP) por dois mandatos consecutivos pelo Republicanos. Sua atuação à frente da gestão municipal acarretou expressivos resultados eleitorais. Em sua primeira disputa, em 2016, conquistou 29,78% dos votos válidos. Em 2020, foi reeleita com uma elevadíssima aprovação popular, alcançando 86,9% dos votos.

    Seu perfil inovador e comprometido com ações sociais consolidou uma reputação sólida durante seus mandatos. O reconhecimento de sua gestão eficiente e humanizada converteu-se em sua indicação para a presidência da FRB diretamente pelo presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, que destacou sua capacidade para liderar o principal centro de formação intelectual do partido.

    UMA GESTORA HUMANITÁRIA

    Em entrevistas concedidas a podcasts voltados às comunidades de Francisco Morato, Sene compartilhou a experiência que a levou a se dedicar às causas sociais. Segundo ela, sua motivação teve início ao presenciar uma criança em situação de extrema vulnerabilidade, o que despertou seu comprometimento em fazer a diferença na vida das pessoas. O impacto dessa vivência reforçou sua determinação em atuar na redução das desigualdades sociais e econômicas.

    DA GESTÃO MUNICIPAL À REPRESENTAÇÃO GLOBAL

    Formada em Serviço Social e mestre em Desenvolvimento Regional, Renata iniciou sua experiência na Administração Pública em 2001, aos 22 anos, na Prefeitura de Francisco Morato. Atuou em projetos voltados ao desenvolvimento sustentável, tecnologia e proteção ambiental, temas que, posteriormente, se tornariam prioridades globais.

    Com passagem pela Secretaria de Educação e posteriormente pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social do município, acumulou uma vasta experiência na formulação de políticas públicas. Esse histórico fortaleceu seu engajamento em agendas nacionais e internacionais. Representante brasileira na COP28, Sene se tornou uma das lideranças brasileiras comprometidas com a Agenda 2030 da ONU e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), reafirmando sua atuação no cenário global.

    O QUE ESPERAR DA GESTÃO SENE?

    De acordo com a nova presidente, sua meta é “tornar a FRB um centro de referência entre as fundações partidárias e ainda mais: um verdadeiro showroom de tecnologias sociais para agentes públicos em ação no país. Tendo em vista importantes agendas globais, como clima, podemos construir com nossa equipe técnica centros de pesquisa e inovação que servirão como laboratório e, assim, poderão contribuir significativamente na criação de estratégias inteligentes. Quero que nos vejamos sempre 10 anos à frente!”, vislumbrou.

    No âmbito internacional, o Brasil é signatário de diversos compromissos, incluindo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e o Acordo de Paris sobre mudanças climáticas. A própria presidente Sene é representante BR na Conferência das Partes (COP), por isso, seu olhar possui a intenção de fazer da Fundação Republicana Brasileira uma instituição responsável pelo desenvolvimento de mecanismos que não apenas representem o país em fóruns internacionais, mas também resultem em ações concretas e trabalho de base em prol da população.

    Gestão consolidada no cuidado às pessoas: educadora e assistente social, a então prefeita de Francisco Morato (SP), Renata Sene, confere uniformes escolares com o seu vice, lldo Gusmão.

  • Série Cinema e Política – Meu Vizinho Adolf (2022)

    Série Cinema e Política – Meu Vizinho Adolf (2022)

    Dirigido por Leon Prudovsky, Meu Vizinho Adolf (2022) parte de uma premissa curiosa: e se um velho nazista fugido da Alemanha tivesse se instalado na América do Sul e, por ironia do destino, fosse reconhecido por um sobrevivente do Holocausto? O filme brinca com essa hipótese ao narrar a história de Marek Polsky (David Hayman), um idoso judeu solitário que vive na Colômbia de 1960 e se vê diante da possibilidade de ter Adolf Hitler como seu novo vizinho, Hermann Herzog (Udo Kier). A partir desse encontro, nasce um jogo de desconfiança, perseguição e, paradoxalmente, aproximação entre os dois personagens. 

    A escolha do humor como ferramenta narrativa para tratar de um tema tão denso como o nazismo não é inédita, mas é sempre um risco. Prudovsky aposta em um tom tragicômico que remete à obra A Vida é Bela (1997), de Roberto Benigni, ou à Jojo Rabbit (2019), de Taika Waititi, mas sem o mesmo apelo emocional. Em vez disso, o filme se apoia no sarcasmo e no absurdo da situação, explorando a paranoia de Polsky e a ambiguidade de Herzog, cuja real identidade permanece em suspense até o final. 

    O grande trunfo do filme é sua abordagem sobre memória e ressentimento. Polsky, marcado pelas cicatrizes do Holocausto, não consegue aceitar a possibilidade de um nazista escapar impune. Já Herzog, seja ele Hitler ou não, representa a presença fantasmagórica do passado que insiste em assombrar as vítimas. A narrativa coloca em xeque a relação entre justiça e vingança, questionando se o ódio pode ser superado ou se ele está condenado a sobreviver junto à lembrança do trauma. 

    A comédia é usada para expor as contradições do pós-guerra e a impunidade de muitos criminosos nazistas que encontraram refúgio na América do Sul. Diferente de um humor que banaliza, Meu Vizinho Adolf busca um riso incômodo, que se sustenta na ironia da situação e na dinâmica entre os protagonistas. Udo Kier entrega uma atuação brilhante, equilibrando mistério e excentricidade, enquanto David Hayman traduz, com melancolia e fúria, o dilema de um homem cuja identidade foi moldada pela perseguição. 

    Entretanto, a leveza cômica do filme pode ser interpretada como uma forma de diluição da gravidade dos eventos históricos. Ao humanizar, ainda que sutilmente, a figura do possível Hitler, Prudovsky flerta (perigosamente) com uma narrativa que pode gerar desconforto entre aqueles que esperam uma abordagem mais dura. 

    Meu Vizinho Adolf é um filme interessante, que combina suspense e comédia para discutir temas profundos como trauma, ódio e perdão. Embora o uso do humor para tratar de um tema como o nazismo seja sempre um campo minado, o longa consegue equilibrar crítica e ironia, sem cair na banalização. No fim, a maior questão que Prudovsky nos deixa é: até que ponto é possível seguir em frente quando o passado nunca deixa de bater à porta?  

    Quem se interessou pode assistir na plataforma Prime Vídeo!

    O filme vale a pena e convida a uma profunda reflexão!

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP 

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB  

    Imagem: Internet 

  • 50 pessoas viajam de SP ao DF para posse de Renata Sene

    50 pessoas viajam de SP ao DF para posse de Renata Sene

    Gesto de apoio do grupo à presidenta Renata impressionou os presentes

    Brasília (DF) – O prestígio de Renata Sene, empossada na última terça-feira (25) no comando da Fundação Republicana Brasileira (FRB), foi notável com uma tocante demonstração do carinho que um grupo de pessoas de Francisco Morato (SP) em sua cidade natal nutre por sua ex-prefeita. Em clima de dupla comemoração, a comitiva composta por cerca de 50 pessoas viajou de São Paulo para o Distrito Federal especialmente para acompanhar a cerimônia de posse da gestora. Dentre o núcleo constam seu pai Jair Sene e seu irmão Fábio Sene, além de amigos como Ildo Gusmão, atual prefeito de Francisco Morato e melhor amigo de Renata, fora companheiras de política assim como Lorena Oliveira, prefeita de Franco da Rocha (SP).

    Presidenta Renata e seu patriarca, Jair Sene

    De acordo com Lorena, “Franco da Rocha é a cidade irmã de Francisco Morato, onde Renata fez uma gestão de excelência. Para mim ela é uma inspiração e estar aqui hoje presenciando a posse e prestigiando este novo desafio dela é uma grande alegria. Fiz questão de vir para deixar meus votos de sucesso para ela”, relatou a gestora do Executivo.

    Já Ildo Gusmão possui uma história de parceria que rendeu frutos de amizade a nível familiar. Ildo foi vice-prefeito em no último mandato de Sene como prefeita de Francisco Morato. “Pude acompanhar muito de perto como ela administrou nossa cidade com tão pouco recursos e hoje sou sucessor de Renata Sene, uma grande responsabilidade diante do legado de comprometimento dela na cidade. Eu vim em nome dos moradores de lá e vim aqui hoje desejar todo o sucesso para minha amiga, minha irmã de coração, para que ela saiba que lá em Morato há um grande time na torcida por ela”, estimou.

    O esposo de Sene, Marcelo Vieira, não poderia ficar de fora das homenagens: “Que festa bonita a de hoje para uma merecedora e grande gestora, eleita com 87% dos votos em Francisco Morato. Aqui na FRB ela vai fazer muita diferença e acrescentar muito. Gostaria de agradecer aos amigos que vieram, mais de 50 pessoas, uma demonstração daquilo que a Renata representa para o povo de lá́. E com certeza esse sentimento é transmitido e as pessoas atendidas pela Fundação passarão a conhecer quem é Renata Sene”, declarou.

    Sérgio Roncoleta, vice-prefeito de Getulina/SP, fez coro à caravana Sene: “Estou aqui em Brasília para prestigiar a Renata, ela é uma grande amiga nossa, uma pessoa excelente e que está aqui para ajudar as pessoas. Ela vai fazer um ótimo trabalho aqui, sem dúvidas”, declarou o atuante público.

    “Com muito orgulho da nossa sempre prefeita. Saímos cedinho de Morato e viemos prestigiar esse momento tão especial. A gestora que fez história e que Deus abençoe, de Morato para Brasília e se Deus quiser de Morato para o mundo”, vibrou Rodrigo Marrone, vereador e presidente da câmara local de Francisco Morato.

     

    Por Ellen Fernandes – Ascom FRB
    Fotos: Carlos Gonzaga – Ascom FRB

  • Renata Sene assume presidência da FRB

    Renata Sene assume presidência da FRB

    Posse reúne congressistas e festeja 18 anos da instituição

     Brasília (DF) – A cerimônia de transição presidencial que empossou Renata Sene à frente da Fundação Republicana Brasileira (FRB) marcou a celebração dos 18 anos de trajetória da instituição. Promovido nesta terça-feira, 25, no Complexo Republicano, o evento contou com a participação de uma comitiva de mais de 50 pessoas de Francisco Morato (SP), ressaltando a popularidade de Renata em sua cidade natal. Por meio de participação remota, o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, discursou felicitando a FRB, agradecendo a Rusembergue Barbosa pelo desempenho em seus dois mandatos (2021-2025) e afirmando sua confiança na escolha de Renata para o cargo. De acordo com Pereira, “A FRB é um orgulho para o nosso partido e a Renata está muito bem preparada para assumir essa responsabilidade”.

    Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, enfatizou a importância da FRB para o partido, afirmando: “Nós fazemos parte de um grupo visionário e comprometido com a sociedade. Nós damos voz às mulheres na política com compromisso, damos espaço consolidado e Renata é um exemplo de gestora capacitada, humana e engajada. A Fundação Republicana Brasileira é o braço intelectual do Republicanos que certifica milhares de pessoas por ano e eu estou convicto de que, nas mãos da Renata, o trabalho será ainda mais voltado para educar e melhorar a qualidade de vida da população.”.

    Abrilhantaram o núcleo de autoridades presentes Damares Alves, presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado e os parlamentares Fred Linhares, Maria Rosas, Gilberto Abramo e outros agentes públicos locais e estaduais.

    Deixando um legado de dois mandatos bem-sucedidos com números exponenciais em plena pandemia, Rusembergue Barbosa alegou satisfação com o desempenho alcançado e expectativas positivas quanto à sua sucessora: “Estou me despedindo com sensação de dever cumprido e com tranquilidade porque deixo a FRB em excelentes mãos. A Renata é diferenciada como gestora municipal e tem bagagem como educadora e mobilizadora social. Ela com certeza saberá conduzir a Fundação com o mesmo comprometimento que teve como prefeita em Francisco Morato. A Fundação nunca para de criar projetos inovadores e a escolha por Renata para assumir a presidência foi certeira!”, apostou Barbosa, cuja gestão dupla alcançou quase 62 mil pessoas em formações gratuitas.

    Dentre o público que acompanhava a cerimônia, um numeroso grupo chamou a atenção: uma comitiva de mais de 50 pessoas foi formada especialmente para a ocasião, destacando a popularidade de Renata em sua cidade natal. O apoio de amigos, familiares e aliados políticos foi notável: os participantes se deslocaram de São Paulo à capital federal exclusivamente para testemunhar a posse.

    Marcelo Vieira, esposo de Renata, ressaltou que “Cada um pagou do próprio bolso para comparecer e demonstrar o orgulho e imenso carinho que Renata conquistou com merecimento. A Fundação Republicana Brasileira está de parabéns por esse atendimento de primeira. Não tenho dúvidas de que a nova fase com a Renata será o começo de muitos projetos excepcionais para a população.”, estima Vieira.

    Compuseram o grupo Jair e Fábio Sene, respectivamente pai e irmão da presidente; Lorena Oliveira, prefeita de Franco da Rocha; Ildo Gusmão, prefeito de Francisco Morato e vice de Renata durante seu segundo mandato na prefeitura moratense; Rodrigo Marrone, vereador de Morato e presidente da Câmara local.

    O suporte e a torcida presencial dos entes queridos causaram comoção geral e, ao tomar a palavra para seu primeiro discurso empossada como presidente da FRB, Renata Sene alegou que “é com imensa honra e alegria que assumo a presidência da Fundação Republicana Brasileira. Ao receber esta missão, dediquei-me a um profundo momento de reflexão, organizando meu coração e mente para enfrentar este novo desafio. Agradeço profundamente por todo o trabalho incansável e pela confiança que me foi depositada. Para transformar o Brasil, sabemos que precisamos de políticas públicas que respeitem as especificidades de cada local, mas que também se conectem aos maiores desafios globais, como a proteção social, a igualdade e o desenvolvimento sustentável. Estamos prontos e comprometidos com a construção de soluções que protejam e promovam a vida em todas as suas dimensões. Já estamos fazendo história. Em 18 anos, tivemos muitas vitórias, mas o nosso compromisso é com o futuro”, vislumbrou a experiente gestora.

    Valdir Pucci, diretor-geral da Faculdade Republicana, mencionou o desempenho de excelência da gestão de Rusembergue na despedida do cargo e aproveitou o ensejo para saudar a chegada da recém-empossada Sene. “É um privilégio poder acompanhar o desenvolvimento da FRB ao longo do tempo e fazer parte desta história há 18 anos que levou educação política Brasil afora. Não posso deixar de enaltecer o feito que inovou ao credenciar a Faculdade Republicana, primeira instituição de ensino superior mantida por uma fundação partidária no país. Ao presidente Rusembergue, meus cumprimentos de agradecimento e admiração pela gestão produtiva e em nome de todo o corpo acadêmico da faculdade, dou boas-vindas à presidente Renata com entusiasmo para vê-la em ação”, relata o docente.

    Com a posse de Renata Sene, a Fundação Republicana Brasileira inicia um novo capítulo em sua trajetória, mantendo o compromisso com a educação política e a formação cidadã. A cerimônia evidenciou não apenas a relevância da instituição, mas também a confiança depositada na nova presidente para dar continuidade ao legado construído. Com uma gestão pautada na inovação e na inclusão, Renata assume o desafio de fortalecer ainda mais o papel da FRB na sociedade, ampliando seu alcance e impacto.

     

    Por: Ellen Fernandes – Ascom FRB

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB

    Fotos: Carlos Gonzaga – Ascom FRB