Categoria: Notícias

  • Brasileiros elegem domingo representantes de conselhos tutelares

    Neste domingo (6), das 9h às 17h, serão realizadas eleições para escolha dos representantes dos conselhos tutelares em todo o país. Trinta mil conselheiros deverão ser eleitos para atuar em 5.956 conselhos em funcionamento em todo o território nacional.

    A participação na escolha dos novos conselheiros não é obrigatória. No momento da votação, o cidadão deverá apresentar título de eleitor e documento de identidade original com foto, ou o aplicativo e-título, da Justiça Eleitoral. Podem votar eleitores cadastrados nos tribunais regionais eleitorais até 14 de junho deste ano.

    O eleitor escolhe um representante para o Conselho Tutelar mais próximo de sua residência.

    Informações sobre os locais de votação devem ser buscadas nas prefeituras, nas secretarias municipais que tratam dos direitos de crianças e adolescentes, na Justiça Eleitoral e nas próprias sedes dos conselhos.

    O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos dispõe de Cadastro Nacional de Conselhos Tutelares, com os respectivos endereços e contatos.

    De acordo com nota do ministério, mais da metade dos conselhos estão em atividade nas regiões Nordeste (1.885 conselhos em 1.811 cidades) e Sudeste (1.830 conselhos em 1.668 municípios).

    Na Região Sul funcionam 1.234 em 1.191 cidades. No Centro-Oeste, são 527 conselhos entre 466 municípios e 31 regiões administrativas do Distrito Federal. Na região Norte há 480 conselhos divididos em 420 municípios.

    Conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), podem se candidatar aos conselhos tutelares pessoas residentes no município, que tenham 21 anos ou mais e que sejam de “reconhecida idoneidade moral”.

    O ECA estabelece mais de uma dezena de atribuições aos conselhos tutelares, entre elas “representar contra a violação de direitos” de crianças e adolescentes.

    A lei também diz que o processo para a escolha dos membros do Conselho Tutelar é “estabelecido em lei municipal e realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e a fiscalização do Ministério Público”.

    Quem for eleito neste domingo, tomará posse em janeiro de 2020 para um mandato de quatro anos. Pela primeira vez, serão permitidas a reeleição e a recondução de conselheiros.

  • Cerca de 6% dos cursos avaliados no Enade 2018 tiraram nota máxima

    Em 2018, 492 cursos superiores tiraram a nota máxima no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), de acordo com dados divulgados hoje (4) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Esses cursos correspondem a cerca de 5,8% do total de 8.520 que tiveram o desempenho divulgado.

    A maior parte desses cursos é ofertada por instituições públicas federais, 199, seguida por instituições privadas sem fins lucrativos, que ofertam 123; privadas com fins lucrativos, que ofertam 117; públicas estaduais, 52; e um deles é ofertado por instituição pública municipal. Ao todo, foram avaliados nesses cursos 25,2 mil estudantes.

    Os resultados são referentes ao Conceito Enade, indicador calculado com base no desempenho dos estudantes no Enade 2018.

    O Enade é um exame feito por estudantes – ao final dos cursos de graduação – para avaliar conhecimentos, competências e habilidades desenvolvidas ao longo do curso. Levando em consideração o desempenho dos estudantes nas provas, os cursos são classificados seguindo uma escala de 1 a 5.

    O conceito 3 reúne a maior parte dos cursos. Aqueles que tiveram um desempenho menor que a maioria recebem conceitos 1 ou 2. Já os que tiveram desempenho superior à maioria recebem 4 ou 5. De acordo com os resultados divulgados, 1.689 cursos obtiveram conceito 4 e 3.830 obtiveram conceito 3.

    Abaixo da média

    Na outra ponta, mais de um quarto dos cursos avaliados no Enade do ano passado obtiveram desempenho “abaixo da média” na avaliação – ao todo, 2.509, ou seja, cerca de 29% obtiveram conceitos 1 e 2.

    A maior parte desses cursos, 1.397, é ofertada por instituições privadas de ensino superior com fins lucrativos; 864 são ofertados por instituições privadas sem fins lucrativos; 76 por instituições públicas federais; 90 por públicas estaduais; 73 por públicas municipais; e 9 por instituições especiais.

    Ao todo, 149.209 estudantes são atendidos por essas instituições de ensino. Eles representam um terço, 34%, dos 439.044 estudantes que participaram do Enade e tiveram notas divulgadas.

    Direito e Administração

    Em 2018, os cursos de administração e direito representam 48,5% do total de inscritos no Enade.

    De acordo com o Inep, 23,8% dos cursos de administração avaliados obtiveram Conceito Enade 1 ou 2; 51% obtiveram conceito 3; 20,7%, conceito 4; e, 4,5%, conceito 5. Entre esses cursos, a média da nota geral dos estudantes no exame foi 38,4 de um total de 100 pontos.

    Entre os cursos de direito, 36,7% obtiveram conceitos 1 ou 2; 43,4% obtiveram conceito 3; 13% conceito 4; e, 6,9%, conceito 5. A média da nota geral dos estudantes foi 41,3.

    O Enade, para todas as áreas, é composto de 40 questões. Elas são divididas em formação geral, que abrange aspectos da formação profissional do estudante; e componente específico, elaborado para cada uma das áreas avaliadas. A parte específica corresponde a 75% da nota e a geral, a 25%.

    Enade 2018

    Em 2018, cerca de 462,2 mil estudantes de 10,6 mil cursos de aproximadamente 1,8 mil instituições de ensino participaram do Enade. Nem todos os cursos atenderam a todos os quesitos para o cálculo do Conceito Enade.

    Foram avaliadas as seguintes áreas com cursos de bacharelado: administração; administração pública; ciências contábeis; ciências econômicas; comunicação social – jornalismo; comunicação social – publicidade e propaganda; design; direito; psicologia; relações internacionais; secretariado executivo; serviço social; teologia; e turismo.

    Foram avaliados também os cursos superiores de tecnologia em comércio exterior; em design de interiores; design de moda; design gráfico; gastronomia; gestão comercial; gestão da qualidade; gestão de recursos humanos; gestão financeira; gestão pública; logística; marketing; e processos gerenciais.

    Desempenho do estudante

    No boletim do estudante, todos aqueles que fizeram o Enade no ano passado têm acesso às notas individuais, bem como às notas gerais por curso, por região, por unidade da Federação, por área de avaliação e a nota nacional, para comparação. O boletim é acessado pelo sistema Enade por meio de senha individual.

    Fonte: Agência Brasil

  • A um mês do Enem, escolas contam como contornam ansiedade de alunos

    Falta um mês para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será aplicado em todo o país para 5 milhões de estudantes, nos dias 3 e 10 de novembro. Na reta final, escolas contam como estão se preparando e os cuidados necessários sobretudo para controlar a ansiedade dos estudantes.

    Na escola Lysia Pimentel Gomes Sampaio Sales, em Sobral (CE), nas últimas semanas de aula até o exame, os estudantes participarão de vários debates e de atividades que além de trabalhar a revisão dos conteúdos, contribuem para deixá-los mais seguros. “Eles precisam relaxar para usar o conhecimento que adquiriram o ano inteiro. Temos palestras, integração das turmas, debates, para sair um pouco da rotina”, diz a professora de redação Diana Kelly Alves Oliveira. De acordo com ela, é importante trabalhar também a parte socioemocional dos alunos.

    A unidade está entre as escolas públicas que, segundo o estudo “Excelência com Equidade no Ensino Médio: a dificuldade das redes de ensino para dar um suporte efetivo às escolas”, se destacaram por melhores desempenhos em avaliações como o Enem. Lá, os estudantes obtiveram média de 582,43 pontos na provas objetivas e 716,84 na redação, sendo que nota máxima nessa prova é mil.

    Ao longo do ano, a escola realizou uma série de simulados. Desde agosto, foram cinco simulados e ainda haverá mais dois até novembro. Neles, a escola percebeu que os alunos ficavam muito nervosos, sobretudo na hora de fazer a prova de redação. “Alguns estudantes travavam na hora de iniciar a redação, demoraram mais de 20 minutos só para começar, pela ansiedade. Começamos então a trabalhar isso”, diz Diana.

    No Colégio e Curso Progressão, no Rio de Janeiro, a ansiedade também é trabalhada na reta final. “O importante é manter a calma e a tranquilidade. Falo sempre para os estudantes se mentalizarem aprovados. Não verem o Enem como um monstro, mas como uma chave que vai mudar o futuro. Faça a prova acreditando no que estudou”, diz o diretor-geral do colégio, Leonardo Chucrute.

    A tática ajuda a estudante do 3º ano da escola, da unidade de Cabo Frio (RJ), Maria Eduarda Oliveira. “Eu, particularmente, tento pensar como seria no próximo ano, como se  estivesse lá dentro da universidade e alcançado meu sonho”, diz. A estudante pretende concorrer a uma vaga de medicina. “O curso que quero fazer é bem concorrido, bem complicado, mas estou tentando ficar mais tranquila porque me desesperar não vai ajudar em nada”, acrescenta.

    Conversar é importante

    “Pode parecer estranho, mas a minha recomendação é que o jovem seja ele mesmo, que converse com as pessoas, que converse sobre as emoções, sobre angústias”, diz a psicóloga organizacional e clínica Livia Marques, que atende jovens que estão se preparando para o vestibular.

    Segundo Livia, é importante conversar com pessoas que acolham e que transmitam afeto e proteção. Segundo ela, a ansiedade está entre as principais questões que são trazidas pelos jovens que atende. Além disso, eles dizem que não conseguem atender às expectativas, que se sentem pressionados e tristes o tempo inteiro.

    Para ela, as conversas são importantes para que essas emoções “sejam mais vistas, mais acolhidas e mais validadas”. É preciso também estar atento e buscar ajuda profissional caso o jovem esteja em um nível de ansiedade muito alto, que afeta a produtividade e compromete o dia a dia. “O psicólogo vai ajudar a contornar e manejar as crises de ansiedade.”

    A psicóloga recomenda ainda que os estudantes planejem os estudos e que reservem tempo para se divertir. Além disso, devem cuidar da alimentação, fazer exercícios físicos e dormir bem. Uma dica para dormir melhor é não usar o celular ou assistir vídeos antes de dormir.

    Fonte: Agência Brasil

  • Subseção promove Curso de Política na capital paulista

    São Paulo (SP) – Na última terça-feira (1º), a Fundação Republicana Brasileira – FRB, promoveu mais uma edição do Curso de Política, realizado nos dois auditórios da sede paulista do Republicanos, em transmissão simultânea. O presidente municipal da sigla Marcos Alcântara esteve presente e aproveitou para agradecer a presença do público presente.

    O coordenador da Subseção Eduardo Verrone iniciou o evento lembrando o objetivo da FRB. “A Fundação Republicana Brasileira é uma instituição sem fins lucrativos, mantida pelo Republicanos. O nosso objetivo é formar cidadãos e por isso estamos levando este curso por todo o estado de São Paulo”, afirmou.

    Aproximadamente 200 convidados, militantes e simpatizantes do partido assistiram à aula, ministrada pela comunicóloga e cientista política da FRB Daniela Rabello, que enfatizou a necessidade de participação popular na política e comentou sobre iniciativa popular. “Nós temos em nosso país democracia direta e indireta, e pela direta podemos promover um projeto de inciativa popular, por meio dele podemos colocá-lo dentro do Congresso Nacional”, declarou.

    No evento, esclareceu que política está em todos os lugares: em casa, na escola, entre amigos. Além disso, temas como cidadania, participação popular, democracia, partidos e marketing político foram debatidos. Em cinco anos de história em São Paulo, a Fundação  já formou mais de quatro mil alunos entre os cursos de inglês, política e lideranças femininas. Para participar das atividades e cursos da FRB, é necessário acessar o portal da instituição e informar-se sobre a agenda.

    Por: Laura Sant´Ana – Subseção FRB/SP, com edição da Ascom FRB
    Fotos: Subseção FRB/SP

  • Curso de Lideranças Femininas chega a Sorocaba pela primeira vez

    Sorocaba (SP) – A subseção da Fundação Republicana Brasileira (FRB) ofereceu na última segunda-feira, 30, na sala nacional do Hotel Dan Inn, uma edição presencial do Curso de Lideranças Femininas, que foi levada pela primeira vez à região. A aula foi conduzida pela cientista política e comunicóloga Daniela Rabello, que palestrou para mais de 200 pessoas.

    O coordenador da Subseção da FRB/SP Eduardo Verrone esteve presente e deu as boas-vindas ao público, frisando a importância da formação para as mulheres. “É possível sim fazer uma boa política, e este é o objetivo da Fundação Republicana Brasileira, formar cidadãos”, ressaltou.

    Rabello iniciou a palestra mostrando a trajetória da mulher na política e sua evolução. Reforçou a importância de as mulheres serem participativas no que diz respeito às transformações sociais. “O objetivo é formar líderes femininas e ter a maior adesão de mulheres nos espaços públicos, porque entendemos que assim teremos igualdade de decisão”, enfatizou.

    Para a professora Maria da Conceição, a aula foi gratificante. “Este curso desenvolve o empoderamento da mulher e faz com que ela lidere ainda mais seus compromissos. Consegui notar nitidamente que nós mulheres somos cobradas por outras mulheres, então precisamos aprender a delegar nossas tarefas, porque assim iremos conseguir liderar tudo ao nosso redor”, concluiu.

    A subseção promove o Curso de Lideranças Femininas na modalidade presencial nos municípios de São Paulo.

    Por: Laura Sant´Ana – Subseção FRB/SP, com edição da Ascom FRB
    Fotos: Subseção FRB/SP

  • Prova da OBMEP será disputada por quase 1 milhão de estudantes

    A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) realiza no próximo sábado (28) sua segunda etapa de provas deste ano, com a participação de 949.226 alunos de todo o país, sendo 898.263 de escolas públicas e 50.963 de escolas privadas, classificados na primeira fase. Os estudantes representam 50.663 unidades de ensino, das quais 45.036 são escolas públicas e 5.627, privadas.

    A competição nacional é organizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e se destina a estudantes do 6º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio. A coordenadora de Logística, Provas e Premiação da OBMEP, Érika Sholl, disse nesta semana à Agência Brasil que o número de escolas inscritas foi recorde na primeira fase (54.831), bem como o número de municípios: 5.554, ou o equivalente a 99,71% dos municípios do Brasil. A primeira fase da OBMEP reuniu 18,2 milhões de estudantes.

    A OBMEP classifica para a segunda fase os 5% de alunos mais bem colocados de cada escola na primeira etapa. O Nível 1 (6º e 7º anos do ensino fundamental) terá 316.137 participantes; já o Nível 2 (8º e 9º anos do fundamental) contará com 277.852; e o Nível 3 (ensino médio), 355.237 alunos.

    Questões dissertativas

    Érika Sholl explicou que diferentemente da primeira fase, cuja prova é de múltipla escolha, a prova da segunda fase da olimpíada tem seis questões dissertativas, valendo 20 pontos cada. Outra grande diferença é que, na primeira fase, a aplicação das provas é responsabilidade das escolas. Na segunda fase, as provas são aplicadas por fiscais designados pela coordenação da OBMEP.

    “São questões dissertativas, onde o aluno deve explicar a questão e os cálculos, bem como o raciocínio empregado. O estudante explica e exibe os cálculos”, disse a coordenadora.

    A divulgação dos premiados está prevista para o dia 3 de dezembro e a entrega dos prêmios acontecerá no decorrer de 2020. Os premiados com medalhas de ouro participarão de uma cerimônia nacional de premiação que, normalmente, acontece no primeiro trimestre do ano seguinte à realização da OBMEP. “Como a OBMEP é nacional, a gente pode escolher determinado estado para fazer essa premiação”, esclareceu Érika. “O ideal é que essa premiação rode mesmo. Como é um programa nacional, a gente não precisa privilegiar determinado estado. Todos podem ser contemplados com essa cerimônia”.

    As medalhas de prata e bronze e as menções honrosas são entregues em cerimônias regionais. A OBMEP distribuirá o mesmo número de medalhas das edições anteriores a alunos de escolas públicas, sendo 500 de ouro, 1.500 de prata, 4.500 de bronze e até 46.200 menções honrosas. Os estudantes de escolas particulares receberão 75 medalhas de ouro, 225 de prata, 675 de bronze e até 5.700 menções honrosas. Professores, escolas e secretarias de Educação também concorrem a prêmios, de acordo com o desempenho dos alunos na segunda fase.

    Estímulo à matemática

    Érika Sholl avaliou que a OBMEP serve para incentivar o aprendizado da matemática. “Com certeza. Incentivar esse aprendizado, mostrar que a matemática não é um bicho papão e descobrir os talentos. Você tem muitos alunos que não têm noção do talento que têm e até gosto pela matemática, que eles podem descobrir fazendo essa prova”. Explicou que a prova é composta por questões que precisam de criatividade e raciocínio lógico e não necessariamente de matemática pura e aplicada.

    “Então, às vezes, você tem um menino que não tem noção ainda de que a matemática é interessante e ele descobre em uma questão dessas bem formulada, em que tem que atuar com o raciocínio lógico e com a criatividade e acaba tomando gosto e descobrindo que a matemática é bem legal. E isso acontece mesmo!”, disse.

    Os estudantes classificados podem imprimir os cartões de confirmação e verificar os locais de prova na internet. A organização recomenda que os alunos cheguem aos centros de aplicação com ao menos trinta minutos de antecedência, portando documento original de identificação (carteira de identidade, certidão de nascimento ou carteira escolar), o cartão informativo da OBMEP, lápis, borracha e caneta esferográfica azul ou preta.

    Criada em 2005, a OBMEP é uma realização do IMPA, com apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e recursos dos ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e Educação.

    Fonte: Agência Brasil

  • Empoderamento, visibilidade e inclusão marcam primeira edição do Curso de Lideranças Femininas para a Comunidade Surda

    Brasília (DF) – Durante a manhã da última terça-feira, 24, a Fundação Republicana Brasileira – FRB, promoveu na Associação de Pais e Amigos de Deficientes Auditivos do Distrito Federal (APADA/DF), a primeira versão presencial do Curso de Lideranças Femininas para a Comunidade Surda.

    A cientista política e comunicóloga Daniela Rabello comandou a formação, que elencou métodos de gestão de tempo, empoderamento feminino, motivação e conceitos históricos do papel da mulher ao longo da história. A palestrante ressaltou a importância da visibilidade das pessoas surdas e gerou debate entre os participantes. O encontro contou com a tradução simultânea dos intérpretes em Libras Tatiane Elizabeth e Joab Mariano.

    O presidente da FRB Renato Junqueira abriu a aula reforçando o papel da instituição em formar cidadãos e apresentou os cursos oferecidos gratuitamente pela entidade. “A Fundação nasceu para honrar seu compromisso com a sociedade e é por meio de formações como esta que comprovamos às pessoas o quanto podemos fazer a diferença na nossa comunidade com pequenas transformações”, destacou.

    A estudante Cristiane Santos afirmou que “o curso serviu para nos ensinar muitas coisas que não aprendemos na escola, e como mulher surda sei muito bem como é difícil se inserir na sociedade, então o que vocês da FRB estão fazendo é muito importante, pois trouxeram a nós um conteúdo completo e diferenciado que nunca tivemos acesso antes”.

    A APADA/DF é parceira da Fundação Republicana Brasileira e já recebeu duas edições gratuitas do Curso de Política para Surdos.

     

    Por Ellen Fernandes – Ascom FRB
    Fotos: Carlos Gonzaga – Ascom FRB

  • FRB promove duas edições de Workshop Política e Cidadania em Sergipe

    Sergipe – Nos dias 19 e 20 de setembro, a Fundação Republicana Brasileira (FRB) realizou duas edições do Workshop Política e Cidadania em Sergipe. Os eventos ocorreram na capital, Aracaju, e em Nossa Senhora da Glória, no sertão do estado.

    Mais de 300 filiados ao partido participaram dos workshops, que contaram com três palestras. O professor Valdir Pucci falou sobre a importância de uma cidadania ativa na construção de um novo país. “É preciso compreender que o indivíduo está no centro do processo político. Ele é o protagonista da vida em comum, contribuindo para que as instituições funcionem”, ressaltou Pucci. Outro tema abordado foi a influência das redes sociais nas eleições 2020. Outro palestrante do programa foi o jornalista, publicitário e estrategista digital Cícero Mendes, que atua desde 2000 em campanhas eleitorais. Mendes destacou a importância de uma forte presença on-line dos pré-candidatos para conseguirem êxito nas urnas. “A influência da web não é uma teoria, mas fato. As redes sociais, em especial, influenciaram fortemente o resultado das eleições nos estados e no país, fazendo chegar ao poder nomes até então desconhecidos. Quem não se preparar para 2020 ficará para trás”, alertou.

    Os participantes também conheceram todo o histórico e o recente processo de mudança ocorrido no PRB, que passou a se chamar Republicanos. Esse detalhando ficou a cargo do presidente da FRB, Renato Junqueira, do secretário nacional da sigla Evandro Garla e do tesoureiro Mauro Silva. Na linha ideológica, eles ressaltaram que o Republicanos é um partido conservador nos costumes e liberal na economia.

    O presidente de honra do partido em Sergipe, Heleno Silva, e o presidente estadual Jony Marcos, agradeceram a direção do REPUBLICANOS  por escolher o estado como o primeiro na realização do Workshop Política e Cidadania. “Para nós é um prestígio muito grande Sergipe ser o precursor desse projeto. Aproveitamos para filiar novos nomes, pré-candidatos, que chegam para fortalecer a sigla no Estado. Com certeza iremos apresentar nomes preparados para enfrentar os desafios de Sergipe a partir dos municípios, seja nas prefeituras ou nas Câmaras Municipais”, frisou Heleno Silva.

    Para o gestor público Léo Araújo, participante da edição de Aracaju, “o presidente Renato Junqueira trouxe para a comunidade um debate que mostra como as pessoas podem exercer sua cidadania, além de temas importantíssimos que provam como a política é necessária e pode ser praticada em todas as escalas da sociedade”.

    Por Cícero Mendes, com edição de Ellen Fernandes – Ascom FRB
    Fotos: Cícero Mendes e Oracio Oliveira

  • Sergipe receberá Workshop Política e Cidadania

    Cidades de Aracaju e Nossa Senhora da Glória serão contempladas com edições gratuitas

    Nos próximos dias 19 e 20 de setembro, a Fundação Republicana Brasileira (FRB) promoverá gratuitamente o Workshop Política e Cidadania em Aracaju e Nossa Senhora da Glória, no estado de Sergipe. O presidente da entidade Renato Junqueira participará dos encontros e apresentará o trabalho da Fundação. O mestre em Ciência Política Valdir Pucci e o especialista em Comunicação Pública Cícero Mendes comandarão a programação, que inclui estratégias e lições acerca de democracia, participação popular e cidadania.

    Serviço
    Workshop Política e Cidadania

    Aracaju (SE)
    Data: 19/9
    Horário: 14h
    Endereço: Real Praia Hotel – Av. Santos Dumont, s/n, Orla da Atalaia – em frente ao Oceanário

    Nossa Senhora da Glória (SE)
    Data: 20/9
    Horário: 9h
    Endereço: Avelan Plaza Hotel – Av. Lourival Batista, nº 375, Centro

     

    Por Ellen Fernandes – Ascom FRB
    Arte: Agência AB9

  • Campinas recebe formação política da FRB

    Campinas (SP) – Cidadania, democracia e participação política para a população. Foram esses os temas abordados pelo professor e cientista político Edson Rildo, em mais uma edição presencial do Curso de Política, na noite da última sexta-feira (13) no Plenário José Maria na Câmara Municipal de Campinas, realizado pela Subseção da Fundação Republicana Brasileira em São Paulo. Pela primeira vez a instituição levou a formação para a população do município.

    O evento reuniu mais de 300 pessoas e lotou o plenário, contou com a presença de lideranças republicanas do estado de São Paulo, incluindo autoridades locais e militantes. Estiveram presentes o coordenador regional do Republicanos de Campinas e solicitante da formação, Saulo Rodrigues; o presidente do Republicanos de Campinas, Adílson Momente; a coordenadora regional do Mulheres Republicanas, Vandercleia Moro; além do secretário de Esportes de Campinas Dário Saadi e de vereadores de Campinas e região.

    O coordenador da subseção Eduardo Verrone apresentou o trabalho da Fundação e destacou o foco principal da instituição. “O nosso objetivo é formar cidadãos. No ano passado formamos cerca de 4 mil pessoas, a meta para este ano é dobrar este número”, afirmou. A palestra foi conduzida por Edson, que esclareceu o conceito de cidadania. “Nós começamos a entender que cidadania também é um processo de participação na luta política, e por meio dos partidos políticos, ao qual nós delegamos o poder para que os representantes façam política, os direitos serão ampliados para benefício de todos”, destacou.

    Entre os alunos que acompanharam o curso esteve a autônoma Caroline Brito, que expressou satisfação com o conteúdo aplicado. “Às vezes as pessoas têm uma visão de política e na verdade não é nada daquilo que ela está pensando, então quando a gente participa de um curso desse, nós aprendemos muitas coisas que não sabíamos, então somos capazes de mudar nossos conceitos”, garantiu.

    A Fundação desenvolve formações gratuitas, on-line e presenciais, para todo o território nacional. A Subseção se localiza na Avenida Indianópolis, nº 2.025, em Planalto Paulista, e fornece gratuitamente formações de inglês, política e lideranças femininas para a comunidade. Todos os cursos da entidade garantem certificação.

    Por Laura Sant’Ana – Subseção FRB, com edição da Ascom FRB
    Fotos: Sara Cupertino – Assessoria do deputado federal Roberto Alves