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  • FRB promove Curso de Política na Paraíba

    125 paraibanos assistiram ao curso “10 Lições sobre o Republicanismo” 
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    A Fundação Republicana Brasileira realizou o curso “Republicanismo: 10 Lições”, no último sábado, dia 23, no auditório do Partido Republicano Brasileiro, em João Pessoa (PB). Ao todo, 125 paraibanos, entre eles militantes, simpatizantes e convidados do PRB, assistiram à aula ministrada pelo professor e cientista político Leonardo Barreto.

    Estiveram presentes, o presidente da FRB Mauro Silva, que falou sobre os projetos institucionais da Fundação e explicou resumidamente a história do PRB; o tutor do Curso de Política a Distância, da Fundação, Fábio Vidal; o secretário-geral do PRB/PB José Luís; o secretário executivo da Pesca e Aquicultura e presidente municipal do partido em João Pessoa, Sales Dantas; e o tesoureiro do PRB/PB Miguel Arcanjo.

    O convite partiu do deputado estadual Jutay Meneses, presidente do PRB/PB, responsável por organizar o evento no estado. O curso, assim como os demais serviços oferecidos pela FRB, foi totalmente gratuito e abordou os dez temas centrais propostos: cidadania, democracia, participação, eleição, partido, poder, políticas públicas, ética, liderança e republicanismo.

    O presidente da FRB Mauro Silva falou sobre a importância de ouvir a população, saber de seus anseios, dificuldades, propostas e expectativas. “Esse é o jeito republicano de agir, de trabalhar: ouvindo o povo”, disse. Ele se mostrou satisfeito com a recepção que teve no estado. “Agradeço à acolhida do povo paraibano. Fomos muito bem recepcionados. Além disso, o curso foi um sucesso: mais de cem pessoas debateram sobre política”.

    Para Jutay Meneses a promoção do curso é uma forma de oferecer à sociedade e aos militantes locais, a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos sobre o tema. “Não somos uma sigla meramente eleitoreira. Temos a preocupação de formar uma sociedade ciente de suas obrigações sociais e políticas, focados em um republicanismo saudável e desenvolvimentista”, disse.

    Segundo Sales Dantas, o assunto é de interesse de todos, e não apenas de pessoas ligadas à política. “Não podemos dizer que conhecemos política simplesmente porque discutimos o processo eleitoral, que se repete de dois em dois anos. Precisamos entender ‘política’ como um meio, não um fim, e esse curso servirá como o norte desse caminho”, enfatizou.

    Por Suellen Siqueira, da Ascom FRB / Foto: Lenne Marques

    Com informações do Portal Correio – Paraíba

  • Fundação realiza curso sobre cerimonial e etiqueta social

    Cerca de 60 mulheres aprenderam a planejar, organizar e executar eventos 
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    O feriado de Proclamação da República foi de qualificação e aprendizado na Fundação Republicana Brasileira. Nos dias 14, 15 e 16 da última semana – quinta, sexta-feira e sábado, respectivamente – foi realizado, na sede da instituição, em Brasília (DF) o curso “Gestão de Cerimonial Público: Cerimonial, Protocolo, Etiqueta e Organização de Eventos”. As aulas, ministradas pela especialista em Relações Públicas e Comunicação Organizacional Inês Drumond Marques, reuniram 60 mulheres de diversos estados da Federação.

    Durante os três dias, as participantes aprenderam práticas sobre protocolo, etiqueta e cerimonial, vigentes no Brasil e no exterior. O material didático e as explanações abordaram desde as origens e conceitos até os tipos de situações dos dias atuais, e o protocolo exigido em cada uma delas. Com uma bibliografia rica e exemplificada de rotinas diárias, relacionadas à organização de eventos, a professora trouxe modelos e técnicas para as alunas.

    Segundo Inês Drumond, é importante entender e respeitar a cultura de cada local ao qual pretende-se visitar ou realizar determinado evento. Além disso, precisamos atender às necessidades básicas. “A base do cerimonial está estabelecida em três conceitos: hospitalidade, cordialidade e solidariedade. Ter bom senso e agir de acordo com esses princípios garante um bom atendimento em qualquer lugar, seja na sua casa ou numa ocasião mais formal”, explica.

    Impressões

    “Foi um curso rico e nos trouxe aprendizado que, certamente colocaremos em prática. É muito importante que saibamos organizar eventos, receber autoridades e agir com reciprocidade. Assim como somos bem-recebidas por onde passamos, queremos receber bem às outras pessoas”. Thelma Cruz – Goiânia

    “Esse curso, que a professora Inês fez conosco, durante esses três dias, foi um muito enriquecedor. Sairemos daqui com uma bagagem muito bacana, para que possamos trabalhar em nossos estados, ou mesmo aqui, em Brasília. Trouxe muito conhecimento, técnicas que passam despercebidas, mas que agora, não passarão mais. A professora é qualificada, estudada, sabe o que está falando, fazendo, e tem a prática. Em relação ao atendimento, as meninas da Fundação estão de parabéns, pois já são verdadeiras cerimonialistas”. – Gorete Cecílio – Minas Gerais

    “Esses dias de curso, aprendizagem, experiência foram muito importantes para nossa vida, para aquilo que fazemos no dia-a-dia, pois é sempre importante crescer e aperfeiçoar. Todas as aulas foram interessantes e nos trouxeram informações novas. Como a mulher tem uma espécie de ‘sexto sentido’, acredito que isso ficará cada vez mais apurado, quando começarmos a colocar em prática o que aprendemos aqui”. Creuza Moreira – Rondônia

    Por Suellen Siqueira

    Foto: Douglas Gomes

  • FRB realiza Curso de Política para Mulheres no Rio de Janeiro

    Auditório do PRB em Benfica (RJ) recebeu 140 mulheres para debater sobre o tema

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    A Fundação Republicana Brasileira (FRB) esteve no Rio de Janeiro, no último sábado, dia 9, para realizar o Curso de Política para Mulheres. A aula ministrada pelo professor e cientista político Leonardo Barreto reuniu 140 mulheres, no auditório do Partido Republicano Brasileiro, em Benfica (RJ).

    O curso foi solicitado pela coordenadora municipal do PRB Mulher-RJ, Eliana Ovalle. Outras autoridades do movimento feminino estiveram presentes, como a coordenadora nacional do PRB Mulher e deputada estadual Rosangela Gomes e a coordenadora estadual e vereadora Tânia Bastos.

    Segundo o presidente da FRB Mauro Silva, que prestigiou o evento, e falou sobre ideias de políticas públicas, é importante estabelecer uma ponte entre a população e o governo. “Precisamos democratizar e, dentro desse processo, podemos diminuir o espaço entre a população e os governantes. Uma ideia é fazer o que estamos fazendo hoje, porém de forma ampliada: ouvir o povo e ser diferente”, disse.

    Para Leonardo Barret0.2o o avanço feminino é evidente, mas é necessário que outros mecanismos sejam colocados em prática para aumentar sua participação na política. “Não há dúvidas de que as mulheres estão avançando, porém muito ainda precisa ser feito. A mulher é discriminada, recebe salários menores do que o homem, e tem alguns espaços limitados”, disse.

    Na oportunidade o presidente da Fundação falou sobre o trabalho realizado em Brasília e por todo o país. Ele adiantou ainda sobre a criação de subseções da instituição em alguns estados, entre eles Rio de Janeiro e São Paulo. “O curso foi excelente. O que nos surpreende é a participação ativa de todos, questionando, relatando suas experiências políticas. Isso com certeza contribui para que a base do PRB se fortaleça”, disse Mauro Silva.

    A administradora Tatiane 0.3Giuliani se mostrou satisfeita com a oportunidade de participar da aula. “O curso é maravilhoso. Estou torcendo para ter mais vezes, pois foi muito bom falar do desenvolvimento do país e do nosso bairro. Isso agrega valores”, disse.

    O curso foi aberto para debate e contou com a participação ativa do público presente. Entre os principais temas pode-se destacar liderança feminina, contribuições, trajetória e participação de mulheres na política, cidadania e democracia.

    Por Suellen Siqueira

    Com informações e fotos da Ascom do PRB/RJ

  • Achar que não tem jeito é o primeiro passo para piorar as coisas…

    Léo-Barreto-682x1024Já faz algum tempo que o novo curso de política da Fundação Republicana trata da criminalização que o senso comum faz da atividade política. Basta pedir aos participantes que falem a primeira palavra que vem às suas mentes quando escutam o termo “política” para saber do que eu estou falando: corrupção, impunidade, ladrões…

    De certa maneira, as manifestações de junho refletiram um pouco desse sentimento. As manifestações de vandalismo e a expulsão dos partidos das passeatas mostraram um profundo ressentimento e descrédito da população em relação aos políticos. De forma complementar às ruas, propostas antipolíticas como a proibição da reeleição ou campanhas pela renovação total das bancadas tomaram a internet. As pessoas não querem reforma. Querem vingança.

    Não faltam motivos que expliquem este estado de coisas. Não são raros os casos de políticos que priorizam o jogo em detrimento do bem comum das pessoas, de corporativismo em favor da impunidade de verdadeiros delinquentes e da baixa capacidade e da falta de preparo de muitos eleitos para o cargo para o qual foram escolhidos.

    Mas frente a este cenário, o que pode ser feito? Há três caminhos à nossa frente. O primeiro é levar à cabo nossa vingança e aprofundar a negação da política. Evitar discutir, não se envolver (“para não se sujar”), votar nulo, xingar os candidatos que nos abordarem na rua e, se possível, vandalizar algum patrimônio público: destruir um banco de praça, pichar o muro de um hospital, arrancar uma placa de trânsito…

    O segundo é engolir todos os desaforos dos políticos e seguir em frente, como estamos fazendo há tantos anos: “afinal, nada muda mesmo, não é”? Faz parte desta receita parar de ler o noticiário para não se irritar, não gastar um minuto sequer refletindo sobre o voto e pensar que político bom é aquele que “rouba, mas faz”, já que não existe outro…

    O terceiro caminho nasce da compreensão de que as coisas não mudarão sem um movimento de baixo para cima. Apesar da política ser algo desagradável na maior parte do tempo, ela é necessária. Estas pessoas percebem que o corrupto, o aproveitador e o despreparado se alimentam da omissão e da falta de atenção das pessoas. Elas sabem que mesmo atos pequenos e aparentemente sem importância são válidos e que política é algo que deve estar na educação dos filhos, nas discussões da hora do almoço e na saída da igreja.

    Acima de tudo, as pessoas que optam pela participação sabem da sua responsabilidade como semeadoras de bons comportamentos: protestam, votam de forma consciente, não consideram todos os políticos iguais, tentam premiar os bons e punir os maus, buscam inspirar temor nos seus representantes, se comunicam com as autoridades para solucionarem seus problemas e são vigilantes em torno das suas próprias ações, buscando sempre dar o bom exemplo.

    Negar ou ignorar a política são opções menos trabalhosas. Mas elas não levam a nenhuma evolução, a nenhum desenvolvimento. E como achar que não tem jeito é o primeiro e mais decisivo passo para piorar as coisas, cada caso de desmando e corrupção denunciado deve ser encarado como uma oportunidade para que as pessoas mostrem força e disposição para participarem da reforma ética que está em curso no Brasil, cada um fazendo o que pode.

    A escolha é livre. O resultado do caminho tomado é obrigatório.

    Leonardo Barreto

    Doutor em Ciência Política pela Universidade de Brasília e coordenador acadêmico da Fundação Republicana Brasileira

  • Alunos de inglês assistem ao Curso de Política da FRB

    Turma de inglês de segundas e quartas-feiras assiste aula de política  

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    Cerca de 30 alunos de inglês assistiram ao Curso de Política, na noite desta segunda-feira, dia 4.  A aula, ministrada pelo tutor do curso a distância Fábio Vidal e promovida pela Fundação Republicana Brasileira, na sede da instituição, além de proporcionar o debate a respeito do tema, servirá como atividade complementar aos participantes.

    O presidente da FRB Mauro Silva esteve presente e falou a respeito dos projetos futuros e realizados até agora, nos cursos de idiomas. “Sabemos que o objetivo de vocês aqui é conquistar espaço, crescer e se desenvolver pessoal e profissionalmente. Por este motivo, procuramos oferecer o melhor em nossos cursos. Acho importante que todos conheçam a instituição e se aproximem cada vez mais, criem um vínculo. Vocês podem contar conosco”, enfatizou.

    O trabalho de conscientização política da Fundação Republicana é realizado em todo o país, por meio dos cursos itinerantes e também da versão online, disponibilizada para todo o Brasil, desde o mês de setembro. O serviço é totalmente gratuito e já atendeu a milhares de pessoas em 18 estados, além de Brasília e das cidades-satélites do Distrito Federal.0.2

    A aula aborda os princípios básicos como cidadania, democracia, participação, políticas públicas, formas de poder, entre outros.

    Serviço

    Para solicitar o Curso de Política Itinerante para a sua região cliquei aqui.

    Para inscrever-se no Curso de Política Online clique aqui.

     

    Por Suellen Siqueira

    Fotos: Douglas Gomes 

  • Mauro Silva prestigia homenagem ao presidente do PRB Marcos Pereira

    Pereira recebe medalha Zumbi dos Palmares, em Salvador (BA)

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    Na última sexta-feira, dia 1°, o presidente da Fundação Republicana Brasileira Mauro Silva compareceu à solenidade de entrega da medalha Zumbi dos Palmares, em Salvador (BA). O evento aconteceu na Câmara Municipal da capital baiana e reuniu diversas autoridades, que prestigiaram a homenagem ao presidente do Partido Republicano Brasileiro, Marcos Pereira.

    A iniciativa partiu da vereadora e coordenadora do PRB Igualdade Racial Tia Eron (PRB/BA), que indicou Pereira pelo destaque na prestação de relevantes serviços no combate ao racismo, discriminação e intolerância.

    Segundo Tia Eron a escolha da data de entrega da homenagem foi intencional, já que no próximo dia 20 comemora-se o Dia da Consciência Negra. “Foi para abrir com boas-vindas. A Bahia é um estado que sempre pensa de forma inovadora, criando espaços específicos para homens e mulheres negras”, enfatizou.

     

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    Segundo Marcos Pereira o fato de o Brasil ter sido o último país a abolir a escravidão trás dificuldades para os negros. “Infelizmente, o Brasil foi o último país a abolir a escravidão, e isso culturalmente influencia muito na qualidade social de vida dos negros. Para mim, essa medalha significa que estamos no caminho certo, e aumenta a responsabilidade de continuar lutando ainda mais por este projeto”, disse.

    Estiveram presentes o prefeito de Salvador, ACM Neto; o presidente da Câmara Municipal de Salvador, Paulo Câmara; o presidente regional do PRB/BA, deputado federal, Márcio Marinho; os deputados estaduais Sildevan Nóbrega e José de Arimatéia, e o diretor da Record Bahia, Fábio Tucilho; além de outras autoridades.

    Por Suellen Siqueira

    Com informações do R7

    Foto 1: R7 / Foto 2: Douglas Gomes

  • Manual de uso (correto) da Constituição de 1988

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    Nossa Constituição completou 25 anos neste mês de outubro, tornando-se a segunda em tempo de vigência em toda a história do Brasil republicano (perde apenas para a Carta de 1891, que valeu por 43 anos, até 1934). A data merece ser comemorada, pois a Carta de 88 é um marco que representa a reconquista, por parte da sociedade civil, do direito à autodeterminação e da capacidade de definir seus próprios rumos, com todos os benefícios e custos que isso implica. Mas a data também é um convite à reflexão: atualmente, ela nos prepara (bem) para os novos desafios que estão à frente?

    Para responder esta pergunta, devemos ter em mente o contexto no qual ela foi escrita. O ano de 1988 representava a porta de saída de mais de duas décadas de regime militar. Durante esse período, a sociedade mudou profundamente, econômica e socialmente. Muitos grupos surgiram, outras demandas apareceram e o Brasil queria desesperadamente deixar um passado de injustiças, violência e repressão para trás. Nesse sentido, a Carta se tornou uma espécie de “lista de desejos”. Foi colocado no papel tudo aquilo que nós gostaríamos de ter e de ser, como liberdade, direito a educação, saúde, moradia, trabalho e segurança.

    Obviamente, o fato de colocarmos na Constituição que todos os brasileiros possuem o direito à habitação, não fez com que o governo desse uma casa nova para cada cidadão da noite para o dia. Na verdade, quando a Constituição foi promulgada, o Estado tinha pouca capacidade de torná-la realidade para a maioria das pessoas. Aliás, apesar dos avanços, ainda estamos longe de atingir satisfatoriamente os desejos fixados lá atrás. Por exemplo, com apenas 9% de mulheres no parlamento e com jovens negros tendo 3,5 mais chances de morrerem assassinados, alguém pode acreditar realmente que já chegamos a um nível de igualdade satisfatório entre todos os cidadãos?

    Mas isso significa que a Constituição fracassou? De jeito nenhum. O problema está na expectativa de autorrealização de desejos que foram depositados nela. Não custa lembrar, a Carta de 88 não é uma lâmpada mágica. Ao invés disso, o jeito correto é considerá-la como uma espécie de farol, a nos mostrar sempre para que lado está “o continente”, para nos lembrar, permanentemente, os valores em torno dos quais a sociedade está se erguendo e para oferecer os princípios que devem orientar as políticas públicas.

    A Carta é um caminho ético, reto e sólido. Como meta, ela é atual e merece ser respeitada e celebrada por todos os cidadãos. Mas ela é um “porvir” que depende de muito trabalho e esforço. Dessa forma, a melhor maneira de celebrar o seu aniversário é renovarmos o compromisso de realizá-la e de nos aproximar dos ideais de liberdade e justiça social que lhe renderam o título de “Constituição Cidadã”.

    Mauro Silva – presidente da Fundação Republicana Brasileira 

     

  • Alunos de inglês da FRB assistem ao Curso de Política

    Além de promover a conscientização política, o curso contribui para que os estudantes conheçam melhor a instituição
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    A Fundação Republicana Brasileira promoveu, na última quinta-feira, dia 24, o Curso de Política para quatro turmas de inglês básico da instituição. Ao todo, 150 alunos assistiram às explanações e debateram junto com o professor e cientista político da FRB, Leonardo Barreto. As aulas aconteceram no horário normal das classes (9h, 14h, 17h e 19h), dos professores André Vicente e Amanda Correia.

    O objetivo, além de conscientizar a respeito dos importantes temas da política, foi promover maior interação e aproximação dos alunos com a instituição. Todos os participantes receberam material didático e serão certificados. O curso contará, ainda, como atividade complementar. Entre os principais temas debatidos, é possível citar prioridades do governo, políticas públicas, manifestações populares, participação e exemplos de ações efetivas.

    Segundo o presidente da Fundação Mauro Silva, a FRB tem uma grande responsabilidade nos serviços que oferece, e por este motivo, decidiu realizar o curso. “Acho importante que nossos alunos conheçam bem a instituição na qual estudam. Nossos cursos tem a finalidade de ajudar as pessoas e contribuir com a sua qualificação pessoal e profissional. Sei que nosso objetivo é o mesmo dos estudantes: crescer, desenvolver”, explicou.

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    O professor Leonardo Barreto falou sobre a importância da participação de todos. E levantou a seguinte pergunta: “O que você pensa quando ouve ou lê a palavra política?”. Diversas respostas que revelaram insatisfação partiram dos alunos, que em grande parte, se lembraram da corrupção e momentos ruins da política brasileira. No entanto, questões esclarecedoras foram levantadas por Barreto.

    O cientista político explicou a necessidade de avaliar a política e os benefícios que ela traz à população, quando administrada da maneira correta. “Quando tratamos políticos bons e ruins da mesma maneira, qual mensagem estamos passando pra eles? Que não vale a pena ser honesto. Quero gerar essa provocação, para que reflitam. Não temos todas as respostas e soluções, mas podemos pensar juntos. Se o nosso nível de exigência é baixo, o retorno também será baixo. A verdade é que o governo é um reflexo da sociedade”, enfatizou.

    Na oportunidade, Mauro Silva explicou o trabalho desempenhado pelo Partido Republicano Brasileiro, que possibilitou a criação da FRB. Ele falou ainda, sobre a história do PRB e suas lideranças, destacando a participação de José Alencar no processo de fundação da legenda. “José Alencar foi um dos fundadores e eterno presidente de honra do partido. Ele deixou um legado, uma postura que nos serve de exemplo, e mostrou o que é ser republicano”, disse.

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    José Nogueira Moura trabalha como garçom, tem 51 anos e mora na Cidade Ocidental (entorno de Brasília). Ele está matriculado no curso noturno de inglês e contou a experiência. “O curso foi muito bom e serviu como um alerta. Ouço falar a respeito da política, mas não entendo e nem tenho muito contato”. O estudante completou: “A mensagem que a FRB passa é muito positiva. Além disso, vários cursos estão sendo oferecidos para a comunidade. Acho isso muito importante”.

    Por Suellen Siqueira

    Fotos: Douglas Gomes

  • Por que ajudar a formar cidadãos?

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    No início das atividades da Fundação Republicana Brasileira, em 2007, foi estabelecido como objetivo contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade mais atuante, de cidadãos mais comprometidos e conscientes do seu papel. Desde então temos buscado isso por meio do Curso de Política, realizado por todo o país. Diversas cidades-satélites do Distrito Federal e outras, espalhadas por dezessete estados da Federação, já foram atendidas por este trabalho.

    O curso, totalmente gratuito, aborda os principais temas da política de forma leve, acessível e levanta importantes debates. Queremos com este trabalho aproximar e esclarecer as pessoas, pois trata-se de um assunto que, comumente as incomoda. A intenção é mostrar o quanto dependemos da política, e o quanto ela está presente em nossas vidas todos os dias. Os erros cometidos por quem governa de forma irresponsável não podem ser motivo para nos fazer desacreditar. Devemos nos mover, entender o ambiente que nos cerca, e propor soluções.

    Ouvir as opiniões mais diversas, em cada um dos locais pelos quais passamos, nos ajuda a observar as particularidades, as principais necessidades dos brasileiros. A partir daí, podemos pensar em soluções de políticas públicas, que possam atendê-las de maneira efetiva. Acreditamos que a democracia só acontece quando o povo é ouvido, e isso o fortalece e contribui para que as mudanças que busca sejam alcançadas.

    No mês passado inovamos ao lançar a plataforma de ensino a distância da FRB. E já formamos nossos primeiros alunos. 56 deles assistiram às aulas online, demonstraram desempenho satisfatório e foram certificados. Nossa proposta de atender ao público de todo o Brasil, em especial aos nossos republicanos e republicanas, agora se tornou possível. Qualquer cidadão disposto a aprender, e com acesso à internet, pode fazê-lo.

    O conteúdo foi cuidadosamente preparado e provém de uma equipe qualificada para atender, debater e esclarecer. Estamos muito contentes por disponibilizar esse serviço e temos consciência da importância dele. Por isso, convido você, amigo ou amiga, a participar. Esse espaço é todo seu.

    Mauro Silva – presidente da Fundação Republicana Brasileira

     

  • PRB e FRB reúnem coordenadores nacionais dos movimentos

    Republicanos discutem estratégias para o crescimento dos movimentos sociais e setoriais 
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    Brasília (DF) – Na manhã desta segunda-feira (14), o coordenador-geral nacional dos Movimentos Sociais e Setoriais do PRB Carlos Alberto Joaquim Baltazar recebeu, para uma reunião, os coordenadores nacionais dos movimentos sociais e setoriais do partido. O encontro aconteceu na sede da Fundação Republicana Brasileira, em Brasília.

    O objetivo foi discutir estratégias e ideias para o crescimento das coordenadorias e determinar atuação a nível nacional, estadual e municipal, além do estabelecimento de metas. Na reunião foram tratados diversos temas como saúde, transporte, cultura, sustentabilidade, políticas públicas voltadas para os jovens, empreendedorismo, dentre outros.

    Segundo Baltazar, os encontros são importantes para o crescimento e fortalecimento dos trabalhos. Para ele, cada proposta que é apresentada deve ser inovadora, diferente e trazer modernidade para o movimento. Ele destacou ainda, a importância de cada coordenador. “O papel dos movimentos é fundamental, pois eles trazem a novidade, a especialidade para o partido. Devemos pensar também nas propostas conjuntas, não vamos trabalhar em separado. Temos de andar unidos”, disse.

    Para o presidente da FRB Mauro Silva “a experiência de Baltazar vai colaborar muito com o desenvolvimento de todos os movimentos”. Silva destacou ainda a colaboração da instituição, no que diz respeito à estruturação dos movimentos. “É sempre um prazer contribuir para este trabalho. A sensibilidade que nós temos é perceber que, muitas vezes, as pessoas não são ouvidas, e isso é uma necessidade. O ato de ouvir o povo fortalece muito a democracia e contribui para a efetivação de políticas públicas”.

    George Hilton (MG), deputado federal e líder do PRB na Câmara é também coordenador nacional do movimento Relações Internacionais e Mercosul. Segundo ele, cada coordenador tem o potencial de mudar e fazer a diferença. “Estamos construindo um projeto que vai amadurecer, para pessoas que vão atuar lá na frente. Nosso futuro é ter pessoas preparadas e com a filosofia republicana impregnada, para disseminá-la por todo o país”, enfatizou.

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    Estiveram presentes os coordenadores Evandro Garla, do PRB Juventude; Rosângela Gomes, do PRB Mulher; Eron Vasconcelos, do PRB Igualdade Racial; Justino Neto, do PRB Sustentabilidade; José Maria Pugas, do PRB Trabalho; Sérgio Motta, do PRB Turismo; Paulo André, do PRB Saúde; Mário Mendes, do PRB Empreendedorismo e Tecnologia; Sandra Andrade, do PRB Alimentação e Agricultura; e os subcoordenadores Wagner Agripino Costa, do PRB Transporte; Cássio Valero, do PRB Cultura; e Ricardo Carvalho, do PRB Segurança Humana e Desenvolvimento Social. Para representar o coordenador nacional do PRB Idoso, Ricardo Quirino, compareceu Elediak Cordeiro.

    Saiba mais

    Dos dezessete movimentos, apenas três existiam: o PRB Mulher, o PRB Juventude (antigo PRB Jovem) e o PRB Sustentabilidade (antigo PRB Verde). Os demais são: Alimentação a Agricultura, Cultura, Esporte, Educação, Idoso, Igualdade Racial, Relações Internacionais e Mercosul, Saúde, Segurança Humana e Desenvolvimento Social, Turismo, Trabalho, Transporte, Empreendedorismo e Tecnologia, e Inovação.

    Por Suellen Siqueira e Eulla Carvalho

    Fotos: Douglas Gomes