Categoria: Notícias

  • Empresas fazem acordo para aumentar o empoderamento das mulheres

    Empresas brasileiras signatárias dos Princípios de Empoderamento das Mulheres no mercado de trabalho reuniram-se hoje (24), em São Paulo, para debater questões que envolvem a igualdade de gêneros no universo empresarial. Os princípios foram elaborados pela Organização das Nações Unidas (ONU), integrando o Pacto Global, e contam com a adesão de 900 corporações pelo mundo. No Brasil, 73 empresas aderiram à proposta e nove estão em etapa final de formalização.

    Segundo Nadine Gasman, representante da ONU para mulheres, as empresas signatárias buscam estratégias para a criação de iniciativas transformadoras. “Os anos demonstram que, no Brasil, tem um aumento da participação das mulheres no mercado de trabalho, mas ainda tem um desequilíbrio na questão salarial, como no resto do mundo. Há um aumento das mulheres entrando na força de trabalho, mas, na parte da liderança, ainda tem desequilíbrio”, declarou.

    O problema não é exclusivo do Brasil, de acordo com ela. “Em nenhum país do mundo há equilíbrio. Mas você tem uma situação no Brasil, em que você tem, por um lado, a cultura machista, e por outro, uma cultura racista, como acontece em muitos países. Tem uma população afro-descendente que precisa de ações centradas não somente no sexismo, mas também no racismo”, explica.

    Denise Hills, vice-presidente da Rede Brasileira do Pacto Global, acredita que os princípios devem ser observados, principalmente, em empresas nas quais a questão de gênero tem grande relevância. “Em segmentos da economia como bancos você tem 50% ou 60% de mulheres em cargos até níveis gerenciais e, provavelmente, menos de 10% em níveis de comitês executivos e CEOs [fusion_builder_container hundred_percent=”yes” overflow=”visible”][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ background_position=”left top” background_color=”” border_size=”” border_color=”” border_style=”solid” spacing=”yes” background_image=”” background_repeat=”no-repeat” padding=”” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” class=”” id=”” animation_type=”” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”no” center_content=”no” min_height=”none”][sigla em inglês para Chief Executive Officer ou, simplesmente, diretor-geral]. Como você pode acelerar o crescimento de mulheres em cargos de decisão? Existem programas de empoderamento e de como promover o empreendedorismo para a mulher, que são importantes. A grande agenda que a gente tem no Brasil é como acelerar essa questão”, disse Denise, que também é superintendente de Sustentabilidade do Banco Itaú.

    Paulino Hashimoto, gerente de Cultura e Valores da empresa Whirlpool, que produz eletrodomésticos e é signatária dos princípios, conta que a preocupação com a igualdade de gêneros vem aumentando na fábrica, que tem 15 mil funcionários. “Temos um plano de ação que [a empresa] começa agora, de fato, a executar, em grande parte baseado nos sete princípios. A questão salarial, a gente tem que investigar, mas numa primeira leitura, acho que a gente está tranquilo. Se tem [disparidade], a gente tem que corrigir. A liderança [pelas mulheres], estamos fazendo crescer”, disse ele.

    Fonte: Agência Brasil [/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]

  • Embratel anuncia estrutura de telecomunicações para Jogos Olímpicos Rio 2016

    A Embratel fornecedora oficial de telecomunicações dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, em conjunto com a Claro, anunciou hoje (24) a estrutura de telecomunicações que será usada durante o evento. Nesta terça-feira, começou a contagem regressiva dos 500 dias para a abertura das Olimpíadas, no dia 5 de agosto do próximo ano, no Rio de Janeiro. Os Jogos se estenderão até o dia 21 daquele mês.

    A Embratel estimou que serão implantados cerca de 18 mil linhas fixas, 16 mil SIM ‘Cards’, 80 mil pontos de rede para suportar os locais de competição e não competição das Olimpíadas. O fluxo previsto durante o evento supera 3 milhões de mensagens SMS (mensagens por celular), que deverão ser enviadas por um público presente aos jogos de mais de 7,5 milhões de pessoas. De acordo com a empresa, está sendo criada uma infraestrutura robusta de rede visando suportar o tráfego de dados dos sistemas de informação e de segurança. Serão disponibilizados também pontos de WiFi e infraestrutura para internet 3G e 4G.

    O presidente da Embratel, José Formoso, destacou que a preparação para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro começou há três anos com o desenvolvimento de um projeto diferenciado, voltado à expansão e modernização de sua rede de dados e sistemas, de modo a prover uma moderna infraestrutura de telecomunicações para o evento. Devido à simultaneidade dos jogos e do volume de dados trafegados, os Jogos Olímpicos Rio 2016 constituem um desafio para o setor de telecomunicações.

    Na Copa do Mundo de 2014, a Embratel foi a provedora de serviços de vídeo, transmissão de dados e internet para emissoras de TV nacionais e internacionais, além de estádios, locais das concentrações das seleções, espaços Fifa Fan Fest, entre outros.

    Fonte: Agência Brasil

  • Receita recebe 4,4 milhões de declarações do Imposto de Renda

    Três semanas após o início do prazo de entrega do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), 4.436.700 declarações foram encaminhadas à Receita Federal pelos contribuintes até as 17h de hoje (23). O número representa 16,1% do total de 27,5 milhões de declarações que a Receita espera receber até 30 de abril, quando termina o prazo.

    Este ano, os contribuintes com certificação digital podem fazer a declaração pré-preenchida na página da Receita na internet, na área do e-CAC. Isso também poderá ser feito por um representante do contribuinte que tenha certificação digital e procuração eletrônica registrada no órgão.

    No ano passado, 26.883.633 de contribuintes enviaram a declaração do IRPF até o fim do prazo. O número ficou aquém do esperado pela Receita na ocasião, 27 milhões de formulários. Em 2013, 26,1 milhões de pessoas físicas entregaram o documento.

    Quanto antes o contribuinte entregar a declaração, com os dados corretos à Receita, mais cedo receberá o valor correspondente à restituição. Têm prioridade no recebimento pessoas com mais de 60 anos de idade, contribuintes com deficiência física ou mental e os que têm doença grave.

    A multa por atraso de entrega é estipulada em 1% ao mês-calendário até 20%. O valor mínimo é R$ 165,74. Um passo a passo com cada etapa da entrega está disponível na página da Receita. Basta o usuário clicar em cada ponto para obter mais detalhes. O prazo de entrega vai até 30 de abril.

    Na última quinta-feira (19), a Receita Federal lançou uma série de 11 vídeos no site Youtube para tirar dúvidas em relação ao preenchimento e à entrega do Imposto de Renda. Chamada de TV Receita Responde, a série tem como objetivo explicar de forma simples os principais assuntos relacionados à declaração do IRPF.

    Fonte: Agência Brasil 

  • Fies: ministérios da Educação e da Justiça vão discutir reajuste de mensalidades

    O Ministério da Educação (MEC) e Ministério da Justiça formarão um grupo para analisar as mensalidades cobradas pelos cursos superiores financiados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O objetivo é evitar cobranças abusivas que comprometam tanto a oferta do financiamento como o pagamento futuro pelos estudantes. O grupo vai também propor melhorias ao programa.

    A portaria, que será publicada hoje (23) no Diário Oficial da União, é assinada conjuntamente pelo MEC e pela Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça. O grupo vai analisar a composição e a evolução dos preços das mensalidades dos cursos superiores e terá 60 dias para concluir o trabalho.

    “É mais uma ação estruturante para garantir a tranquilidade dos estudantes e instituições. É preciso ter em mente que se trata de um financiamento, que terá que ser pago pelo estudante no futuro”, diz o ministro interino da Educação, Luiz Cláudio Costa.

    Uma vez que não há número limite de novas vagas, mas, sim, limite financeiro para as contratações, reajustes menores poderão proporcionar um maior número de financiamentos.

    Após estipular mudanças na concessão do Fies, o MEC restringiu o financiamento a reajustes das mensalidades em até 6,4%, que equivale à inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2014.

    A alteração, que foi feita já em 2015, gerou embate com as instituições de ensino que reajustam as mensalidades anualmente, no final do ano. Os valores para 2015 já estavam definidos no final de 2014 e, segundo a Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (AMBES), tiveram, em média, reajuste de 10%.

    O MEC diz que segue em diálogo com as instituições, em reuniões individuais, analisando caso a caso.

    O Fies oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior a juros de 3,4% ao ano. O estudante começa a quitar o financiamento 18 meses após a conclusão do curso. O programa acumula 1,9 milhão de contratos e abrange mais de 1,6 mil instituições. Até o momento, o sistema registrou pelo menos 196 mil contratos novos.

    Fonte: Agência Brasil 

  • Com a presença de Paulo Cesar, FRB realiza segundo Curso de Política do ano em SP

    Mais de 300 pessoas participaram da aula ministrada na Câmara Municipal

    A Fundação Republicana Brasileira (FRB) realizou na noite desta quinta-feira, 19, na Câmara Municipal de São Paulo, o segundo Curso de Política do ano no estado. Com as presenças do presidente da FRB, Paulo Cesar Oliveira, do coordenador da Subseção, Aildo Rodrigues, e mais de 300 participantes, a aula se transformou em um debate inteligente sobre o atual cenário político.

    Informações atuais e relevantes sobre a política, sua história e os principais fatos que vem sendo pautados na mídia foram abordados pelo palestrante e cientista político Julio Ogusuka, que fomentou os debates e acrescentou pontos importantes.

    Rodrigues deu início agradecendo ao vereador Atílio Francisco (PRB/SP) por ter “gentilmente conseguido o espaço na Câmara”. O republicano falou sobre o crescimento da FRB no estado e a importância de todo cidadão conhecer seus direitos políticos. “Os cursos da FRB têm sido cada vez mais procurados, as pessoas começaram a perceber que só com conhecimento e diálogo poderemos escolher um futuro melhor para as próximas gerações”, disse.

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    Cientista político Julio Ogusuka

    De forma simpática e carismática, Paulo Cesar falou sobre os eleitores que não aprenderam ainda a dialogar sobre política. “Hoje em dia encontramos muitas pessoas que não falam sobre política, estão cansadas deste cenário retrógrado em que poucos ganham e muitos perdem e, por isso, a FRB tem a obrigação de mostrar ao cidadão que só a boa política poderá salvar o nosso país. Apenas armados de conhecimentos é que poderemos reivindicar melhores condições para o Brasil”, afirmou.

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    Presidente Paulo Cesar e equipe de colaboradores e voluntários da Subseção da FRB em São Paulo (SP)

    Estiveram presentes diversas autoridades, que prestigiaram o evento e deram boas-vindas ao novo presidente da Fundação Republicana, empossado no dia 25 de fevereiro. Entre elas, o vice-presidente do PRB/SP Sergio Fontellas; o coordenador nacional dos movimentos sociais do PRB Carlos Baltazar; a presidente da Associação Brasileira de Assistência e Desenvolvimento Social (ABADS), Maria Rosas; e vários coordenadores de zonais do partido na capital paulista.

    Por: Aline Farias – Ascom PRB/SP

    Fotos: Aline Farias e Lucas Campos[/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]

  • Entrevista – Conheça o novo presidente da Fundação Republicana Brasileira, Paulo Cesar Oliveira

    Líder fala sobre suas experiências pessoais e profissionais, ideias e primeiras atuações no comando da instituição

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    Paulo Cesar Oliveira – presidente da FRB

    Natural de Rio de Janeiro capital, o carioca Paulo Cesar Oliveira é filho de pai português naturalizado brasileiro e mãe brasileira. Aos 48 anos, traz uma bagagem pessoal e profissional agregadora. Casado há 23 anos com Maria Auxiliadora, já viveu com a família durante 11 deles em países como África do Sul – onde nasceu sua filha Daniele, de 20 – Angola, Zambia e Zimbabwe. No continente africano desenvolveu a maior parte de seus trabalhos de arquitetura – sua primeira formação superior.

    Ao voltar para o Brasil, integrou os quadros do Partido Republicano Brasileiro (PRB) e especializou-se em Administração Estratégica, Gestão Estratégica de Custos e Gestão de Empreendimentos. Tornou-se diretor financeiro e administrativo da Secretaria da Pesca e Aquicultura de Campos dos Goytacazes (RJ) e, mais recentemente, exerceu a função de secretário municipal de Desenvolvimento Econômico de Duque de Caxias (RJ). Devido sua atuação constante, foi integrante da comissão executiva do Fórum Nacional dos Secretários Municipais e vice-presidente do Fórum Regional de mesmo nome, representando 13 municípios da Baixada Fluminense.

    Entre suas maiores alegrias, a família está em primeiro lugar. Perguntado a respeito de alguma curiosidade sobre sua vida, orgulha-se em dizer que é flamenguista nascido e criado no bairro Quintino Bocaiúva – o mesmo do craque de futebol, e atual treinador, Zico (popularmente conhecido como “o Galinho de Quintino”).

    Empossado pelo presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, em 25 de fevereiro, Paulo Cesar assumiu a Fundação Republicana Brasileira (FRB) para o mandato de 2015 a 2017. Em entrevista, o líder fala sobre suas experiências pessoais e profissionais, ideias e primeiras atuações no comando da instituição.

    1. Como se deu seu primeiro contato com a Fundação Republicana? 

    Paulo Cesar – Inicialmente, eu sabia da existência da FRB, mas não tinha muitas informações a respeito. Quando estive com as lideranças do partido houve o interesse, procurei me aprofundar mais e conhecer o trabalho, o estatuto, os objetivos, as diretrizes. Tomar esse conhecimento foi muito importante, pois a partir daí me apaixonei pela Fundação.

    2. Qual foi sua reação ao ser eleito para o cargo e também, ao saber que teria que vir para Brasília, para presidir a instituição?

    P.C. – A mudança já faz parte da minha vida, da minha rotina. Então vir do Rio de Janeiro para Brasília não foi um fator de dificuldade, me coloquei à disposição. Quando meu nome foi cogitado para o cargo já foi motivo de alegria. Ter sido eleito então, foi melhor ainda, claro. Me senti muito honrado com a escolha, ainda mais em relação à importância dentro do partido, no contexto da Fundação. Eu entendi que seria uma grande responsabilidade assumir este trabalho.

    3. Quais experiências de arquiteto podem ser aproveitadas na presidência da FRB?

    P.C – O segredo do sucesso começa com um bom planejamento. Primeiro você tem que sonhar. Todo projeto de arquitetura nasce de um sonho. Como Brasília, por exemplo, que era uma terra vazia até 1960 e um dia alguém sonhou, várias pessoas se agregaram àquele sonho e planejaram a construção da cidade, como Juscelino Kubitschek, Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, entre outras. Tudo nasceu do nada, por meio do planejamento. Na profissão de arquiteto, de engenheiro civil, você pega um espaço vazio e ali idealiza um projeto, planeja, coloca no papel e programa a execução.

    O PRB também trabalha nessa linha de raciocínio: existe um projeto, que está sendo colocado no papel, planejado, executado, e a Fundação Republicana faz parte disso, tem contribuído diretamente por meio de suas atividades. O resultado das Eleições de 2014, por exemplo, foi fruto de um sonho da militância e do presidente nacional do partido, Marcos Pereira, do qual todos participamos. Acredito que a formação de arquiteto pode somar desta forma.

    4. Quais experiências como diretor financeiro e administrativo da Secretaria da Pesca em Campos, e também como secretário municipal de desenvolvimento econômico de Duque de Caxias serão fundamentais para sua gestão?

    P.C. – Trabalhar no âmbito municipal me propiciou alguns desafios. O maior deles foi a questão do nível partidário, do relacionamento com o governo para conseguir atender à população. Querer executar algo e não realizar por circunstâncias alheias à minha vontade foi mais complexo de contornar. Mas não se faz política sem boa articulação. Você cria os caminhos, pois nem sempre eles estão prontos. É preciso conquistar espaço para buscar políticas públicas de qualidade. Vi dificuldades e oportunidades. A possibilidade de trabalhar parcerias, trocar experiências foi muito positiva, como quando integrei a executiva do Fórum Nacional de Secretários Municipais e pude também representar os municípios da Baixada Fluminense.

    Acho que podemos trazer boas experiências e políticas públicas para nossa militância e para o Brasil como um todo. A pasta de desenvolvimento econômico, por exemplo, é muito abrangente. Pude ter contato com vários segmentos, como pescadores, empresários, sociedade civil. E percebi que em todos eles existe um clamor. Todos sentem ausência do poder público, se ressentem de políticas públicas inexistentes para aproximar o cidadão do poder municipal. O poder público não pode estar longe do povo. Como republicanos, essa é uma tarefa que precisamos abraçar. Temos que estar próximos do povo e certamente trarei isso para a minha gestão.

    5. Qual a sua expectativa para o trabalho que será desenvolvido durante esse biênio (2015/2017)?

    P.C. – Minha expectativa é a melhor. Temos vários objetivos. Precisamos integrar nossos representantes em cada estado da Federação, conversar com os presidentes estaduais e municipais do partido. É importante integrá-los ainda mais, trocar experiências, propostas, sugestões. Precisamos de uma interação a nível estadual e nacional. A proposta é que a Fundação faça essa interlocução a nível de Brasil. A partir daí buscaremos contatos com os órgãos públicos, norteando ações e formas eficazes para que nossos representantes possam trabalhar pelo povo. Queremos trazer mais pessoas, que não necessariamente tenham envolvimento com o partido, mas queiram fazer parte das atividades desenvolvidas pela Fundação. Muitos têm se identificado com o trabalho e vão querer fazer parte deste sonho. O que procuramos agora é expandir. E os resultados vão aparecer naturalmente.

    6. Como resumir o trabalho da FRB? Qual a importância das atividades desenvolvidas?

    P.C. – A Fundação Republicana não existe simplesmente para o cumprimento de uma exigência legal, ela é atuante. E tem, sem dúvida, contribuído para o crescimento do partido e para a sociedade, como um todo, por meio dos cursos de capacitação e todas as atividades. Precisamos continuar abrindo este espaço para debate.

    7. Existem novas propostas para o trabalho?

    P.C. – Nossa intenção é estar mais perto da população, levar as propostas do partido e o trabalho da Fundação. Desta forma, vamos trabalhar no entorno do DF e nos estados nos quais a FRB ainda não esteve, levaremos nossos cursos. Estaremos perto do povo e, as demandas ali encontradas, se tornarão propostas de políticas públicas. Também criaremos novos cursos e projetos.

    8. Qual sua primeira atitude como presidente?

    P.C. – Uma das principais ações estratégicas que pretendo realizar é a divulgação interna da FRB, o endomarketing, para que possamos fortalecer nosso relacionamento institucional. O trabalho externo é consequência do interno. Então vamos trazer mais pessoas, que ainda não conheçam o trabalho, e possam contribuir com o desenvolvimento.

    9. Nos 11 anos vivendo em vários países do continente africano, do que sentiu mais falta do Brasil?

    P.C – Senti muita falta de parentes e amigos, naturalmente. Mas a experiência de ter contato com outra cultura foi muito importante. Chegamos à conclusão que precisamos melhorar muito e claro, também temos coisas boas a compartilhar. Nós, brasileiros, somos um povo maravilhoso, trabalhador, solidário. Mas também aprendi muito na África. A alegria do povo africano é admirável. Durante esse tempo fora pude exercer mais plenamente a profissão de arquiteto, mas também me ative as questões da cidadania local, como funcionava.

    Precisamos fazer um trabalho educacional muito forte no Brasil, que fortaleça a cidadania e a valorização do país. Precisamos abranger o contexto de nação, que deve ser contrário aos interesses pessoais. O cidadão comum acaba contribuindo para a corrupção, por exemplo. E apenas a educação pode mudar isso. A colonização trouxe aspectos positivos e negativos para o Brasil, como acontece em qualquer lugar. Isso não é uma coisa que vai se resolver da noite para o dia. Então temos que acreditar que podemos fazer algo de bom para o país, de diferente.

    Seria interessante se todo brasileiro pudesse ter a experiência de morar em outro país por um tempinho. Aprendemos a amar o Brasil e aproveitar a liberdade que temos com essa visão de fora. Lá as leis são diferentes, os valores são diferentes e nos ajudam a valorizar o calor humano do Brasil, estar em nossa própria terra. Existem países que se dizem democráticos, mas não são. E aqui, temos uma liberdade mais ampla que em vários lugares do mundo.

    10. Alguma experiência importante da sua vida pessoal que queira compartilhar? Qual fase foi decisiva e contribuiu para acontecimentos de sucesso profissional?

    P.C. – Tudo se baseia na família. Meu pai é português naturalizado no Brasil. Minha mãe é brasileira. Mesmo sem muito dinheiro, tive educação bem estruturada, rígida, que me criou valores, me deu um norte. Tive uma base sólida. Houve problemas sim, que foram vencidos, ultrapassados. Estou casado há 23 anos e trago esses valores para a minha família. Sei a importância que a família tem, ela é tudo na vida de uma pessoa, nos traz uma bagagem grande de experiências, que podem ser compartilhadas. Falo como pai, marido, filho.

    Para formar cidadãos é impossível não pensar na importância da família. Hoje a sociedade quer quebrar o valor familiar. Quem cresce sem essa base tem uma lacuna a preencher. A ausência das referências é o que faz as pessoas se perderem. Me sinto privilegiado por ter tido referências. E hoje, quero ser referência, poder ajudar. Todos podem ser referência, seja num bairro, cidade, estado ou país. Basta querer. Quando falamos em sonho, por exemplo, parece distante conseguir concretizá-lo. Mas existe um provérbio chinês que diz que “Uma jornada de duzentos quilômetros começa com um simples passo”. E é nisso que o partido e a FRB acreditam. Precisamos de pessoas que também acreditem nesse sonho e façam parte dele. Quem quiser se juntar a nós será muito bem-vindo.

    Por Suellen Siqueira – Ascom FRB

    Foto: Roberto Ribeiro – Agência PRB Nacional[/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]

  • Fundação Republicana realiza Curso de Política na capital paulista nesta quinta-feira

    Nesta quinta-feira, 19, a partir das 19h, a Fundação Republicana Brasileira (FRB) realizará o Curso de Política, por meio da Subseção da instituição em São Paulo (SP). O evento contará com a presença do novo presidente da entidade, Paulo Cesar Oliveira, empossado em 25 de fevereiro, e do coordenador da subseção Aildo Rodrigues. A aula terá duração de quatro horas e será ministrada pelo cientista político Julio Ogusuka.

    Dez temas serão abordados: cidadania, democracia, participação, eleição, partido, poder, políticas públicas, ética, liderança e Republicanismo. Na oportunidade, os participantes receberão material didático e poderão esclarecer dúvidas. O curso é totalmente gratuito. Mais informações podem ser consultadas no portal da FRB na internet.

    Serviço

    Evento: Curso de Politica

    Data/horário: 19/3 (quinta-feira), às 19h

    Local: Câmara Municipal de São Paulo – Viaduto Jacareí, 100, 8º andar – Bela Vista

    Inscrições e confirmações: E-mail  [email protected] ou pelo telefone (11) 3342-5160

    Por Suellen Siqueira – Ascom FRB

    Foto: Douglas Gomes – Liderança do PRB

  • Termina o prazo para participar da consulta pública sobre Enem Digital

    Hoje (17) é o último dia para participar da consulta pública sobre o aprimoramento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A intenção do ministro da Educação, Cid Gomes, é tornar a prova digital. A consulta está disponível na internet. É possível dar sugestões sobre a aplicação da prova, a ampliação do banco de itens e a segurança do exame.

    A ideia de digitalizar o Enem é defendida por Gomes como forma de simplificar a logística e reduzir custos.

    A consulta pública Enem Digital traz três perguntas. A primeira pede sugestões para a ampliação do banco de itens nas quatro áreas de conhecimento do exame – linguagens, códigos e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias. Na segunda pergunta, os participantes podem sugerir medidas para aprimorar a logística, segurança e aplicação da prova. Na terceira, há espaço para comentários.

    A nota do Enem é usada pelos estudantes para ingressar em instituições públicas e privadas de ensino superior por meio de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Mais de 6,2 milhões de candidatos participaram da última edição do exame, em 2014.

    Em menos de três meses, esta é a segunda consulta pública lançada pelo MEC. A primeira colheu opiniões da população sobre a função do diretor nas escolas públicas de educação básica. De acordo com o MEC, o resultado da consulta será utilizado para a criação de um programa de valorização de diretores de escolas públicas de ensino básico municipais, estaduais e federais de todo o país.

    A realização de consultas públicas é orientação da presidenta Dilma Rousseff e deverá ocorrer, segundo o MEC, antes do lançamento de todos os programa da pasta.

    Fonte: Agência Brasil 

     

  • Universitários relatam dificuldades para inscrição no Fies

    Estudantes de vários estados vêm relatando, em redes sociais, dificuldades para se inscrever no Programa de Financiamento Estudantil (Fies). Alguns estão preocupados porque já têm boletos de mensalidades para pagar, mas não têm garantia de que vão conseguir o financiamento.

    Foi criado no Facebook um grupo chamado Erro M321 Fies 2015, relativo ao aviso “Limite de vagas para esse Campos/IES esgotado”, relatado por estudantes que tentaram se inscrever. O grupo tem 165 estudantes trocando informações a todo instante para tentar resolver o problema.

    “Pelo amor de Deus, não sei o que fazer mais! Desde o dia 23, esta mensagem [fusion_builder_container hundred_percent=”yes” overflow=”visible”][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ background_position=”left top” background_color=”” border_size=”” border_color=”” border_style=”solid” spacing=”yes” background_image=”” background_repeat=”no-repeat” padding=”” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” class=”” id=”” animation_type=”” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”no” center_content=”no” min_height=”none”][Erro M321] aparece pra mim e não tenho como trocar de faculdade, pois só existe esta na minha cidade com o curso de medicina veterinária”, lamenta uma estudante do grupo.

    Além do “erro”, os candidatos ao financiamento contam que o portal para inscrição sai do ar com muita frequência, e por vezes, não aceita o CPF ou a senha do postulante ao crédito. As falhas no sistema têm sido relatadas desde o início das inscrições, no dia 23 de fevereiro. As inscrições para novos financiamentos vão até 30 de abril.

    Segundo a presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares, Amábile Pacios, as universidades não foram informadas pelo Ministério da Educação (MEC) sobre uma limitação de vagas para financiamentos por instituição de ensino.

    Em nota, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ligado ao MEC, informa que está trabalhando continuamente para garantir estabilidade ao sistema informatizado do Fies. “Ocorre que, com a demanda muito forte dos últimos dias, o sistema passou por problemas de perfórmance, o que é uma situação muito dinâmica. Mas é necessário lembrar que sistemas de grande volume de acessos passam por esse tipo de situação, de forma sazonal, e os órgãos responsáveis estão tomando todas as medidas possíveis para superar as dificuldades.”

    A nota do FNDE ressalta ainda que está expandindo o horário de atendimento pela linha direta 0800 616161, que passará a atender também nos fins de semana.

    Sobre novas inscrições, o FNDE esclarece que as requisições são liberadas por instituição de ensino e por curso, em ordem cronológica, ressalvados os critérios de qualidade, distribuição regional e disponibilidade de recursos. “A abertura do Fies 2015 leva em consideração a qualidade dos cursos, com atendimento pleno aos cursos nota 5 [nota máxima]. Já nos cursos nota 3 e 4 são considerados alguns aspectos regionais, como cursos e localidades que historicamente foram menos atendidos”, explica a nota.

    Fonte: Agência Brasil [/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]

  • Fundação Republicana participa de curso sobre Política Contemporânea na América Latina, em Brasília

    Brasília (DF) – O tutor do Curso de Política On-line da Fundação Republicana Brasileira (FRB), Fábio Vidal, participou do curso “Política Contemporânea na América Latina”, promovido pelo Programa de Pós-graduação do Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento da Câmara dos Deputados (CEFOR). A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Institut d’études Politiques de Paris (SciencesPo), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Escola de Altos Estudos.

    Realizado no auditório do CEFOR, em Brasília, o objetivo foi trazer professores e pesquisadores estrangeiros renomados, para fomentar a cooperação acadêmica e o intercâmbio internacional. Além de fortalecer, ampliar e qualificar os programas de pós-graduação de instituições brasileiras.

    Pela primeira vez, o CEFOR realizou uma Escola de Altos Estudos, trazendo um docente da SciencesPo (Paris) para ministrar um curso deste nível.

    Saiba mais sobre a Escola de Altos Estudos

    A Escola de Altos Estudos é uma iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), para fomentar a cooperação acadêmica e o intercâmbio internacional em cursos e programas de pós-graduação stricto sensu. Seu objetivo é trazer professores e pesquisadores estrangeiros de elevado conceito internacional para a realização de cursos monográficos.

    Saiba mais sobre o Curso de Política On-line oferecido pela FRB

    No dia 12 de setembro de 2013 a FRB inovou ao lançar a plataforma de ensino a distância, que pode ser acessada de qualquer lugar do país.

    A versão on-line, mais completa, estendida, possui dez temas, divididos em três módulos. Todo o conteúdo é ministrado por meio de vídeo-aulas, com o doutor em Ciência Política e coordenador acadêmico da FRB, Leonardo Barreto. Além dos vídeos, o aluno tem acesso ao material de apoio, apostila (para baixar, imprimir, etc), bibliografia sugerida e exercícios complementares.

    O conteúdo é o mesmo do curso presencial, no entanto é mais aprofundado e tem duração de três semanas. É possível também, esclarecer dúvidas, por meio do suporte do tutor do curso, que fica disponível on-line e promove fóruns de debate. Ao final, o participante realiza uma avaliação, para testar os conhecimentos adquiridos. Todos aqueles que conseguem nota superior a 6 recebem o certificado de participação.

    Ficou interessado? O próximo Curso de Política On-line será iniciado no dia 08 de abril de 2015 (segunda-feira).

    Para se inscrever, basta acessar o formulário disponível no portal. Será um prazer atendê-lo!

    Clique aqui e participe!

    Por Eulla Carvalho e Suellen Siqueira – Ascom FRB

    Com informações do Cefor

    Foto: Arquivo pessoal