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  • O Acre e a vontade de ser brasileiro

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    Em tempos de Copa do Mundo, o brasileiro experimenta momentos de patriotismo. Este sentimento aflora principalmente no início das partidas, durante a execução do hino nacional: a voz embarga, os olhos enchem de água e nós nos sentimos brasileiros.

    O esporte proporciona essas coisas. De certa maneira, ele substitui a guerra como espaço e forma de afirmação do orgulho nacional. Mas ele vive essencialmente de grandes batalhas mundiais organizadas em eventos como as olimpíadas e a copa do mundo, entre outros.

    Quando as competições passam, o patriotismo adormece. Correto? Sim, a não ser, pelo menos, em um lugar. E este é lugar é o Acre.

    Nunca vi tanta vontade de ser brasileiro como vi em Rio Branco, capital do estado acreano. O patriotismo está encravado no coração deste povo que, a rigor, foi o único que pegou em armas para poder fazer parte do Brasil. Na sua fundação,  sob a liderança de Plácido de Castro, os colonos lutaram contra os bolivianos para, um vez independentes, passarem a compor o território nacional.

    A história está viva por toda parte. Está nos nomes das ruas, nos museus bem conservados e no hino acreano, que todos fazem questão de cantar durante as ocasiões cívicas, juntamente com o hino nacional. Mas nem só de passado vive o acreano.

    Passeando pelo cais do porto de Rio Branco, é possível sentir toda a vitalidade e a pluralidade de ser brasileiro. Em pouco mais de 400 metros de caminhada é possível enxergar o nosso caldeirão cultural em toda a sua complexidade e complementariedade.

    No dia que estive lá, numa das pontas do cais haviam católicos agradecendo pela diminuição das chuvas. Próximo a eles, debaixo de um tenda, um grupo de evangélicos encenava uma peça falando da importância da aceitação de Jesus na recuperação de um alcóolatra, emocionando todo mundo que ali estava. Cerca de 100 metros à direita um grupo de capoeiristas (chamado Brasil) jogava e cantava suas músicas em frente a um restaurante (que também se chamava Brasil). Por fim, andando mais um pouco, passando por entre os bares, era possível sentar e escutar um músico tocando MPB e rock nacional com seu violão.

    É comum por aqui escutar piadas de que o Acre não existe. Estando lá, passei a concordar com elas. Esse estado e esse sentimento realmente não existem. Lá é um lugar único e mágico. No coração da floresta é possível sentir um Brasil genuíno e pulsante, um patriotismo magnético que faz emocionar tanto quanto o hino cantado à capela. Dizem que o Acre é o fim do mundo. Mas nisso eu discordo. O Acre não é o fim, mas é o início e o centro de uma brasilidade forte e ingênua, como normalmente são as coisas boas.  Que o resto do Brasil possa aprender com o Acre o que é a vontade de ser brasileiro.

    Mauro Silva – presidente da Fundação Republicana Brasileira 

  • FRB promove palestra sobre Segurança Pública Municipal

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    A subseção da Fundação Republicana Brasileira (FRB) promoveu nesta terça-feira (15) mais uma palestra gratuita voltada para qualificação dos republicanos, no auditório José Alencar, na sede do partido, na capital paulista. 16 pessoas participaram. O consultor em segurança pública municipal, Prof° Eliazer Rodella, apresentou dados sobre segurança e ressaltou principalmente, a diferença entre segurança e policiamento. “O trabalho da polícia vai muito além da captura de bandidos. Segurança é trabalhar com inteligência e não com força”, iniciou.

    O coordenador da Subseção da FRB em São Paulo e também presidente municipal do PRB/SP, Aildo Rodrigues, abriu o evento reforçando a importância dos cursos promovidos pela Fundação. “Queremos capacitar os republicanos, em especial os que irão concorrer a cargos eletivos, para que tenham mais qualidade nos discursos e debates em suas campanhas eleitorais, seja com seus adversários, seja com a população em geral”, comentou.

    Durante a palestra, Rodella surpreendeu os participantes com números sobre a segurança no país. “Os gastos com segurança pública no Brasil atingiram R$ 61,1 bilhões em 2013, um aumento de 15,83% na comparação com 2012. Entretanto, nove em cada dez paulistanos dizem estar pouco ou nada seguros na cidade onde vivem”. E apontou problemas que também são causados pela falta de segurança. “A segurança pública tem interface com quase todas as demandas sociais, como educação, saúde, habitação e transporte, por isso a importância do planejamento estratégico a longo prazo”, explanou.

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    Também na terça-feira, o professor Eliazer Rodella foi empossado coordenador municipal do PRB Segurança Humana pelo coordenador nacional do movimento, Pedro Scuro, e pelo coordenador nacional dos movimentos sociais e setoriais do PRB, Carlos Baltazar.

    “Rodella tem o perfil e a mesma linha de pensamento sobre segurança pública. Assim como nós, ele acredita que acredita que segurança bem feita com qualidade e eficácia não é custo, e sim, o melhor investimento”, afirmou Baltazar.

    Danielli Guerson – Coord. de Comunicação – PRB/SP

     

  • Vira latas? Eu? Não, obrigado…

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    Segundo Nelson Rodrigues, a derrota do Brasil para o Uruguai em 1950 criou no brasileiro um “complexo de vira latas”: a incompetência dos campos transbordou as quatro linhas e grudou em todos os aspectos da vida cotidiana. A partir daí, nada adiantava, se tivesse um brasileiro no meio de qualquer coisa, iria sair malfeito, seria desonesto e muito provavelmente não funcionaria.

    Não sei se esse complexo nasceu mesmo em um jogo. De verdade, acho pouco provável que uma partida tenha tamanho poder. Mas é certo que há no país um orgulho às avessas (para não falar vergonha) em ser brasileiro. É uma sentimento latente, que fica ali guardado e que precisa de pouca coisa para aflorar.

    E ele veio com tudo nesse ano, pois a Copa nos colocou defronte ao espelho. Ela nos expôs ao julgamento do mundo e não apenas em termos desportivos. Nossa infraestrutura, nossa educação, nossa receptividade, nosso preparo profissional, etc… tudo está sob avaliação. Ao final, nós nos veremos através das lentes da imprensa estrangeira e do olhar gringo e quando a Copa acabar, faremos um balanço não apenas da seleção, mas também do país.

    De uma maneira geral, sempre nos foi vendido que eventos tal como a Copa e as Olimpíadas eram privilégios de países ricos e desenvolvidos. Por isso, há sete anos atrás, quando o Brasil foi anunciado o país da Copa, nos vimos esperançosos de que, quando 2014 chegasse, estivéssemos no mesmo nível das sedes anteriores.

    No entanto, muitas falhas de planejamento e de execução aconteceram. Tivemos tantos problemas que não foram poucas as pessoas que disseram que demos um passo maior do que as pernas, que a Fifa transferiria o Mundial para outro país na véspera, que o caos aéreo e terrestre transformariam o Brasil em uma piada internacional.

    Hoje, na metade do mundial, não há caos. As falhas estão aí, atrapalharam e foram noticiadas mas, no geral, tudo está correndo bem, a nossa infraestrutura está suportando a demanda e os estrangeiros estão falando bem da gente. Acho que estamos bem próximos de dizer: conseguimos! A verdade não está nem tanto ao mar, nem tanto à terra: não somos menos capazes do que ninguém. Mas também não temos razões para sermos ufanistas, pois não somos a civilização mais avançada do século XXI.

    Certa vez escutei que bons países são aqueles que sabem identificar e resolver seus problemas. Nesse sentido, toda discussão trazida pela Copa está mostrando que o brasileiro está longe de estar satisfeito consigo mesmo e que está fazendo força para mudar. De coração, eu não espero que o mundo saia daqui achando que temos os melhores estádios, aeroportos e até mesmo o melhor futebol do universo. O que eu espero e desejo é que os nossos visitantes deixem o Brasil com a certeza de este é um país que tem seus problemas mas que tem muito comprometimento para solucioná-los. Que o legado da Copa venha na forma de  força e consciência para continuarmos seguindo em frente sem falsos complexos nem ilusões desmedidas.

    Mauro Silva – presidente da Fundação Republicana Brasileira 

  • Republicanos do Rio de Janeiro assistem a três cursos da FRB

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    Três em um. Assim a Fundação Republicana Brasileira (FRB) promoveu, no último sábado, dia 14, capacitação e debates, sobre diversos temas políticos, que movimentaram o Salão Nobre de Convenções do Partido Republicano Brasileiro, em Benfica (RJ). A instituição realizou o Curso de Prestação de Contas, o Curso de Política, o e o Curso de Propaganda Eleitoral para 180 participantes, entre eles, pré-candidatos do PRB/RJ.

    O objetivo foi nortear, informar e conscientizar os pré-candidatos sobre os temas pertinentes ao processo político. As aulas foram ministradas pelo presidente da FRB e especialista em Gestão Pública, Mauro Silva; pelo professor e cientista político Julio Ogusuka; e pelo professor e mestre em Direito Público Márcio Vieira.

    Clique aqui e confira as fotos do evento.

    Por Suellen Siqueira – Ascom FRB

    Com informações e fotos da Ascom PRB/RJ

  • Especialistas ministram curso de Comunicação Eficaz na Subseção da FRB/SP

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    Os renomados palestrantes Reinaldo Passadori e Nancy Assad estiveram nesta quarta-feira (04), no auditório José Alencar, localizado na sede do Partido Republicano Brasileiro de São Paulo (SP), para ministrar o curso “Comunicação Eficaz com eleitores, imprensa e sociedade”, promovido pela Subseção da Fundação Republicana na capital paulista. 59 pessoas participaram.

    O coordenador da subseção e presidente municipal do PRB/SP, Aildo Rodrigues, abriu o evento citando o currículo dos palestrantes. Nancy é consultora de comunicação, professora, jornalista e escritora. Já Reinaldo é presidente do Instituto Passadori de Comunicação Verbal e, com 30 anos de experiência, já treinou mais de 60.000 profissionais nesta área.

    Na primeira palestra, ministrada por Nancy, foram abordados todos os tópicos sobre comunicação integrada estratégica. Entre eles, o uso das mídias sociais, media training, assessoria de imprensa e marketing pessoal. A especialista citou o caso do presidente dos EUA, Barack Obama, como o exemplo de comunicação integrada mais bem-sucedido já registrado na história, e a importância da internet neste processo. “Mais do que nunca, a internet foi um instrumento decisivo na campanha eleitoral de 2008. Em diversos momentos ela determinou os rumos da campanha”, explicou.

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    Com foco em comunicação verbal, Reinaldo Passadori cativou o público com dicas e sugestões sobre como melhorar a habilidade da oratória. “Boa comunicação é essencial para que você seja bem interpretado e valorizado em seu ambiente de trabalho. Não basta apenas falar, você também precisa ser entendido de maneira coerente com suas intenções de discurso”, disse.

    Criando um ambiente interativo, Passadori convidou dois participantes para um discurso improvisado e usou as falas para exemplificar erros e acertos na oratória. “Garanta que a comunicação entre vocês esteja clara e transparente”, enfatizou.

    Reinaldo finalizou sua palestra agradecendo o convite e elogiando a atuação do presidente Aildo Rodrigues. “Foi um prazer conhecer este homem que tem brilho nos olhos porque ama o que faz. Este é verdadeiro segredo do sucesso!”, concluiu.

    O vice-prefeito de Atibaia, Mário Inui (PRB), que também será pré-candidato a deputado estadual nas eleições deste ano, elogiou o curso e os palestrantes. “Este tema é muito importante, não apenas para os candidatos, mas para todos que estão na política e até fora dela. Parabéns à Fundação por oferecer este curso de qualidade!”.

    Ao final foram sorteados dois livros de autoria dos palestrantes: “Quem não comunica não lidera” e “Media Training”.

    Texto e fotos: Danielli Guerson – Ascom PRB/SP

    Edição: Suellen Siqueira – Ascom FRB

  • Curso de Política da FRB reúne diferentes gerações em Brasília (DF)

    Aula ministrada pelo cientista político Leonardo Barreto reuniu participantes de várias faixas etárias 
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    Após solicitações recebidas no site institucional, a Fundação Republicana Brasileira (FRB) realizou, na tarde deste sábado, dia 17, mais um Curso de Política. A aula, ministrada pelo cientista político e coordenador acadêmico da FRB, Leonardo Barreto, e pelo presidente da instituição, Mauro Silva, reuniu 20 participantes, de diversas faixas etárias. Entre eles, Bertoldo, de 74 anos; e Nolrram, de 13. O evento aconteceu na sede da Fundação, em Brasília (DF).

    Barreto explicou aos presentes, o cenário atual no qual nos encontramos, e nosso papel de “semeadores” das mudanças que queremos. “A força de vontade do governo é proporcional à ‘perturbação’ do povo. Ou seja, devemos sim cobrar uma atitude, mas também precisamos fazer a nossa parte”, disse.0.2

    O professor destacou ainda, o porquê das manifestações populares. “O Estado, o governo, tem que ser sempre o primeiro a dar exemplo, a cumprir as próprias regras. Todo processo de mudança começa com uma não-aceitação da injustiça sofrida. Ali nas ruas o que percebemos é um verdadeiro desabafo. É um governo que ainda não sabe ouvir, e uma população que não quer mais deixar a oportunidade passar”.
    Mauro Silva falou sobre a importância da participação na política, por meio dos diversos segmentos disponíveis. “É importante participar e estar atento. Por exemplo, fazendo parte de associações, sindicatos, conselhos – de educação, segurança, juventude, etc – ou mesmo de um partido político, se preferir. O importante é partirmos da cultura da proatividade, para dar a nossa colaboração, para que o governo possa, de fato, atuar pela mudança”.

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    Impressões

    “O curso foi muito importante e traz muito conhecimento, especialmente para os jovens, e tinha bastante jovens. Fiquei muito satisfeito, pois acho que a participação do jovem no setor político é fundamental. Nós temos que investir na cultura, para que eles tomem consciência, e participem ativamente da política. A aula foi muito boa, as informações. A gente fica com mais conhecimento, pois nunca terminamos de aprender. Eu, com 74 anos, ainda me considero um aprendiz”.  – Bertoldo das Neves, 74 anos, diretor de cursos da Assosíndicos.

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    “Quando você pensa em política imagina logo uma coisa ruim, roubo, corrupção… E no curso houve um esclarecimento, para termos um pensamento positivo a respeito. Como fica muito distante, a gente não pensa que precisa de uma participação nossa pra ter uma melhora, pra mudar alguma coisa. Gostei muito de ter participado, por que abriu a minha visão em relação a acreditar, a ter ao menos um pontinho de esperança, que alguma coisa pode ser melhorada. E mesmo eu sendo uma única pessoa, tenho participação, e o meu voto, ou algo que eu faça, pode trazer um resultado positivo, e benefícios para a sociedade”. – Poliany Sousa, 24 anos, administradora.

     

    “O Curso de Política é muito bacana. A0.5 política na verdade é o exercício da cidadania. Se negarmos a política, estamos negando o direito à cidadania, a democracia. O que levo de interessante desse curso e a ideia de que vamos desmistificando todos aqueles conceitos de que ‘a política não presta, é roubalheira, é podridão’. E na verdade não é isso. Em qualquer parte do mundo, se a pessoa estiver envolvida com o exercício da cidadania, procurando se envolver e buscando direitos e deveres, para a melhoria da sociedade, nós teremos um grande avanço”.  – Juliano Dias Costa, 28 anos, graduado em História, profissional de segurança.
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    “Gostei muito do curso, por que ele muda a visão da pessoa, de que política é só corrupção, e faz você enxergar que, se não participar, você está contribuindo para o aumento dessa corrupção. Foi muito bom participar da aula. Nós podemos participar da política em geral, como cidadãos, em pequenas coisas, mudando nossos hábitos”. – Valdirene Silva, 28 anos, estudante.

    Por Suellen Siqueira – Ascom FRB

    Fotos: Douglas Gomes

  • Fundação Republicana recebe prefeitos do Maranhão

    Acompanhados do deputado federal Cleber Verde, prefeitos maranhenses se reuniram com o presidente da instituição
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    Diversos prefeitos do Maranhão (MA) estiveram reunidos, na sede da Fundação Republicana Brasileira (FRB), em Brasília (DF), na tarde desta quarta-feira, dia 14. Os líderes municipais foram trazidos pelo deputado federal Cléber Verde e participaram de reunião com o presidente da instituição, Mauro Silva, sobre gestão eficaz. Na oportunidade, todos puderam conhecer as instalações da FRB, durante visita guiada.

    Após reunião, na qual os presentes puderam discutir estratégias de gestão, para atuar de forma republicana nos municípios, cada um dos prefeitos recebeu, das mãos do presidente Mauro, uma pasta com material sobre a FRB. Nela constava um folder informativo, e apresentação dos principais projetos institucionais. O líder da FRB aproveitou a oportunidade, para colocar à disposição de todos, os curso0.2s oferecidos pela Fundação.

    Para Cleber Verde, o Partido Republicano Brasileiro (PRB) sai na frente ao contar com o apoio da Fundação. “Tive o privilégio de conduzir os prefeitos do Maranhão para conhecer as instalações da Fundação Republicana Brasileira, onde fomos muito bem recebidos pelo presidente Mauro Silva. Eles ficaram encantados com o trabalho da FRB e demonstraram total interesse em levar alguns cursos para serem ministrados no estado”, adiantou.

    Por Suellen Siqueira – Ascom FRB

    Com informações da Ascom da Liderança do PRB

    Fotos: Douglas Gomes

  • As manifestações dão a receita de um bom governo

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    Estamos nos aproximando do aniversário das manifestações de junho de 2013. Os eventos ainda estão vivos na nossa memória e, quer goste ou não, ainda acreditamos que eles possam vir a ser repetir a qualquer momento. Por sua vez, a expectativa de que novos protestos ocorram acontece porque os governantes não conseguiram dar uma boa resposta aos manifestantes. Boa parte deles alegou que, apesar das intensidade dos eventos, não havia líderes nem uma pauta clara de reivindicações que pudesse ser atendida.

    Mas isso não é verdade.

    Olhando com atenção, vamos ver que cada um dos cartazes trazidos pelos manifestantes diziam em sua maioria apenas três mensagens: (i) queremos que o governo escolha melhor as suas prioridades, de preferência nos consultando a respeito; (ii) queremos que o governo gaste melhor o nosso dinheiro, buscando melhores relações de custo/benefício e (iii) queremos que tudo isso seja feito de forma transparente.

    A primeira mensagem estava nos cartazes que questionaram tantos recursos nos estádios enquanto a saúde e as escolas não funcionam bem. A segunda apareceu quando se criticou o preço dos estádios. Havia um sentimento de que arenas mais simples (e mais baratas) poderiam ter sido construídas com o mesmo grau de retorno e satisfação para os usuários. Por fim, a terceira mensagem veio nos protestos contra a PEC 37, que regulava o poder de investigação do Ministério Público.

    Um filósofo antigo dizia que não sabia ser claro para estudantes que não sabiam ser atentos. Como vimos, o povo nas ruas passou uma mensagem clara, mas a maioria dos governantes claramente não souberam escutar de maneira adequada.  Por isso a sombra de junho permanece viva. E não tenham dúvidas: a voz das ruas falará quantas vezes forem necessário para que a lição seja aprendida.

    Mauro Silva – presidente da Fundação Republicana Brasileira

  • A convite da FRB, Everson Tobaruela ministra curso sobre propaganda eleitoral

    90 participantes assistiram às explanações do especialista em direito eleitoral 
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    A subseção da Fundação Republicana Brasileira (FRB), em São Paulo, promoveu na noite desta segunda-feira (12), mais um curso gratuito voltado para qualificação de pré-candidatos e seus assessores. Desta vez, o advogado e especialista em direito eleitoral Everson Tobaruela apresentou um material completo sobre propaganda eleitoral, para a plateia de 90 participantes, que lotou o auditório José Alencar, na sede do partido, na capital paulista.

    O coordenador da Subseção da FRB em São Paulo, e também presidente municipal do PRB/SP, Aildo Rodrigues, abriu o evento agradecendo a presença do renomado palestrante e de todos os participantes. “Estamos falando com um dos maiores especialistas sobre o tema. Sendo assim, aproveitem ao máximo”, conv0.2idou.

    Everson apresentou diversos exemplos práticos sobre como pré-candidatos devem evitar serem punidos pela Justiça Eleitoral praticando propaganda eleitoral antecipada. “Os pré-candidatos precisam ter cuidado com a ansiedade de divulgar sua marca. Este é um momento de mostrar o trabalho que vem sendo realizado e não de pedir voto!”, enfatizou.

    Também como exemplo, Tobaruela citou a recente polêmica envolvendo a presidente Dilma Rousseff, na qual partidos da oposição querem que ela seja multada, por supostamente praticar propaganda eleitoral. O fato em questão refere-se ao seu pronunciamento no dia 30 de abril, em cadeia nacional de rádio e TV, em homenagem ao Dia do Trabalho. “Horário político é um direito dos políticos e de uso do poder público, mas o povo paga por isso. Na equação de alguns governantes, vale mais a pena pagar uma multa de valor, por eles considerado irrisório, em detrimento de um horário que poderia custar milhões”, exemplificou.

     

    O coordenador estadual do PR0.3B Relações Internacionais e Mercosul, Sandro Mastrobuono, que também é pré-candidato a deputado federal, elogiou o curso. “Os cursos da FRB surpreendem no quesito excelência e conteúdo de qualidade. A Fundação tem o zelo de preparar os candidatos para uma eleição que será muito acirrada e este é um diferencial republicano”, afirmou.

    Ao final do curso, o palestrante abriu para perguntas e, devido ao grande volume, foi sugerido que todas as dúvidas fossem registradas para posterior envio das respostas aos participantes.

     

    Texto: Danielli Guerson / Fotos: Aline Farias – Ascom PRB/SP

    Edição: Suellen Siqueira – Ascom FRB

  • Em parceria, Fundação e PRB promovem 1° Curso de Comunicação

    Cerca de 30 assessores de comunicação de diversos estados participaram do encontro 
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    As equipes da Fundação Republicana Brasileira (FRB), e da Agência PRB Nacional, receberam os coordenadores estaduais de comunicação do Partido Republicano Brasileiro, na sede da FRB, em Brasília (DF). Por meio da parceria entre Fundação e PRB foi promovido o 1° Curso de Comunicação para assessores do Brasil, nesta sexta-feira, dia 9. Cerca de 30 pessoas participaram.

    A iniciativa teve por objetivo promover integração entre os republicanos, capacitar, e afinar a comunicação, para que os ideais da legenda sejam alcançados por todo país. O jornalista Rodrigo Ledo, especialista em Gestão de Crise e Comunicação Política ministrou a palestra sobre assessoria de imprensa. Já a jornalista Andrea Lopes, especialista em Gestão de Comunicação Digital falou sobre mídias sociais.

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    Temas partidários e o trabalho desenvolvido pela Fundação também foram assunto de palestras. O discurso de boas-vindas, e as explanações sobre a FRB, ficaram por conta do presidente da instituição, Mauro Silva. A comunicação nos estados, e estratégias do partido, para os profissionais da área foram abordadas pela coordenadora da Agência PRB Nacional, Helen Assumpção.

    Segundo Mauro Silva “é muito importante falar a mesma linguagem em todos os estados, para conseguirmos disseminar a ideologia do partido, o Republicanismo”. O presidente enfatizou a importância da participação de todos. “Contamos com cada um de vocês para fazer isso. Procuramos trazer profissionais capacitados, para que todos tenhamos diretrizes para nos comunicarmos no mesmo idioma”.

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    Helen Assumpção explicou a intenção da equipe, ao levar a ideia do curso às lideranças do partido, e posteriormente à FRB. “Nosso objetivo principal é promover a interação do grupo e consolidar a imagem do PRB. Devemos estar juntos neste trabalho”, destacou.

    Opinião dos especialistas

    Para Rodrigo Ledo “Comunicação não faz mágica. É necessário todo um contexto de verdade por trás do trabalho institucional”. Ele explicou ainda, a necessidade de transparência na consolidação de uma marca. “A publicidade e a comunicação como um todo, com um viés de maquiar a informação, jamais será exitosa”, explicou.

    Andrea Lopes falou sobre a importância do trabalho eficaz, por meio das diferentes mídias. “Não defendo que os modelos tradicionais sejam abandonados, pois eles são a base da comunicação. Mas devemos estar atentos a cada mudança do meio digital, pois elas são muito rápidas e importantes”, disse.

    Quem participou?0.4

    Participaram Leandro Oliveira e Karine Bertani, de Santa Catarina; Jorge Fuentes e Jefferson Souza, do Rio Grande do Sul; Alaor Oliveira e Ana de Matos, do Paraná; Euler Barbosa, do Ceará; José Uchoa, do Piauí; Izabela Reis, da Bahia; Gleice Queiroz, do Sergipe; Thiago Silva, de Alagoas; Priscila Prestes, de Pernambuco; Rodenilson Andrade, de Rondônia; JR Rodrigues, de Roraima; Tacila Aires e Vinícius Rocha, de Tocantins; Geysa Albuquerque, do Distrito Federal; Dayana Jesus, do Mato Grosso do Sul; Maurizan Landim, do Goiás; Danielli Guerson e Aline Farias, de São Paulo; e Marta Fernandes, do Rio de Janeiro.

    0.5O vice-presidente da FRB e deputado distrital, Evandro Garla, também prestigiou o evento. Toda a equipe da Agência PRB Nacional – composta por Eulla Carvalho, Wanessa Naves, Douglas Gomes e Jamile Reis – estava presente, além da jornalista responsável pela Assessoria de Comunicação da FRB, Suellen Siqueira.

    Por Suellen Siqueira – Ascom FRB

    Fotos: Douglas Gomes