Categoria: Notícias

  • Política e mídias sociais foram temas do segundo dia do Curso de Comunicação PRB Brasil

    Brasília (DF) – Na manhã da última sexta-feira, 22, o ciclo de palestras do 2º Curso de Comunicação PRB Brasil foi iniciado com as explanações do doutor em Ciência Política e coordenador acadêmico da Fundação Republicana Brasileira (FRB) Leonardo Barreto. O assunto mídias sociais foi apresentado no período da tarde, pelo especialista em marketing digital Fernando Vieira.

    Barreto falou sobre o cenário político brasileiro e a participação do PRB no processo de construção de uma política legítima e coerente. “O sistema político brasileiro possui distorções muito graves. A credibilidade das pessoas em relação aos representantes e grupos políticos é quase nula. Por este motivo, precisamos repensar a forma de fazer política, para que seja possível conversar, entender e atender às demandas da sociedade”, destacou.

    O presidente da Fundação Republicana Paulo Cesar Oliveira enfatizou: “A comunicação é fundamental e consideramos muito importante investir nela, investir em vocês. Espero que estejam aproveitando o curso, que foi preparado de forma dedicada e carinhosa pelas equipes da FRB e do PRB”. O jornalista e professor universitário Orestes Lôbo, da Agência PRB Nacional, explicou sobre produção jornalística, com destaque para relevância, coesão e qualidade de conteúdo.

    Fernando Vieira expôs suas experiências e exemplos de estratégias de marketing político para mídias sociais. “É necessário descobrir qual o seu talento, qual o seu ‘diamante’ e trabalhar de forma a aliar as causas da comunidade a propostas reais. A partir daí é possível trazer isso de forma transparente para as mídias. Para vender uma imagem, antes ela precisa ser verdadeira”, explicou.

    Ao final do dia, os participantes puderam interagir durante um bate-papo, com as jornalistas da Agência PRB Nacional Jamile Reis e Giselle Soares. Responsáveis pela administração das mídias sociais do PRB, as profissionais expuseram diversos exemplos de como interagir com o público e monitorar as diferentes ferramentas.

    Por Suellen Siqueira – Ascom FRB

    Fotos: Agência PRB Nacional

  • Fundação Republicana promove 2º Curso de Comunicação e certifica assessores do PRB

    Cerca de cem republicanos foram qualificados no ciclo de palestras sobre política, assessoria de imprensa e mídias sociais

    Brasília (DF) – Encerrado na tarde deste sábado, 23, com palestras sobre fotografia e marketing digital, o ‘2º Curso de Comunicação PRB Brasil – Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais’ promoveu a qualificação de assessores de imprensa e assessores parlamentares do Partido Republicano Brasileiro. O evento, realizado pela Fundação Republicana Brasileira (FRB), em parceria com a Agência PRB Nacional, teve como objetivo afinar a comunicação e promover qualificação para as diversas rotinas.

    O fotojornalista da Câmara dos Deputados Rodolfo Stuckert recomendou técnicas para a captação de imagens de qualidade. Com quatro décadas de experiência em coberturas políticas, Rodolfo já registrou acontecimentos históricos como o a Constituinte de 1988 e o impeachment de Collor, na década de 90. Segundo ele: “Fotografar nunca é demais. Abuse dos cliques, ouse, busque novos ângulos, seja criativo. A imagem fala muito e registra importantes momentos”.

    O analista de marketing digital da Agência PRB Nacional, Leonardo Miranda, falou sobre as importantes ferramentas disponíveis no site de buscas Google e como utilizá-las de maneira prática e eficaz no dia a dia. Os materiais de apoio foram disponibilizados pela Fundação Republicana, assim como o certificado de participação, entregue ao final do curso.

    No discurso de encerramento, o presidente da FRB Paulo Cesar Oliveira falou sobre as frentes de trabalho da instituição e dos projetos em andamento. E destacou: “A Fundação esta à disposição. Nosso objetivo é fazer as pessoas entenderem o que é a verdadeira política. A boa política precisa ser vista. Não estamos cumprindo uma obrigação. Nossa preocupação é realizar um trabalho profissional que contribua com vocês e com o partido”, finalizou.

    Por Suellen Siqueira – Ascom FRB

    Fotos: Agência PRB Nacional

  • Fundação Republicana realiza segunda edição do Curso de Comunicação PRB Brasil a partir desta quinta-feira

     Palestra de abertura será ministrada pelo advogado e presidente nacional do PRB Marcos Pereira

    EVENTO-II-CURSO-COMUNICAÇÃO-PRB-BRASILBrasília (DF) – A segunda edição do Curso de Comunicação PRB Brasil será realizada nos dias 21, 22 e 23 pela Fundação Republicana Brasileira (FRB) em parceria com a Agência PRB Nacional. A palestra de abertura, prevista para às 15h desta quinta-feira, será ministrada pelo advogado e presidente nacional do Partido Republicano Brasileiro, Marcos Pereira, no Hotel Brasília Imperial. O curso é exclusivo para assessores do partido, de todo o país, inscritos no portal do PRB até o dia 14/5.

    No quadro de palestrantes estão especialistas de diversas áreas. Entre eles, o doutor em Ciência Política e coordenador acadêmico da FRB, Leonardo Barreto; o consultor em comunicação política, relações públicas e assessoria de comunicação, Rodrigo Ledo; o fotojornalista Rodolfo Stuckert e Fernando Vieira, de mídias sociais e estratégia. O encerramento está programado para o meio-dia de sábado, dia 23.

    A primeira edição foi realizada em maio do ano passado e reuniu os coordenadores estaduais de comunicação do partido. Representantes de dezessete estados e do Distrito Federal participaram.

    Por Suellen Siqueira – Ascom FRB

    Arte: Argus Comunicações

  • Enem Digital pode ser testado neste ano por treineiros

    banner_enem_2014 (1)O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) Digital poderá começar a ser testado neste ano por candidatos treineiros, estudantes do 1º ou 2º ano do ensino médio que fazem o Enem apenas como o teste. A informação consta no edital do exame, publicado ontem (18) no Diário Oficial da União. O texto diz que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) “poderá convidar participantes” para a aplicação do Enem Digital.

    A ideia de tornar a prova do Enem digital foi anunciada pelo então ministro da Educação, Cid Gomes, que fez uma consulta pública para o novo modelo. Com a prova digital, o candidato poderá agendar uma data para fazer o exame em um dos locais de prova autorizados pelo Ministério da Educação (MEC).

    As questões serão sorteadas em um banco público de itens nas quatro áreas de conhecimento do exame – linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; e ciências da natureza e suas tecnologias. Atualmente, o banco de questões é secreto, e o exame é impresso e feito apenas uma vez por ano, em uma mesma data para todos os candidatos.

    A intenção de testar o modelo com os treineiros havia sido anunciada pelo MEC, que não havia confirmado, no entanto, que isso poderia ser feito já nesta edição.

    O edital define os treineiros como participantes com menos de 18 anos que concluirão o ensino médio após 2015. Os resultados obtidos na prova não poderão ser usados para certificar o ensino médio nem para ingressar no ensino superior, “destinam-se exclusivamente para fins de avaliação de conhecimentos”, diz o edital.

    O Enem será nos dias 24 e 25 de outubro. As inscrições poderão ser feitas a partir do dia 25 deste mês.

    A nota do Enem é usada pelos estudantes para ingressar em instituições públicas e privadas de ensino superior por meio de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O exame também pode ser usado para ingressar no ensino técnico, para participar do Programa Ciência sem Fronteira e para certificar o ensino médio.

    Fonte: Agência Brasil 

  • “A FRB não seria nada sem o trabalho da mulher”, destaca Paulo Cesar

    Durante 5º Encontro Nacional de Coordenadoras do PRB Mulher, presidente da Fundação enfatiza relevância da atuação feminina na política

    15_05_2015_Encontro_ Nacional_ de_ coordenadoras_ do_ PRB_ Mulher_023Brasília (DF) – O presidente da Fundação Republicana Brasileira (FRB) Paulo Cesar Oliveira e o cientista político Leonardo Barreto participaram do 5º Encontro Nacional de Coordenadoras do PRB Mulher. O evento, realizado nos dias 15 e 16, na capital federal, reuniu líderes do movimento feminino de vários estados brasileiros. O objetivo foi estabelecer as principais estratégias para as eleições municipais, integrar a agenda da militância e debater propostas sobre a reforma política.

    No discurso de abertura, realizado na sexta-feira, 15, a coordenadora nacional do PRB Mulher e deputada federal Rosangela Gomes destacou o empenho das republicanas. “Vocês, que de norte a sul tem trabalhado de forma dedicada, merecem nossa admiração e gratidão”, disse. Na oportunidade, a Encontro Nacional de Coordenadoras do PRB Mulher - APRBNaccoordenadora de comunicação da Agência PRB Nacional, Helen Assumpção, falou sobre as comemorações do aniversário de 10 anos do partido, que serão realizadas na Câmara Federal no dia 25 de agosto.

    Sobre a atuação em parceria com os movimentos sociais do PRB, Paulo Cesar declarou: “A FRB tem uma participação muito ativa nos movimentos sociais e setoriais do PRB e, especialmente no PRB Mulher. Nosso objetivo é intensificar essa participação e continuar promovendo ações de capacitação para o público feminino. Nesse grupo seleto de mulheres funciona um verdadeiro núcleo de inteligência”. E enfatizou: “A Fundação Republicana não seria nada sem o trabalho da mulher. Temos mulheres aguerridas e dedicadas em todos os setores”.

    Em palestra sobre participação feminina na política, Leonardo Barreto falou sobre a importância da qualificação do sistema político. “Muito mais que uma questão de justiça, a participação da mulher na política é uma necessidade. Precisamos de qualificação no sistema político. E a participação feminina qualifica muito o processo, contribuindo para seu desenvolvimento”, explicou. O coordenador acadêmico da Fundação apresentou ainda, alguns dos principais dados do caderno de resoluções do 1º Congresso Nacional do PRB Mulher. O trabalho está sendo finalizado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas da FRB.

    Por Suellen Siqueira – Ascom FRB

    Foto 01: Carlos Gonzaga / Fotos 02: Roberto Ribeiro/ Foto 03: Douglas Gomes 

  • Aluno com isenção de taxa que faltar ao Enem perderá benefício

    Portaria do Ministério da Educação publicada hoje (15) no Diário Oficial da União determina que candidatos isentos de taxa de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que não comparecerem nos dois dias de provas sem justificar a ausência, perderão o benefício para a próxima edição.

    O anúncio da nova regra foi feito ontem (14) pela pasta. O objetivo, segundo o governo, é diminuir os índices de abstenção e, com isso, evitar o desperdício de dinheiro público. “As ausências injustificadas de candidatos inscritos no Enem importam, anualmente, em prejuízos vultosos ao Erário”, informou a portaria.

    Na edição do Enem do ano passado, dos 8.721.946 alunos inscritos, 2.494.477 faltaram aos dois dias de prova. O número representa índice de abstenção de 28,6%. A maior parte dos faltosos é composta por estudantes isentos da taxa de inscrição.

    O ministro da Educação, Renato Janine, destacou que quase 30% das provas do Enem são impressas e transportadas, com infraestrutura e segurança previstas, para alunos que não comparecem. A pasta ainda vai definir quais serão as justificativas aceitas para a ausência de alunos nas provas.

    Fonte: Agência Brasil 

  • MEC anuncia provas do Enem 2015 para 24 e 25 de outubro

    banner_enem_2014As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2015 ocorrerão nos dias 24 e 25 de outubro. As inscrições serão feitas pela internet, no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), entre as 10h do dia 25 deste mês e 23h59 do dia 5 de junho, horários de Brasília. A informação foi divulgada hoje (14) pelo Ministério da Educação (MEC).

    No ano passado, cerca de 6,2 milhões de estudantes fizeram o Enem. A nota do exame pode ser usada para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que disponibiliza vagas no ensino superior público; o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas em instituições privadas; e o Sistema de Seleção Unificada do Ensino Técnico e Profissional (Sisutec), que garante vagas gratuitas em cursos técnicos.

    O Enem também é pré-requisito para firmar contratos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), obter bolsas de intercâmbio pelo Programa Ciência sem Fronteiras e certificação do ensino médio.

    Fonte: Agência Brasil 

  • Governo deve propor cotas para negros na pós-graduação até junho

    A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) deve apresentar até o fim de junho uma proposta de cotas para estudantes negros na pós-graduação. A intenção é que as instituições federais em todo o país aumentem o acesso desses alunos, garantindo não apenas o ingresso, mas a diversidade de temas pesquisados.

    “É algo imprescindível para o país, tendo em vista que as políticas de ação afirmativa tendem a agregar valor. Quanto maior a diversidade, maior qualidade. Não só na esfera da correção da desigualdade, mas em função de melhorar a qualidade da pós-graduação”, diz o secretário de Políticas de Ações Afirmativas da Seppir, Ronaldo Barros.

    Atualmente as cotas raciais para pós-graduação são aplicadas em alguns processos seletivos e em alguns departamentos de instituições de ensino. A maior abrangência é no Rio de Janeiro onde uma lei estadual (Lei 6.914/14) estabelece que 12% das vagas de pós-graduação das universidades públicas do estado do Rio de Janeiro sejam destinadas a negros e indígenas.

    A proposta vai se basear na Lei de Cotas (Lei 12.711/12) da graduação, que estabelece que até 2016, 50% das vagas das universidades federais e das instituições federais de ensino técnico de nível médio devem ser reservadas a estudantes de escolas públicas. A lei também garante reserva de vagas para estudantes negros.

    A Seppir irá propor também o fortalecimento de linhas de pesquisa voltadas para questões raciais, assim como dos Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros presentes em universidades federais e estaduais. “Na graduação temos um sistema unificado, coisa que não temos na pós-graduação”, explica Barros, referindo-se ao processo de seleção que varia de instituição para instituição. “Queremos encontrar formas de promover esse ingresso sem ferir a autonomia das instituições.”

    A proposta, que está sendo discutida em um grupo de trabalho na Seppir, ainda será apresentada ao Ministério da Educação e outras áreas do governo para ser discutida antes de ser colocada em prática.

    Para Barros, a presença de estudantes negros na pós-graduação é baixa. “Se considerarmos que a população negra representa 53% da população e isso não se reflete nem na graduação nem na pós significa que tem uma grande riqueza que não está sendo valorizada”, diz. “Há uma necessidade não só de abrir vagas como abrir linhas de pesquisa para as relações étnico- raciais. O Brasil precisa conhecer melhor a sua realidade, já que esse grupo compõe a maioria absoluta da população.”

    Outra questão que é debatida pela Seppir é a contratação de professores negros. A pasta monitora os concursos públicos e diz que, muitas vezes, esses exames de ingresso “não estão indo ao encontro do espírito da Lei de Cotas“. Os casos estão sendo encaminhados à ouvidoria da pasta para a elaboração de relatórios estatísticos. A Lei 12.990/14 reserva aos negros 20% das vagas de concursos públicos federais. Para a reserva ser aplicada, é preciso uma oferta mínima de três vagas.

    “O formato histórico dos concursos no ensino superior tem sido especificar vaga a vaga e isso não está de acordo com o espírito da lei que se aplicaria às vagas daquela instituição. Então a definição de vagas isoladas tem gerado essa incompatibilidade. As instituições precisam se adequar sob pena de incorrer na violação dos princípios legais”, diz o secretário.

    Fonte: Agência Brasil 

  • Retorno positivo do Curso de Política da FRB reforça o valor da educação acessível

    Alunos das versões presencial e on-line avaliam as aulas. Adesão ao formato EaD tem aumentado

    Estudar presencialmente, numa escola ou universidade, pode parecer, num primeiro momento, a única forma de realmente aprender determinado conteúdo. Com o tempo cada vez mais escasso, pessoas de diversas áreas tentam se organizar para conciliar rotina diária e estudos. A necessidade de agregar conhecimentos úteis e crescer intelectualmente têm contribuído para que a sociedade se adapte ao momento atual.

    Pensando desta forma, a Fundação Republicana Brasileira (FRB) investe no formado de ensino a distância para atender aos diversos públicos, espalhados por todo o Brasil, de maneira prática e cômoda. O aluno é quem estabelece o próprio cronograma, durante as três semanas de duração do curso. Na plataforma é possível assistir às vídeo-aulas, responder aos exercícios, além de participar de fóruns de debate e enviar perguntas ao tutor.

    Ministrado presencialmente desde o início dos trabalhos da FRB, em 2007, em diversos estados, o Curso de Política básico pode durar de quatro a oito horas. O conteúdo abrange dez temas e debates são promovidos em sala de aula. Na modalidade a distância, lançada em setembro de 2013, o conteúdo é estendido e conta com bibliografias complementares. Cerca de 12 mil pessoas, de várias partes do país, já foram atendidas gratuitamente – 945 delas no formato on-line, nas doze edições realizadas.

    A procura pelo ensino a distância tem aumentado, principalmente nos locais onde a instituição ainda não pode realizar a versão itinerante. O retorno tem sido positivo, com turmas cheias e participantes dispostos a debater e disseminar o conteúdo aprendido.

    Alunos falam de suas experiências no curso

    Marinaldo“Já tem três mandatos que não voto, que não exerço a cidadania. E hoje, assistindo essa aula, me conscientizei do fato importante que é escolher um político honesto e adequado, para lutar pelos direitos do cidadão. Vou renovar meu título de eleitor, para voltar a votar e ser um cidadão brasileiro”. Marinaldo Barros, aluno do Curso de Política para a Juventude, realizado em Brasília (DF) em 11/04/2015 (Clique aqui e assista a íntegra do depoimento).

    “Quero agradecer a oportunidade de ter participado desse curso que, com certeza já está me auxiliando em minha matéria de Relações Internacionais. Aprendi a ser mais cidadã, conhecedora dos meus direitos. E assim vou poder contribuir com a sociedade. Unidos rumo a fazer um país melhor!” – Michella Alves Tavares, de São Paulo (SP), aluna do Curso de Política On-line.

    “Agradeço a Deus por ter me dado sabedoria e pela oportunidade de ter completado este Curso de Política. Me aprimorei e tenho certeza que, como republicano brasileiro poderei crescer mais a cada dia, dentro e fora da política”. – Kelvin Richard Feliciano, de Itapira (SP), aluno do Curso de Política On-line.

    Josileuda

    “Agradeço ao professor, que foi muito compreensivo e realmente é um tutor presente, que me ajudou e orientou em todas as minhas dúvidas. Através de pessoas como ele, o nosso país poderia melhorar mais, com educação. O povo geme por não saber lutar pelos seus direitos. Somos um país forte, um país que tem liberdade de expressão e, às vezes, não sabemos medir o que mais podemos fazer por essa Nação. Rogo por uma Nação que participe mais das decisões do nosso país. Devemos escolher representantes sérios, pois serão eles que falarão por nós nas Casas Legislativas. Obrigada por poder expressar meus pensamentos por meio desse exercício de cidadania. Não foi apenas um curso, mas um ensinamento para a vida. Obrigada, meu mestre. – Maria Josileuda de Freitas (Ceará – CE), aluna do Curso de Política On-line, sobre as aulas e o tutor Fábio Vidal.

    Serviço – Curso de Política

    • Início das aulas para a próxima turma on-line: 18/5 (segunda-feira) / Clique aqui e faça sua inscrição.
    • Confira também a agenda de cursos. Ou solicite o curso em seu estado.

    Por Suellen Siqueira – Ascom FRB

    Foto 1: Douglas Gomes / Fotos 2, 3 , 4 e 5: Arquivo pessoal

  • MEC está sem dinheiro para novos contratos do Fies 

    logo_fies_pdeO Ministério da Educação (MEC) não tem dinheiro para assinar novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) neste semestre, disse o secretário executivo da pasta, Luiz Cláudio Costa. Ele informou que o MEC ainda não foi notificado da determinação judicial para reabertura do prazo de inscrições, mas adiantou que a pasta recorrerá da decisão.

    Segundo Costa, “mesmo que [fusion_builder_container hundred_percent=”yes” overflow=”visible”][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ background_position=”left top” background_color=”” border_size=”” border_color=”” border_style=”solid” spacing=”yes” background_image=”” background_repeat=”no-repeat” padding=”” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” class=”” id=”” animation_type=”” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”no” center_content=”no” min_height=”none”][o prazo para inscrições] seja reaberto, será inútil”. Ele informou que foram reservados R$ 2,5 bilhões para o Fies, o limite foi atingido e não será possível financiar novos contratos neste semestre.

    O Fies registrou 252.442 novos financiamentos em instituições privadas de ensino superior, segundo balanço do ministério. O prazo para novos contratos foi encerrado no último dia 30 e mais de 500 mil candidatos buscaram o financiamento.

    O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, disse que o número superou a expectativa de 250 mil novos contratos. Os cursos mais procurados foram engenharia, com 46.981 contratos, direito (42.717), enfermagem (16.770) e administração (15.796).

    De acordo com Renato Janine, o número pode cair, pois os alunos precisam comprovar as informações na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento em cada instituição de ensino. A expectativa é que a queda seja insignificante.

    Neste ano, as normas do Fies foram mudadas. Além obter nota superior a zero na redação, os candidatos precisaram chegar a pelo menos 450 pontos na média das provas do Exame Nacional do Ensino Médio. Antes, não era exigida nota mínima. Além disso, a pasta passou a privilegiar os cursos com notas mais altas na avaliação do MEC.

    “As mudanças serviram para destacar alunos com patamar mínimo de qualidade”, disse o ministro. “Conseguimos orientar os alunos para cursos melhores e com isso terão uma melhor formação”, acrescentou ele, referindo-se ao privilégio dado aos cursos com notas mais altas.

    A porcentagem de financiamentos em cursos com a nota máxima, 5, subiu de 8,13% no ano passado para 19,79%, enquanto nos cursos de nota 3, mínimo necessário para que o curso funcione, caiu de 51,92% para 41,23%.

    Para renovação dos contratos em andamento, o prazo vai até o dia 29 de maio. Faltam ser renovados 148.757 contratos. O ministério diz ter feito contato com as instituições de ensino que têm alunos sem a confirmação do aditamento para que procurem os estudantes e verifiquem se há algum problema.

    O Fies oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior a juros de 3,4% ao ano. O estudante começa a quitar o financiamento 18 meses após a conclusão do curso. O programa acumula 1,9 milhão de contratos e abrange mais de 1,6 mil instituições.

    Fonte: Agência Brasil [/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]