Categoria: Notícias

  • Complexo Republicano realiza Semana da Privacidade e fortalece a cultura de proteção de dados

    Complexo Republicano realiza Semana da Privacidade e fortalece a cultura de proteção de dados

    Evento gamificado mobilizou equipes entre os dias 3 e 7 de outubro, reforçando a importância da LGPD no cotidiano institucional

    Brasília (DF) – A primeira semana de outubro foi marcada por uma iniciativa inédita no Complexo Republicano: a realização da Semana da Privacidade, voltada à conscientização sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e ao fortalecimento de uma cultura sólida de segurança da informação. Promovida entre os dias 3 e 7 de outubro, a ação envolveu todos os colaboradores do Complexo, celetistas, prestadores de serviço, MEIs e PJs, em uma programação dinâmica, baseada na metodologia da gamificação.

    A abertura e o encerramento do evento contaram com a presença dos gestores, reforçando a relevância do tema e o compromisso institucional com boas práticas de proteção de dados. Ao longo da semana, equipes formadas por até cinco integrantes tiveram 15 minutos diários para cumprir desafios relacionados à privacidade e à segurança da informação. A pontuação acumulada definiu o time vencedor, anunciado durante a confraternização realizada na sexta-feira.

    Mais do que a competição, o objetivo principal da atividade foi plenamente alcançado: estimular o interesse, o cuidado e a atenção com os dados e informações administrados diariamente por cada colaborador em seu setor.

    Para Hemanuelle Albuquerque, CEO da Inteligência Profissional e responsável pelos processos no Complexo Republicano, a Semana da Privacidade trouxe uma abordagem prática, leve e educativa sobre temas que, muitas vezes, passam despercebidos no dia a dia institucional:

    “A Semana da Privacidade veio com um objetivo forte de trazer uma cultura de privacidade e segurança da informação dentro da instituição. A privacidade de dados está no nosso dia a dia, principalmente nas pequenas coisas. Os maiores incidentes acontecem em situações básicas, então preferimos trabalhar de forma diária e prática. A gamificação permitiu que funcionários e fornecedores entendessem a lei no cotidiano, enxergando o olhar da privacidade de dados e da segurança das informações. Tivemos a participação de praticamente todos e isso fortaleceu muito nossa cultura organizacional.”

    Para muitos participantes, a iniciativa funcionou como um alerta importante sobre cuidados fundamentais no ambiente de trabalho. Gabriel Ribeiro, colaborador do Complexo, ressaltou o impacto da ação:

    “A Semana da Privacidade foi muito importante para conscientizar sobre a LGPD, especialmente para quem chegou recentemente. Ela nos fez perceber como atitudes simples, como não bloquear o computador ao sair ou compartilhar arquivos sem atenção, podem gerar riscos. Foi um aprendizado para relembrar o que já sabíamos e também descobrir novos cuidados essenciais para a proteção de dados.”

    O encerramento do evento também marcou um momento de celebração do engajamento coletivo. Segundo Hanaynna Albuquerque, também CEO da Inteligência Profissional e responsável pelos processo

    s do Complexo Republicano, a vivência prática foi determinante para o sucesso da iniciativa.

    “A Semana da Privacidade permitiu que todos mergulhassem na LGPD de forma prática. Apenas teoria deixa o conhecimento superficial, e nosso lema é privacidade, segurança e responsabilidade. Foi incrível ver a animação das equipes, a interação e o esforço para cumprir as provas. O aprendizado aconteceu brincando e vivendo a prática. Isso elevou

     o nível de maturidade da LGPD dentro do Complexo Republicano e atingiu plenamente os objetivos do projeto.”

    Com provas diárias, criatividade na formação das equipes, engajamento entre os setores e um ambiente saudável de competição, a Semana da Privacidade consolidou-se como uma das ações mais participativas do ano. Mais do que premiar um time vencedor, a iniciativa deixou um legado relevante: o fortalecimento da consciência coletiva sobre a proteção de dados e a responsabilidade compartilhada no ambiente institucional.

    A ação reforça o compromisso do Complexo Republicano em manter a LGPD ativa e integrada às rotinas administrativas, garantindo segurança, maturidade e boas práticas em todos os processos internos.

    Assim, a iniciativa reforça o compromisso de manter a LGPD ativa e presente nas rotinas administrativas, garantindo segurança, maturidade e boas práticas em todos os processos internos.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Fotos: Carlos Gonzaga – Ascom FRB

  • Belém do Pará como sede da COP30: motivos, desafios e repercussões

    Belém do Pará como sede da COP30: motivos, desafios e repercussões

    A realização da COP30 no coração da Amazônia busca destacar a importância estratégica do bioma no enfrentamento às mudanças climáticas e reforça o compromisso ambiental do Brasil. No entanto, críticas internacionais levaram o governo a intervir para garantir que o evento seja inclusivo

    A ideia de trazer a 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas (COP30) para o Brasil surgiu logo após as eleições de 2022. Durante a COP27, no Egito, em novembro daquele ano, o então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva declarou que, ao assumir o governo, defenderia a realização do evento em território brasileiro, preferencialmente em uma cidade amazônica, como Manaus ou Belém.  

    Na mesma ocasião, governadores da região Norte manifestaram apoio. Helder Barbalho, governador do Pará, entregou a Lula uma carta dos estados da Amazônia Legal solicitando que o presidente negociasse a realização da conferência na região. O próprio Helder sugeriu Belém como cidade-sede. Em 11 de janeiro de 2023, já no exercício do cargo, Lula reuniu-se com Barbalho e oficializou Belém como candidata brasileira para sediar a COP30 de 2025. O Itamaraty encaminhou a proposta às Nações Unidas, concretizando a candidatura do Pará.  

    A confirmação de Belém como sede da conferência foi celebrada pelo governo e recebeu apoio internacional por diversos motivos, entre eles: 

    • Localização estratégica no bioma amazônico: Belém está no coração da Amazônia, ecossistema essencial para conter o aquecimento global.   
    • Visibilidade para a realidade amazônica: o governo federal defendeu que a COP fosse realizada no Pará para que líderes e delegações estrangeiras vivenciassem a Amazônia de perto, suas florestas, rios, fauna e desafios socioambientais, dando centralidade às vozes e demandas dos povos amazônicos. 
    • Rodízio regional e apoio internacional: no corrente ano, o rodízio da ONU determinava que um país da América Latina e Caribe fosse o anfitrião. O Brasil foi oficializado como sede durante a COP28, em Dubai (2023), e a indicação de Belém foi aprovada por unanimidade pelo grupo latino-americano, recebendo anuência das Nações Unidas. 

     A COP30 marca a primeira vez que uma cidade brasileira sediará a conferência do clima da ONU, feito histórico para o país, e simboliza a reinserção do Brasil como liderança positiva na agenda climática global. Analistas ressaltam, ainda, que a articulação política entre o governo federal e o Pará proporcionou investimentos em infraestrutura, com potencial de deixar um legado para a população. Para Helder Barbalho, sediar o evento é uma oportunidade de mostrar que a Amazônia “está preparada para receber o planeta” e de estimular o mundo a discutir a região sob a perspectiva de seus habitantes, conciliando desenvolvimento sustentável e conservação da floresta. 

      

    Críticas internacionais e desafios logísticos 

    Apesar do entusiasmo com a chamada “COP da Amazônia”, a escolha de Belém trouxe desafios práticos. Delegações estrangeiras manifestaram preocupação com a capacidade de hospedagem na cidade. Desde o início do ano, os preços de hotéis e aluguéis aumentaram drasticamente, chegando a valores até 10 ou 15 vezes acima do normal. Essa escalada gerou críticas e até pedidos formais para que a sede fosse alterada. A ONU temia que países mais pobres pudessem ser impedidos de participar devido aos custos elevados.   

    Diante da repercussão, o Governo Brasileiro reafirmou Belém como sede e intensificou esforços para solucionar o problema, envolvendo órgãos federais, estaduais e o setor hoteleiro. Medidas legais foram adotadas: a Justiça do Pará determinou que plataformas como Booking e Agoda coibissem preços excessivos, exigindo revisão das tarifas e impondo multas diárias em caso de descumprimento. Órgãos de defesa do consumidor, o Ministério Público estadual e a Casa Civil também atuaram para investigar e conter práticas abusivas. 

    Como resultado, o governo garantiu condições mais acessíveis de hospedagem para delegações de menor poder aquisitivo. Países de baixa renda e pequenas ilhas terão, por exemplo, ao menos 15 quartos assegurados a preços compatíveis com o mercado. Autoridades locais iniciaram ainda parcerias para ampliar acomodações alternativas e melhorar estruturas urbanas temporárias, buscando tornar a COP30 a conferência mais inclusiva já realizada, com ampla participação da sociedade civil, povos tradicionais e nações vulneráveis. 

     Em audiências no Congresso, o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, reiterou que “o plano B é Belém”, descartando qualquer mudança. Ele reconheceu o forte simbolismo da escolha, uma cidade amazônica representando desafios comuns ao mundo em desenvolvimento, mas também reforçou a necessidade de reduzir os preços para garantir participação ampla. Com a intervenção governamental e a pressão internacional, as tarifas começaram a diminuir gradualmente nos últimos meses, demonstrando o esforço para equilibrar a viabilidade econômica local com o interesse público global. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Crédito da imagem: GovPA 

  • Evento FRB Valoriza 60+ reúne autoridades e destaca políticas de proteção à pessoa idosa no Recife

    Evento FRB Valoriza 60+ reúne autoridades e destaca políticas de proteção à pessoa idosa no Recife

    Realizado no dia 15 de novembro, no Hotel Luzeiros Recife, o evento FRB Valoriza 60+: Histórias que Inspiram, Futuro que Avança reuniu autoridades, especialistas e representantes da sociedade civil em um encontro dedicado ao debate sobre envelhecimento ativo, direitos, qualidade de vida e participação social da população idosa. A iniciativa registrou ampla adesão e foi avaliada de forma positiva por organizadores e participantes.

    Entre as autoridades presentes, destacou-se a participação da senadora Damares Alves, que ressaltou a necessidade de fortalecer políticas públicas voltadas à segurança, à proteção e à valorização da pessoa idosa no Brasil. Sua presença contribuiu para ampliar o alcance das discussões e reforçar a relevância do tema na agenda nacional.

    O encontro contou ainda com a presença do deputado federal Ossesio Silva, reconhecido por sua atuação na defesa dos direitos da população idosa. Em sua fala, o parlamentar enfatizou a importância da união de esforços e da participação ativa do poder público na construção de políticas eficazes para as pessoas com 60 anos ou mais.

    Segundo o deputado:

    “Ver este auditório cheio, com tantas autoridades e com a presença honrosa da senadora Damares Alves, mostra que estamos no caminho certo. A experiência das pessoas idosas ilumina o presente e precisa ser considerada na construção do futuro.”

    Ao longo da programação, foram abordados temas como envelhecimento saudável, prevenção da violência, combate a golpes financeiros, participação cidadã e garantia de direitos. Painéis e debates reforçaram a importância da articulação entre governo, instituições e sociedade civil para assegurar mais qualidade de vida à população acima de 60 anos.

    O FRB Valoriza 60+ foi encerrado com avaliação amplamente positiva dos participantes e com o compromisso renovado de ampliar ações de proteção e valorização da pessoa idosa em Pernambuco e em todo o país.

     

    Por: Assessoria do Republicanos 60+
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Fotos: Assessoria do Republicanos 60+

  • Jovens alagoanos recebem treinamento no FRB Participa+

    Jovens alagoanos recebem treinamento no FRB Participa+

    Momentos de interação e troca de insights reforçaram que o jovem preparado é capaz de transformar a realidade em que vive

    Maceió/AL – Conhecimento e informação marcaram a jornada imersiva vivenciada por jovens alagoanos no sábado (25). A Fundação Republicana Brasileira (FRB) e a Faculdade Republicana promoveram, em Maceió, o FRB Participa+, iniciativa que tem como propósito incentivar a juventude a conectar o sucesso profissional à responsabilidade cidadã.

    Com base nos pilares do empreendedorismo, da inovação e da formação política, o projeto vai além de um espaço de capacitação: constitui-se como uma oportunidade para que os participantes descubram seu potencial, desenvolvam competências e se tornem agentes de transformação. A jovem Greice Kelly destacou:

    “Todos os ensinamentos que foram dados hoje eu vou guardar e vou botar em prática. Vou levar esse tema, que é energia, tanto para minha vida quanto para o meu futuro e crescimento”.

    O encontro foi marcado por diversos insights, intensa interação e ampla troca de experiências, estimulando o desenvolvimento de ideias originais, a empregabilidade e a autonomia financeira. O secretário nacional do Movimento Jovens Republicanos, Wallacy Rocha, abriu o ciclo de palestras com o tema “Energia para Transformar: por que o jovem deve participar da política?”, reforçando a importância do engajamento político juvenil:

    “Já passamos por vários estados e chegamos aqui em Alagoas, uma experiência incrível, porque encontramos jovens muito interessados, trocando ideias, fazendo networking, aprendendo. Tenho certeza de que esses jovens farão a diferença, porque o que eles aprenderam aqui, eles vão praticar. A juventude é o maior símbolo de energia de uma nação”.

    O cientista político da FRB, Fábio Vidal, tratou da evolução das formas de fazer política ao longo do tempo e de como essas mudanças impactam a juventude:

    “É importante ressaltar que o modo como nós fazemos política e nos relacionamos politicamente mudou, e mudou muito com o avanço da internet e das redes sociais. Isso exige que o jovem esteja preparado para essa renovação, sabendo mobilizar de forma diferente. O caminho da democracia no Brasil não é tão bonito como o que foi apresentado, mas é o nosso caminho”.

    O secretário estadual do Movimento Jovens Republicanos em Alagoas, Oliveira Lima, celebrou o sucesso do evento e o engajamento do público:

    “Estou muito feliz porque vimos o entusiasmo, a energia e a alegria dos jovens em participar desses debates. Eu vejo uma juventude que entrou de uma forma e saiu de outra, transformada por meio do evento FRB Participa+.”

    Já o estrategista político Guto Ferreira conduziu a palestra “O que é conservadorismo e o que é radicalismo?”, propondo uma reflexão instigante e destacando a importância de oferecer informação de qualidade, livre de ideologias:

    “Os jovens precisam de mais informação, pois o futuro do país depende basicamente deles. Quanto mais conhecimento a gente entregar de forma não ideológica e não direcionada, mais preparados eles estarão para debater com qualidade, entender o funcionamento do país e do Estado. Eu gosto de desafiá-los, debater com eles e mostrar pontos importantes para a convivência em sociedade.”

    Todas essas reflexões e vivências reforçam a missão da Fundação Republicana Brasileira, que, em todo o país, promove iniciativas de educação política voltadas à formação de cidadãos conscientes e preparados para atuar de forma transformadora na sociedade. Assim, a instituição segue contribuindo para que cada pessoa possa impactar positivamente o seu cotidiano e a sua comunidade, afinal, o conhecimento transforma pessoas, e as pessoas transformam o mundo.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Foto: Equipe do Jovens Republicanos Alagoas

  • FRB Mobiliza – Módulo 6 reúne participantes de todo o Brasil em encontro sobre marca, narrativa e comunicação eficaz

    FRB Mobiliza – Módulo 6 reúne participantes de todo o Brasil em encontro sobre marca, narrativa e comunicação eficaz

    Com palestras de Guto Ferreira e Gilmar Arruda, o evento on-line destacou a importância da estratégia, da coerência narrativa e do propósito na construção de marcas sólidas e autênticas

    Brasília (DF) – No dia 24 de outubro, a Fundação Republicana Brasileira (FRB) realizou o Módulo 6 do programa FRB Mobiliza: Comunicação e Liderança, em formato on-line, reunindo participantes de diversas regiões do país. O encontro foi marcado por aprendizado, interação e propósito.

    A abertura ficou a cargo da mestra de cerimônias Denise Matos, que conduziu o início do evento com entusiasmo e acolhimento. Em seguida, o estrategista nacional do Republicanos, Guto Ferreira, ministrou a palestra “Marca e história errada: narrativa estragada”, na qual destacou a importância da coerência entre discurso, identidade e prática para a construção de marcas que geram confiança e credibilidade.

    Na sequência, a presidente da FRB, Renata Sene, deixou uma mensagem especial de agradecimento à equipe pelo empenho nas atividades da Fundação, com destaque para o FRB Mobiliza. Na ocasião, também convidou os participantes para a última edição do programa, a ser realizada de forma presencial em São Paulo e Brasília, no mês de novembro.

    Os palestrantes Guto Ferreira e Gilmar Arruda participaram presencialmente na sede da FRB, em Brasília, acompanhados pela equipe da Fundação, responsável pela organização e condução técnica do encontro. A estrutura garantiu uma transmissão dinâmica, interativa e de alta qualidade para participantes de todo o país.

    O evento contou ainda com um momento de reconhecimento aos voluntários da Fundação, conduzido pela gerente Gabrielle Assumpção e pela coordenadora administrativa Gabriela Alves. Ambas ressaltaram a relevância do trabalho voluntário na trajetória da FRB e lembraram que muitos colaboradores iniciaram suas histórias na instituição como voluntários, vivenciando o espírito de dedicação, aprendizado e propósito coletivo.

    Na etapa seguinte, o estrategista de marketing político e eleitoral Gilmar Arruda apresentou a palestra “Planejamento para uma comunicação eficaz”, abordando a importância da estratégia, do planejamento e do alinhamento entre mensagem e propósito para alcançar resultados consistentes.

    Ao longo de todo o encontro, os participantes puderam interagir ativamente, enviando perguntas aos palestrantes e participando ao vivo, além de compartilhar experiências e percepções sobre o impacto do FRB Mobiliza em suas trajetórias pessoais e profissionais.

    O módulo foi encerrado com a sensação de dever cumprido, refletindo o propósito da FRB e da Faculdade Republicana, que agora atuam em parceria institucional. A integração confere aos cursos da Fundação a chancela de uma Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), fortalecendo a união entre experiência prática e excelência acadêmica, ampliando o alcance e reafirmando o compromisso da FRB como agente de transformação social.

    Reconhecida por sua atuação na formação cidadã e política, a Fundação segue ampliando suas iniciativas por meio da Faculdade Republicana, com a oferta de novos cursos gratuitos e certificação oficial, consolidando seu papel de educar, inspirar e transformar a sociedade.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Fotos: Carlos Gonzaga – Ascom FRB

  • Financiamento climático e proteção das florestas avançam em Belém durante a COP30

    Financiamento climático e proteção das florestas avançam em Belém durante a COP30

    A conferência marca novos compromissos globais para manter florestas em pé, ampliar recursos climáticos e fortalecer a governança ambiental em países vulneráveis 

    A COP30 em Belém tem se destacado não apenas pelas negociações políticas, mas também pela apresentação de modelos concretos de financiamento capazes de transformar a ação climática nos próximos anos. Entre os principais avanços, o lançamento do Fundo “Florestas Tropicais para Sempre” tornou-se um dos anúncios mais simbólicos da conferência, especialmente por surgir no coração da Amazônia, região que abriga ecossistemas essenciais para a regulação do clima global.  

    Idealizado pelo Brasil e apoiado por países tropicais, o fundo propõe um modelo contínuo de remuneração pela conservação. Diferentemente dos mecanismos baseados em créditos de carbono, a iniciativa prevê investir os recursos arrecadados e utilizar apenas os rendimentos para remunerar nações que mantêm suas florestas em pé, estimulando políticas de preservação permanente. Até agora, mais de US$ 5 bilhões foram prometidos por Brasil, Indonésia, Noruega, França, Portugal e Alemanha, aproximando-se da metade da meta inicial de US$ 10 bilhões. O Brasil aportou US$ 1 bilhão, o mesmo valor da Indonésia, enquanto a Noruega se comprometeu com até US$ 3 bilhões, condicionados a critérios de governança. 

    Um dos pontos considerados estratégicos é a destinação de 20% dos recursos diretamente a povos indígenas e comunidades tradicionais, reforçando a compreensão de que a proteção das florestas depende do fortalecimento das populações que historicamente garantem sua conservação. Lideranças indígenas e ambientalistas celebraram o avanço, mas alertaram que o sucesso do fundo exige salvaguardas robustas para evitar que o financiamento estimule práticas econômicas contrárias ao propósito de proteção ambiental. Transparência, governança participativa e regras claras foram apontadas como requisitos essenciais para assegurar a credibilidade internacional do mecanismo. 

    Paralelamente ao anúncio amazônico, as negociações oficiais avançaram em uma agenda mais ampla de financiamento climático. As presidências da COP29 (Azerbaijão) e da COP30 apresentaram o chamado Mapa do Caminho de Baku a Belém, documento que propõe mobilizar pelo menos US$ 1,3 trilhão por ano até 2035 para apoiar países em desenvolvimento. A cifra supera em mais de dez vezes a antiga promessa dos US$ 100 bilhões anuais, frequentemente descumprida, e sinaliza que a crise climática exige uma reformulação profunda da arquitetura financeira internacional. 

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, classificou os avanços da COP30 como um “ponto de inflexão” para a mobilização de recursos, reforçando que o financiamento climático não deve ser entendido como gesto de solidariedade, mas como investimento para evitar danos econômicos irreversíveis associados ao aquecimento global. Segundo ele, proteger florestas, ampliar adaptação e fortalecer comunidades vulneráveis reduz custos futuros e aumenta a segurança planetária. 

    Outro tema sensível dos primeiros dias em Belém foi a operacionalização do fundo de perdas e danos, mecanismo criado para compensar países afetados por desastres climáticos. Embora reconhecido em conferências anteriores, o fundo ainda carecia de definições claras sobre fontes de financiamento, critérios de contribuição e regras de desembolso. Delegações de países vulneráveis pressionaram por compromissos concretos e por maior agilidade na liberação de recursos, destacando que eventos extremos já geram impactos desproporcionais em nações pobres, que não possuem capacidade financeira para reconstrução. 

    Além dos acordos multilaterais, a COP30 registrou anúncios paralelos de bancos internacionais, empresas e instituições financeiras comprometidas com investimentos em energia limpa, agricultura sustentável e adaptação baseada em ecossistemas. A combinação entre fundos públicos, capital privado e novos mecanismos de crédito busca reduzir a histórica lacuna entre promessas e implementação, garantindo condições para que o Acordo de Paris avance de maneira mais justa e efetiva. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom/FRB
    Crédito da imagem: Bruno Peres/Agência Brasil 

     

     

  • Clima e justiça social dominam os primeiros dias da COP30 em Belém

    Clima e justiça social dominam os primeiros dias da COP30 em Belém

    A relação entre ação climática e justiça social marcou os primeiros compromissos oficiais da COP30. O combate à fome e à pobreza, a garantia de informação climática confiável e a proteção dos mais vulneráveis ganharam destaque na conferência realizada no Pará 

    A COP30, sediada em Belém no corrente ano, iniciou-se com uma inflexão histórica ao colocar a justiça social no centro da agenda climática global. O principal símbolo desse avanço foi a Declaração de Belém sobre Fome, Pobreza e Ação Climática Centrada nas Pessoas, adotada por 43 países e pela União Europeia. O documento reconhece que, embora a crise climática afete todos, seus impactos recaem de forma desigual sobre populações vulneráveis. Pela primeira vez, a agenda internacional incorporou o enfrentamento da fome e da pobreza como eixo estruturante das estratégias climáticas, com metas anuais para ampliar a proteção social, fortalecer a adaptação centrada nas pessoas e priorizar meios de subsistência sustentáveis para agricultores familiares, comunidades tradicionais e povos da floresta.  

    A chamada “coalizão de Belém” consolidou um consenso: não haverá ação climática eficaz sem redução das desigualdades. O texto recomenda que os países integrem essa abordagem em seus compromissos climáticos e prevê revisões até 2030. Lideranças como o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, e a diretora executiva do Fundo Verde para o Clima (GCF), Mafalda Duarte, ressaltaram que justiça social e ação climática são dimensões indissociáveis, sobretudo em nações que sofrem impactos severos apesar de sua baixa responsabilidade histórica pelas emissões. 

    Outra inovação dos primeiros dias da COP30 foi a inclusão inédita da integridade da informação climática na agenda oficial da ONU. A Declaração sobre Integridade da Informação, lançada em Belém, alerta para os danos de fake news, negacionismo científico e ataques a jornalistas e pesquisadores. O documento, apoiado por países das Américas e da Europa, defende dados confiáveis como condição para políticas eficazes e anuncia a criação de um Fundo Global contra a Desinformação, iniciado com US$ 1 milhão do Brasil. Para a CEO da COP30, Ana Toni, esta é “a COP da Verdade”, pois não há justiça climática sem informação correta e acessível. 

    A proteção a populações vulneráveis permeou debates e anúncios. Ganharam força instrumentos como seguros agrícolas, expansão de redes de proteção social e políticas de adaptação voltadas a quem está na linha de frente dos eventos extremos. A justiça intergeracional também ganhou destaque, com jovens exigindo participação nas decisões, ampliando uma agenda que já reconhece a infância como um dos grupos mais afetados pela crise climática. 

    A participação indígena atingiu patamar inédito. Lideranças reforçaram que a demarcação de territórios é uma estratégia climática essencial, já que terras indígenas funcionam como importantes sumidouros de carbono. O Brasil propôs destinar pelo menos 20% dos recursos do novo Fundo Florestas Tropicais para Sempre a povos indígenas e comunidades tradicionais, buscando corrigir a desigual distribuição de financiamentos, atualmente, apenas 1% chega diretamente a esses territórios. 

    A abordagem interseccional também guiou discussões sobre justiça climática com recortes de raça e gênero. Comunidades quilombolas, povos afrodescendentes, mulheres e populações rurais foram reconhecidos como grupos mais expostos aos impactos e que devem ser priorizados nas políticas de adaptação. Na “Cúpula de Belém pelo Clima”, lideranças assumiram compromissos contra o racismo ambiental e pela igualdade de gênero na política climática. 

    A sociedade civil teve papel central na conferência. A Cúpula dos Povos reuniu cerca de 10 mil participantes no campus da Universidade Federal do Pará, fortalecendo temas como soberania alimentar, agroecologia e justiça climática nos territórios. Cozinhas solidárias e alimentos agroecológicos simbolizaram, na prática, os valores defendidos por ativistas e organizações. Movimentos sociais presentes reforçaram que a justiça climática começa nas comunidades, com soluções locais e participação popular. 

    Marchas e atos públicos ocuparam as ruas de Belém com o apelo (em inglês) climate justice now, cobrando ações concretas para uma transição energética justa, proteção da Amazônia e fim da expansão de combustíveis fósseis. A forte presença de povos amazônicos, juventudes e movimentos sociais levou para dentro das negociações o aspecto humano da crise, lembrando que estatísticas sobre aquecimento global representam vidas vulneráveis e territórios ameaçados. 

    Combinando diplomacia, ciência, mobilização social e protagonismo amazônico, a COP30 vem consolidando Belém como marco internacional de uma ação climática que integra clima, direitos humanos e combate às desigualdades. O evento tem reforçado o entendimento de que enfrentar a crise climática significa, acima de tudo, proteger pessoas hoje e nas próximas gerações. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Crédito da imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil 

  • COP30 no Brasil: como surgiram as conferências do clima e por que o país será sede

    COP30 no Brasil: como surgiram as conferências do clima e por que o país será sede

    Diante da ameaça do aquecimento global, a Conferência das Partes (COP) tornou-se o principal fórum mundial de negociações climáticas. Agora, em meio a indicadores alarmantes de mudança do clima, o Brasil se prepara para sediar a COP30, levando o debate ao coração da Amazônia

     

    Marcada para novembro de 2025, em Belém (Pará), a COP30 será a 30ª edição do maior evento climático das Nações Unidas, e a primeira realizada em uma cidade da região amazônica. Nesta reportagem, explicamos como surgiram as COP, por que se tornaram indispensáveis e o que levou à escolha do Brasil como sede desta edição histórica.  

    Conferência das Partes (COP) surgiu do crescente alerta mundial sobre as mudanças climáticas. Em 1988, a ONU criou o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) para reunir evidências científicas sobre o aquecimento global. Poucos anos depois, durante a Eco-92, no Rio de Janeiro, líderes de todo o mundo assinaram a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês), estabelecendo um pacto multilateral para conter o aquecimento do planeta.  

    O acordo instituiu o princípio das “responsabilidades comuns, porém diferenciadas”, segundo o qual os países desenvolvidos devem liderar a redução das emissões e oferecer apoio financeiro e tecnológico às nações em desenvolvimento. 

    Com a entrada em vigor da Convenção, em 1994, passaram a ocorrer as conferências anuais das Partes — as COP —, criadas para decidir e implementar os compromissos climáticos assumidos. Hoje, 198 países participam da UNFCCC, tornando-a um dos maiores pactos multilaterais da ONU. Nessas cúpulas, governos negociam metas de redução de gases de efeito estufa, estratégias de adaptação aos impactos climáticos e formas de financiamento e transferência de tecnologia que viabilizem a ação climática global. 

    Em 1997, a COP3 resultou no Protocolo de Quioto, que fixou metas obrigatórias de redução de emissões para países desenvolvidos, cerca de 5%, em média, até 2012, em relação aos níveis de 1990, e criou mecanismos de mercado para facilitar o cumprimento dessas metas.  

    Anos depois, a COP21, realizada em 2015, aprovou o Acordo de Paris, que envolveu todos os países na adoção de metas nacionais para manter o aquecimento global bem abaixo de 2°C, com esforços para limitá-lo a 1,5°C. Desde então, as COP ampliaram sua agenda. Além dos cinco pilares (mitigação, adaptação, financiamento, tecnologia e capacitação), ganharam destaque temas como perdas e danos, transição justa, igualdade de gênero, direitos dos povos indígenas e participação da juventude. 

    A crise climática em números 

    Décadas de evidências científicas motivaram a criação das COP, e os indicadores atuais reforçam a urgência de agir. O planeta já aqueceu cerca de 1,1°C desde a era pré-industrial. Em 2024, a temperatura média global atingiu aproximadamente 1,55°C acima dos níveis pré-industriais (possivelmente o ano mais quente já registrado), ultrapassando o limite simbólico de 1,5°C previsto no Acordo de Paris. Os últimos dez anos figuram entre os dez mais quentes já observados, confirmando a tendência de aquecimento global.  

    A principal causa está no aumento das concentrações de gases de efeito estufa. Em 2023, a concentração de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera atingiu 151% do nível pré-industrial, superando 420 partes por milhão.  

    Segundo a Organização Meteorológica Mundial, não se trata apenas de “um ou dois anos recordes, mas de uma sequência de dez anos de calor excepcional”, acompanhada por eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes, todos impulsionados pelas emissões humanas. Essa tendência torna cada vez mais difícil evitar os piores cenários da mudança do clima, a menos que os países promovam reduções profundas e rápidas nas emissões nos próximos anos. 

    Por que no Brasil?  

    A escolha do Brasil como sede da COP30, no corrente ano, tem fundamentos diplomáticos e estratégicos. A presidência da COP se alterna entre as cinco regiões geográficas da ONU, e nesta edição cabia à América Latina receber o evento. Nesse contexto, o governo brasileiro manifestou interesse em sediar a conferência como parte de seu retorno ao protagonismo climático global, reforçando o compromisso com o multilateralismo e com a plena implementação do Acordo de Paris.  

    Além de dar voz à Amazônia, sediar a COP30 representa uma oportunidade para o Brasil demonstrar liderança e cobrar compromissos mais ambiciosos da comunidade internacional. Um dos principais pontos da pauta brasileira é o financiamento climático: desde 2009, países desenvolvidos prometeram US$ 100 bilhões anuais para apoiar nações em desenvolvimento na proteção de florestas e adaptação aos impactos climáticos — promessa ainda não cumprida. Hoje, estima-se que seriam necessários mais de US$ 1 trilhão por ano. 

    O Brasil pretende pressionar por um financiamento mais justo e por transições energéticas equilibradas, além de apresentar iniciativas nacionais em energia limpa e combate ao desmatamento. Assim, a COP30 em Belém colocará o país no centro das discussões climáticas globais, reafirmando seu papel histórico, desde a Eco-92, na busca por soluções coletivas para a crise do clima. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB 

    Crédito da imagem: Divulgação/cop30.br 

  • UNEDUVALE sedia encontro do programa Educa + Ação e sela parceria

    UNEDUVALE sedia encontro do programa Educa + Ação e sela parceria

    No dia 3 de novembro, o Centro Universitário Eduvale (UNEDUVALE) sediou o encontro do programa Educa + Ação, promovido em parceria com a Fundação Republicana Brasileira (FRB) e a Faculdade Republicana, ocasião em que foi oficializada uma nova cooperação entre as instituições.

    Realizado no auditório do UNEDUVALE, o evento, voltado aos alunos do curso de Direito, abordou o tema “Processo Legislativo” e contou com as presenças de Valdir Pucci (diretor-geral da Faculdade Republicana), Renata Sene (presidente da FRB) e do Dr. Claudio Mansur Salomão (chanceler e presidente mantenedor do UNEDUVALE). Autoridades municipais da região também prestigiaram a iniciativa.

    A abertura foi conduzida pelo reitor Evandro Oliveira, marcando um momento de integração entre as instituições e de protagonismo estudantil. Os universitários participaram ativamente das discussões e ampliaram sua compreensão sobre o papel da educação jurídica e da cidadania na formação política e social do país.

    Durante as falas, destacou-se o espírito público do Dr. Claudio Salomão, reconhecido por sua dedicação às causas sociais e pela vocação comunitária do UNEDUVALE. Renata Sene ressaltou a relevância da parceria e o caráter histórico do evento, lembrando que a trajetória da instituição em Avaré é marcada pela busca constante por oportunidades que aproximem o meio acadêmico da realidade social.

    Para o professor Valdir Pucci, a cooperação entre o UNEDUVALE e a Faculdade Republicana abre novas perspectivas de crescimento e aprimoramento acadêmico. Ele anunciou que a parceria prevê a oferta conjunta de cursos de pós-graduação e extensão, fortalecendo o ensino de qualidade em Avaré e região.

    Renata Sene enfatizou ainda o papel dos jovens nesse processo, afirmando que a formação universitária é essencial para que façam escolhas conscientes e participem ativamente da vida política e social. Segundo ela, a integração entre a universidade e a fundação cria um ambiente fértil em conhecimento e diálogo, capacitando os estudantes para enfrentar com responsabilidade e preparo os desafios que o país deverá vivenciar nos próximos anos.

    Em meio ao atual cenário nacional de polarização, os convidados reforçaram que a educação deve ser o ponto de convergência e prioridade de todos os setores. Valdir Pucci destacou que o compromisso com a qualidade de ensino e com a formação cidadã deve superar ideologias e interesses políticos.

    Ao encerrar o encontro, os representantes da FRB e da Faculdade Republicana convidaram os presentes a conhecer mais sobre o trabalho das instituições.

    “O evento simbolizou mais que uma palestra: representou o fortalecimento de uma parceria que une educação, cidadania e compromisso social. A noite foi de celebração e reafirmação do papel transformador do UNEDUVALE e de seus parceiros na formação de profissionais comprometidos com o futuro do país”, concluiu o Dr. Claudio Mansur Salomão.

     

    Por: Equipe do Centro Universitário Eduvale (UNEDUVALE)
    Revisão e edição: Tamires Lopes – Ascom/FRB

  • FRB e Faculdade Republicana lançam Curso de Assessoria Parlamentar – Conjuntura Republicana Ed. nº 234

    FRB e Faculdade Republicana lançam Curso de Assessoria Parlamentar – Conjuntura Republicana Ed. nº 234

    Brasília (DF) – Com o objetivo de ampliar a compreensão sobre o papel estratégico da assessoria legislativa e transformar conhecimento político em ação prática, a Fundação Republicana Brasileira (FRB) e a Faculdade Republicana promoveram o novo curso livre “Assessoria Parlamentar”. A capacitação, gratuita e on-line, foi realizada com abrangência nacional, das 9h às 18h, incluindo pausa para o almoço.

    O curso foi ministrado pelo professor e cientista político Leonardo Barreto, que apresentou, de forma didática e interativa, as dinâmicas de trabalho em gabinetes, comissões e bastidores do Legislativo, além das estratégias que fortalecem a atividade parlamentar.

    Mesmo com curta duração, a formação destacou-se pela relevância e dinamismo do conteúdo, oferecendo reflexões sobre as múltiplas dimensões da profissão. Segundo o professor Leonardo Barreto:

    “Como curso de curta duração, os alunos têm a oportunidade de ter vários insights e ideias sobre suas pretensões profissionais e educacionais. A proposta não é preenchê-los apenas com conteúdo, mas com horizontes — para que percebam que tipo de atividade desejam, que necessidades precisam atender e que oportunidades estão buscando. É um curso que promove insights e, a partir deles, gera aprendizados úteis para a carreira.”

    Com o lema “Ajudando a formar cidadãos”, a FRB desenvolve ações educacionais que estimulam o debate, a reflexão e o crescimento pessoal e profissional, formando não apenas bons profissionais, mas também cidadãos conscientes e engajados com a vida pública. Além do curso de Assessoria Parlamentar, a FRB e a Faculdade Republicana oferecem diversas formações livres em sua plataforma, entre elas:

    ✅ Sustentabilidade Ambiental e Governança ESG

    ✅ Direito Tributário Municipalista

    ✅ Licitação e Contratos

    ✅ Processo Legislativo

    ✅ Gestão de Pessoas na Administração Pública

    ✅ Organização Municipal e Política Urbana

    ✅ Orçamento e Finanças Públicas

    ✅ Economia Social e Acessibilidade

    Esses cursos são gratuitos, 100% on-line e com certificação da Faculdade Republicana, voltados tanto para profissionais do setor público quanto para quem busca novas oportunidades no mercado de trabalho. Com foco na formação de profissionais qualificados e comprometidos com a representação política, a Faculdade Republicana tem como missão fortalecer a autoridade democrática. Suas pós-graduações EaD, ao vivo, aprofundam temas como assessoria, governança e relações institucionais. Também segundo o professor Barreto:

    “A FRB e a Faculdade Republicana se integram no objetivo de fortalecer a autoridade democrática, formando melhores profissionais. Se tivermos bons assessores, teremos melhores deputados, mandatos mais qualificados, projetos consistentes, câmaras e assembleias mais rigorosas, e uma representação mais próxima da população. A educação é o caminho para consolidar nossas convicções democráticas, e a FRB e a Faculdade caminham juntas nesse propósito.”

    Assim, comprometida em oferecer educação de excelência, com docentes atuantes no mercado, a Fundação Republicana Brasileira reafirma, por meio de seus cursos livres, a importância da capacitação contínua para o crescimento pessoal e profissional de cidadãos em todo o Brasil.