Autor: Mazé

  • FRB e Faculdade Republicana promovem curso gratuito de Assessoria Parlamentar e incentivam formação cidadã

    FRB e Faculdade Republicana promovem curso gratuito de Assessoria Parlamentar e incentivam formação cidadã

    Brasília/DF – Assessoria Parlamentar é o novo curso livre oferecido pela Fundação Republicana Brasileira (FRB), em parceria com a Faculdade Republicana. A capacitação é uma imersão especial voltada a quem deseja compreender o papel estratégico da assessoria parlamentar, transformando conhecimento político em ação concreta. O encontro aconteceu de forma on-line, com abrangência nacional, das 9h às 18h, com pausa para o almoço.

    O renomado professor e cientista político Leonardo Barreto conduziu a formação, apresentando de maneira prática a atuação em gabinetes, comissões, bastidores do Legislativo e as estratégias que fortalecem a atividade parlamentar.

    Mesmo sendo um curso de curta duração, o conteúdo é dinâmico, relevante e repleto de reflexões, abrangendo diversas dimensões da profissão. Como destaca o professor Leonardo Barreto:

    “Como curso de curta duração, os alunos têm a oportunidade de ter vários insights e ideias sobre suas pretensões profissionais e educacionais. A proposta não é preenchê-los apenas com conteúdo, mas com horizontes — para que percebam que tipo de atividade desejam, que necessidades precisam atender e que oportunidades estão buscando. É um curso que promove insights e, a partir deles, gera aprendizados úteis para a carreira.”

    Com o lema “Ajudar a formar cidadãos”, a Fundação Republicana Brasileira implementa ações educacionais que contribuem para o debate, a reflexão e o desenvolvimento pessoal e profissional dos participantes. O objetivo é formar não apenas bons profissionais, mas também cidadãos engajados e atuantes no cotidiano da sociedade.

    Além do curso de Assessoria Parlamentar, a FRB e a Faculdade Republicana disponibilizam uma ampla variedade de cursos livres em sua plataforma, como: Sustentabilidade Ambiental e Governança ESG; Direito Tributário Municipalista; Licitação e Contratos; Processo Legislativo; Gestão de Pessoas na Administração Pública; Organização Municipal e Política Urbana; Orçamento e Finanças Públicas; Economia Social e Acessibilidade.

    Essas capacitações são voltadas tanto para quem já atua na área pública quanto para quem busca novas oportunidades no mercado de trabalho. Todos os cursos são gratuitos, 100% on-line e com certificação da Faculdade Republicana.

    Durante a capacitação, os participantes também podem descobrir se se identificam com o perfil profissional do assessor parlamentar, uma função ampla e estratégica, como ressalta Leonardo Barreto:

    “A pessoa pode encontrar um espaço que satisfaça suas necessidades, considerando as inúmeras oportunidades existentes nesse ramo de atividade atualmente.”

    Com foco na formação de profissionais especializados e comprometidos com a qualidade da representação política, a Faculdade Republicana tem como missão fortalecer a autoridade democrática. Suas pós-graduações EaD, ao vivo, aprofundam temas relacionados à assessoria, governança e relações institucionais.

    Segundo o professor Barreto:

    “A FRB e a Faculdade Republicana se integram no objetivo de fortalecer a autoridade democrática, formando melhores profissionais. Se tivermos bons assessores, teremos melhores deputados, mandatos mais qualificados, projetos consistentes, câmaras e assembleias mais rigorosas, e uma representação mais próxima da população. A educação é o caminho para consolidar nossas convicções democráticas, e a FRB e a Faculdade caminham juntas nesse propósito.”

    Comprometida em oferecer educação de qualidade com professores atuantes no mercado, a Fundação Republicana Brasileira reforça, por meio de seus cursos livres, a importância da capacitação contínua para o crescimento pessoal e profissional de cidadãos em todo o Brasil.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB

    Foto: Carlos Gonzaga – Ascom FRB

  • ODS 1 – Erradicação da pobreza: o maior desafio global até 2030

    ODS 1 – Erradicação da pobreza: o maior desafio global até 2030

    Entenda por que a erradicação da pobreza extrema foi definida como o primeiro Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Conheça os números que motivaram essa decisão e as principais iniciativas adotadas pelo mundo e pelo Brasil para enfrentar esse desafio

     

    A Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu “erradicar a pobreza em todas as suas formas e em todos os lugares” como o primeiro dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. A escolha reflete um consenso internacional: eliminar a pobreza extrema é o maior desafio global e condição essencial para o desenvolvimento sustentável.  

    Ao adotar a Agenda 2030, em 2015, os países reconheceram que seria impossível avançar nos demais objetivos sem superar a pobreza, raiz de problemas como fome, doenças, desigualdade e conflitos sociais. O documento Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável declara: “Estamos decididos a libertar a raça humana da tirania da pobreza (…) comprometemo-nos que ninguém seja deixado para trás”. 

    A decisão de colocar a erradicação da pobreza como ODS nº 1 também se baseou na experiência dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), vigentes até 2015. O primeiro ODM previa reduzir pela metade a pobreza extrema, meta parcialmente alcançada. Entre 1990 e 2015, a proporção da população mundial em pobreza extrema caiu de 36% para cerca de 12%, retirando mais de 1 bilhão de pessoas da miséria em 25 anos; um avanço impulsionado principalmente pela Ásia. Ainda assim, cerca de 1 bilhão de pessoas continuavam sobrevivendo com menos de US$ 1,25 por dia. Diante disso, a ONU e o Banco Mundial estabeleceram a meta de eliminar a pobreza extrema até 2030, colocando-a no topo da nova agenda global.  

    Esforços globais 

    Para enfrentar o desafio, governos e organismos internacionais vêm adotando políticas que combinam crescimento econômico inclusivo, proteção social e investimentos em serviços básicos. O Banco Mundial defende que taxas de crescimento mais elevadas, associadas a políticas redistributivas, são essenciais para mudar a trajetória até 2030. Ao mesmo tempo, a ampliação de redes de proteção social é vista como fundamental. Durante a pandemia, países com sistemas robustos de auxílio emergencial conseguiram conter o aumento da pobreza, enquanto nações com menos recursos tiveram retrocessos mais graves. 

    No plano internacional, iniciativas como o Social Protection Floor (piso de proteção social), da ONU e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), incentivam os países a garantir um nível básico de renda e acesso a serviços essenciais. Diversos governos criaram programas de transferência de renda voltados aos mais vulneráveis, enquanto organismos multilaterais e ONGs financiam projetos de geração de emprego, agricultura sustentável e educação, reconhecendo as múltiplas dimensões da pobreza. 

    Experiências nacionais demonstram que é possível alcançar resultados expressivos. A China, por exemplo, retirou cerca de 800 milhões de pessoas da pobreza em quatro décadas, respondendo por mais de 75% da redução global nesse período. Combinando rápido crescimento econômico e políticas voltadas às áreas rurais mais pobres, o país erradicou a pobreza extrema em 2021, dez anos antes do prazo da Agenda 2030. Índia e México também se destacam com programas de proteção social em larga escala, que, aliados à melhora nos indicadores de saúde e educação, reduziram a vulnerabilidade intergeracional à pobreza. 

    É importante destacar que erradicar a pobreza vai além da dimensão econômica: é uma questão de direitos humanos e estabilidade social. A privação de renda e de acesso a necessidades básicas fere a dignidade humana e amplia desigualdades, que, por sua vez, podem gerar tensões e conflitos, retroalimentando a pobreza. Por isso, combater a pobreza é também uma forma de prevenir crises humanitárias e promover sociedades mais justas e pacíficas. A ONU reforça que alcançar o ODS 1 é essencial para o avanço dos demais, como educação de qualidade (ODS 4), redução das desigualdades (ODS 10) e paz (ODS 16). 

    No Brasil 

    Apesar dos avanços, o desafio permanece grande. Milhões de brasileiros ainda vivem com renda muito baixa ou sem acesso a serviços essenciais, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste e entre grupos historicamente vulneráveis, como comunidades rurais, população negra e famílias chefiadas por mulheres. Em 2021, cerca de 48% da população do Nordeste estava abaixo da linha de pobreza, contra 14% na região Sul. Para enfrentar essas disparidades, o país combina políticas nacionais, como transferências de renda, previdência social, valorização do salário mínimo e investimentos em saúde, educação e saneamento, com ações locais de inclusão produtiva e assistência social.  

    A erradicação da pobreza está no centro das agendas global e nacional por razões evidentes: trata-se de uma urgência moral, pois milhões de vidas estão em jogo, e de uma base indispensável para todos os demais avanços sociais e econômicos. Como reafirmou a ONU em 2015, acabar com a pobreza extrema é uma condição prévia para um futuro sustentável e justo. Os números mostram a dimensão do desafio, mas também comprovam que o progresso é possível. O caminho até 2030 exige acelerar esforços, compartilhar conhecimento e ampliar recursos para que o ODS nº 1, “acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares”, deixe de ser um ideal e se torne uma realidade para todos. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB 

    Crédito da imagem: Internet 

  • Alunos dos Cursos de Línguas da FRB participam de Imersão em Política

    Alunos dos Cursos de Línguas da FRB participam de Imersão em Política

    O encontro reforça que o aluno, enquanto cidadão, pode atuar politicamente na sociedade e fazer a diferença.

     

    Brasília/DF – Nos dias 13 e 16 de outubro, os alunos dos Cursos de Línguas da Fundação Republicana Brasileira (FRB) participaram de uma aula especial de Imersão em Política. O encontro apresentou aos estudantes as diversas formas de participação cidadã nas decisões da comunidade, indo muito além do simples dever de votar.

    O objetivo da FRB é promover a educação política pautada em valores do conservadorismo, transformando conhecimento em cidadania. Por isso, o tema integra a grade dos Cursos de Línguas, incentivando os alunos a compreenderem seus direitos, deveres e o papel que cada um pode exercer na sociedade.

    A palestra foi ministrada pelo cientista político da Fundação, Fábio Vidal, que destacou a importância da iniciativa:

    “O curso de Imersão em Política é uma nova iniciativa da FRB para aproximar os cidadãos, inclusive os alunos dos Cursos de Línguas, dos temas que fazem parte do dia a dia, como democracia, representação, mobilização comunitária e políticas públicas. De forma didática e dinâmica, mostramos que a participação política vai além das urnas e pode acontecer em projetos sociais, manifestações ou outras ações coletivas. Foi uma experiência gratificante ver o interesse e o envolvimento dos alunos em cada debate”.

    Os Cursos de Línguas da FRB são gratuitos e totalmente on-line, acessíveis a cidadãos de todo o Brasil. As turmas de Inglês e Espanhol contam com instrutores nativos e brasileiros com experiência internacional, enquanto o Curso de Libras é ministrado por professores formados em Língua Brasileira de Sinais.

    A Fundação abre inscrições duas vezes por ano, com turmas de cinco meses de duração e certificação ao final do curso.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB

    Fotos: Carlos Gonzaga – Ascom FRB

  • Trabalho por Aplicativo: FRB é a primeira fundação partidária a promover debate público sobre regulamentação

    Trabalho por Aplicativo: FRB é a primeira fundação partidária a promover debate público sobre regulamentação

    Encontro reuniu representantes do poder público, empresas privadas e sociedade civil para discutir os impactos do PLP 152/25

     

    Brasília/DF – A Fundação Republicana Brasileira (FRB) realizou, nesta terça-feira (21), um debate inédito sobre a regulamentação do trabalho por aplicativo, tema central do Projeto de Lei Complementar nº 152/25, em tramitação na Câmara dos Deputados. Esta foi a primeira vez que uma fundação partidária promoveu um diálogo público reunindo todos os setores diretamente envolvidos no assunto.

    O evento ocorreu no auditório da sede da FRB, em Brasília, e contou com a participação de representantes do poder público, de empresas privadas, de trabalhadores e estudantes. O cientista político da Fundação, Fábio Vidal, mediou a conversa, cujo objetivo foi promover uma escuta democrática e plural sobre o futuro da categoria e as políticas públicas voltadas ao setor.

    A presidente da FRB, Renata Sene, destacou a importância de abrir espaços de diálogo como esse, reafirmando o compromisso da instituição com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

    “Foi um evento impactante, com pessoas de alto nível e olhares diversos. A FRB demonstra, mais uma vez, sua responsabilidade em tratar com seriedade um tema que afeta milhões de brasileiros e que precisa ser discutido com equilíbrio e sensibilidade”, afirmou.

    O relator da Comissão Especial sobre Regulamentação dos Trabalhadores por Aplicativo, deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos/PE), apresentou um panorama do projeto e defendeu a criação de critérios mais justos e equilibrados nas relações entre plataformas e trabalhadores.

    “Hoje, as plataformas decidem de forma unilateral. É preciso equilíbrio, proteção social e segurança para todos os envolvidos”, destacou o parlamentar, que prevê apresentar seu parecer em novembro, com deliberação até dezembro do corrente ano.

    Representantes das principais empresas do setor também contribuíram com diferentes perspectivas sobre a regulamentação:

    • Gabriela Silveira (Uber) defendeu uma regulação equilibrada, que assegure segurança jurídica, proteção social e autonomia aos motoristas, considerando também os impactos econômicos para os usuários.
    • Alessandra Serrazes (99) ressaltou que a regulamentação é essencial para garantir previsibilidade e segurança jurídica às empresas e aos trabalhadores, elogiando o ambiente de diálogo promovido pela FRB:

    “O ambiente promovido pela Fundação Republicana Brasileira é fundamental para construirmos políticas públicas que realmente atendam aos interesses da sociedade. Esse tipo de debate maduro e responsável mostra que é possível unir diferentes visões em torno de um mesmo objetivo”, pontuou.

    • Werner Miranda (iFood) reforçou o apoio da empresa à regulação baseada em quatro pilares: autonomia, seguros, previdência social e transparência, destacando ainda a importância da educação e da construção coletiva de conhecimento.

    “O iFood reconhece sua responsabilidade e quer contribuir de forma ativa para essa construção. A FRB fez um excelente trabalho ao reunir diferentes vozes para discutir um tema tão relevante. Acreditamos que educação e diálogo são pilares para o desenvolvimento nacional”, afirmou.

    • André Porto (Amobitec) lembrou que a maioria dos motoristas prefere atuar sem vínculo empregatício e defendeu que a regulamentação deve preservar a inovação e a concorrência, evitando regras que prejudiquem as plataformas menores.
    • Lorrayne Andrade (Belas Car) enfatizou que a regulação deve garantir direitos básicos sem retirar a liberdade das motoristas, além de destacar a importância da representatividade feminina nas discussões.

    “É essencial que o debate considere as especificidades de cada plataforma. A FRB acerta ao promover um espaço de diálogo com representatividade e foco em soluções reais. Esse tipo de iniciativa fortalece a voz de quem está na ponta, como as mulheres que trabalham nas ruas todos os dias”, afirmou.

    O debate também deu espaço aos trabalhadores. O motorista Eliseu Pinto Costa compartilhou sua experiência e ressaltou a importância da união da categoria.

    “A regulamentação é necessária para garantir segurança e valorização a quem trabalha todos os dias nas ruas. Precisamos estar unidos, porque nossa força vem da nossa união”, afirmou.

    Com a iniciativa, a Fundação Republicana Brasileira reafirma seu papel como espaço de diálogo, formação e cidadania, promovendo conhecimento e contribuindo para o fortalecimento da democracia e o desenvolvimento nacional.

    Essa é uma realização da FRB, em parceria com a Faculdade Republicana, instituição de ensino superior idealizada pela FRB e reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). Com essa união, os cursos da FRB recebem a chancela de uma entidade acadêmica consolidada, que alia experiência e excelência acadêmica a mais credibilidade e reconhecimento.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Fotografia:
    Carlos Gonzaga – Ascom FRB

  • Pré-COP30 debate participação cidadã e mudanças climáticas na Casa da ONU

    Pré-COP30 debate participação cidadã e mudanças climáticas na Casa da ONU

    Evento reuniu representantes de diversas instituições para discutir como a escuta e o engajamento social podem impulsionar ações climáticas sustentáveis.

     

    Brasília/DF – Na segunda-feira, 13 de outubro, o Delibera Brasil, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o (Re)surgentes: Assembleias Climáticas de América Latina promoveram o evento Pré-COP30, com o tema “Participação cidadã e mudanças climáticas”, na Casa da ONU, Complexo Sérgio Vieira de Mello, em Brasília.

    O encontro reuniu representantes da sociedade civil, delegações oficiais e instituições multilaterais com o objetivo de destacar práticas participativas inovadoras voltadas à ação climática, promover o diálogo entre diferentes setores e defender a incorporação de mecanismos de participação deliberativa nas políticas ambientais, em níveis local, nacional e global.

    Durante as discussões, os participantes refletiram sobre o impacto real da participação cidadã nas decisões que moldam o futuro ambiental do planeta. Entre os exemplos citados, destacou-se a atuação da presidente da Fundação Republicana Brasileira (FRB), Renata Sene, reconhecida pela escuta ativa da população durante sua gestão como prefeita de Francisco Morato (SP), quando implantou um modelo participativo para o Plano Plurianual (PPA) do município.

    O evento também abordou as diretrizes dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que orientam as ações do Brasil até 2030 e buscam promover melhorias concretas na qualidade de vida da população em diversas áreas.

    Uma das atividades em destaque foi a mesa-redonda “Superando obstáculos para transformar a participação em ação”, que aprofundou o debate sobre os desafios e caminhos para tornar o engajamento social um motor de transformação climática efetiva.

    A Fundação Republicana Brasileira foi representada por uma equipe liderada pelo coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas (NEP), Fábio Vidal, que ressaltou a importância do diálogo plural para o fortalecimento das políticas públicas:

    “Uma das questões mais ressaltadas no evento foi a importância da participação, compreendendo que ela tem um custo, e que esse custo deve ser visto como um investimento. É algo que a sociedade precisa assumir para que mais pessoas possam participar e, assim, gerar ganhos coletivos. É dessa forma que conseguimos planejar o futuro e alcançar os indicadores de desenvolvimento sustentável, os ODS”, afirmou Vidal.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB

  • É possível “plantar” água?

    É possível “plantar” água?

    Práticas que unem ciência, natureza e ação comunitária demonstram que restaurar ecossistemas e adotar tecnologias sustentáveis pode ser a chave para garantir água no futuro

    A expressão “plantar água” pode soar como uma metáfora, mas descreve um conjunto crescente de práticas e tecnologias voltadas à recuperação de mananciais, ao aumento da infiltração da chuva no solo e à recarga dos aquíferos. Em tempos de secas severas e mudanças climáticas, a questão deixou de ser apenas retórica: governos, agricultores e cidades buscam alternativas para assegurar a disponibilidade de água sem depender exclusivamente de barragens ou desvios de rios. A ideia central é simples: ao cuidar da terra e da vegetação, devolve-se à natureza a capacidade de armazenar e liberar água de forma equilibrada.  

    No Brasil, as chamadas barraginhas tornaram-se símbolo dessa lógica. Pequenas bacias escavadas no solo, instaladas em áreas agrícolas, retêm a água da chuva e favorecem sua infiltração. Essa técnica, difundida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), já recuperou milhares de nascentes e ampliou o abastecimento de comunidades rurais no Cerrado e no Semiárido. Outro exemplo são os sistemas agroflorestais, que integram o cultivo de alimentos com árvores nativas, reduzindo a erosão, ampliando a biodiversidade e mantendo o ciclo da água em equilíbrio. Projetos desse tipo, implantados em regiões como o Vale do Ribeira (SP) e o norte de Minas Gerais, vêm apresentando resultados consistentes na proteção de nascentes. 

    Nas cidades, cresce o investimento em infraestrutura verde. Jardins de chuva, pavimentos permeáveis e telhados verdes funcionam como filtros naturais, retendo parte da água das tempestades e permitindo sua infiltração no solo. Além de reduzir enchentes, essas soluções aliviam o sistema de drenagem urbana e contribuem para a recarga dos aquíferos. Experiências em capitais como Curitiba e São Paulo já incluem esses dispositivos em parques, praças e avenidas. 

    No cenário internacional, há exemplos inspiradores. Espanha e Israel têm investido em projetos de recarga artificial de aquíferos, nos quais a água da chuva ou tratada é direcionada para áreas de infiltração controlada, evitando o esgotamento das reservas subterrâneas. Nos Estados Unidos, cidades como Nova York e Portland utilizam corredores verdes e zonas de retenção para conter enchentes e garantir qualidade hídrica. Já na China, o conceito de “cidades-esponja” busca transformar áreas urbanas em ambientes capazes de absorver até 70% da água da chuva, reduzindo inundações e promovendo o reaproveitamento local. 

    As políticas públicas também desempenham papel decisivo. O Programa Produtor de Água, da Agência Nacional de Águas (ANA), remunera agricultores que preservam matas ciliares e nascentes, estimulando a conservação como atividade econômica. Em Minas Gerais, o Projeto Manuelzão revitalizou trechos do Rio das Velhas, principal afluente do São Francisco, por meio de ações de reflorestamento e educação ambiental. Esses exemplos mostram que a prática de “plantar água” envolve não apenas técnica, mas também integração entre ciência, sociedade e gestão pública. 

    Especialistas reforçam que “plantar água” é, na verdade, restaurar o ciclo hidrológico. Ao proteger a vegetação nativa, sobretudo em áreas de recarga, e adotar práticas agrícolas sustentáveis, aumenta-se a capacidade do solo de absorver e reter água. Com isso, rios mantêm vazões mais estáveis, diminuem-se os riscos de secas prolongadas e garante-se qualidade hídrica para o consumo humano e a produção de alimentos. Além disso, a recarga de aquíferos ajuda a prevenir crises de abastecimento em grandes cidades, que já sentiram os efeitos das estiagens recentes. 

    O futuro aponta para a integração dessas soluções. Tecnologias de baixo custo, como barraginhas e jardins de chuva, podem ser combinadas a sistemas digitais de monitoramento de aquíferos e a programas de restauração florestal em larga escala. Globalmente, iniciativas como a Década da Restauração dos Ecossistemas, promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), reforçam a urgência de recuperar paisagens degradadas como estratégia para enfrentar a crise hídrica e climática. 

    Assim, a pergunta inicial encontra resposta prática: é possível “plantar” água ao plantar árvores, conservar o solo e restaurar ecossistemas. As soluções já existem, mas dependem de escolhas políticas, participação comunitária e investimento contínuo. Preservar rios e mananciais é mais do que uma ação ambiental, é um compromisso com a segurança hídrica das próximas gerações. 

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP 

    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB  

    Imagem: Bigstock 

  • FRB lança o Centro de Inovação Municipal (CIM) em Campinas (SP)

    FRB lança o Centro de Inovação Municipal (CIM) em Campinas (SP)

    O encontro reuniu autoridades e especialistas paulistas para prestigiar esse importante marco

    São Paulo (SP) – Na sexta-feira (26/09), a Fundação Republicana Brasileira (FRB) deu mais um passo significativo ao lançar o Centro de Inovação Municipal (CIM), em evento realizado no Plenário da Câmara Municipal de Campinas (SP). A iniciativa tem como objetivo oferecer conteúdos sobre inovação e boas práticas na gestão pública, agora disponibilizados por meio do CIM.

    O centro integra o Núcleo de Estudos e Pesquisas (NEP) da FRB e foi criado para oferecer capacitação prática, soluções inovadoras e suporte estratégico, auxiliando gestores e equipes municipais na transformação de recursos e projetos em melhorias concretas que impactam diretamente a vida dos cidadãos.

    A abertura foi conduzida pelo coordenador do NEP e palestrante, Fábio Vidal, que apresentou a Fundação por meio de um vídeo institucional. Em seguida, a presidente da FRB, Renata Sene, compartilhou experiências de sua gestão à frente do município de Francisco Morato, destacando ações bem-sucedidas e desafios superados por meio da escuta ativa da população.

    Na sequência, Renata realizou o lançamento oficial do CIM, acompanhada dos consultores Engenheiro Ragi, Dani Salomão, Mariana Pimentel e Vanessa Meneses. Ela ressaltou a importância da iniciativa:

    “Hoje, aqui em Campinas, é o grande anúncio do CIM, o Centro de Inovação Municipal. O que significa isso? Entender todas as complexidades da cidade, os problemas, os desafios e resolvê-los com inovação, com inteligência, trazendo o que há de melhor no país em projetos. Esse é o CIM”.

    A primeira palestra do dia foi ministrada pelo cientista político Fábio Vidal, com o tema “Indicadores que valorizam seu município”. Em seguida, Santusa Santana, especialista no SUS pelo Instituto de Desenvolvimento Nacional da Aliança pela Saúde, apresentou a palestra “SUS Descomplicado: O Plano N.A.R.A”, destacando a importância de dados e protocolos de tratamento no atendimento a pacientes com doenças raras.

    “O que é inovar em saúde? Muitas vezes parece que isso significa apenas gastar mais, contratar mais pessoas ou trazer novas tecnologias para dentro do município. E pode ser isso também. Mas, na verdade, inovar é fazer melhor aquilo que já é feito. Para isso, precisamos de dados e do controle sobre eles: quem são os pacientes, quais doenças possuem e como tratá-los adequadamente. Isso exige protocolos claros de tratamento, para que cada paciente saiba como será sua jornada dentro do sistema. E, sobretudo, precisamos investir em capacitação continuada dos profissionais de saúde”, afirmou Santana.

    A programação seguiu com o administrador público Sérgio Ricardo Silva dos Santos, que abordou o tema “Gestão inovadora para resultados”, trazendo exemplos de boas práticas aplicadas em sua trajetória.

    Após a pausa para o almoço, os participantes retornaram para mais atividades. O prefeito de Campinas, Dário Saadi (Republicanos), apresentou cases de sucesso da cidade com o tema “Campinas: saneamento que impacta vidas” e destacou a relevância da parceria com a FRB:

    “Campinas, em parceria com a Fundação Republicana Brasileira, pode inspirar gestores de todo o Brasil. Temos iniciativas de sucesso no saneamento básico, na saúde digital, na educação, na assistente social. Mas também queremos aprender com outras cidades. Nossa expectativa é enorme com esse centro de inteligência municipal, que certamente vai capacitar e qualificar gestores, promovendo trocas fundamentais para aprimorar a gestão pública”.

    Também esteve presente o prefeito de Santana de Parnaíba (SP), Elvis Cezar, que compartilhou sua experiência de gestão baseada na escuta dos moradores para alinhar ações às necessidades da comunidade.

    Outro destaque foi o TED Talk CIM, conduzido pelos consultores Dani Salomão, Mariana Pimentel, Engenheiro Ragi e Augusto Miranda, que trouxeram diferentes perspectivas sobre gestão municipal. Em seguida, o painel “Fale com o Consultor” proporcionou atendimentos individuais e oficinas práticas, permitindo que os participantes levassem para seus municípios conhecimento aplicável à realidade local.

    Com a iniciativa, a FRB reafirmou seu compromisso de transformar conhecimento em cidadania e fortalecer a atuação republicana no Brasil. Em um cenário de constantes transformações tecnológicas, é essencial que as cidades tenham acesso a soluções inovadoras capazes de gerar benefícios concretos para o cidadão.

     

    Sobre o CIM

    O Centro de Inovação Municipal (CIM) foi criado para tornar a gestão pública mais eficiente, sustentável e orientada a resultados. O espaço oferece capacitação prática, consultoria estratégica e soluções inovadoras que aproximam a administração pública do cidadão.

    O CIM está aberto a todos os gestores municipais, independentemente de sigla partidária, afinal, a FRB acredita que uma gestão bem preparada transforma realidades.

    O contato com os consultores do CIM pode ser realizado pelo WhatsApp: (61) 99506-3125.

    Aqui, cada iniciativa tem um propósito: fortalecer a cidadania, despertar lideranças e preparar pessoas para enfrentar os desafios do futuro.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB
    Fotos: Equipe Subseção FRB SP

  • FRB Participa+ reúne juventude em Roraima com foco em empreendedorismo e liderança política

    FRB Participa+ reúne juventude em Roraima com foco em empreendedorismo e liderança política

    Um dia de aprendizados, conexões fortalecidas, troca de experiências e reflexões sobre o futuro da juventude

    A Fundação Republicana Brasileira (FRB), em parceria com o movimento Jovens Republicanos, promoveu em Roraima a primeira edição do FRB Participa+, um projeto inovador que tem como objetivo capacitar e engajar jovens nos campos do empreendedorismo, da inovação e da formação política.

    O evento também marcou a posse de Rogério Borges como novo secretário estadual do Jovens Republicanos em Roraima, em um momento simbólico de renovação, liderança e compromisso com o futuro da juventude.

    Entre os presentes, destacou-se a participação do senador e presidente estadual do Republicanos, Mecias de Jesus, que reforçou a importância do protagonismo juvenil:

    “Fortalecendo ainda mais a participação da nossa juventude na política e na construção de um futuro melhor, seguimos juntos, com diálogo e compromisso, preparando novas lideranças para transformar Roraima e o Brasil”.

    Já o secretário nacional do Jovens Republicanos, Wallacy Rocha, ressaltou o papel transformador das novas gerações:

    “Eu vejo com grande importância que os Republicanos aqui no Estado já é o principal partido e com essa ascensão da juventude será mais forte ainda, porque a juventude tem energia, ela aprende rápido, ela é esperta, ela se comunica bem com as redes sociais. Nós vivemos com grande expectativa, eu tenho certeza que em pouco tempo grandes notícias nós teremos aqui do nosso estado”.

    Palestras e conteúdos de impacto

    O workshop reuniu jovens de diferentes regiões do estado em um ambiente de aprendizado, troca de ideias e inspiração. Entre os palestrantes e temas apresentados, destacaram-se:

    • Wallacy Rocha, secretário nacional do Jovens Republicanos – Energia para Transformar: por que o jovem deve participar da política?
    • Fábio Vidal, cientista político e coordenador do NEP – Empreendedorismo e Política
    • Rogério Borges, secretário estadual do Jovens Republicanos em Roraima – Jovens na Política
    • Marcos Jorge, deputado estadual – Os desafios do primeiro emprego
    • Érica Lobo, palestrante da IEL – Carreira em Movimento: o futuro do mercado e a construção de um currículo que abre portas
    • Arley Rafael, coordenador estadual da juventude Setrabes – Carreira em Movimento, Empoderar-se ID Jovem e Inteligência Emocional

     

    A proposta do FRB Participa+

    O FRB Participa+ nasce com a missão de unir conhecimento, engajamento e propósito para fortalecer a democracia e formar cidadãos protagonistas da transformação social e política.

    Por meio da Trilha da Democracia, o programa oferece capacitações, treinamentos e simpósios que conectam empreendedorismo, inovação e formação política.

    Agora, em parceria com a Faculdade Republicana, os cursos da FRB passam a contar com a chancela de uma Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), ampliando o alcance e a credibilidade das formações.

    A FRB reafirma, assim, o seu compromisso em incentivar a autonomia financeira, a empregabilidade e a formação de novas lideranças, aliando o desenvolvimento profissional à responsabilidade cidadã.

     

    Um encontro marcado por energia e protagonismo juvenil

    O encontro em Roraima foi caracterizado pela diversidade de ideias, entusiasmo e participação ativa. Jovens de diferentes perfis compartilharam suas visões sobre futuro, carreira e política, demonstrando que o protagonismo da juventude é fundamental para a construção de um Brasil mais justo, sustentável e republicano.

     

    Por: Mazé Rodrigues – Ascom/FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom/FRB
    Foto: Equipe do Jovens Republicanos de Roraima

  • Como a gamificação motiva e engaja alunos no Brasil

    Como a gamificação motiva e engaja alunos no Brasil

    Jogos, quizzes, desafios e enigmas deixaram de ser vistos como distrações e passaram a ser aliados das salas de aula 

    Professores brasileiros têm incorporado elementos de jogos ao ensino para aumentar o engajamento e a motivação dos estudantes, cada vez mais imersos em telas e tecnologia. Conhecida como gamificação, essa metodologia utiliza competições, pontuações, recompensas e outras dinâmicas lúdicas para tornar o aprendizado mais envolvente e eficaz, aproximando a educação da realidade digital dos alunos. 

    Um dos principais atrativos da gamificação é o aumento da motivação e da participação dos estudantes. Ao trazer mecânicas típicas dos games para as aulas, o processo de ensino se torna mais dinâmico e interativo, rompendo com a rotina do modelo tradicional. Envolvidos em desafios e recompensas, os alunos se empenham mais e participam ativamente das atividades, demonstrando maior interesse em aprender e realizar novas tarefas gamificadas. 

    O uso de jogos na educação tende a crescer. Estimativas apontavam um aumento de 15% nesse mercado entre 2019 e 2024. Para muitos educadores, a metodologia representa um caminho promissor para tornar o ensino mais atrativo e eficiente. “A gamificação na educação é uma estratégia promissora para superar os desafios do ensino, promovendo o engajamento dos alunos a partir de técnicas de aprendizado envolventes”, destaca o artigo Gamificação na Educação: entenda como a estratégia auxilia o ensino, publicado pela PUCRS Online em dezembro de 2023. 

    Além do fator motivacional, há ganhos concretos no processo de aprendizagem. A combinação de desafios, feedback imediato e interação favorece a assimilação dos conteúdos, tornando o ensino mais efetivo. Também se destaca o desenvolvimento da autonomia: ao assumir o papel de “jogadores”, os estudantes tornam-se protagonistas do próprio aprendizado, tomando decisões e encontrando soluções de forma independente. 

    Técnicas
    Ao incluir atividades colaborativas e narrativas envolventes, a gamificação estimula competências socioemocionais, como trabalho em equipe e persistência, além de associar o estudo a uma experiência prazerosa. Diversas estratégias vêm sendo aplicadas do ensino fundamental ao médio. Entre as principais estão:  

    • Pontuação e rankings: os alunos acumulam pontos ao realizar tarefas e acompanham o progresso em um placar, estimulando uma competição saudável e motivadora;  
    • Quizzes e desafios interativos: questionários digitais e puzzles (quebra-cabeças) permitem revisar conteúdos de forma divertida. Plataformas como o Kahoot possibilitam ao professor a criação de disputas em tempo real;  
    • Missões e narrativas: o aprendizado pode ser estruturado como uma “jornada”, com fases e personagens que contextualizam o conteúdo e engajam alunos com perfil criativo;  
    • Feedback imediato e tempo limitado: jogos educacionais oferecem retorno instantâneo sobre o desempenho (acertos e erros), permitindo correções rápidas. Já os desafios com tempo restrito estimulam foco e agilidade.  

    Além disso, existem diversas plataformas gamificadas disponíveis para as escolas. Exemplos incluem o Minecraft Edu, que explora conteúdos em um mundo virtual; o Matific, com minijogos de matemática; e o ENEM Game, lançado pelo Ministério da Educação, que transforma questões do exame nacional em desafios interativos. Essas iniciativas aproximam a escola do universo digital dos estudantes.  

    Recompensas, pontuação e motivação  

    Um dos pilares da gamificação é o uso de recompensas para reforçar comportamentos desejados. No contexto educacional, podem ser pontos, medalhas virtuais ou pequenos prêmios simbólicos. A ideia é reconhecer o esforço do aluno imediatamente: ao completar um desafio ou responder corretamente, ele vê seu progresso valorizado. Esse sistema incentiva a continuidade do engajamento e reforça a sensação de avanço na aprendizagem. 

    O ranking ou placar acrescenta um componente de competição que, quando bem dosado, é saudável e estimulante. Cada aluno busca melhorar sua própria performance e subir de posição, em vez de focar apenas em “derrotar” os colegas. É importante equilibrar esses elementos para que o jogo não ofusque o aprendizado nem se torne desinteressante. 

    Geração digital  

    Os alunos de hoje cresceram em meio a dispositivos eletrônicos e jogos virtuais, o que torna os métodos tradicionais menos atrativos. A gamificação conecta a educação à linguagem dessa geração: ao trazer a lógica dos games para a sala de aula, o ensino passa a “falar a língua” dos nativos digitais e a ser visto como algo prazeroso e recompensador. Ao mesmo tempo, essa abordagem se insere nas metodologias ativas de ensino, em que o estudante deixa de ser passivo e assume o papel de protagonista, enquanto o professor atua como mediador do processo.  

     

    Texto: Arnaldo F. Vieira – Ascom Subseção/SP
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB 

    Crédito da imagem: Internet 

  • FRB Participa+ inspira jovens e fortalece formação  cidadã em Alagoas

    FRB Participa+ inspira jovens e fortalece formação cidadã em Alagoas

    Evento é voltado à formação de lideranças e ao papel dos jovens no contexto político em Alagoas

    Brasília/DF – No dia 25 de outubro, a partir das 14h, em Maceió (AL), a Fundação Republicana Brasileira (FRB) e a Faculdade Republicana realizam o FRB Participa+, evento dedicado à formação cidadã e ao incentivo ao empreendedorismo juvenil.

    Em parceria com o movimento Jovens Republicanos, o encontro tem como objetivo capacitar jovens para o mundo do empreendedorismo, estimular a inovação e promover autonomia financeira. A iniciativa reflete o compromisso da Fundação com uma política transformadora, formando cidadãos conscientes de seus direitos, deveres e do papel que desempenham na construção de um país mais justo e democrático.

    A programação contará com palestras de Wallacy Rocha, secretário nacional do Jovens Republicanos; Fábio Vidal, cientista político e coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas (NEP) da FRB; Guto Ferreira, estrategista político; e Oliveira Lima, secretário estadual do Jovens Republicanos em Alagoas.

    A Faculdade Republicana, Instituição de Ensino Superior idealizada pela FRB e reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), atua em conjunto com a Fundação para ampliar o alcance da missão educacional, alinhada ao propósito de educar para transformar.

    Cada iniciativa da FRB tem um objetivo central: transformar conhecimento em cidadania. Ao promover educação política de qualidade e incentivar o surgimento de novas lideranças, a Fundação reafirma seu papel na formação de agentes de mudança comprometidos com o futuro do país.

     

    Agenda:
    Data:
    25/10 (sábado)
    Horário: 14h
    Endereço: NORCON EMPRESARIAL (Auditório) – Av. Comendador Gustavo Paiva, 2789 – Mangabeiras, Maceió


    Por:
    Mazé Rodrigues – Ascom FRB
    Revisão: Tamires Lopes – Ascom FRB

    Ilustração: Designer Ascom FRB