Marcos Pereira
Presidente Nacional do Republicanos
Vice-Presidente da Câmara dos Deputados
Categoria: Notícias
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Um convite especial aos republicanos
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Brasil tem 147,9 milhões de eleitores aptos a votar em novembro
Brasília (DF) – O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, apresentou nesta quarta-feira (5), em entrevista coletiva virtual, os dados oficiais e estatísticas do eleitorado brasileiro que vai escolher prefeitos e vereadores nas eleições municipais deste ano. Estão aptas a votar em novembro mais de 147,9 milhões de pessoas.


Os números não levam em conta os eleitores do Distrito Federal e de Fernando de Noronha, onde não há eleições municipais, e os brasileiros residentes no exterior, que só votam nas eleições gerais. No total, o Brasil tem 150,5 milhões de eleitores. É a quarta democracia do mundo, atrás apenas da Índia, dos Estados Unidos e da Indonésia, destaca Barroso.
O prazo para o cadastramento eleitoral e regularização do título de eleitor terminou em 6 de maio. Quem está em situação irregular não poderá votar.
Os números mostram que houve evolução de 2,66% do eleitorado em relação às últimas eleições municipais (2016), quando 144 milhões de pessoas estavam aptas a votar. O maior crescimento do eleitorado foi no Amazonas, com aumento de 7,88%, e no Tocantins, que teve pequena redução (0,17%) no número de votantes.
São Paulo, cidade com a maior população do país, representa o município com maior eleitorado, com 8,9 milhões de pessoas. Já o município com o menor eleitorado é Araguainha, em Mato Grosso, com 1.001 eleitores. Também fica em Mato Grosso o município de Boa Esperança do Norte, que realizará eleições para escolher prefeito e vereadores pela primeira vez.
Gênero e pessoas com deficiência
A maioria do eleitorado é formada por mulheres, que representam 52,49% do total, somando 77,6 milhões. Os homens somam 70,2 milhões de eleitores, sendo 47,48% do total. De acordo com o ministro Barroso, esses dados justificam e legitimam as ações adotadas tanto pelo Congresso Nacional quanto pelo TSE e pelo Supremo Tribunal Federal de reserva de vagas e de orçamento para candidaturas femininas.
Desde 2018, a Justiça Eleitoral passou a permitir o uso do nome social no título de eleitor e, nestas eleições, 9.985 pessoas usarão esse direito no documento.
Entre os eleitores com algum grau de deficiência, houve aumento de 93,58% no alistamento para participar do pleito. Enquanto em 2016 os eleitores com deficiência eram 598, 3 mil, neste ano, 1,1 milhão declararam necessitar de algum tipo de atendimento especial. A avaliação de Barroso é que não houve aumento de pessoas com deficiência, mas sim um maior o número de pessoas que se autodeclararam com essa característica.
Grau de instrução e faixa etária
De acordo com o presidente do TSE, os dados sobre faixa etária comprovam um certo envelhecimento da população brasileira. E, em relação ao grau de instrução, mostram os problemas quando identificam uma grande número de pessoas com ensino fundamental e médio incompletos e um número insuficiente de pessoas com ensino superior. “É um quadro que fornece uma boa fotografia da educação no Brasil e um bom ponto de partida para muitas reflexões das dificuldades em matéria de educação”, disse.
No Brasil, o voto é obrigatório para pessoas entre 18 e 69 anos e facultativo a partir dos 16 anos e acima dos 70 anos. Existem 133,3 milhões de eleitores com voto obrigatório e outros 14,4 milhões cujo voto é facultativo. Entre os eleitores com voto obrigatório, a maior parte está na faixa etária de 35 a 59 anos, sendo 67 milhões no total. Já os eleitores jovens, na faixa etária de 18 a 24 anos, somam 19 milhões de cidadãos.
Entre o eleitorado com voto facultativo, existem 65, 5 mil idosos com mais de 100 anos que estão com as obrigações eleitorais em dia e poderão ir às urnas em novembro.
Sobre o grau de instrução, as estatísticas do TSE mostram que 6,5 milhões de eleitores são analfabetos; 11,5 milhões apenas leem e escrevem; 35,7 milhões têm o ensino fundamental incompleto; 9,8 milhões, o fundamental completo; 22,9 milhões, ensino médio incompleto; 37,6 milhões, o médio completo; 7,7 milhões, ensino superior incompleto; e 15,8 milhões não completaram a graduação.
Os dados completos do eleitorado e comparativos com outras eleições estarão disponíveis na página de estatísticas do TSE a partir de sexta-feira (7).
Neste ano, a expectativa do TSE é que 700 mil candidatos concorram aos cargos nas câmaras e prefeituras municipais.
A campanha eleitoral tem início em 26 de setembro e a propagando no rádio e na televisão, em 9 de outubro.
Fonte: Agência Brasil
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Jovens Republicanos RJ visitam sede do Republicanos
Brasília (DF) – A sede nacional do Republicanos recebeu, na última quarta-feira (29), representantes do Jovens Republicanos Rio de Janeiro. A delegação, composta por 30 integrantes, participou de um ciclo de debates sobre a importância do engajamento do jovem na política e conheceu as instalações partidárias. Essa foi a primeira visita do grupo sob a liderança do secretário estadual do Jovens Republicanos Rio de Janeiro, Michel Cunha.
Para o secretário, estar à frente do Jovens Republicanos do estado do Rio de Janeiro é uma experiência gratificante. “Estamos rodando os municípios do estado e já estamos presentes em 27 cidades. E, hoje, todos esses secretários estão presentes ao evento, levarão com eles uma vivência única e muito aprendizado”, disse Michel.
Segundo o secretário nacional do Jovens Republicanos, Renato Junqueira, a importância do comprometimento de jovens na política é uma necessidade constante e não somente em época eleitoral. “Nós queremos que os jovens tenham vez, tenham voz e sejam representantes da juventude. Até porque, política pública e juventude têm que serem propostas por jovens. E nós queremos jovens nas câmaras municipais, nas assembleias legislativas, no congresso nacional, e, por que não, também, no executivo? ”, frisou o secretário, lembrando que as portas estarão sempre abertas para delegações de todo o país.O encontro contou, ainda, com palestras dos professores Fabio Vidal e Aline Barros, da Fundação Republicana Brasileira (FRB), que falaram sobre conexões entre capital político, confiança e urna. Do diretor da Faculdade Republicana, Valdir Pucci, que apresentou os projetos da instituição.
Na oportunidade, os jovens participaram, ainda, de palestra do secretário nacional do Republicanos, Evandro Garla, e do tesoureiro nacional do Republicanos, Mauro Silva, sobre como o partido está se preparando para as Eleições Municipais 2020. Para encerrar a visita, os jovens participaram de palestra sobre conservador x conservantista, apresentada pelo analista político Guto Ferreira.
Texto e fotos: Ascom – Jovens Republicanos Nacional
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15 anos de Republicanos!
O Republicanos completará 15 anos de fundação no próximo dia 25. Como todos os anos, a equipe da coordenação nacional está preparando uma programação incrível para celebrar este “debute”. A diferença é que desta vez, devido às restrições por causa da pandemia do novo coronavírus, será tudo online. Bem-vindos de fato à era da tecnologia!
Eu sei, não será a mesma coisa, já que nós costumamos realizar grandes eventos em Brasília e nos estados com republicanos de todo Brasil, porém tenho certeza de que irão gostar porque tudo que fazemos é pensando em cada um vocês.
Temos motivo para nos orgulhar: desde que nascemos, ainda como PMR e depois como PRB, nosso partido cresceu a cada nova eleição e se firmou como uma das maiores forças políticas do País. No ano passado, demos nosso salto mais ousado ao mudar de nome e lançar o novo manifesto, reposicionando o Republicanos como o verdadeiro partido conservador do Brasil.
Vale destacar que o conservadorismo não tem nada a ver com radicalismo. Se quiser saber mais sobre a diferença entre uma coisa e outra, recomendo que façam os cursos oferecidos pela Fundação Republicana Brasileira (FRB), vinculada ao partido. Quem fez, aprova.
Este ano vamos encarar nossa quarta eleição municipal. Na última reunião presencial que fiz com a Executiva Nacional e os presidentes estaduais estabelecemos uma meta ousada: conquistar 10% das prefeituras brasileiras (554) e triplicar o número de vereadores, ou seja, 3.600. Seria desafiante sem a pandemia, com ela será ainda mais difícil – mas não impossível.
Vamos fazer história mais uma vez, e cada um de vocês é fundamental na construção desta jornada. Por isso convido todos a acompanharem a programação deste mês especial. Veja abaixo algumas das lives que teremos:
Dia 6/8 (quinta-feira), às 19h – Live sobre o crescimento do Republicanos nestes 15 anos (com Marcos Pereira, Evandro Garla, Rosangela Gomes, Joaquim Mauro Silva, Marcos Jorge, Helen Assumpção e Diego Polachini);
Dia 25/8 (terça-feira), às 10h – Live de comemoração com a presença do presidente Marcos Pereira e demais lideranças do Republicanos e lançamento do novo vídeo institucional.
Fiquem ligados no Facebook do Republicanos Nacional. Todos os dias haverá uma novidade.
Vamos juntos construir os próximos 15 anos do Republicanos!
Boa semana a todos!
Marcos Pereira
Presidente Nacional do Republicanos
Vice-Presidente da Câmara dos Deputados -
Republicanas comentam lei que suspende o pagamento do Fies
Brasília (DF) – Na última semana, os beneficiários do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) tiveram uma agradável notícia, que já estava sendo esperada há algum tempo pelo segmento. Diante da pandemia da Covid-19, muitos não tiveram como honrar os pagamentos, com a lei, os usufruidores terão direito à suspensão dos pagamentos, até o fim do ano.
Isso, valendo para os que estão em dia com as prestações do financiamento e aqueles que estão com parcelas em atraso por, no máximo, 180 dias.
As parcelas estão suspensas até de 31 de dezembro de 2020 e sobre elas também não poderão ser acrescidos juros ao saldo devedor. Em contratos que está prevista a quitação integral até a data supracitada, foi criado pela lei, um sistema que permite o refinanciamento do contrato onde também haverá a dedução de 100% de encargos de multa.
A secretária do Mulheres Republicanas São Paulo, deputada federal Maria Rosas, também falou sobre a sanção da lei. “A suspensão do pagamento do Fies é um mecanismo que garante o direito do estudante universitário, evitando inadimplências e preservando o direito à continuidade aos estudos. Especialmente agora, que o advento da Covid-19 gerou instabilidade econômica para toda a população. O Fundo, ajuda a milhares de estudantes a se formarem, colaborando para a qualificação profissional e o desenvolvimento humano, contribuindo também, no futuro, para a economia do país”, aponta a republicana.
De acordo com a advogada Vandecleya Moro, secretária do Mulheres Republicanas em Valinhos (SP) e secretária regional do movimento em Campinas, é preciso alguns cuidados para não ter problemas futuros. “A decisão vai impactar positivamente na vida dos que precisaram usar o Fies. Entretanto, é preciso prestar atenção em todas as regras, pois o benefício não se estende para todos”, alertou.
Profissionais de saúde
Um outro dispositivo da lei, permite que médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde atuantes no enfrentamento do coronavírus (Covid-19), no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), poderão contar com desconto nas prestações fundo estudantil, a partir do sexto mês de trabalho. A lei traz a possibilidade que esses profissionais tenham redução dos juros e desconto de 50% de desconto nas parcelas.
Cadastro negativo
O estudante que obtiver o benefício de suspensão do pagamento não poderá ser inscrito em cadastros de inadimplentes e não será considerado descumpridor de quaisquer obrigações junto ao Fies.
Para obter o benefício, estudante deverá manifestar interesse junto ao banco no qual tem o financiamento, por meio dos canais de atendimento disponibilizados para essa finalidade. A alteração no contrato poderá ser feita presencialmente ou mediante assinatura eletrônica, conforme regulamento.
Texto: Gisele Rocha / Ascom – Mulheres Republicanas
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Foto: Reprodução -
Eleições municipais seguras
Olá, republicanos de todo Brasil!
Nós, do Republicanos, somos contrários à prorrogação dos mandatos de prefeitos e vereadores até 2022, como já havíamos nos manifestado anteriormente. Esse tipo de medida só aconteceu uma vez e foi na época da ditadura. Se a essência da democracia é o voto popular e a alternância de poder, não faz sentido dar a eles mais dois anos de mandato sem que tenham sido votados para isso.
Eu particularmente sou favorável à unificação das eleições – ou seja, votar em um mesmo ano de presidente a vereador – desde que a mudança seja feita com antecedência e previsibilidade para que todos os partidos e candidatos possam se preparar adequadamente. Tudo que é feito a toque de caixa acaba tendo que ser remendado em momento posterior.
Outro ponto importante é que há inúmeros governos municipais cuja população reprova a gestão dos atuais prefeitos. Tirar do povo o direito de escolher um novo nome e um novo rumo para sua cidade, ou mesmo manter o prefeito nos casos em que há possibilidade de reeleição, é antidemocrático e inconstitucional.
Estamos, contudo, diante de um impasse: manter a data das eleições para o dia 4 de outubro ou adiar para meados de novembro ou início de dezembro, portanto, uma diferença de cerca de 50 dias. Eu havia me manifestado favorável ao adiamento, mas entendo que há meios seguros de manter as eleições na sua data original.
A saída é adotar as seguintes medidas de segurança:
– Alongar o horário de votação, por exemplo, das 6h às 20h, ou das 7h às 21h;
– Separar por turnos eleitores de 16 a 40 anos e acima de 40 anos;
– Dispensar do voto pessoas acima de 60 anos e dos grupos de risco;
– Obrigar o uso de máscara para poder entrar nos locais de votação;
– Adotar o distanciamento seguro entre as pessoas, com marcações no solo;
– Aferir temperatura e aplicar álcool nas mãos dos eleitores;
– Impedir com rigor as aglomerações, especialmente nas portas dos locais de votação.Seguindo à risca estas medidas, poderíamos garantir a segurança dos eleitores e o pleno exercício da democracia. É óbvio que estamos diante de um problema totalmente novo, sem um desfecho positivo a curto prazo, mas sabemos que da data de hoje até o dia 4 de outubro temos quatro meses inteiros para trabalhar pela redução do contágio e o número de doentes.
Seria preocupante imaginar que nestes quatro meses não pudéssemos equilibrar e reduzir os efeitos da pandemia. Eu aposto na conscientização das pessoas no dia a dia, no uso de máscaras, na assepsia, em evitar as aglomerações e sair de casa para trabalhar e fazer o essencial.
Eu continuo acreditando que a democracia é o melhor caminho para o Brasil. E democracia se constrói com eleições e com o direito legítimo ao voto. Espero que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em conjunto com o Parlamento, possa tomar essa decisão o mais rápido possível para que partidos e candidatos possam dar prosseguimento aos seus respectivos planejamentos.
Boa semana a todos.Marcos Pereira
Presidente Nacional do Republicanos
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R$ 600 para quem não precisa
Nem mesmo a maior crise sanitária e econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus impediu que alguns brasileiros abrissem mão do famoso “jeitinho” para levar vantagem. O governo detectou inúmeras pessoas que fizeram o cadastro para receber o auxílio de R$ 600 que não se enquadravam nos critérios emergenciais. Foram identificados jovens de classe média, estudantes universitários, mulheres de empresários, servidores públicos aposentados e outras pessoas que não são o alvo da medida. Até brasileiros residentes de forma ilegal em outros países burlaram o sistema para terem acesso ao benefício. Os casos foram publicados pela imprensa.
Enquanto isso, mais de 10 milhões de pessoas que estão de fato precisando do dinheiro para poderem se alimentar ainda não conseguiram ter seu cadastro aprovado. É óbvio que o sistema precisa ser aperfeiçoado, mas a falta de cidadania também é um mal que assola nosso país.
Essa atitude não deixa de ser um tipo de corrupção. É como todas aquelas outras pequenas corrupções do cotidiano que a gente vê, ou mesmo pratica, e vai ficando por isso mesmo. Parece que só o mal feito dos outros merece castigo. O nosso tem sempre uma justificativa.
Quando a pandemia avançou houve uma corrida às farmácias e supermercados. Diversos itens de uso básico faltaram nas prateleiras nos primeiros dias enquanto algumas pessoas lotavam seus carrinhos sem se preocuparem com a necessidade do vizinho. Faltou (e ainda tem faltado) sensibilidade, solidariedade e empatia.
Políticos têm sim que dar exemplo, mas a população também precisa fazer sua parte. Não se paga mal com mal, mas sim com bem. Só vamos conseguir construir uma nação de verdade quando todos os brasileiros, do maior ao menor, do mais importante ao mais simples, fizerem sua parte. Do contrário, o clima de hostilidade e de irresponsabilidade irá continuar. Não é bom para ninguém viver no ambiente contínuo do “salve-se quem puder”.
Boa semana.
Marcos Pereira
Presidente Nacional do Republicanos
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Republicanos lança quadro “Pergunte ao Secretário!”
Brasília (DF) – A partir desta terça-feira (19), os filiados do Republicanos contarão com um canal exclusivo para esclarecer dúvidas e questionamentos. A sigla lançou o quadro “Pergunte ao Secretário!”, que será apresentado por Evandro Garla, secretário nacional. O republicano responderá, semanalmente, perguntas de filiados sobre dúvidas comuns que chegam até os canais de comunicação do partido.
O quadro irá ao ar toda terça-feira nas redes sociais oficiais do Republicanos: Instagram, Facebook, e Twitter.
“Estarei apresentando o quadro ‘Pergunte ao Secretário!’ para responder as dúvidas frequentes que chegam por meio dos canais de relacionamento com os filiados do nosso partido e manter todos sempre bem informados”, disse o secretário no vídeo de pré-estreia.
Estreia do “Pergunte ao Secretário!”
No primeiro quadro, Evandro Garla esclareceu a dúvida da jovem Gabriela, moradora de Brasília, de 16 anos. Ela questionou sobre a idade mínima para se filiar a um partido político.
Em resposta, o secretário informou que uma das exigências legais do cidadão ou cidadã é estar com seus direitos políticos em dia, ou seja, apto a votar e ser votado. “A essência do direito político é o voto. E para votar é necessário tirar o título de eleitor, sendo que é obrigatório para os maiores de 18 anos, e facultativo para aqueles que têm entre 16 e 18 anos. Portanto, Gabriela, se você já tem o título de eleitor, você pode se filiar ao Republicanos”, explicou Evandro Garla.
Por Agência Republicana de Comunicação – Arco
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Em live, presidente da FRB fala sobre workshop preparatório para as Eleições 2020
Brasília (DF) – A pandemia provocada pelo novo coronavírus (Covid-19) mudou totalmente as dinâmicas de trabalho e estudo, mas as metas para alcançar determinados objetivos continuam. Diante deste novo contexto, mas pensando justamente na necessidade de seguir em frente e preparar os pré-candidatos para as eleições deste ano, a Fundação Republicana Brasileira (FRB) levou para o ambiente on-line o tradicional Workshop Eleitoral.
Para esclarecer sobre esta modalidade inovadora, a Agência Republicana de Comunicação (Arco) promoveu, nesta quinta-feira (7), uma live com o presidente da FRB, Renato Junqueira, no perfil do Instagram do Republicanos e com transmissão simultânea na página do partido no Facebook. O bate-papo foi mediado pela jornalista Helen Assumpção, coordenadora da Arco.
Na abertura da live, Junqueira explicou que a FRB é uma instituição sem fins lucrativos, mantida pelo Republicanos. Fundada em 2 de março de 2007, tem como principais finalidades a pesquisa, a doutrina e a educação institucional, política e constitucional.
Junqueira destacou, ainda, que a FRB investe pesado na qualificação dos seus filiados e público em geral. Além disso, o Republicanos foi também o primeiro, e até agora o único partido, a implantar uma faculdade, a Republicana, reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).
Apesar de as eleições acontecerem só em outubro, conforme o calendário eleitoral, a FRB quer garantir que os pré-candidatos e o público em geral tenham acesso a um material de qualidade para se preparar para o pleito.
“São cursos de qualidade com profissionais renovados. O Workshop Eleitoral FRB 2020 disponibiliza seis cursos 100% gratuitos: Marketing Político, Sistema Eleitoral, Oratória, Conservadorismo e Valores Republicanos, Prestação de Contas e Propaganda Eleitoral. Esse rico material está disponível no site da FRB e é indicado para pré-candidatos, assessores jurídicos e de comunicação, futuros gestores e inúmeros profissionais que queiram se aprofundar no mundo político”, explicou Junqueira.
Atualizar-se com as constantes mudanças de perfis de público e saber conduzir uma campanha eleitoral são requisitos fundamentais para o profissional atuante do ramo de comunicação. Pensando nisso, o curso de Marketing Político, por exemplo, explora técnicas atualizadas que auxiliam a coordenação de elementos essenciais na atividade política, desde firmar marca e posicionamento, a administrar redes sociais e conciliar o digital com lições primordiais do marketing no dia a dia.De acordo com Renato Junqueira, ter levado o curso do presencial para o on-line permitiu que mais pessoas fossem alcançadas. Em 2018, as aulas ministradas em sete estados tiveram 917 participantes, enquanto em 2016 foram 816 também em sete estados. “Com o curso on-line economizamos tempo e recursos que garantem um melhor resultado. Mais de sete mil pessoas já se inscreveram, e a meta é chegar a 10 mil”, destacou Junqueira.
Além do Workshop Eleitoral, a FRB dispõe de cursos gratuitos de idiomas, Curso de Política e Lideranças Femininas.
“O Workshop dispõe de um material muito rico, o que tem de melhor, e feito por pessoas que conhecem como fazer uma campanha eleitoral bem-sucedida. Qualquer pessoa pode fazer o curso. Isso é uma mostra de que o Republicanos investe em uma sociedade como um todo”, ressaltou o presidente da FRB.
Junqueira informou que todo o conteúdo do Workshop ficará disponível até o dia das eleições. Ele recomendou aos inscritos que fiquem atento aos e-mails e às instruções da plataforma. Para se inscrever, é só acessar www.fundacaorepublicana.org.br.
Por Agência Republicana de Comunicação (Arco)
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Reindustrializar o Brasil é questão de sobrevivência
Olá, republicanos de todo Brasil:
Se a pandemia do novo coronavírus já pode nos ensinar uma lição é a de que o Brasil precisa sim se reindustrializar e fortalecer ainda mais a produção nacional. A intervenção dos Estados Unidos na compra de equipamentos médicos e de máscaras produzidas na China que tinham como destino países da Europa e o Brasil foi apenas uma amostra de que, em tempos de crise aguda, vale aquela máxima de botequim: se a farinha é pouca, meu pirão primeiro.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu uma declaração semanas atrás que beira o surrealismo. “Precisamos de máscaras. Não queremos outros conseguindo máscaras”, disse ele. O presidente norte-americano foi acusado de fazer propostas financeiras mais altas do que as que já tinham sido assinadas entre a China e outros países. A atitude foi chamada de “pirataria moderna”.
É verdade que a China tem sido paciente na sua estratégia de se tornar o parque industrial do mundo. E nós, no Ocidente, adeptos do ganho imediato, vimos nossas plantas fabris serem uma a uma desmontadas e levadas para o Oriente, onde a mão de obra é barata e o custo é pequeno. Hoje, são pouquíssimos os produtos ou insumos que não tenham um selo “made in China”. Não fomos apenas passivos. Achávamos que tratava-se de um grande negócio… da China.
No Brasil continuamos apostando tudo nas commodities. Dizem que “o agro é pop”. Talvez seja. Mas nossa falta de perspectiva e de estratégia nos impediu de agregar valor ao que produzimos. É mais cômodo exportar o grão de soja do que extrair o óleo e o farelo. Uma cadeia produtiva que poderia ser extensa e muito mais rentável continua limitada e empobrecida. Poucos faturam muito quando muitos poderiam faturar, e mais. O mesmo serve para outros setores da indústria.
Este novo coronavírus, que já alcançou mais de 3,5 milhões de pessoas e matou quase 250 mil até agora, derrubou bolsas de valores pelo mundo, impôs aos governos medidas de isolamento social e tem promovido um grande estrago nas economias e nos empregos. A recessão que apontava no horizonte como uma pequena nuvem se transformou numa tempestade.
O governo federal tem agido com apoio irrestrito do Congresso Nacional para garantir que não falte pão na mesa de nenhum brasileiro. Com a liberação da ajuda de R$ 600 (ou de R$ 1.200) para trabalhadores vamos remediar a situação. Mas isso não basta. Toda crise aguda é também uma grande oportunidade de fazer de forma rápida, profunda e intensa aquilo que não se faz normalmente. Os parlamentares têm demonstrado forte compromisso com o Brasil.
É preciso parar de ideologizar sobre política industrial como se fosse um tipo de marca registrada de governos socialistas. Bem longe disso. Qualquer país desenvolvido sabe da importância de apoiar a indústria sobretudo nos setores estratégicos. Não podemos abrir mão de um setor produtivo forte – ainda que demande uma política agressiva.
Não dá para prescindir de desenvolver nossa própria tecnologia, nossos equipamentos e insumos médicos, nossos medicamentos e nossos alimentos. Ao deixar de garantir a sobrevivência do povo brasileiro, estamos entregando a soberania nacional e o destino da nossa gente a outro país.
Como ex-ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços por dois anos, e cuja pasta infelizmente foi incorporada ao Ministério da Economia acusada de ser a “trincheira da Primeira Guerra Mundial”, eu reafirmo: o Brasil precisa, sim, de uma fortíssima política de reindustrialização. O presidente da República, Jair Bolsonaro, como nacionalista que é, deveria pensar seriamente na questão.
Não podemos ficar reféns da China ou de qualquer outro país no desenvolvimento e na produção de qualquer insumo ou equipamento, especialmente de saúde. Imaginar que brasileiros morreram e ainda morrerão porque os Estados Unidos interceptaram uma encomenda de ventiladores mecânicos é a clara demonstração de que, quando se trata de sobreviver, é cada um por si e Deus para todos.
Boa semana a todos.
Marcos Pereira
Presidente Nacional do Republicanos
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