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  • Volta às aulas – FRB

    Em recesso desde o dia 22 de dezembro, estudantes retornam a partir desta segunda-feira 

    A Fundação Republicana Brasileira receberá na próxima segunda-feira, dia 4, os estudantes da Alfabetização de Jovens e Adultos. Após recesso acadêmico, desde o final de dezembro, os alunos retornam nesta semana aos cursos AJA e de idiomas (inglês, francês e espanhol). A intenção é concluir as aulas iniciadas em abril do ano passado. Para as novas turmas o início está previsto para 15/4.

    Edith Domingos, coordenadora pedagógica da instituição, falou sobre o retorno. “Sempre que entro em contato, por e-mail ou telefone, percebo que os alunos estão entusiasmados, com vontade de aprender. Eles têm acompanhado tudo pelo site e também nas redes sociais”. A professora adianta ainda que o período letivo será inovador. “Temos vários projetos e novidades que vão beneficiar os alunos de todos os cursos”.

    O calendário da FRB é estabelecido de acordo com o período dos cursos, que é de 8 meses em cada nível. Confira aqui as datas de retorno por turma.

    Para mais informações entre em contato com a coordenação da FRB.

    Telefone: (061) 3223-3605

    Por Suellen Siqueira

  • Formação Política para alunos forma segunda turma

    Aula para alunos dos cursos oferecidos pela FRBr aborda a boa utilização da política 
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    “Nenhuma sociedade injusta terá um governo justo”. Com esta reflexão o cientista político Leonardo Barreto encerrou o curso de Formação Política, exclusivo para alunos da Fundação Republicana Brasileira. A aula foi realizada na noite da última quinta-feira, 13, no auditório da sede.

    Mauro Silva, presidente da instituição, assim como na semana anterior, esteve presente e agradeceu a presença de todos. Além disso, falou sobre o intuito de ajudar aos estudantes. “Todos aqui conhecem o trabalho que fazemos na Fundação e sabem que procuramos tratar com muito carinho nossos alunos. Nós estaremos sempre à disposição”.
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    Leonardo Barreto explanou sobre a importância da política e como sua boa utilização pode ser aliada no desenvolvimento da sociedade. “Nós podemos não gostar de política, mas não podemos ignorar o fato de que precisamos dela”, disse. Para ele, quando uma pessoa não reconhece a importância da política, ela delega este espaço a outras, que tomarão decisões. “Não existe espaço vazio. Se você não ocupa o seu espaço, alguém irá ocupar. Nós precisamos nos ver como agentes políticos e portadores de direitos”, explicou.disposição de vocês para o que precisarem”, declarou.


    0.3Maria Edith Sampaio, aluna de espanhol, falou sobre a experiência. “O curso foi maravilhoso. Eu amei. Aprendi muita coisa que vou utilizar na minha vida”. Ao término da aula os alunos receberam o certificado e participaram de um coffee break. O momento foi de descontração e troca de ideias.

    Os interessados em participar dos cursos de idiomas e alfabetização podem comparecer à FRBr, localizada no Setor Comercial Sul, Quadra 2, Edifício Ariston, Bloco C – Entrada 92 – Salas 302/303 – Brasília (DF). As inscrições estão abertas e o início das aulas previsto para abril do próximo ano.

    Contato: (61) 3321-1112

    Por Mariana Maciel / Edição: Suellen Siqueira

    Fotos: Douglas Gomes

  • Por uma escola de governo para os municípios

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    Um prefeito antigo dizia em uma entrevista que enquanto para o técnico governamental em Brasília a morte de uma criança era uma estatística, para ele isso significava choro, velório e caixão. A mensagem que ele queria deixar é que, de todos os gestores públicos, o prefeito é aquele que está mais próximo da população, que mais está envolvido com os problemas cotidianos das pessoas.

    No entanto, apesar do prefeito ser o político mais próximo da população, também é o mais desassistido. Tanto em recursos materiais quanto em recursos humanos. Por exemplo, o governo federal reserva todos os anos quantidade enormes de verbas para programas a serem realizados em parceria com os municípios, mas boa parte não é utilizada porque os prefeitos ou não sabem da disponibilidade desse dinheiro ou não possuem gente capacitada nem para elaborar os convênios necessários nem para prestar contas após a sua execução.

    A falta de capacitação, além do prejuízo para a população, inabilita milhares de gestores públicos todos os anos. Sem ter preparo para aplicar os recursos e prestar contas,  muitos prefeitos eleitos em 2012 não poderão tentar a reeleição em 2016 porque seus nomes estarão “sujos” junto aos órgãos de controle. E nem sempre é má fé. Estima-se que perto de 80% dos problemas de irregularidades encontrados nas contas das prefeituras acontecem pela dificuldade do gestor de prestar contas, por erros decorrentes da ausência de treinamento.

    Não é de se preocupar que o gestor que tem a maior responsabilidade, que está mais próximo dos problemas reais das pessoas, seja também o menos preparado e dotado de recursos? Para agravar, são pouquíssimas as prefeituras no País que possuem recursos para promoverem o treinamento adequado e criarem um quadro técnico qualificado por si próprias. Mesmo em muitas capitais não é possível encontrar as condições necessárias.

    Nesse sentido, me parece claro que a União, ente mais forte e provido da Federação, tem que chamar para si essa responsabilidade e promover escolas de governo voltadas exclusivamente para os municípios. O governo federal já sabe como fazer, pois já mantém em funcionamento a Escola Nacional de Administração Pública – ENAP – há quase três décadas.

    Essas escolas poderiam ser instaladas nos estados ou nas regiões, devendo estar descentralizadas para diminuir o custo de deslocamento dos funcionários locais. Além disso, é importante que sejam permanentes, pois só assim é possível fazer uma revolução na cultura gerencial das cidades.

    No seu início, o PRB se chamou Partido Municipalista, tal a importância que dávamos e ainda damos para a necessidade de reforçar as instâncias locais de governo. Hoje, precisamos retomar essa causa. E isso pode acontecer via Congresso Nacional, com propostas apresentadas e conduzidas por nossos parlamentares. É preciso que o governo federal se sensibilize e assuma essa responsabilidade, afinal, pessoas não vivem na União ou mesmo no Estado: elas vivem nas cidades.

    Joaquim Mauro Silva, presidente da Fundação Republicana Brasileira

     

  • Fundação Republicana oferece curso de Formação Política exclusivo para alunos da instituição

    Oportunidade reúne estudantes de todos os cursos oferecidos pela FRB 

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    Aconteceu nesta quinta-feira, 6, no auditório da sede da Fundação Republicana Brasileira, localizado no Setor Comercial Sul, em Brasília (DF), o curso de Formação Política para alunos da instituição. Está é a primeira turma a assistir a aula específica, preparada pelo professor e cientista político Leonardo Barreto.

    Estiveram presentes o presidente da Fundação, Mauro Silva; o vice-presidente da instituição, Evandro Garla; além de 35 convidados e alunos dos cursos de inglês, francês e Alfabetização de Jovens e Adultos (AJA). A aula despertou interesse ao relacionar a interferência da história na realidade vivenciada pela sociedade, nos dias atuais.

    Mauro Silva iniciou o evento. “Fico muito feliz com a presença de vocês. É um prazer tê-los como alunos”, disse. Silva falou ainda sobre a importância do curso de Formação Política. “Vocês vão perceber, no decorrer do curso, que nós podemos mudar o cenário político atual, se cada um de nós der sua contribuição. Faremos novos cursos e vocês estão convidados a participar de todos. Nosso objetivo principal é esse: ajudar a formar cidadãos”.

    Leonardo Barreto levou os participantes a uma reflexão sobre o motivo da aversão popular em relação à política e fez uma retrospectiva do momento que antecedeu o suicídio de Getúlio Vargas. “Nós, brasileiros, nunca tivemos uma boa relação com a política. Em 1954, pouco antes de Getúlio Vargas se matar, quando o governo sofria denuncias de corrupção, um jornal muito importante publicou a manchete: ‘Somos um povo honrado governado por ladrões’. Ali já estava configurado um grande abismo. Até onde isso é verdade? Temos que repensar”.

    No decorrer do curso foram abordados temas polêmicos, como direitos iguais para homens e mulheres, “ricos e pobres” e o que realmente faz um cidadão. Segundo o professor, o fato de termos nascido no Brasil não nos faz cidadãos. Para ele, cidadania não é uma condição dada, mas construída.0.2

     

    Eliane Sales, 27 anos, aluna do nível básico de inglês, avaliou o curso. “Aprender sobre política é importante pra todo mundo. O curso é muito bom. Antes eu não gostava de política, mas agora meu pensamento mudou”, afirma.

    Para Maria de Jesus Rodrigues, 52 anos, da Alfabetização de Jovens e Adultos (AJA), “é muito bom entender o que realmente é política. Esta é a segunda vez que participo do curso. E cada vez aprendo a gostar mais do assunto”.

    Ao término da aula os alunos foram certificados e participaram de um coffee break. O momento foi de confraternização entre os estudantes, que por cursarem turmas diferentes, normalmente não se encontram no decorrer do ano.

    Na próxima quinta-feira, 13, será realizada a segunda edição do curso exclusivo para alunos da FRBr. O público previsto é de 42 participantes.

    Por Mariana Maciel / Edição: Suellen Siqueira

    Fotos: Douglas Gomes

  • 2° Simpósio Universitário em Brasília

    Quatro meses após o primeiro Simpósio, a Fundação Republicana Brasileira, em parceria com GUB e Se liga 16, realiza a 2ª edição do evento

    0033Depois do resultado alcançado na parceria FRBr, Se liga 16 e o Grupo de Universitários de Brasilia – GUB, no 1° Simpósio Universitário, em agosto deste ano, será realizado neste sábado (8), a 2ª edição do evento.

    O tema será “Atuais meios de reivindicação: Meios de protesto e defesa dos direitos individuais e coletivos”. O debate será conduzido pelo professor e cientista político Leonardo Barreto.

    Para Mauro Silva, presidente da FRBr, o assunto é importante e  traz a oportunidade de analisar a utilização dos meios aliados à luta pelos direitos da sociedade. “Esperamos que o 2º Simpósio leve os jovens a uma conscientização e reflexão quanto aos meios de reivindicação disponíveis e tão eficientes quanto às grandes mobilizações”, afirma Silva.

    O presidente disse ainda que o primeiro evento foi bastante proveitoso: “O 2º Simpósio visa complementar as atividades iniciadas no primeiro. Ou seja, realizar um brainstorming (tempestade de ideias) para politicas públicas que beneficiem a todos”. E concluiu: “o último foi muito proveitoso para a Fundação, pois foi possível fazer uma pequena compilação dos anseios e necessidades dos nossos jovens. E também, para os participantes, por que foi aberto um grande espaço para debate, troca de ideias e sugestões”.

    Para Thiago Thadeu Abrantes, coordenador do Grupo de Universitários de Brasília (GUB), “o evento vai atender às expectativas de alcançar os universitários que se interessam pelo tema. É uma oportunidade de despertar nos participantes o interesse pela política e principalmente, incentivá-los a conhecer e buscar por seus direitos individuais e coletivos”.

    Podem participar acadêmicos de instituições privadas ou públicas. São 200 vagas e a inscrição é gratuita, devendo ser efetuada e confirmada por e-mail . A solicitação deve conter nome, e-mail, endereço, telefone, instituição de ensino, curso e período.

    Os participantes receberão certificados, que poderão ser contabilizados como atividades complementares da graduação.

     

    Serviço:

    Data: 08/12/2012 (sábado)

    Local: Centro de Eventos Brasil 21

    Endereço: Setor Hoteleiro Sul, Quadra 06, Lote 01, Conjunto A, Brasília (DF).

    Horário: 15h

    Inscrições:

    Por Mariana Maciel / Edição: Suellen Siqueira

  • Fundação Republicana Brasileira participa de evento contra a violência à mulher

    Presidente da FRBr esteve na II caminhada “Rompendo o silêncio”, do projeto Raabe 
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    Aconteceu no último sábado, dia 24, a segunda caminhada “Rompendo o silêncio”, promovida pelo projeto Raabe. Criada em 2011, a iniciativa tem o objetivo de auxiliar mulheres que sofreram algum tipo de violência doméstica ou abuso, orientando-as sobre seus direitos.

    O evento aconteceu simultaneamente em todo o Brasil. No DF, foi iniciada com uma caminhada no centro de Ceilândia. As participantes, caracterizadas com lenços na cor vermelha e blusa personalizada carregavam faixas e banners. As frases eram de protesto e incentivavam a denúncia dos agressores.

    Em seguida foram ministradas palestras de orientação às mulheres. Também foram realizadas uma apresentação coreografada da música “Mulher”, de Elba Ramalho, e uma peça teatral que retratou a vida de uma vítima de agressão desde a infância.

    Estiveram presentes diversas autoridades políticas, como o presidente da FRBr, Mauro Silva; o vice-presidente da instituição e deputado distrital Evandro Garla; a primeira dama do DF, Ilza Maria Queiroz;  as organizadoras do evento Leny Garla, Ana Silva e Sylvia Jane Hodge Crivella (esposa do ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella).

    Assim como em outras iniciativas contra a violência à mulher, Mauro Silva apoia a ideia. Segundo ele, movimentos como esse são fundamentais. Em evento realizado em agosto deste ano, na zona central de Brasília (DF), alunas do curso de Formação Política também demostraram a revolta contra esse tipo de violência. “Acho muito importante essa atitude de conscientização e até convido mais pessoas a participarem”, afirmou o presidente da FRBr.

    Por Mariana Maciel / Edição: Suellen Siqueira

    Foto: Divulgação

  • FRBr oferece curso aos funcionários sobre excelência no atendimento e etiqueta profissional

    Equipes da FRBr e PRB assistem a curso de qualificação no atendimento ao público 

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    A falta de qualidade no atendimento é um dos principais pontos que resultam no afastamento de clientes de instituições públicas ou privadas. Dados da National Retail Merchants Association comprovam que 68% da clientela de empresas nos Estados Unidos, por exemplo, se afasta por problemas relacionados à postura no atendimento.

    Pensando nisto, a Fundação Republicana Brasileira realizou nos últimos dias 5 e 12, o curso “Excelência no atendimento”. A aula tratou de assuntos relativos à recepção pessoal, hábitos que devem ser evitados e atitudes que valorizam o cliente. Orientações para um atendimento telefônico eficaz também foram abordadas.

    Segundo Mauro Silva, presidente da instituição, “o PRB e a FRBr primam pelo bom atendimento aos seus filiados, militantes, alunos e à população em geral. Com a proposta de aprimorar este contato, a Fundação criou o curso sobre excelência e etiqueta profissional, que visam qualificar os funcionários para um atendimento de qualidade”.

    Para Telma Franco, secretária executiva da FRBr, o curso é fundamental. “Nosso principal cliente é o cidadão e o atendimento de qualidade mostra o interesse em servir bem a este público”, disse.

    Michele Senna, funcionária do Partido Republicano Brasileiro, assistiu e considerou a aula proveitosa. “Atendeu minhas e0.2xpectativas. Sempre achei importante fazer um curso como este”, disse.

    Os presentes assistiram ainda, palestra sobre comportamento no trabalho, ministrada por Maria Elizabeth Corrêa, coordenadora de Educação Continuada na Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico – UNIMED (DF).

    Elizabeth, que realiza cursos há 16 anos, apresentou dicas e regras de etiqueta que auxiliam no convívio social e profissional. “O resultado é nítido. Acompanhei de perto a mudança na empresa em que trabalho e realmente melhorou muito”, disse.

    O curso será realizado novamente, para outra turma, no dia 19 de novembro. A última aula será ministrada no dia 26.

    Por Mariana Maciel e Suellen Siqueira

  • O que faz uma grande República?

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    Nesse dia 15, comemoramos 123 anos da Proclamação da República. Além de um fato histórico, a data é um momento muito simbólico, que traz uma reflexão consigo que eu gostaria de começar a abordar fazendo uma pergunta: após tanto tempo, o Brasil já conseguiu se tornar de fato uma nação republicana?

    Para começo de conversa, não estou falando da República como regime político. Não quero ficar limitado pelos aspectos formais e constitucionais da lei. Até porque, no papel, somos a nação com mais direitos e garantias do mundo e todos sabemos que a realidade não é bem assim. Nesse sentido, é preciso ir além. Por isso, convido a todos a pensar a República como um conjunto de princípios. E por princípios, faço referência ao conceito desenvolvido por Montesquieu: “princípios são as forças que fazem o homem andar”, são os valores que o inspiram.

    Há dois princípios inerentes à república. O primeiro é a igualdade. Ela é mola do movimento republicano, que se estruturou historicamente na luta contra os privilégios das famílias reais europeias. Na nossa sociedade, ela está ligada à universalização das oportunidades, do ensino e, principalmente, da justiça, que ainda tem uma abordagem claramente discriminatória (vide, por exemplo, o instituto da cela especial para quem tem curso superior).

    O segundo é o sacrifício. Todo mundo que tem uma família ou é casado sabe que é preciso fazer concessões, respeitar espaços e dar uma dose de colaboração para o bom funcionamento da casa. Em um país, as coisas são parecidas. Cada um deve dar a sua parcela de esforço, de sacrifício, para termos uma coletividade saudável. Por exemplo, ninguém gosta de pagar impostos, mas isso é uma necessidade caso queiramos contar com serviços importantes para o nosso bem estar, como segurança e ruas asfaltadas.

    Dessa forma, há 123 anos de distância do 15 de novembro de 1889, como estamos, aonde chegamos?

    Que o Brasil é um país ainda muito desigual, todos sabemos. Mas também não há como negar que ele também está caminhado em uma velocidade cada vez maior para a correção dessas injustiças. Aliás, o reconhecimento internacional obtido pelo nosso povo lá fora não está ligado à nossa força militar ou à nossa seleção de futebol. Mas à nossa capacidade de incluir pessoas que ficaram marginalizadas por séculos. Ao mesmo tempo privilégios da classe política e também da alta burocracia estão sendo atacados, apesar da enorme resistência que oferecida por alguns.

    Precisamos também empreender uma mudança cultural. Entre nós, povo, há pouca consciência do papel individual que cada um tem para o bom funcionamento da nossa “casa”. É comum ver desrespeito ao patrimônio público em todos os parques, desrespeito com idosos e crianças, falta de educação nas filas de cinema e no trânsito, por exemplo. Pessoas honestas e cumpridoras das suas funções sociais ainda são vistas como “bobas” e ingênuas por muitos que acreditam que o importante “é levar vantagem em tudo”. A rigor, nunca seremos um país verdadeiramente republicano enquanto não enterrarmos essa odiosa “lei”.

    Ainda estamos longe daquilo que devemos ser. Mas pelo menos, estamos caminhando. Um país, uma sociedade ou uma família nunca podem ser vistos como projetos acabados. Tudo são processos. Nesse sentido, o importante é desenvolver posturas adequadas aos nossos princípios. E é disso que o 15 de novembro nos fala todos os anos. Uma grande República não é aquela que é a mais rica, mais poderosa ou com o melhor desempenho esportivo. Mas é aquela que conta com cidadãos mais conscientes, solidários, éticos e responsáveis. É isso que precisamos comemorar e refletir nesse dia. Nesse sentido, desejo um bom feriado a todos!

    Joaquim Mauro Silva, presidente da Fundação Republicana Brasileira

     

  • FRBr trabalha a qualificação institucional

    Núcleo de estudos reuniu-se na para análise de propostas que aprimorem a realização de pesquisas e cursos

     

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    Para aperfeiçoar o trabalho dos candidatos eleitos pelo PRB, na tarde desta quarta-feira, 17, o presidente da Fundação Republicana Brasileira, Mauro Silva reuniu-se com professores universitários integrantes do Núcleo de Estudos da instituição Carlos Bartolomei; Antônio Marcos; Luciana Barros; a assistente direta do grupo, Lilian Lima; e a secretária executiva da instituição, Telma Franco. Na oportunidade, foram apresentadas e analisadas propostas de aprimoramento dos cursos, para que sejam alcançadas metas de excelência no serviço prestado.

     A Fundação Republicana trabalha na qualificação da população por meio de cursos gratuitos de idiomas, alfabetização e formação política. Além de realizar investimento em pesquisas com o Núcleo de Estudos que busca ideias que contribuam com o PRB.

    O livro “10 Princípios para uma Gestão Pública Municipal Eficaz”, lançado em junho deste ano, tem por objetivo auxiliar nas decisões dos eleitos e inspirar as propostas dos candidatos. Para o presidente do partido, Marcos Pereira, “os nossos candidatos são os mais bem preparados para cumprirem essa missão, principalmente porque nossas propostas são inspiradas nos 10 princípios básicos para uma gestão pública eficaz, especialmente elaborados pelo núcleo de estudos da Fundação Republicana Brasileira”.

    Na eleição deste ano, houve um notório avanço do PRB, com o crescimento de cerca de 50% no número de vereadores e prefeitos, sendo ao todo setenta e sete prefeitos eleitos em todo o país. A FRBr tem o papel fundamental de desenvolver estratégias para que estes, exerçam da melhor forma possível, o mandato confiado pelos eleitores.

    Texto e fotos: Mariana Maciel (Com informações do Portal R7)

    Edição: Suellen Siqueira

  • Lições e perspectivas para o PRB que sai das urnas

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    Finalizada a apuração do primeiro turno, o PRB tem muito a comemorar. Aumentamos o número de votos recebidos em relação a 2008 em 1 milhão, sendo o terceiro partido que mais cresceu em números  absolutos. Também melhoramos os números de prefeitos e de vereadores eleitos, consolidando o enraizamento social do partido e sua rápida ascensão. Além disso, disputamos e vencemos pela primeira vez uma eleição em segundo turno como candidato principal, na cidade de Montes Claros, no estado de Minas Gerais.

    Números do PRB em 2012

    2008

    2012

    Diferença

    Quantidade de votos que o partido teve (em milhões)

    1,5

    2,5

    1

    Prefeitos eleitos

    54

    78

    23

    Vereadores eleitos

    781

    1.204

    423

    Mas além dos números que dominam as análises imediatas feitas após a votação, três pontos nos trazem questões importantes: em primeiro lugar, fomos um dos protagonistas da eleição paulista mais disputada dos últimos anos. Como consequência, ganhamos projeção e aceleramos em alguns anos o processo de adensamento nacional do partido. Entre todas as legendas de tamanho equivalente à nossa, certamente somos hoje aquela que é a mais conhecida do grande público.

    A segunda questão deriva da primeira: o aumento do nosso nível de responsabilidade. Toda essa projeção traz ganhos e obrigações maiores. Há um antigo ditado de mercado que diz que quem não é o maior, precisa ser o melhor. Nesse sentido, as prefeituras e os vereadores eleitos precisam desempenhar um papel exemplar, extremamente comprometido com a gestão e com a busca de resultados para a população. Ética é obrigação.

    Por fim, os resultados mostram que o Brasil vive hoje uma mudança geracional na política: saem os velhos estadistas e entram os jovens gestores. E isso é muito importante, porque muda o estereótipo do político preferido pelos eleitores. Hoje, apenas carisma não resolve. É preciso eficiência.  Foi com este objetivo que a Fundação Republicana Brasileira lançou em junho deste ano, a publicação “10 Princípios para uma Gestão Pública Municipal Eficaz”, para propor diretrizes aos novos prefeitos republicanos.

    E talvez essa seja a lição mais proveitosa que podemos tirar de tudo que vivemos em 2012. Precisamos investir em conhecimento, conteúdo, projetos de gestão e compromisso com resultados. Se conseguirmos aprofundar esse perfil nas nossas fileiras, certamente continuaremos avançando pelas cidades brasileiras.

    Joaquim Mauro – presidente da Fundação Republicana Brasileira