Comunicamos que, devido ao recesso de final de ano e o recesso escolar, a partir do dia 22/12/2014 estaremos em período de férias. Por este motivo, não haverá expediente na instituição.
Retornaremos às atividades normais no dia 22/01/2015. As aulas para as turmas de idiomas e para o Curso de Política On-line serão iniciadas conforme o calendário divulgado anteriormente.
Por Fabio Pablo e Uendel Nascimento – PRB Juventude Bahia*
Quem é que morre no Brasil hoje? Você saberia responder? Parece uma pergunta estranha a se fazer mas acredite, há um grupo social que, simplesmente por algumas características fenotípicas (da sua aparência), tem muito mais chance de morrer do que outros, e o pior de tudo é que o seu exterminador é o próprio Estado!
Segundo pesquisa feita pelo Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o número de negros mortos em decorrência de ações policiais para cada 100 mil habitantes em São Paulo é três vezes maior que o registrado para a população branca. Os dados revelam que 61% das vítimas da polícia no estado são negras, 97% são homens e 77% têm de 15 a 29 anos. Já os policiais envolvidos são brancos (79%), sendo 96% da Polícia Militar. Ou seja, há um claro extermínio da Juventude Negra em nosso país que parece ser ignorado por parte de nossos parlamentares e agentes públicos, e também pela imprensa.
Para completar esse terrível quadro, essas mortes ocasionadas em decorrência de ações policiais são legitimadas pelos chamados “Autos de Resistência”, ou Decreto-Lei 3.689/41 que autoriza o uso de quaisquer meios necessários para que o policial se defenda ou vença a resistência. A existência dessa figura jurídica ultrapassada acaba legitimando a violência do Estado contra, principalmente a Juventude Negra, e garante a impunidade daqueles policiais que não honram a sua obrigação de proteger, e não exterminar a população, independentemente de sua cor de pele ou classe social.
O PRB Juventude Bahia expressa à sociedade o seu repúdio aos “Autos de Resistência” e apela àqueles escolhidos democraticamente para legislar e governar o país que eliminem esse dispositivo jurídico danoso à sociedade como um todo e em especial à Juventude Negra de nosso país!
*As opiniões correspondem aos autores do texto e não necessariamente expressam o posicionamento da Fundação Republicana Brasileira e do Partido Republicano Brasileiro
Na tarde desta quarta-feira, 17, o presidente Mauro Silva recebeu, em reunião, na sede da Fundação Republicana Brasileira (FRB), em Brasília (DF), o deputado federal eleito Vinícius Carvalho (PRB/SP). Em pauta, questões sobre gestão e comunicação.
Carvalho é um dos 21 deputados do Partido Republicano Brasileiro (PRB) que conquistaram o voto popular nas Eleições 2014. E figura na lista dos doze republicanos eleitos por São Paulo para o mandato 2015-2018.
Foram diplomados 24 deputados distritais, oito federais, um senador e o governador Rodrigo Rollemberg
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O Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF) foi palco, na noite desta quarta-feira, dia 17, da cerimônia de diplomação dos representantes políticos eleitos pelo Distrito Federal em outubro. O presidente da Fundação Republicana Brasileira (FRB), Mauro Silva, participou da solenidade, acompanhado de sua esposa, Ana Rita Silva.
Ambos prestigiaram ao lado das demais autoridades, convidados, imprensa e amigos, o deputado eleito para o mandato 2015-2018 Julio Cesar (PRB/DF). O republicano foi líder na preferência popular ao conquistar 29.384 votos. Foram diplomados 24 deputados distritais, oito federais, um senador e o governador Rodrigo Rollemberg, além dos suplentes e vices.
A solenidade foi conduzida pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), o desembargador Romão Oliveira, e teve como objetivo habilitar os eleitos a exercerem os cargos para os quais obtiveram votação nas eleições proporcionais e majoritárias de 2014.
Autoridades presentes
Estiveram presentes o vice-presidente e corregedor Regional Eleitoral, desembargador Cruz Macedo; os desembargadores eleitorais Josaphá Francisco dos Santos; Cleber Lopes de Oliveira; I´talo Fioravanti Sabo Mendes; James Eduardo Oliveira; César Loyola, além do procurador, Elton Ghersel; o presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), o desembargador Getúlio de Moraes Oliveira; o Procurador-Geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios, Leonardo Bessa; o vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Distrito Federal (OAB-DF), Severino de Sousa Oliveira e o representante da Associação dos Magistrados do Distrito Federal e Territórios (AMAGIS-DF), o juiz Sebastião Coelho da Silva.
Por Suellen Siqueira – Ascom FRB
Foto: Ascom Julio Cesar[/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]
Esta é a última semana para quem quiser se inscrever na 28ª edição do Prêmio Jovem Cientista. O prazo terminará na próxima sexta-feira (19). Podem participar estudantes do ensino médio e superior, de mestrado e doutorado, além de mestres e doutores. O tema deste ano é Segurança Alimentar e Nutricional. Serão entregues R$ 800 mil em prêmios.
As inscrições são feitas pela internet. Também no site do Prêmio Jovem Cientista estão disponíveis o edital e mais informações sobre esta edição e edições anteriores.
O objetivo do prêmio, que existe desde 1981, é incentivar a pesquisa no país e reconhecer jovens talentos nas ciências. Trata-se de uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a Fundação Roberto Marinho, com patrocínio das empresas Gerdau e BG Brasil.
“É o prêmio mais tradicional da pesquisa científica do Brasil. Para aqueles que estão no ensino superior, são mestres e doutores, o nosso trabalho é reconhecer e incentivar os pesquisadores que já existem. Já no ensino médio, nosso objetivo é despertar a curiosidade para o processo de aprendizagem”, explica o coordenador do prêmio, Felipe Fernandes, ressaltando a importância de ter o prêmio no currículo.
Segundo a organização, a escolha do tema deve estimular os participantes a pensar soluções para aumentar a qualidade da dieta da população em pesquisas sobre uso de recursos dietéticos na prevenção e tratamento de doenças. Deve incentivar também inovações em política de segurança alimentar para a merenda escolar; redução do desperdício de alimentos; soluções para desnutrição e obesidade; produção de alimentos orgânicos e formas de produzir alimentos sem degradar o meio ambiente, entre outras.
As linhas de pesquisa envolvem soluções para a cadeia de produção e conservação dos alimentos. Entre as áreas de conhecimento relacionadas ao tema estão agronomia, nutrição, medicina, engenharia de alimentos, farmácia e bioquímica.
A entrega dos prêmios será feita pela presidenta Dilma Rousseff, até junho de 2015, em cerimônia que reunirá parceiros, educadores e expoentes da ciência e tecnologia.
No ano passado, com o tema Água: Desafios da Sociedade, o prêmio recebeu 3.226 inscrições de todo o país, sendo 384 na categoria mestre e doutor, 301 na categoria estudante do ensino superior e 2.541 na categoria estudante do ensino médio. Os prêmios somaram R$ 700 mil.
A educação superior é um pré-requisito para que milhões de jovens de países em desenvolvimento encontrem um trabalho decente, aponta um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado hoje (16). O relatório, feito com base em dados coletados em 28 países em 2012 e 2013, comprova que a educação superior “serve como uma garantia bastante confiável” de emprego formal.
De acordo com o levantamento, oito em cada dez jovens (83%) com qualificação acima do ensino médio (que cursaram uma universidade ou outro tipo de curso técnico profissionalizante) estão em empregos não vulneráveis. Enquanto isso, a conclusão do Ensino Médio, apenas, não é garantia suficiente para encontrar melhores condições no mercado de trabalho.
“Está claro que continuar a empurrar jovens menos qualificados para o mercado de trabalho é uma situação de perda, tanto para os jovens, que são destinados a trabalhar para sobreviver, como para a economia, que não ganha em termos de incentivar o potencial produtivo de seu mercado de trabalho”, disse Theo Sparreboom, autor do estudo.
Ele enfatizou a importância de se investir em uma educação de qualidade. “A pouca educação perpetua a pobreza pelas gerações, já que trabalhadores menos qualificados ganham menores salários e são incapazes de custear os estudos de seus filhos”.
O Brasil é listado no relatório entre os países com renda média elevada, junto com a Colômbia, o Peru, a Jordânia, Macedônia e Tunísia. O levantamento mostra que o índice de desemprego entre jovens brasileiros de 15 a 29 anos é quase 20%, maior que o do Peru e da Colômbia, por exemplo.
Um destaque positivo para o Brasil é que a proporção de jovens, na faixa etária pesquisada, com menos que a educação primária é quase nula, a menor entre as nações que participaram do levantamento. Entretanto, apenas 6% dos brasileiros entre 15 e 29 anos têm educação superior. Neste quesito, o Brasil ocupa a 17ª posição na lista de 28 países, junto com a Uganda e atrás da Colômbia e do Peru.
O relatório destaca o problema da qualificação inadequada do trabalhador para a posição que ocupa no mercado. No Brasil, 16,9% dos brasileiros com idade entre 15 e 29 anos têm muita qualificação para os empregos que exercem, 59% estão em posições adequadas para sua formação e 24,1% ocupam cargos para os quais não estão preparados.
Quando dividida por setores, a inadequação fica mais visível na indústria, onde 31,8% dos jovens brasileiros têm menos formação do que deveria, 56,2% ocupam uma posição adequada para suas qualificações e 12% são mais qualificados que o necessário.
No setor de serviços, 19% têm qualificação maior do que a necessária, 62,8% adequada e 17,4%, inferior.
Brasília (DF) – Faltam poucos dias para 2014 chegar ao fim e a Fundação Republicana Brasileira (FRB) faz um balanço das atividades desenvolvidas neste ano. Entre elas, o Curso de Política On-line, que formou seis turmas e atendeu participantes de 22 estados, além do Distrito Federal (DF).
Ao todo foram 128 alunos atendidos. Na última turma, encerrada em novembro, participaram vinte alunos, de nove estados da Federação: Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Goiás (GO), Pará (PA), Sergipe (SE), Bahia (BA), Paraná (PR), Mato Grosso (MT) e Santa Catarina (SC).
O cronograma de aulas, elaboradas pela Coordenação Acadêmica da FRB, conta com conteúdo dividido em dez módulos. Em três semanas é possível assistir às vídeo-aulas, ler o material de apoio e a bibliografia sugerida, responder os exercícios e fazer a avaliação final de desempenho.
Participantes são de cidades localizadas de norte a sul do Brasil
Os participantes são de cidades localizadas de norte a sul do Brasil. No balanço geral, Acre (AC), Alagoas (AL), Amazonas (AM), Bahia (BA), Ceará (CE), Distrito Federal (DF), Espírito Santo (ES), Goiás (GO), Maranhão (MA), Minas Gerais (MG), Mato Grosso do Sul (MS), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Paraíba (PB), Pernambuco (PE), Piauí (PI), Paraná (PR), Rio de Janeiro (RJ), Rondônia (RO), Santa Catarina (SC), Sergipe (SE), São Paulo (SP) e Tocantins (TO) foram alcançados pelo Curso de Política On-line.
Serviço
Ficou interessado? Para inscrever-se basta preencher um formulário no portal da instituição. As aulas da primeira turma do Curso de Política On-line de 2015 serão iniciadas no dia 2 de fevereiro. Acesse nossa agenda e saiba mais.
O valor total da produção da aquicultura (criação de animais aquáticos para fins comerciais) nacional foi R$ 3,055 bilhões no ano passado. Os dados fazem parte da pesquisa Produção da Pecuária Municipal (PPM), divulgada hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que pela primeira vez inclui dados relativos à aquicultura.
De acordo com os dados, a criação de peixes liderou o setor, com participação de 66,1% do valor total da produção, seguido da criação de camarões (25%). A sondagem mostra que nas 27 unidades da Federação 2.618 municípios praticam a aquicultura. O IBGE começa, a partir de agora, a fazer o levantamento anualmente.
Um dos pesquisadores do instituto, o engenheiro agrônomo Octavio Oliveira, disse à Agência Brasil que a aquicultura é uma atividade “recente e crescente” no país, com grande potencial de expansão, devido à vasta extensão territorial (8,5 milhões de quilômetros quadrados).
Em 2013, a produção da piscicultura atingiu 392,493 mil toneladas. Em uma análise regional, o Centro-Oeste liderou o ranking (105,010 mil toneladas), seguido da Região Sul (88,063 mil toneladas), Nordeste (76,393 mil toneladas) e Norte (72,969 mil toneladas). No Sudeste, a produção de peixes somou 50,058 mil toneladas. Para a pesquisa, 2.490 municípios forneceram informações sobre produção e valor da produção de peixes.
Por municípios, Sorriso, em Mato Grosso, liderou a produção nacional de pescado, com 21,524 mil toneladas de peixes. A principal espécie cultivada é a tilápia (43,1%), seguida do tambaqui (22,6%) e do grupo tambacu e tambatinga (15,4%). Embora Mato Grosso liderasse a produção de piscicultura, em 2013, o maior produtor de tilápia foi o município cearense de Jaguaribara, que deteve 8,3% da produção nacional.
Oliveira disse que o litoral brasileiro concentra mais a criação de camarão marinho, ostras, vieiras e mexilhões. Os maiores produtores de camarão em cativeiro são Ceará e Rio Grande do Norte. Juntos, os dois estados somaram 78,7% da produção nacional, em 2013. O destaque da sondagem é o município cearense de Aracati, que produziu 8,126 mil toneladas de camarões – equivalentes a 23,9% do total estadual e a 12,6% do total do país, no ano passado.
Brasília (DF) – Eronildes Vasconcelos, popularmente conhecida como Tia Eron (PRB/BA) é vereadora pelo quarto mandato consecutivo em Salvador e eleita deputada federal com mais de 100 mil votos. Formada em Direito e Administração, a republicana tem se destacado pela luta em defesa da mulher e pela valorização dos negros e das crianças. Entre seus projetos, destaca-se o da alimentação diferenciada para as crianças portadoras de anemia falciforme, nas escolas da rede municipal. Recebeu o prêmio ‘Mulher Guerreira Maria Felipa’ concedido para pessoas que batalham pelo fim das diferenças de raças. Atualmente é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, vice-líder do governo na Câmara, vice-presidente de Constituição, Justiça e Redação e coordenadora nacional do PRB Igualdade Racial.
Portal FRB – O que acha do trabalho desenvolvido pela Fundação Republicana Brasileira?
Tia Eron – É muito importante que as pessoas tomem conhecimento do que é esse aparelho, por que ele é um instrumento que vai formar, primeiramente, o legislativo. Sabemos que nas casas legislativas, determinadas vezes, a gente elege pelo processo democrático, o vendedor de pipoca, o catador de papelão, a marisqueira, e estas pessoas, muitas vezes, nunca tiveram a oportunidade de entender de fato, de mergulhar nesse universo, que não tem lógica nenhuma, chamado política. A Fundação Republicana vem exatamente nessa linha. Vem atender a nível de esclarecimento, de produção de conhecimento, de intelectualidade, de condição de elaboração de projetos, de leis, de processos eleitorais.
Portal FRB – Os cursos oferecidos pela FRB contribuem de que forma com o cidadão?
T.E – A FRB é esse eixo que concentra toda uma condição necessária, desde a militância desse partido, até a sua última instância, que é em atenção aos parlamentares. A Fundação pra mim tem um papel fundamental. Ela é muito bem pensada e isso faz com que o partido, o PRB, se diferencie dos demais. Os outros partidos não tem mais esse laboratório, eles não têm mais essa central, onde o parlamentar ou quem quer que seja, seus militantes, ou aqueles que pretendem se filiar, e tem simpatia com o partido, possam vir beber dessa fonte. A Fundação Republicana é isso, um manancial, que quanto mais dá, mais se tira, mais tem.
Portal FRB – O que achou da nossa nova estrutura?
T.E – A Fundação está de parabéns pelo excelente trabalho desenvolvido nos Estados. O mais interessante de tudo isso é que quem chega aqui percebe a estrutura que ela é hoje. E vai para além da questão política, por que os cursos de formação não atendem somente àqueles que são filiados, atendem, sobretudo, àqueles que não são filiados. Por que a proposta é justamente atraí-los para que possamos fortalecer essa militância. Está de parabéns a Fundação, está de parabéns a direção dela. Quem pensou, pensou num momento exato, aonde dá e traz a qualidade ao parlamento brasileiro como um todo.
Aula dividida em três blocos abordou as principais rotinas do partido e o cenário atual da política. Marcos Pereira esteve presente.
Brasília (DF) – O Curso de capacitação para presidentes estaduais do Partido Republicano Brasileiro (PRB), realizado na manhã desta quarta-feira, dia 3, pela Fundação Republicana Brasileira (FRB), reuniu líderes de diversos estados e contou com a participação do presidente nacional do PRB, Marcos Pereira.
A aula, dividida em três blocos, abordou as principais rotinas do partido nos estados; dados e pesquisas sobre a política nacional e regional; além de estabelecer as principais funções das secretariais estaduais. E foi ministrada pelo presidente da FRB, Mauro Silva, o cientista político Leonardo Barreto, e o secretário nacional do PRB, Evandro Garla.
Mauro Silva explicou o objetivo do curso. “Não estamos aqui para ensiná-los a ser presidentes, naturalmente. E sim, para transmitir as rotinas específicas e essenciais da função”. E destacou: “Fiquem atentos às questões importantes e administrem tudo com cuidado. Lembrem-se que vocês são vitrines do partido em seus estados. Devemos nos guiar pelos princípios éticos: a transparência e o zelo pelo bem público, próprios do Republicanismo”.
Marcos Pereira falou sobre a necessidade de reforço técnico. “Se preparem, estudem, leiam. Não sabemos tudo, mas o pouco que sabemos devemos compreender, dominar. É muito importante que estejam informados e tenham capacidade de articulação. O partido deve ser feito de forma ampla e irrestrita. E por este motivo peço que fiquem atentos aos principais fatos que permeiam a política”. E argumentou: “Política se faz conversando, dialogando, e para isso é necessário termos embasamento”.
O coordenador acadêmico da Fundação apresentou pesquisas de diversos institutos, que demonstram um grau de insatisfação elevado da população, em relação à política brasileira como um todo, e também aos partidos. “O partido é uma grande porta, onde batem para falar sobre política. E deve funcionar como uma ponte entre as pessoas. Hoje vocês assumem a responsabilidade de serem representantes político-partidários para uma sociedade que tem se mostrado extremamente avessa à política. O Brasil mudou. Esse é um desafio importante e pode ser visto como uma oportunidade de estabelecer novas relações”, frisou Leonardo Barreto.
Impressões
“O curso foi muito interessante. Nosso líder Marcos Pereira não apenas disse ‘faz isso e vai lá’ – ele ensinou, deu um norte, uma visão. Alguns presidentes aqui já têm experiência, outros não. O curso foi de suma importância, a forma de ensinar muito abrangente, fácil e objetiva. Os cursos oferecidos pela FRB são fundamentais, inclusive, já falei com o presidente Mauro para levar os serviços ao Pará. A Fundação tem sempre dado essa força, essa ajuda, sendo o braço direito do partido. E está ajudando muito nossos militantes e não-militantes nessa formação política, levando conscientização”. – Fábio Freitas, presidente do PRB/PA
“Gostei muito da FRB. A instituição tem uma estrutura muito bem preparada e excelentes cursos. Esse curso, por exemplo, foi muito importante. Aqui recebemos um norte do que devemos fazer para melhorar o trabalho, no meu caso, a militância do PRB Juventude. O que aprendi hoje vou colocar em prática e, com certeza, terei muito sucesso”. Renato Junqueira, presidente Nacional do PRB Juventude
“O PRB na verdade surgiu não para ser mais um partido político, mas pra ser o partido, para fazer política, para fazer diferente, para fazer o melhor. A Fundação tem um papel fundamental que é preparar os seus parlamentares para que os objetivos do PRB sejam colocados em prática, e alcançados. Hoje, nós presidentes, saímos daqui preparados para isso – para ajudar o PRB a alcançar o seu objetivo maior, que é fazer política para o povo”. Marcelo Gouveia, presidente do PRB/AL
Capacitação será estendida de acordo com a demanda
As várias versões do Curso de Política da Fundação foram colocadas à disposição dos presidentes, para que sirvam de suporte técnico nos estados, como já tem sido feito em todo o Brasil. O líder da FRB reforçou: “Espero que tenham aproveitado. Tenho certeza de que se foram escolhidos, vocês são capazes. Mas estamos dispostos a realizar cursos e palestras, para expandir ainda mais o Republicanismo e os sadios conceitos da política. Contem conosco sempre que precisarem”, disse Mauro Silva.